MrsX
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Se esse post foi em relação ao que relatei, nada tem a ver com o vulgar "dar um tempo".Por vezes tento, compreender essa expressão de... Dar um tempo!
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Se esse post foi em relação ao que relatei, nada tem a ver com o vulgar "dar um tempo".Por vezes tento, compreender essa expressão de... Dar um tempo!
Sei que não. Por isso não fiz o quote dele! Apenas me trouxe à memória isso que é vulgar expressar-se.[Se esse post foi em relação ao que relatei, nada tem a ver com o vulgar "dar um tempo".
Mas compreender o quê?
É um eufemismo para quem não tem coragem de dizer "estou farto de ti e preciso de ir dar umas voltas!"
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Pois é isso que eu não percebo, porque não se diz as coisas como são e há a tendência de embrulhar estas questões com palavreado da tanga...
Flexibilidade, descartabilidade, fragilidade, como regra, dos mais fortes vínculos humanos, conduzir-nos-ão a dias ainda piores...
Acresenta a isso o crescente (a um ritmo alucinante) do individualismo social, do egocentrismo - cada vez mais presente nas camadas jovens a cada geração que passa, a diminuição de valores como o custo do trabalho (quer a nível pessoal, quer a nível económico-financeiro), a diminuição do poder de compra, mas com consequente e paradoxal aumento das necessidades (que não são assim tão necessárias) de consumo, entre n outros factores.Flexibilidade, descartabilidade, fragilidade, como regra, dos mais fortes vínculos humanos, conduzir-nos-ão a dias ainda piores...
Não acho que uma decisão, como casar deva ser tomada de forma leviana.
No entanto, acho que o direito à escolha é essencial, ou seja, quando duas pessoas percebem que aquela relação não é a que pretendem, possam seguir caminhos separados.
Deve ser brasilierada para "oferecer um relógio" []
Há lá coisa mais frágil e difícil de gerir que relações humanas? A vida já está cheia de contrariedades, e não temos que viver com uma má escolha para não sermos covardes. Covarde é aceitarmos uma relação que nos consome por dentro e que nos causa mau estar, e sujeitarmos-nos a algo que podemos não nos sujeitar.Referia-me à fragilidade dos vínculos como regra, pois é óbvio que muitas vezes não há outra solução!
Mas, hoje em dia desiste-se muito depressa das coisas importantes da vida à primeira contrariedade, tudo ficou muito precário muito depressa, e há uma certa covardia nisso!
Há lá coisa mais frágil e difícil de gerir que relações humanas? A vida já está cheia de contrariedades, e não temos que viver com uma má escolha para não sermos covardes. Covarde é aceitarmos uma relação que nos consome por dentro e que nos causa mau estar, e sujeitarmos-nos a algo que podemos não nos sujeitar.