O que é a experiência ?

Estado
Não está aberto a mais respostas.

Omega

Membro histórico
Genial .....[;)]

A redacção que se segue foi escrita por um candidato numa selecção de Pessoal na Volkswagen. A pessoa foi aceite e o seu texto esta a fazer furor na Internet, pela sua criatividade e sensibilidade.

"Já fiz cócegas à minha irmã só para que deixasse de chorar, já me queimei a brincar com uma vela, já fiz um balão com a pastilha que se me colou na cara toda, já falei com o espelho, já fingi ser bruxo.
Já quis ser astronauta, violinista, mago, caçador e trapezista; já me escondi atrás da cortina e deixei esquecidos os pés de fora; já estive sob o chuveiro até fazer chichi.
Já roubei um beijo, confundi os sentimentos, tomei um caminho errado e ainda sigo caminhando pelo desconhecido.
Já raspei o fundo da panela onde se cozinhou o creme, já me cortei ao barbear-me muito apressado e chorei ao escutar determinada música no autocarro.
Já tentei esquecer algumas pessoas e descobri que são as mais difíceis de esquecer.
Já subi às escondidas até ao terraço para agarrar estrelas, já subi a uma arvore para roubar fruta, já caí por uma escada.
Já fiz juramentos eternos, escrevi no muro da escola e chorei sozinho na casa de banho por algo que me aconteceu; já fugi de minha casa para sempre e voltei no instante seguinte.
Já corri para não deixar alguém a chorar, já fiquei só no meio de mil pessoas sentindo a falta de uma única.
Já vi o pôr-do-sol mudar do rosado ao alaranjado, já mergulhei na piscina e não quis sair mais, já tomei whisky até sentir meus lábios dormentes, já olhei a cidade de cima e nem mesmo assim encontrei o meu lugar.
Já senti medo da escuridão, já tremi de nervos, já quase morri de amor e renasci novamente para ver o sorriso de alguém especial, já acordei no meio da noite e senti medo de me levantar.
Já apostei a correr descalço pela rua, gritei de felicidade, roubei rosas num enorme jardim, já me apaixonei e pensei que era para sempre, mas era um "para sempre" pela metade.
Já me deitei na relva até de madrugada e vi o sol substituir a lua; já chorei por ver amigos partir e depois descobri que chegaram outros novos e que a vida é um ir e vir permanente.
Foram tantas as coisas que fiz, tantos os momentos fotografados pela lente da emoção e guardados nesse baú chamado coração...
Agora, um questionário pergunta-me, grita-me desde o papel: "- Qual é a sua experiência?"

Essa pergunta fez eco no meu cérebro. "Experiência.... "Experiência..."
Será que cultivar sorrisos é experiência?
Agora... agradar-me-ia perguntar a quem redigiu o questionário:
"- Experiência?! Quem a tem, se a cada momento tudo se renova???"
 
Algo me está a passar ao lado, porque é que não seria capaz? [:p]

Esse texte é típico de uma pessoa que liga muito ao abstrato, pensar no significado da vida, etc.

Um engenheiro mecânico é "pão-pão queijo-queijo".. [:D]

Eu ficava com vergonha se fosse um colega que tivesse escrito aquilo [:)]
 
partindo do principio que tal aconteceu, qual seria a cara do gajo dos RH ao ler aquilo?

algum de vocês o aceitava, para a produção? ou antes mandavam-no fazer umas analises?
 
Da autora brasileira Juliana Spadotto

Achei fantástico isto

Olá. Este texto não é de autor desconhecido. Ele me pertence. Tenho registo autoral na biblioteca nacional. E venho pedir para que você coloque meu nome ali ou então retire o texto. Estamos lutando pelos direitos autorais na internet, já que é tão pouco difundido. Tenho por base como base o artigo 24, capítulo II, da Lei nº 9.610 sobre Direitos Autorais:

Art 24. São direitos morais do autor:
I - o de reivindicar, a qualquer tempo, a autoria da obra;
II - o de ter seu nome, pseudónimo ou sinal convencional indicado ou anunciado, como sendo o do autor, na utilização de sua obra;

Obrigada.
Juliana Spadotto.

Fonte
A anos luz da Europa e pelos visto do resto do mundo.
 
É evidente que o texto tinha que ter autor .....

Foi-me enviado por email, tal como já terá sido a muitos de vós.
Veridico ou não, não deixa de ser interessantissimo!
 
É evidente que o texto tinha que ter autor .....

Foi-me enviado por email, tal como já terá sido a muitos de vós.
Veridico ou não, não deixa de ser interessantissimo!
É um texto excelente e para reflectir. Obrigado pela partilha. [;)]

A questão do autor aqui é de somenos importância atendendo ao facto de que aqui foi devidamente esclarecida qual é que era, ou será, a respectiva neste caso!

Aqui, e tendo como "referência" o argumentado pela alegada autora:

Direitos Autorais:

Art 24. São direitos morais do autor:
I - o de reivindicar, a qualquer tempo, a autoria da obra;
II - o de ter seu nome, pseudónimo ou sinal convencional indicado ou anunciado, como sendo o do autor, na utilização de sua obra;

Obrigada.
Juliana Spadotto.
Ainda assim foram respeitados os "direitos morais" (...) do autor, passo o pleonasmo, de reivindicar, a qualquer tempo, a autoria...

Aqui fica a nossa vénia a quem quer que tenha escrito este texto e o nosso respeito pela reivindicação de autoria aqui expressa! [;)]
 
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