O que significa, a Mulher?

Criticam a mulher por ser um poço de problemas e defeitos, mas realidade é que depois vão la 'bater a porta' por diversos motivos.[;)] Chama-se a isto "Cuspir no prato que se gosta de comer". Na minha opinião mulher é um ser fascinante, não vou apontar dedo a defeitos porque homem também os tem, é tudo farinha do mesmo saco, todos nós temos defeitos ninguém é perfeito. Ambos não sabem viver um sem o outro, perfeita simbiose. É uma questão de bom senso, digo eu. :rolleyes:



"O bom senso existia; mas estava escondido, por medo do senso comum."[SIZE=-1] "Manzoni, Alessandro"[/SIZE]
 
Só tentei ser delicado, pois as mulheres são sensíveis e hoje é o dia delas.

Longe de mim ter uma visão retrógrada, pois ainda nem sequer cheguei à meia-idade. Visão retrógrada seria se dissesse que "a mais útil e honrosa ciência e ocupação da mulher é a ciência dos cuidados domésticos"3. Inadmissível é o que se passa nos dias de hoje. Querem uma mulher que tenha um emprego e que simultaneamente trate das lidas da casa e da educação dos filhos. Uma mulher que ganhe dinheiro para o lar e que ao mesmo tempo seja submissa. Para muitos homens é o juntar do útil ao agradável, explorando a sua própria mulher. Querem-nas à moda antiga, submissas, mas a ganhar para eles. Desculpem a rispidez, mas muitas vezes é o que acontece: muitas vezes a mulher continua a ser tratada com a mesma discriminação que antigamente com a agravante de ter de trabalhar também fora de casa para contribuir muitas vezes para os vícios de muitos homens. É esse o maior modernismo que muitos conseguiram assimilar, por ser conveniente. Culturalmente, muitos ainda continuam no século XIX, achando-se como "chefe de família", o "homem da casa", fazendo-se valer disso como forma de autoridade, chegando até ao uso da força para se fazer obedecer. Daí os inúmeros casos de violência doméstica que continuam a existir. Embora haja muita conversa acerca do modernismo, muitas mulheres ainda só conhecem esta realidade que a religião fomenta através dos princípios da superioridade do homem e da ligação da mulher ao elemento pecaminosso que corrompe o homem.

Israel, se pensas que "tendo em vista como algumas mulheres passam a vida, dir-se-ia que lhes foi proibido ter razão e bom senso e que estão no mundo para dormirem, serem gordas, belas, para não fazerem nada e dizerem tolices"1, então tens uma imagem muito redutora do sexo oposto. Falta-te a experiência que a vida, inevitavelmente, te trará.

Se é certo que elas também têm muitos defeitos, tal como nós, também têm imensas virtudes. E aí é que reside o maior mal: olhar só para o lado mau, esquecendo-se o que elas têm de melhor.

Quanto às novas gerações, estão a viver tempos de mudança. E a mulher está a encontrar-se e a encontrar o seu espaço próprio na nova sociedade. A mulher hoje em dia trabalha e tem filhos mais tarde, cabendo-lhe também o direito sobre o seu corpo de os querer ter ou não. Também na sua existência existe o direito em serem felizes, e não só de assumirem o papel de encubadoras e educadoras da prol, como forma de perpetuar a espécie.

É certo que, na minha opinião, hoje existe promiscuidade em demasia, mas tudo faz parte da evolução da sociedade, sendo que esta estará sempre a reajustar-se. E se calhar, ao sentires um certo desgosto pela maneira como as mulheres mais jovens se comportam só estás a comprovar a nossa má influência perante elas: elas tornaram-se mais parecidas connosco, perdendo parde do seu encanto. É que "a mulher que se parece connosco é antipática: o que nós buscamos no outro sexo é o oposto de nós mesmos"2. Talvez por estarmos a rever-nos em demasia nelas, encontremos nelas o espelho de nós mesmos e não estejamos a gostar daquilo que vemos.

E se eu fosse mulher só sentiria tristeza por ver tantos tópicos tão participados, e neste, além da pouca participação que se faz, ainda por cima é a deitar abaixo as mulheres. Elas não precisam disso. Já estão em baixo desde que que surgiu a igreja. Até então eram o símbolo da fertilidade e da perpetuação da espécie. Eram as educadoras a quem eram incumbidas as tarefas mais importantes e defíceis das comunidades. A mulher era deusificada e respeitada, havendo inúmeros símbolos e representações artíticas que o ilucidavam.

Seria bom que surgissem algumas palavras de apreço pelas mulheres que nos criaram e por aquelas que criarão também os nossos filhos.

1(Scudéry , Madeleine)
2(Renan, Ernest)
3(Montaigne, Michel de)
 
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Só tentei ser delicado, pois as mulheres são sensíveis e hoje é o dia delas.

Longe de mim ter uma visão retrógrada, pois ainda nem sequer cheguei à meia-idade. Visão retrógrada seria se dissesse que "a mais útil e honrosa ciência e ocupação da mulher é a ciência dos cuidados domésticos"3. Inadmissível é o que se passa nos dias de hoje. Querem uma mulher que tenha um emprego e que simultaneamente trate das lidas da casa e da educação dos filhos. Uma mulher que ganhe dinheiro para o lar e que ao mesmo tempo seja submissa. Para muitos homens é o juntar do útil ao agradável, explorando a sua própria mulher. Querem-nas à moda antiga, submissas, mas a ganhar para eles. Desculpem a rispidez, mas muitas vezes é o que acontece: muitas vezes a mulher continua a ser tratada com a mesma discriminação que antigamente com a agravante de ter de trabalhar também fora de casa para contribuir muitas vezes para os vícios de muitos homens. É esse o maior modernismo que muitos conseguiram assimilar, por ser conveniente. Culturalmente, muitos ainda continuam no século XIX, achando-se como "chefe de família", o "homem da casa", fazendo-se valer disso como forma de autoridade, chegando até ao uso da força para se fazer obedecer. Daí os inúmeros casos de violência doméstica que continuam a existir. Embora haja muita conversa acerca do modernismo, muitas mulheres ainda só conhecem esta realidade que a religião fomenta através dos princípios da superioridade do homem e da ligação da mulher ao elemento pecaminosso que corrompe o homem.

Israel, se pensas que "tendo em vista como algumas mulheres passam a vida, dir-se-ia que lhes foi proibido ter razão e bom senso e que estão no mundo para dormirem, serem gordas, belas, para não fazerem nada e dizerem tolices"1, então tens uma imagem muito redutora do sexo oposto. Falta-te a experiência que a vida, inevitavelmente, te trará.

Se é certo que elas também têm muitos defeitos, tal como nós, também têm imensas virtudes. E aí é que reside o maior mal: olhar só para o lado mau, esquecendo-se o que elas têm de melhor.

Quanto às novas gerações, estão a viver tempos de mudança. E a mulher está a encontrar-se e a encontrar o seu espaço próprio na nova sociedade. A mulher hoje em dia trabalha e tem filhos mais tarde, cabendo-lhe também o direito sobre o seu corpo de os querer ter ou não. Também na sua existência existe o direito em serem felizes, e não só de assumirem o papel de encubadoras e educadoras da prol, como forma de perpetuar a espécie.

É certo que, na minha opinião, hoje existe promiscuidade em demasia, mas tudo faz parte da evolução da sociedade, sendo que esta estará sempre a reajustar-se. E se calhar, ao sentires um certo desgosto pela maneira como as mulheres mais jovens se comportam só estás a comprovar a nossa má influência perante elas: elas tornaram-se mais parecidas connosco, perdendo parde do seu encanto. É que "a mulher que se parece connosco é antipática: o que nós buscamos no outro sexo é o oposto de nós mesmos"2. Talvez por estarmos a rever-nos em demasia nelas, encontremos nelas o espelho de nós mesmos e não estejamos a gostar daquilo que vemos.

E se eu fosse mulher só sentiria tristeza por ver tantos tópicos tão participados, e neste, além da pouca participação que se faz, ainda por cima é a deitar abaixo as mulheres. Elas não precisam disso. Já estão em baixo desde que que surgiu a igreja. Até então eram o símbolo da fertilidade e da perpetuação da espécie. Eram as educadoras a quem eram incumbidas as tarefas mais importantes e defíceis das comunidades. A mulher era deusificada e respeitada, havendo inúmeros símbolos e representações artíticas que o ilucidavam.

Seria bom que surgissem algumas palavras de apreço pelas mulheres que nos criaram e que criarão também os nossos filhos.

1(Scudéry , Madeleine)
2(Renan, Ernest)
3(Montaigne, Michel de)

A parte que pus a negrito era o que queria expressar!Percebeste o que quis dizer.Por isso é que um texto com muitos floreados não faz muito senido, porque elas já não são assim infelizmente.
 
O meu contributo:
Se não houvesse mulheres não haveria homens. Logo nem poderiamos dizer que são isto ou são aquilo (para o bem e para o mal).

Como todos sabemos, todos viemos de uma mulher. Com alguma ajuda mas...
 
Ora como isto é um sitio onde povoam predominantemente Homens e como se celebra o dia da Mulher, vou lançar aqui o desafio...[:D]
Do vosso ponto de vista, o que significa ser-se Mulher? :)

(Vamos tricotar sobre elas[:p])


Dores de Cabeça e muito prazer!!! Mas mais prazer do que dores de cabeça.
 
A mulher é aquele ser pelo qual eu me babo quando vejo um belo exemplar, mas que ao mesmo tempo dá muitas dores de cabeça, alegrias, tristezas e tudo o mais[:D]
Proporciona-nos bem estar físico[br:)] e psicológico, mas por vezes nem um nem outro.
É um ser complicado, quer sempre mais e mais.

Resumindo adoro mulheres, não consigo viver sem elas[:D][:cool:][br:)][:p][;)].
 
Nada a ver mesmo, eu falei disso?A única critica que deixo é que antigamente as mulheres tinham mais juízo que os homens e atingiam a maturidade mais rapidamente e os homens eram mais infantis, hoje em dia as mulheres estão tão ou mais infantis que os homens.Daí que um texto daqueles é bonito mas a realidade é outra, elas estão iguais aos homens, não há amor e essas lamechices, elas cada vez gostam menos disso.


Desculpa, não consegi conter-me perante a tua resposta e como mulher que sou digo-te é raro sim, mas ainda há mulheres para as quais o texto bonito encaixa, mulheres com cabeça no lugar, que amam de verdade, que gostam de uma certa quantidade de lamechices e que ainda sonham com o "princepe encantado" que as trate bem e as façam felizes, no entanto esse "principe encantado" é que parece quem já não existe...
 
O meu contributo:
Se não houvesse mulheres não haveria homens. Logo nem poderiamos dizer que são isto ou são aquilo (para o bem e para o mal).

Como todos sabemos, todos viemos de uma mulher. Com alguma ajuda mas...

Com alguma ajuda, não..com a ajuda, é diferente. A custa dessa mentalidade, muitas ficaram com a custódia do/s filho/s.
Por acaso não suporte estar muito tempo com mulheres, pá não dá, é bom mas quando é em demasia enjoa, a presença masculina é extremamente importante para um homem ter a liberdade de dizer uns disparates.
 
Desculpa, não consegi conter-me perante a tua resposta e como mulher que sou digo-te é raro sim, mas ainda há mulheres para as quais o texto bonito encaixa, mulheres com cabeça no lugar, que amam de verdade, que gostam de uma certa quantidade de lamechices e que ainda sonham com o "princepe encantado" que as trate bem e as façam felizes, no entanto esse "principe encantado" é que parece quem já não existe...


A ideia que eu tenho é que o principe encantado está fora de moda, elas agora só gostam(tem pancas com os) dos wilds, ou rebeldes como preferirem.Aqueles que as tratam sem lamechices, e que marcham mais que uma ao mesmo tempo é que as parece encantar, em 99% dos casos.Isto as de cabeça, porque as outras são umas perdidas que qualquer coisa serve.
 
Só tentei ser delicado, pois as mulheres são sensíveis e hoje é o dia delas.

Longe de mim ter uma visão retrógrada, pois ainda nem sequer cheguei à meia-idade. Visão retrógrada seria se dissesse que "a mais útil e honrosa ciência e ocupação da mulher é a ciência dos cuidados domésticos"3. Inadmissível é o que se passa nos dias de hoje. Querem uma mulher que tenha um emprego e que simultaneamente trate das lidas da casa e da educação dos filhos. Uma mulher que ganhe dinheiro para o lar e que ao mesmo tempo seja submissa. Para muitos homens é o juntar do útil ao agradável, explorando a sua própria mulher. Querem-nas à moda antiga, submissas, mas a ganhar para eles. Desculpem a rispidez, mas muitas vezes é o que acontece: muitas vezes a mulher continua a ser tratada com a mesma discriminação que antigamente com a agravante de ter de trabalhar também fora de casa para contribuir muitas vezes para os vícios de muitos homens. É esse o maior modernismo que muitos conseguiram assimilar, por ser conveniente. Culturalmente, muitos ainda continuam no século XIX, achando-se como "chefe de família", o "homem da casa", fazendo-se valer disso como forma de autoridade, chegando até ao uso da força para se fazer obedecer. Daí os inúmeros casos de violência doméstica que continuam a existir. Embora haja muita conversa acerca do modernismo, muitas mulheres ainda só conhecem esta realidade que a religião fomenta através dos princípios da superioridade do homem e da ligação da mulher ao elemento pecaminosso que corrompe o homem.

Israel, se pensas que "tendo em vista como algumas mulheres passam a vida, dir-se-ia que lhes foi proibido ter razão e bom senso e que estão no mundo para dormirem, serem gordas, belas, para não fazerem nada e dizerem tolices"1, então tens uma imagem muito redutora do sexo oposto. Falta-te a experiência que a vida, inevitavelmente, te trará.

Se é certo que elas também têm muitos defeitos, tal como nós, também têm imensas virtudes. E aí é que reside o maior mal: olhar só para o lado mau, esquecendo-se o que elas têm de melhor.

Quanto às novas gerações, estão a viver tempos de mudança. E a mulher está a encontrar-se e a encontrar o seu espaço próprio na nova sociedade. A mulher hoje em dia trabalha e tem filhos mais tarde, cabendo-lhe também o direito sobre o seu corpo de os querer ter ou não. Também na sua existência existe o direito em serem felizes, e não só de assumirem o papel de encubadoras e educadoras da prol, como forma de perpetuar a espécie.

É certo que, na minha opinião, hoje existe promiscuidade em demasia, mas tudo faz parte da evolução da sociedade, sendo que esta estará sempre a reajustar-se. E se calhar, ao sentires um certo desgosto pela maneira como as mulheres mais jovens se comportam só estás a comprovar a nossa má influência perante elas: elas tornaram-se mais parecidas connosco, perdendo parde do seu encanto. É que "a mulher que se parece connosco é antipática: o que nós buscamos no outro sexo é o oposto de nós mesmos"2. Talvez por estarmos a rever-nos em demasia nelas, encontremos nelas o espelho de nós mesmos e não estejamos a gostar daquilo que vemos.

E se eu fosse mulher só sentiria tristeza por ver tantos tópicos tão participados, e neste, além da pouca participação que se faz, ainda por cima é a deitar abaixo as mulheres. Elas não precisam disso. Já estão em baixo desde que que surgiu a igreja. Até então eram o símbolo da fertilidade e da perpetuação da espécie. Eram as educadoras a quem eram incumbidas as tarefas mais importantes e defíceis das comunidades. A mulher era deusificada e respeitada, havendo inúmeros símbolos e representações artíticas que o ilucidavam.

Seria bom que surgissem algumas palavras de apreço pelas mulheres que nos criaram e por aquelas que criarão também os nossos filhos.

1(Scudéry , Madeleine)
2(Renan, Ernest)
3(Montaigne, Michel de)

O meu comentário era um cumprimento,...[;)]

Pelos seus posts, acho aquilo que referi,...é uma pessoa ternurenta, quando fala da sua mulher da sua filha,...da sua gata,...[;)]

Concordo em absoluto com tudo o que refere, sobre a mulher,...eu acho que consegue chegar ao seu íntimo,...por isso acho que o BLADE RUNNER é um sedutor. [;)]
 
A ideia que eu tenho é que o principe encantado está fora de moda, elas agora só gostam(tem pancas com os) dos wilds, ou rebeldes como preferirem.Aqueles que as tratam sem lamechices, e que marcham mais que uma ao mesmo tempo é que as parece encantar, em 99% dos casos.Isto as de cabeça, porque as outras são umas perdidas que qualquer coisa serve.


Nesse caso, pertenço aos 1% que restam, as que querem um homem para a vida toda e que seja fiel também, que não tenha medo de tratar com lamechices de vez em quando nem de dizer/demonstrar os sentimentos, que seja trabalhador, responsável, divertido,honesto e que seja normal Não ande por ai cheio de tatoos, todo furado com cabelo estranho ou com calças a cair loool, será que ainda existe algum exemplar?!
 
Nesse caso, pertenço aos 1% que restam, as que querem um homem para a vida toda e que seja fiel também, que não tenha medo de tratar com lamechices de vez em quando nem de dizer/demonstrar os sentimentos, que seja trabalhador, responsável, divertido,honesto e que seja normal Não ande por ai cheio de tatoos, todo furado com cabelo estranho ou com calças a cair loool, será que ainda existe algum exemplar?!

Existir...existir...até existe. Pode é estar embeiçado por uma loira mamalhuda ou uma brasileira rabuda...



(Estava a brincar..)



Quanto ao que disseste...isso é o que todas queremos...[;)]
 
Nesse caso, pertenço aos 1% que restam, as que querem um homem para a vida toda e que seja fiel também, que não tenha medo de tratar com lamechices de vez em quando nem de dizer/demonstrar os sentimentos, que seja trabalhador, responsável, divertido,honesto e que seja normal Não ande por ai cheio de tatoos, todo furado com cabelo estranho ou com calças a cair loool, será que ainda existe algum exemplar?!

Existe mas já está ocupado [:p]
 
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