O drama do Desemprego

Celsius

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Não sou mto de abrir tópicos mas o facto de em Outubro termos superado a barreira dos 10% com a maior taxa desde, pelo menos, 1983, é algo preocupante...
 

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Não sou mto de abrir tópicos mas o facto de em Outubro termos superado a barreira dos 10% com a maior taxa desde, pelo menos, 1983, é algo preocupante...

Infelizmente é a realidade que temos!! O que não falta por aí é trabalho, mas a malta quer emprego!! Convém também dizer que muito do trabalho que se oferece é muito mal pago!! As pessoas atingiram um nivel de vida, que não se sujeitam a qualquer ordenado!! No outro dia vi numa reportagem no jornal da SIC , um jovem com um curso de contabilidade, que ía trabalhar para a construçao civil, visto não ter saída de emprego apr:)apr:), mas o que me chocou mais foi saber que a construçao civil é a area mais descartada para quem está no desemprego!! Depois ficamos admirados de haver muito emigrante a trabalhar!! Nós queremos ganhar dinheiro, mas em trabalhos leves!! Trabalhos pesados, não obrigado!!
 
Infelizmente é a realidade que temos!! O que não falta por aí é trabalho, mas a malta quer emprego!! Convém também dizer que muito do trabalho que se oferece é muito mal pago!! As pessoas atingiram um nivel de vida, que não se sujeitam a qualquer ordenado!! No outro dia vi numa reportagem no jornal da SIC , um jovem com um curso de contabilidade, que ía trabalhar para a construçao civil, visto não ter saída de emprego apr:)apr:), mas o que me chocou mais foi saber que a construçao civil é a area mais descartada para quem está no desemprego!! Depois ficamos admirados de haver muito emigrante a trabalhar!! Nós queremos ganhar dinheiro, mas em trabalhos leves!! Trabalhos pesados, não obrigado!!

Não acho que seja uma situação para aplausos. O rapaz só aceitou esse emprego porque precisava de dinheiro, é a lei da sobrevivência. A experiência adquirida durante a sua formação de pouco servirá nesse emprego e o mesmo acontece no sentido contrário, a experiência adquirida ali de pouco servirá para conseguir um emprego na área da contabilidade.
 
Não acho que seja uma situação para aplausos. O rapaz só aceitou esse emprego porque precisava de dinheiro, é a lei da sobrevivência. A experiência adquirida durante a sua formação de pouco servirá nesse emprego e o mesmo acontece no sentido contrário, a experiência adquirida ali de pouco servirá para conseguir um emprego na área da contabilidade.

É para aplausos, porque não se limitou a ser mais um parasita do estado.

Não foi chico-esperto em que pensa, a trabalhar e receber o mesmo que se tivesse em casa, fico em casa.
 
Muito do que se fala sobre o desemprego é dito por quem tem bons empregos ou está empregado! :confused:

As pessoas nao tem noção da barbaridade que dizem! :sh)

Eu diariamente na minha função vejo pessoas a querer sujeitar-se a empregos que não têm nada a haver com o curso, formação ou experiência!

Agora, uma pessoa licenciada pode e deve ter a aspiração de arranjar um emprego melhor que as obras!

Mau mesmo, são aqueles que não estudaram, não lutaram e mesmo assim não querem ser pedreiros, trolhas, lixeiros, etc!! [;)]
 
Não acho que seja uma situação para aplausos. O rapaz só aceitou esse emprego porque precisava de dinheiro, é a lei da sobrevivência. A experiência adquirida durante a sua formação de pouco servirá nesse emprego e o mesmo acontece no sentido contrário, a experiência adquirida ali de pouco servirá para conseguir um emprego na área da contabilidade.

Eu acho uma grande atitude da parte do rapaz!! Claro que o facto de ter não ter saída para a sua área é preocupante, mas o facto de ter a humildade de ir para a construçao civil, enquanto não encontra nada, a meu ver é de aplaudir!! O rapaz que apareceu na reportagem era negro, provavelmente se fosse branco não se sujeitava a este trauma que é trabalhar na construção civil!!
 
Muito do que se fala sobre o desemprego é dito por quem tem bons empregos ou está empregado! :confused:

As pessoas nao tem noção da barbaridade que dizem! :sh)

Eu diariamente na minha função vejo pessoas a querer sujeitar-se a empregos que não têm nada a haver com o curso, formação ou experiência!

Agora, uma pessoa licenciada pode e deve ter a aspiração de arranjar um emprego melhor que as obras!

Mau mesmo, são aqueles que não estudaram, não lutaram e mesmo assim não querem ser pedreiros, trolhas, lixeiros, etc!! [;)]

Exactamente. Nestas horas aparecem sempre os moralistas de barriga cheia.
 
O que nao falta por ai é trabalho mas trabalhar o tuga nao gosta,mas queixar sabem eles, e ficar em casa a fazer nenhum e ganhar subsidios é que é bom.
Agora se so querem trabalhar na area deles estamos lixados porque neste portugal vai ser so pseudo doctores..
 
Infelizmente é a realidade que temos!! O que não falta por aí é trabalho, mas a malta quer emprego!! Convém também dizer que muito do trabalho que se oferece é muito mal pago!! As pessoas atingiram um nivel de vida, que não se sujeitam a qualquer ordenado!! No outro dia vi numa reportagem no jornal da SIC , um jovem com um curso de contabilidade, que ía trabalhar para a construçao civil, visto não ter saída de emprego apr:)apr:), mas o que me chocou mais foi saber que a construçao civil é a area mais descartada para quem está no desemprego!! Depois ficamos admirados de haver muito emigrante a trabalhar!! Nós queremos ganhar dinheiro, mas em trabalhos leves!! Trabalhos pesados, não obrigado!!

Não é nada contra ti. Tens, obviamente, direito à tua opinião. Mas não gosto nada de "ouvir" as pessoas dizerem coisas desse tipo. Mesmo nada. Eu já estive desempregada. Sei o que custa. E sei a alegria que me deu arranjar emprego. E no semi-alívio que me dá quando vejo os telejornais a dar notícias dos malditos 10% e poder pensar "Ainda bem que não sou eu. Não queria estar no lugar dessas pessoas".
O teu post é, de certa forma, impiedoso e insensível com tanta gente que gostava de poder trabalhar e não tem hipótese de o fazer. Eu conheço uns quantos casos.

O que nao falta por ai é trabalho mas trabalhar o tuga nao gosta,mas queixar sabem eles, e ficar em casa a fazer nenhum e ganhar subsidios é que é bom.
Agora se so querem trabalhar na area deles estamos lixados porque neste portugal vai ser so pseudo doctores..

Tu trabalhas? És "pseudoctor" ou és trabalhador a sério?
 
Última edição:
De facto, a situação do desemprego em Portugal é dramática. E não é preciso ser nenhum guru do conhecimento para perceber que ainda vai piorar.

No entanto, nas análises que se fazem, há uma tendência para os falsos moralismos e os exageros de forma. Há que ver que há de tudo e que cada caso é um caso.

De facto há os que preferem estar a receber subsídio do que a trabalhar (por via do primeiro permitir rendimento igual ou superior). É criticável analisando assim. No entanto, há situações relatadas em que as próprias ofertas dos centros de emprego são para empregos precários de um mês, dois meses, sendo que pactua com aquilo que - oficialmente - critica.

Também os há que só aceitam coisas nas suas áreas de estudos ou experiência profissional, sendo que acho que esta franja está a diminuir, pois a corda aperta cada vez mais. Não acho que Portugal seja um país de doutores. Quem o diz não tem uma visão abrangente ou então fá-lo com um ligeiro toque de inveja de quem tem mais habilitações. Existem muitos licenciados a fazerem "n" trabalhos que pagam pior do que um emprego numa fábrica ou de uma empregada de limpeza. Mas sujeitam-se a ganhar pouco, sempre na esperança de se "safarem" em breve. Alguns dos que os criticam, também não se sujeitariam com a facilidade que advogam, pois existe muito o "falar de barriga cheia".

Há também um factor que muitas vezes se esquece. Os empregadores portugueses adoram "abusar" das pessoas (mais nuns sectores do que outros). Seja por ordenados que versus a carga de trabalho, responsabilidade e horários, são idílicos para a sua carteira, seja por questões que são claramente ilegais e que eles teimam em usar, sabendo que nada lhes acontece, jogando com o medo instalado. Para ver algumas destas situações basta pesquisar emprego pela net e ver o que se pede (formação, experiência, disponibilidade, etc, etc) e o que se oferece (que em muitos casos nem sequer é respeitado na realidade). Já para não falar que perante pessoas que se sujeitam à oferta, apesar de terem aquilo a que se chama "habilitações a mais", muitos empregadores os recusam baseando-se que essas pessoas, com as habilitações que têm, não são um empregado que lhes interesse pois dever querer "mais", ou seja, "dar o salto" em breve. Portanto, de empregadores grunhos, passam a psicólogos de fino recorte.

Para terminar, já aqueles que preferem o RSI, a esses nem me refiro, pois são algo com que não concordo. Mas este tópico não é para falar disso.

Dito isto, este assunto toma dimensões assustadoras. Há vidas (de jovens e menos jovens) que levam machadadas violentas, impedindo-os de terem o básico para iniciarem uma vida (por vezes projectos de vida com os conjuges ou hipotéticos filhos) ou de "terminar" a sua vida activa de uma forma digna e ao nível daquilo que merecem após décadas de esforço e dedicação. Num mercado de trabalho em que pessoas com a minha idade (33) são, muitas vezes, consideradas "velhas", vê-se que se está a caminhar para uma desvirtuação. E os que falam contra quem acha que é "fino", fá-lo porque, em parte, desconhece muita da realidade que se está a desenrolar no mundo de quem perdeu e/ou procura emprego.

Esperemos que as coisas melhorem.
 
Última edição:
Pelas empresas que fecharam, sem dúvida que há gente desempregada,que devido á idade e aos poucos estudos, ninguém os emprega, e que trabalharam toda a sua vida.
Sim, esses merecem o meu respeito e a minha consideração, e merecem todas as ajudas possíveis por parte do estado.


Tenho é muitas reservas, quanto a esses casos, significarem 10%.

O problema é que acredito que metade dos 10%, são gente que não merecia receber nada do estado, que provavelmente vivem em casas dadas pela camâra, tudo gente que mesmo antes da crise já era parasita, e que com o aumento da ajuda social do estado devido á crise, aproveitam-se ainda mais para chular mais um bocadinho.
 
Muito do que se fala sobre o desemprego é dito por quem tem bons empregos ou está empregado! :confused:

As pessoas nao tem noção da barbaridade que dizem! :sh)

Eu diariamente na minha função vejo pessoas a querer sujeitar-se a empregos que não têm nada a haver com o curso, formação ou experiência!

Agora, uma pessoa licenciada pode e deve ter a aspiração de arranjar um emprego melhor que as obras!

Mau mesmo, são aqueles que não estudaram, não lutaram e mesmo assim não querem ser pedreiros, trolhas, lixeiros, etc!! [;)]

Não acho que sejam barbaridades.

Óbvio que uma pessoa 'qualificada' (licenciado <> qualificado, pois há aí muito licenciado, mestre, etc, que não vale um tusto como profissional, e muitos que têm o 12º ano e põem a maioria dos licenciados no bolso) deve aspirar a ter um emprego de acordo coma sua formação.

No entanto, é inaceitável que esse mesmo cidadão 'qualificado' viva dos subsidios do estado existindo propostas de trabalho noutras áreas. Não é vergonha nenhuma ser 'qualificado', não ter emprego, e trabalhar num call-center, supermercado, ..., para desenrascar.

Alguns vão alegar que esses são trabalhos mal pagos, precários, pesados,..., secalhar uma boa medida do estado era pagar a diferença para o ordenado que essa pessoa auferia, durante uns meses, ao invés de subsidiar o ordenado todo, para essa pessoa estar em casa a coçá-los.

Mas tenho curiosidade em ver se esses 10% se mantinham se o Sócrates decidisse acabar com os subsidios da treta (RSI's e subsidios de desemprego durante anos), e começá-se a apertar com a malta que está inscrita nos centros de emprego e recusa consecutivamente propostas de trabalho (ou vai às entrevistas apenas para marcar presença, o que para mim é igual).
 
Última edição:
Muito do que se fala sobre o desemprego é dito por quem tem bons empregos ou está empregado! :confused:

As pessoas nao tem noção da barbaridade que dizem! :sh)

Eu diariamente na minha função vejo pessoas a querer sujeitar-se a empregos que não têm nada a haver com o curso, formação ou experiência!

Agora, uma pessoa licenciada pode e deve ter a aspiração de arranjar um emprego melhor que as obras!

Mau mesmo, são aqueles que não estudaram, não lutaram e mesmo assim não querem ser pedreiros, trolhas, lixeiros, etc!! [;)]

Barbaridade é estar em casa sem fazer nenhum a lamentar-se. Eu trabalhei vários anos por conta própria, a coisa correu mal com a crise e tive que me virar para outro lado.

Sujeitei-me a um trabalho com más condições e um ordenado do pior, mas mantive o meu nível de vida. Entretanto apareceu algo melhor, numa área diferente e mudei. Estou a fazer um trabalho que se calhar ninguém quer que é suporte técnico de 1ª linha, mas é bem remunerado e mais calmo que o ritmo no anterior trabalho onde fazia todos os dias bem mais do que as 8h diárias e ainda continuava o trabalho pela noite fora quando era preciso.

Barbaridade foi eu ter arregaçado as mangas para trabalhar quando as coisas apertaram e continuar a descontar mundos e fundos para alimentar parasitas que não querem fazer nenhum. Isso sim é uma barbaridade!

Trabalho não falta, falta é emprego.
 
Barbaridade é estar em casa sem fazer nenhum a lamentar-se. (...)

Barbaridade foi eu ter arregaçado as mangas para trabalhar quando as coisas apertaram e continuar a descontar mundos e fundos para alimentar parasitas que não querem fazer nenhum. Isso sim é uma barbaridade!

Trabalho não falta, falta é emprego.

Este tipo de teoria seria bonito no caso de todas as pessoas serem iguais.

Não sei se sabes, mas existem milhares de perfis psicologicos distintos e há pessoas altamente competentes e enérgicas q qd chegam a uma situação de desemprego: deixam completamente de funcionar. É o vazio absoluto e a desmotivação total. Podes deizer que entrem em curto circuito.

Por isso é fácil criticar os "lambões" q não procuram emprego e passam o dia em casa. É muito fácil cair nesse erro porque temos tendência a reflectirmos a nossa personalidade nos outros como se fossemos "o exemplo".

Sejamos mais tolerantes.
 
Felizmente nao sei o que e' o desemprego, por isso posso ser um pouco intolerante com ele.

Acredito que a percentagem de "malandros" nao seja assim tao grande quanto isso!
 
Este tipo de teoria seria bonito no caso de todas as pessoas serem iguais.

Não sei se sabes, mas existem milhares de perfis psicologicos distintos e há pessoas altamente competentes e enérgicas q qd chegam a uma situação de desemprego: deixam completamente de funcionar. É o vazio absoluto e a desmotivação total. Podes deizer que entrem em curto circuito.

Por isso é fácil criticar os "lambões" q não procuram emprego e passam o dia em casa. É muito fácil cair nesse erro porque temos tendência a reflectirmos a nossa personalidade nos outros como se fossemos "o exemplo".

Sejamos mais tolerantes.

Não é teoria, é prática. Não tenho vergonha nenhuma em dizer que fui ganhar pouco mais de 500 Euros por mês a fazer algo que já fiz a receber mais do dobro. E achas que me deixei abater? Sujeitei-me, mas continuou a entrar dinheiro ao fim do mês, o suficiente para manter o meu nível de vida.

O mercado de trabalho é altamente competitivo, se eu não for a uma entrevista com os pés bem assentes na terra e convicto que necessito daquele trabalho então estou desgraçado. Ninguém quer contratar uma pessoa que ao mínimo azar se deixa ir abaixo, querem é alguém que se adapte e se faça à vida.

O emprego para toda a vida à porta de casa acabou, temos que nos mentalizar disso.

É claro que estar no desemprego é angustiante, estar em casa sem nada para fazer não é vida e levar negas a torto e a direito é chato, mas o que mais vejo é pessoal a entrar em entrevistas completamente desmotivado e sem interesse no emprego em questão. Depois querem ter trabalho?

Eu também gostava de voltar a ter um emprego como programador a tirar 1200 por mês, mas se tivesse à espera que a oportunidade aparecesse ia estar em grandes dificuldades financeiras.
 
As actuais taxas de desemprego não são nada que não se estivesse à espera e são o resultado não só da situação internacional mas do que foi um estratégia errada de à muitos anos para cá.

É evidente que as pessoas preferem estar com o RSI ou subsídio de desemprego do que estar a trabalhar. É um comportamento racional, e é racional porque o prémio para irem trabalhar é demasiado baixo ou nalguns casos até mesmo negativo. E não porque os subsídios sejam demasiadamente altos, é ao contrário. Os salários são demasiadamente baixos em Portugal. Sempre procuramos alicercar a nossa competitividade com base no baixo custo do factor trabalho. Não é preciso ser um prémio Nobel para perceber que com a abolição do GATT iamos ter problemas sérios. A concorrência dos países Asiáticos e Africanos é arrasadora, e não há nada a fazer (As grande multinacionais quiseram entrar nestes mercados e os governos sucumbiram à pressão e deram um tiro no pé).

Como se não fosse pouco o nosso sistema educativo, também fruto de pressões privadas, tem-se fartado de formar lincenciados em cursos completamente desadequados às necessidades do país, e sem uma visão estratégica do que queremos que sejam os nossos profissionais a prazo. Obviamente o horizonte temporal dos governos é de 4-5 anos a partir dai quem vier em último que feche a porta.

Sendo eu um optimista tenho tendência a ver o lado positivo das coisas. E existem vários aspectos positivos dos quais os que me parecem mais importantes são:
A limpeza do mercado das empresas que estavam a mais e que francamente já deviam ter fechado à mais tempo.
Também acho que a necessidade aguça o engenho e uma grande parte destes desempregados não se vão deitar a ver os navios passar, provavelmente muitos vão criar o seu posto de trabalho e alguns até mais que isso, e pode estar aqui o embrião de muitas novas e boas empresas.

Já agora é bastante expectável que em Janeiro a taxa de desemprego aumente bastante. Tenho a impressão que há por ai muitas empresas que já não vão abrir para o ano.
 
fixxe77 disse:
...um jovem com um curso de contabilidade, que ía trabalhar para a construçao civil...
Emprego em contabilidade não falta, mas não é bem pago assim, o que falta é noção da realidade.
O sector regra geral é feito de pequenos gabinetes, com pouca capacidade financeira pagam mal mas eles querem ir ganhar ao inicio dois ou três mil euros.
Em Lisboa por exemplo só para aí uma meia dúzia de gabinetes podem pagar tão bem, nos outros em muitos nem o Big Boss ganha tanto.

ManymilesR disse:
...pode e deve ter a aspiração de arranjar um emprego melhor que as obras!
...
Alguns licenciados não podem nem devem ter aspiração a ter um bom emprego, ou pelo menos um emprego na área deles, atiram-se de cabeça a um cursos sem pensar, vão só porque querem aquilo e querem porque querem, ou meramente querem uma licenciatura, e atiram-se para uma aonde tem hipóteses de entrar.
Aonde é que um país como o nosso tem empregadores que podem tirar partido de licenciados em antropologia psico-social dos primatas arbóreos?

E ainda há o caso de demasiado apego a um contrato de trabalho, certos cursos como publicidade, medicina, advocacia, fiscalidade e muitos outros, as empresas com tamanho para serem empregadoras deles são muito poucas e só tem espaço para uma meia dúzia, são profissões muito bem pagas mas só se os profissionais trabalharem a recibos verdes por conta própria e com uma carteira de clientes
 
Acho que falta mesmo muito emprego/trabalho em Portugal

Pelo menos vejo aqui a zona do vale do ave, onde fecham empresas com 600 ou mais trabalhadores.

Agora digam-me onde se mete esta gente toda a trabalhar, maior parte com idades acima dos 40.

Falta emprego/trabalho, ponto!

Deixem-se de falsos moralismos, porque um dia que estejam no desemprego quero ver muitos "doutores" que estão aqui a falar a arrumar o lixo dos outros ou a fazer massa com as mãos e unhas limpas/tratadas.
 
Acho que falta mesmo muito emprego/trabalho em Portugal

Pelo menos vejo aqui a zona do vale do ave, onde fecham empresas com 600 ou mais trabalhadores.

Agora digam-me onde se mete esta gente toda a trabalhar, maior parte com idades acima dos 40.

Falta emprego/trabalho, ponto!

Deixem-se de falsos moralismos, porque um dia que estejam no desemprego quero ver muitos "doutores" que estão aqui a falar a arrumar o lixo dos outros ou a fazer massa com as mãos e unhas limpas/tratadas.

Agora focaste um ponto muito importante - o dos desempregados a partir dos 40 anos de idade! Que fazer a esta gente? É que o tecido empresarial em Portugal está numa tendência ( lenta) de inovação. E onde é que cabe uma força laboral na sua maioria só com a quarta classe, que trabalhou a vida inteira numa única actividade e que começa a ter problemas de saúde num cenário destes que precisa de pouca gente mas altamente qualificados? Medo...
 
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