O fanatismo da tolerância

Andre

Well-known member
Para diversificar um pouco [:D]

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in PÚBLICO, Sáb 5 Jan
 
Um artigo típico de um "intelectual" Português :)

1-Acho muito bem que exista uma separação entre Estado e Religião;

2-Os divórcios não se impedem por via legislativa.

3-O "casamento" dos homosexuais é que não concordo... chamem-lhe outra coisa: união de facto, .etc, etc.
 
Será que as coisas são assim tão simples?

Convinha saber o que é que foram os discursos e manifestações da igreija, coisa que este artigo não revela.

E se há liberdade de criticar e manifestar, o governo também tem essa liberdade.
 
O mais importante nesse texto, para mim, nem sequer é a questão do estado separado da igreja. Eu sou católico praticante e consigo achar lógica nisso. O que é mau é haver esse fanatismo em condenar tudo o que é opinião e prática católica que se imponha na sociedade e por outro lado permitir-se (e até 'bater palmas') a outras religiões. Ah pois, nesses não se pode tocar porque senão vem um lá do deserto e rebenta-se numa estação de metro...
 
O mais importante nesse texto, para mim, nem sequer é a questão do estado separado da igreja. Eu sou católico praticante e consigo achar lógica nisso. O que é mau é haver esse fanatismo em condenar tudo o que é opinião e prática católica que se imponha na sociedade e por outro lado permitir-se (e até 'bater palmas') a outras religiões. Ah pois, nesses não se pode tocar porque senão vem um lá do deserto e rebenta-se numa estação de metro...

Mas qual é a real influência das outras religiões em Portugal?!...

E a da religião católica tem que continuar a decrescer e resumir-se, por exemplo, ao peso que tem em França.
 
Concordo completamente. Existe uma "ditadura" de temas politicamente correctos na imprensa, quem duvida tem a opinião suprimida ou acusado de estar a soldo de interesses obscuros.
 
Concordo com o que está escrito no texto.
Sem tirar nem pôr, antigamente era "crime" ser de outra religião que não a dominante, depois passou a ser tolerado, depois passou a ser permitido e agora parece que é mesmo obrigatório!
O Catolicismo caminha no sentido inverso...

Cumprimentos
 
Parece que a Europa quer perder a sua identidade católica, dar uma de intelectuais muito avantgarde, enqt que vemos os mulcumanos ferverosos a manter tudo como até agora ( esses sim podiam mudar qq coisa ) e ainda a "obrigar" nos a mudar pq as "meninas" se ofendem facilmente com qq coisa.
è caso para perguntar de quem é a "casa"!
 
A campanha contra a religião catolica é acompanhada de um crescimento enorme do numero de seguidores da religião islâmica na Europa, e de uma força crescente das interpretações mais radicais do Islão entre a crescente comunidade muçulmana residente na Europa.
O cristianismo em retirada na Europa vai progressivamente cedendo, sem sequer oferecer muita resistencia, perante o islamismo que avança rapidamente neste continente. http://www.timesonline.co.uk/tol/comment/faith/article2402973.ece
 
Que eu saiba, nenhum governo Europeu proibiu alguém de continuar a ser católico, daí não perceber este tipo de opiniões...

O que o Pulido Valente fala é na falta de tolerância para com a manifestação dos que acham que a Igreja tem um papel no ensino, por exemplo.

De um manifesto anti-laicismo disfarçado de politicamente correcto que dita o que é legítimo ou não legítimo de poder vir a ser alvo de manifestação no que à religião diz respeito.

Acho que não percebeste bem o que é que ele está a criticar [;)]
 
As mesmas pessoas que querem combater todos os sinais relativos à herança cristã da civilização europeia, são curiosamente muito tolerantes relativamente à crescente islamização da Europa, tolerancia essa que radica, supostamente, na defesa que querem fazer do multiculturalismo e da sã convivencia entre pessoas de culturas diferentes.
Finalmente alguns responsaveis das igrejas cristãs começam a levantar a voz contra todo este processo.
http://www.telegraph.co.uk/news/mai...4AVCBQUIV0?xml=/news/2008/01/06/nislam106.xml
 
O que o Pulido Valente fala é na falta de tolerância para com a manifestação dos que acham que a Igreja tem um papel no ensino, por exemplo.

De um manifesto anti-laicismo disfarçado de politicamente correcto que dita o que é legítimo ou não legítimo de poder vir a ser alvo de manifestação no que à religião diz respeito.

Acho que não percebeste bem o que é que ele está a criticar [;)]

Nunca no sistema público.
 
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