nunomplopes
New member
Ao que digo:
Com a precariedade hoje em dia (nos casamentos), já é dificil, garantir-se um contrato vitalicio...
O que se assiste hoje é um número elevado de divórcios, que não me admire num futuro próximo que se eleve tanto a quanto os casamentos realizados, em termos de percentagem.
É verdade que se tornou mais prático (embora que não duvide, que custe tanto como juntar os trapos), e aceitável aos olhos da sociedade.
Mais verdade será que, por muitos motivos, por vezes, em que por, por violência demonstrada ao companheiro as pessoas tenham uma atitude mais activa e não se deixem resignar por um casamento que tenta demonstrar as aparências.
Mas também a perda de sentimentos, conflito de bens, ou quando entra infidelidade, as pessoas tomem a sua atitude e uma caminho para uma vida nova, em nada demais critico.
Mas deixa-me pensativo como os sentimentos hoje se logo desvanecem e acho que, à minima contrariedade, as pessoas que vêem envolvidas em tão pouco se esforçam, toma-se o caminho mais fácil (será?) e esforcem por manter a relação e tornem isto tão vulgar. Por não se darem ao minimo esforço tornem isto mais facilitado?
é também tão certo que mais números destes poderiam existir, mesmo pela sua maior aceitação, a pressão da sociedades ainda revela à critica do divórcio, nomeadamente em meios mais limitados.
Como explicamos o desvanecer do amor (não será recuperável)?
É melhor na falta da felicidade abandonar o que já não lhes realiza e procurar outras fontes?
É critico estes números? E como se vê esta intituição perante isto?
Será este o melhor caminho?...
Quais as razões apontar?

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Com a precariedade hoje em dia (nos casamentos), já é dificil, garantir-se um contrato vitalicio...
O que se assiste hoje é um número elevado de divórcios, que não me admire num futuro próximo que se eleve tanto a quanto os casamentos realizados, em termos de percentagem.
É verdade que se tornou mais prático (embora que não duvide, que custe tanto como juntar os trapos), e aceitável aos olhos da sociedade.
Mais verdade será que, por muitos motivos, por vezes, em que por, por violência demonstrada ao companheiro as pessoas tenham uma atitude mais activa e não se deixem resignar por um casamento que tenta demonstrar as aparências.
Mas também a perda de sentimentos, conflito de bens, ou quando entra infidelidade, as pessoas tomem a sua atitude e uma caminho para uma vida nova, em nada demais critico.
Mas deixa-me pensativo como os sentimentos hoje se logo desvanecem e acho que, à minima contrariedade, as pessoas que vêem envolvidas em tão pouco se esforçam, toma-se o caminho mais fácil (será?) e esforcem por manter a relação e tornem isto tão vulgar. Por não se darem ao minimo esforço tornem isto mais facilitado?
é também tão certo que mais números destes poderiam existir, mesmo pela sua maior aceitação, a pressão da sociedades ainda revela à critica do divórcio, nomeadamente em meios mais limitados.
Como explicamos o desvanecer do amor (não será recuperável)?
É melhor na falta da felicidade abandonar o que já não lhes realiza e procurar outras fontes?
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Será este o melhor caminho?...
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