O que é o amor?

Amor e paixao estao inter-ligadas..
Porém o amor nao é algo estatico é algo que cresce todos os dias, que evolui, que nos completa a toda a hora. é algo maravilhosamente espantoso..

Porém acho que quando se vive a paixao. é algo avassalador , que arrasa todo o nosso coraçao, adormecemos acordamos e vivemos sonhando com a hora de estar com a pessoa que entrou na nossa vida e que virou tudo de pernas para o ar, é como um furacao.

Deixa tudo completamente de pantanas mas no bom sentido!![;)]

Mas quando se vive um amor avassalador vive-se também um afastamento doloroso. :sh)
 
O amor é algo que todo o ser humano pode sentir peloseu semelhante!!
algo que não se compra ,
porque não é de vender,
que não é preta ,
não é branca,
Não é de nenhuma cor,
é uma porta,
bem aberta
uma verdade bem certa
è o amor[:p]apr:)
 
Algures na rede:


"Amor é fogo que arde sem se ver,
é ferida que dói e não se sente,
é um contentamento descontente,
dor que desatina sem doer".


Uma aluna (tinha que ser mulher...) de 16 anos reinterpreta o poema:

"Ah! Camões, se vivesses hoje em dia,
tomavas uns antipiréticos,
uns quantos analgésicos
e Prozac para a depressão.
Compravas um computador,
consultavas a Internet
e descobririas que essas dores que sentias,
esses calores que te abrasavam,
essas mudanças de humor repentinas,
esses desatinos sem nexo,
não eram feridas de amor,
mas somente falta de sexo!"
 
Algures na rede:


"Amor é fogo que arde sem se ver,
é ferida que dói e não se sente,
é um contentamento descontente,
dor que desatina sem doer".

Uma aluna (tinha que ser mulher...) de 16 anos reinterpreta o poema:

"Ah! Camões, se vivesses hoje em dia,
tomavas uns antipiréticos,
uns quantos analgésicos
e Prozac para a depressão.
Compravas um computador,
consultavas a Internet
e descobririas que essas dores que sentias,
esses calores que te abrasavam,
essas mudanças de humor repentinas,
esses desatinos sem nexo,
não eram feridas de amor,
mas somente falta de sexo!"


De muito mau gosto, e bastante parolo!
 
"Alguém escreveu o teu nome em toda a parte:
Nas casas, nos carros, nas pontes, nas ruas.
Em todo o lado essa palavra
Repetida ao expoente da loucura!
Ora amarga! Ora doce!
Pra nos lembrar que o amor é uma doença,
Quando nele julgamos ver a nossa cura!"


Vitor Espadinha.


Love it.........

Se não estou em erro, o Vitor Espadinha apenas deu a voz, o autor é o Manuel Cruz

(para quem não conhece YouTube - ornatos violeta - ouvi dizer)


Bem, o amor...é o que move o mundo (cliche). É muito mais do que, como disse o John Mayer "Roman candle, fireworks, Hollywood hot pink love", ou seja, muito mais do que o amor entre um homem e uma mulher. É o que liga, ou devia, dois amigos, os pais aos filhos, dois irmãos, etc. É o que faz com que muitas vezes pensemos nessas pessoas antes de nós próprios, o que faz termos saudades deles, comemorarmos as suas vitórias, chorarmos as suas tristezas. Diria mesmo que é quase um modo de vida, que nos leva a entregar-nos aos outros. "Love, actually, is everywhere..."
 
Love_by_janpirnatphoto.jpg
O que é o amor, não sei; nunca o vi e também não conheço ninguém que o tenha visto. Mas já o senti e de diversas formas. Por isso só posso falar daquilo que sei mas que nunca vislumbrei:
Amor de filho quando regressava ao ninho admirando os meus pais que abriam as asas sobre mim.
Amor de irmão, quando chorei sem compreender a morte de um e procurei nos outros a nossa união.
Amor de pai quando vi aquela vida nascer e crescer ao meu redor.
Amor de amante de uma vida que nasceu para mim tanto quanto nascido fui para ela.
Sentimento este que eu não escolhi e me escolheu a mim e brincou com os meus sentidos. Eu que brincava e dançava despreocupado e independente pela estrada da vida julgando-me tão senhor do meu nariz e do meu destino fui atropelado por uma torrente de sentimentos bons que eu desconhecia. O choque alterou-me a visão, modificou os meus gestos e transformou o meu mundo.

Esse amor que me dividiu em dois seres distintos de tão diferentes que juntando-se se completam tornando-se num só e nada mais. O amor simples é simplesmente complexo pela falta que a outra metade constantemente nos faz. Algo que quando está longe me deixa perdido numa intensa solidão e quando regressa me faz sentir que todo o mundo me veio ver. É como um pássaro que pousa na minha mão e logo bate as asas e voa para eternamente voltar para mim. É algo de tão bom que me deixa aqui idiota a tentar explicar o que é inexplicável.

Sinto-me tão falhado quando tento decifrar o que é o amor pois no dicionário ainda não encontrei as palavras que possam expressar esse sentimento tão sentido quanto por mim incompreendido.
O amor é a partida que o destino ou deus nos pregou para brincar com os nossos sentidos e nos deixar tontos de felicidade.
Como já reparei (pelas tontices que escrevi) que o amor não se explica, mas sente-se, vou apenas deixar-vos um conselho: “Se um dia tiverem que escolher entre o mundo e o amor… lembrem-se: se escolherem o mundo ficarão sem o amor, mas se escolherem o amor, com ele conquistarão o mundo.” (Einstein, Albert)

PS: A única coisa que eu sei é que deveria haver mais amor no mundo… desse tal amor do qual (pelo que expliquei) afinal nada disse. No fundo, o amor é isso mesmo: algo que não se diz mas sente-se e transmite-se por gestos. Deste sentimento, deveria haver um pouco para toda a gente para que o mundo pudesse ser diferente, despindo-se de dor e vestindo o amor.
 

PS: A única coisa que eu sei é que deveria haver mais amor no mundo… desse tal amor do qual (pelo que expliquei) afinal nada disse. No fundo, o amor é isso mesmo: algo que não se diz mas sente-se e transmite-se por gestos. Deste sentimento, deveria haver um pouco para toda a gente para que o mundo pudesse ser diferente, despindo-se de dor e vestindo o amor.


e mais sexo [:)]
 
Love_by_janpirnatphoto.jpg
O que é o amor, não sei; nunca o vi e também não conheço ninguém que o tenha visto. Mas já o senti e de diversas formas. Por isso só posso falar daquilo que sei mas que nunca vislumbrei:
Amor de filho quando regressava ao ninho admirando os meus pais que abriam as asas sobre mim.
Amor de irmão, quando chorei sem compreender a morte de um e procurei nos outros a nossa união.
Amor de pai quando vi aquela vida nascer e crescer ao meu redor.
Amor de amante de uma vida que nasceu para mim tanto quanto nascido fui para ela.
Sentimento este que eu não escolhi e me escolheu a mim e brincou com os meus sentidos. Eu que brincava e dançava despreocupado e independente pela estrada da vida julgando-me tão senhor do meu nariz e do meu destino fui atropelado por uma torrente de sentimentos bons que eu desconhecia. O choque alterou-me a visão, modificou os meus gestos e transformou o meu mundo.

Esse amor que me dividiu em dois seres distintos de tão diferentes que juntando-se se completam tornando-se num só e nada mais. O amor simples é simplesmente complexo pela falta que a outra metade constantemente nos faz. Algo que quando está longe me deixa perdido numa intensa solidão e quando regressa me faz sentir que todo o mundo me veio ver. É como um pássaro que pousa na minha mão e logo bate as asas e voa para eternamente voltar para mim. É algo de tão bom que me deixa aqui idiota a tentar explicar o que é inexplicável.

Sinto-me tão falhado quando tento decifrar o que é o amor pois no dicionário ainda não encontrei as palavras que possam expressar esse sentimento tão sentido quanto por mim incompreendido.
O amor é a partida que o destino ou deus nos pregou para brincar com os nossos sentidos e nos deixar tontos de felicidade.
Como já reparei (pelas tontices que escrevi) que o amor não se explica, mas sente-se, vou apenas deixar-vos um conselho: “Se um dia tiverem que escolher entre o mundo e o amor… lembrem-se: se escolherem o mundo ficarão sem o amor, mas se escolherem o amor, com ele conquistarão o mundo.”(Einstein, Albert)

PS: A única coisa que eu sei é que deveria haver mais amor no mundo… desse tal amor do qual (pelo que expliquei) afinal nada disse. No fundo, o amor é isso mesmo: algo que não se diz mas sente-se e transmite-se por gestos. Deste sentimento, deveria haver um pouco para toda a gente para que o mundo pudesse ser diferente, despindo-se de dor e vestindo o amor.

A parte a bold faz-me lembrar uma frase que uma amiga minha (católica praticante) tem no hi5... "Deus é Amor!" (não sei se ria... Não sei se chore.)


Sorry pelo off-topic.
 
Peço desculpa aos mais românticos mas eu infelizmente já não vejo o amor como um sentimento tão puro e único como antigamente.

Hoje para mim o amor tornou-se em algo mais comercial, tornou-se num produto que se não gostas tens 30 dias para devolver. :sh)

Mas ainda existem excepções são é cada vez mais raras. [;)]

Já levei muita porrada e poderia "sucumbir" a esse pensamento...mas não concordo.

Lá porque há ovelhas negras...não quer dizer que o rebanho o seja! [;)]

Nunca quis e quero deixar de ser romântico e faço-o com muito orgulho
 
Amor é um sentimento estável, mas profundo.
É o que nos une e nos faz mover.

P.S.Tenho pena da banalização da palavra "amo-te".


Curiosamente a vez que a palavra "amo-te" me foi dita e mais mexeu comigo, não foi quando nenhuma namorada me disse, mas sim uma grande amiga minha, de há muitos anos. Acho que o facto de não ter sido dita como aquele "cliche" de namorados, deu-lhe uma sinceridade que nunca tinha sentido.
 
Se não estou em erro, o Vitor Espadinha apenas deu a voz, o autor é o Manuel Cruz

(para quem não conhece YouTube - ornatos violeta - ouvi dizer)


Bem, o amor...é o que move o mundo (cliche). É muito mais do que, como disse o John Mayer "Roman candle, fireworks, Hollywood hot pink love", ou seja, muito mais do que o amor entre um homem e uma mulher. É o que liga, ou devia, dois amigos, os pais aos filhos, dois irmãos, etc. É o que faz com que muitas vezes pensemos nessas pessoas antes de nós próprios, o que faz termos saudades deles, comemorarmos as suas vitórias, chorarmos as suas tristezas. Diria mesmo que é quase um modo de vida, que nos leva a entregar-nos aos outros. "Love, actually, is everywhere..."

Duas ou três coisas que gostei neste post:

A música dos Ornatos que adoro.

O filme Love Actually que é uma óptima definição e que nos leva à diferença do Amor e da Paixão...são coisas diferentes e a definição que está acima está muito boa.

Idealmente um casal deveria ter os 2 durante todo o tempo, mas não é fácil, aí é que está o segredo, acho eu, da verdadeira felicidade.
 
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