[Sociedade] O Ataque dos Medíocres

Se é que eventualmente não conheces já, procura ainda o Poema do Silêncio.[;)]

Outros, mais simples, tremendamente belos...

Quando eu nasci,
ficou tudo como estava,
Nem homens cortaram veias,
nem o Sol escureceu,
nem houve Estrelas a mais...
Somente,
esquecida das dores,
a minha Mãe sorriu e agradeceu.

Quando eu nasci,
não houve nada de novo
senão eu.

As nuvens não se espantaram,
não enlouqueceu ninguém...

P'ra que o dia fosse enorme,
bastava
toda a ternura que olhava
nos olhos de minha Mãe...


Desculpem o OT[:p]

Respondo- te com este: :)

YouTube - Bethania - Poema do Menino Jesus - Fernando Pessoa
 
Pessoas que vivem com o mal dos outros. Pessoas que não se preocupam viver a sua vida, tem viver pela dos outros, a sua frustração (ou alegrias, lá saberão)... isto, mais que mediocridade, chega ao ponto da hipocrisia.

Tenho de mandar a minha facadinha da realidade...

[;)]
 
Li o inquérito até à pergunta 3, onde é dada pontuação máxima à opção "risca-lhe o carro".

O autor deve considerar-se muito criativo - eu só gostava de apanhar um criativo destes a fazer isso ao meu.
 
Bem metido o teste. [:D]

Tive 7!

Quando era pequeno queria ser dono de uma fábrica de chocolates...Chefe: 3 pontos! [:)]

Acho que algumas questões se prendem muito com o egoísmo dito "intelectual", e o outro também, a inveja, etc.
 
Eu acho que essa inquérito também sofre de MIA. Consegue ser mais previsível que os questionários da revista BRAVO e SuperPop. [:D]

Invariavelmente, o que a gente fica sempre a saber...
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Pois eu acho o artigo bastante medíocre (ou não fosse ele da conceituada "superinteressante") e até sectário.

Reduz a criatividade como a única qualidade louvável do cidadão e contrapõe-a com a mediocridade. Para mim, mediocridade é sinónimo de incompetência.

O operário fabril diligente, pontual, hábil e cumpridor que nunca teve um rasgo de grande criatividade na vida é medíocre? A minha empregada doméstica que é muito boa naquilo que faz é medíocre?

Não me parece. Por vezes até é preciso ser muito criativo para ser medíocre, vejam só a última moda dos ciganos que quando nasce uma criança registam-na 3 ou 4x com pais diferentes para aumentar o RSI... [:D]
 
Pois eu acho o artigo bastante medíocre (ou não fosse ele da conceituada "superinteressante") e até sectário.

Reduz a criatividade como a única qualidade louvável do cidadão e contrapõe-a com a mediocridade. Para mim, mediocridade é sinónimo de incompetência.

O operário fabril diligente, pontual, hábil e cumpridor que nunca teve um rasgo de grande criatividade na vida é medíocre? A minha empregada doméstica que é muito boa naquilo que faz é medíocre?

Não me parece. Por vezes até é preciso ser muito criativo para ser medíocre, vejam só a última moda dos ciganos que quando nasce uma criança registam-na 3 ou 4x com pais diferentes para aumentar o RSI... [:D]

Quando li o artigo não achei nada do que refere, a criatividade segundo o que interpretei pode ser um dos factores. Aliás até percebi que qualquer um pode ser mediocre, seja qual for a profissão ou estatuto, pareceu-me que estaria mais relacionado com a atitude de cada um.

Quanto ao artigo ser mediocre, realmente não está nem de longe ao nível das problemáticas aqui discutidas neste fórum e por quem dele faz parte, de qualquer forma é bom vermos outros horizontes. [;)]

Não me parece. Por vezes até é preciso ser muito criativo para ser medíocre, vejam só a última moda dos ciganos que quando nasce uma criança registam-na 3 ou 4x com pais diferentes para aumentar o RSI... [:D]

Interpreta isso como criatividade? Eu interpreto-a como uma mentira, aldrabice, trapaça, burla, mediocridade mas nunca criatividade.
 
Última edição:
Quando li o artigo não achei nada do que refere, a criatividade segundo o que interpretei pode ser um dos factores. Aliás até percebi que qualquer um pode ser mediocre, seja qual for a profissão ou estatuto, pareceu-me que estaria mais relacionado com a atitude de cada um.

Quanto ao artigo ser mediocre, realmente não está nem de longe ao nível das problemáticas aqui discutidas neste fórum e por quem dele faz parte, de qualquer forma é bom vermos outros horizontes. [;)]

Para mim é-o interessante se as pessoas tentassem ir além das palavras que o compõem...
 
Última edição:
Luís de Rivera, catedrático espanhol de psiquiatria, define a mediocridade como a incapacidade para valorizar

Luís Riviera, foi um dos que fundamentou e estudou os vários aspectos de que fala este artigo.

Para quem quiser aprofundar o artigo da revista "super interessante", poderá ir ver o site do professor catedrático atrás referido, um dos autores em que foi baseado o artigo:

http://www.acosomoral.org/grivera.htm

Luís Riviera CURRICULUM VITAE:

Dr. González de Rivera -y Revuelta Psicoterapia
CURRICULUM VITAE
RESUMEN DE CURRÍCULUM
· Licenciado en Medicina por la Universidad de Navarra. Doctor en Medicina por la Universidad del Pais Vasco en Bilbao.
· Especialista Certificado en Psiquiatría por Royal College of Physicians de Canadá, por el Ministerio Español de Educación y Ciencia y por el Medical Council del Reino Unido.
· Formado en el programa de Psiquiatría y Psicoanálisis de la Universidad McGill, como Médico Residente de los Hospitales de Montreal, rotando por el Royal Victoria Hospital, Montreal General Hospital, Douglas Hospital y Montreal Children´s Hospital.
· Fue Presidente de la Asociación de Médicos Residentes de Psiquiatría en Montreal, y representante de los Residentes en el Consejo de Docencia Postgraduada de la Universidad McGill.
· Es Miembro Numerario -"Fellow"- del Royal College of Physicians de Canada, de la American Academy of Psychoanalysis, de la American Psychiatric Association, de la Royal Society of Medicine de Londres, del Collegium Internationale NeuroPsychoPharmacologicum (CINP) y del International College of Psychosomatic Medicine.
· Es autor de 10 libros, 220 articulos y más de 200 conferencias, ponencias y comunicaciones en congresos.
· Dirige Psiquis, Revista de Psiquiatría, Psicología y Psicosomática, y es presidente de la Sociedad Española de Psicoterapia y de la Sociedad Española de Medicina Psicosomática.
· Fundó la Unidad Psicosomática del Hospital General de Montreal.
· Fue profesor asociado de Psiquiatría en McGill University, y Full Professor de Psiquiatría de la McMaster University, en Hamilton, Ontario.
· En España fue Médico Adjunto de Psiquiatría por oposición en la Clínica Puerta de Hierro de Madrid y Profesor Adjunto "Ad Honorem" de Psiquiatría en la Universidad Autónoma de Madrid.
· En 1986 ganó por oposición la Cátedra de Psiquiatría y Psicología Médica de la Universidad de La Laguna, por unanimidad y con las máximas calificaciones.
· En 1994 se trasladó a Madrid como Jefe del Servicio de Psiquiatría y Medicina Psicosomática de la Fundación Jimenez Diaz.
· En la actualidad, dirige el Instituto de Psicoterapia y el Centro de Investigación Psicosomática de Madrid.

OBRAS RECIENTES
· González de Rivera, J.L.: El indice de reactividad al estrés.
Inteva, Madrid, 1990. I.S.B.N. 84-404-7663-9

· González de Rivera, JL, Rodriguez Pulido, F, y Sierra, A: El Método Epidemiológico en Salud Mental.
Masson-Salvat, Barcelona, 1993. I.S.B.N. 84-458-0138-4

· Gonzalez de Rivera, JL: El test de Memoria por Ordenador.
JR Proust, Barcelona, 1993. I.S.B.N. 84-8124-024-9

· González de Rivera, JL: Medicina Psicosomática.
ICEPS Editores, Las Palmas, 1996. I.S.B.N. 84-891-5104-0

· González de Rivera, JL: El maltrato psicológico.
Espasa- Calpe, Madrid, 2002. I.S.B.N. 84-670-0016-3
El maltrato psicológico 8
González de Rivera, José LuisEditorial Espasa Calpe - Publicación: Madrid : Editorial Espasa Calpe, 2002
ISBN: 84-670-0016-3


Esperando que agora o tópico fique a contento de todos, que o nível de discussão seja mais científico, erudito e apropriado, resumindo esteja mais de acordo com o nível próprio de um off tópico de um fórum de automóveis.
 
Quando li o artigo não achei nada do que refere, a criatividade segundo o que interpretei pode ser um dos factores. Aliás até percebi que qualquer um pode ser mediocre, seja qual for a profissão ou estatuto, pareceu-me que estaria mais relacionado com a atitude de cada um.

Então se calhar não lemos o mesmo artigo. "Aspirar a ultrapassar-se a si próprio, quer através da própria criatividade, quer apoiando e admirando indivíduos notáveis, constitui uma qualidade intrínseca de um ser humano são. Sem essa tendência natural, não desejaría*mos ser melhores como pessoas, nem aprender bem um ofício; não existiria progresso ou desenvolvimento, nem nada de novo à face da Terra. Viveríamos em cavernas." A dialética referida no texto anda só à volta disto e mais nada. Mas se calhar a minha mediocridade não me permite enxergar mais... [;)]


Quanto ao artigo ser mediocre, realmente não está nem de longe ao nível das problemáticas aqui discutidas neste fórum e por quem dele faz parte, de qualquer forma é bom vermos outros horizontes. [;)]
De facto é lamentável que o fórum eventualmente não esteja à altura de discutir um artigo da Superinteressante... :sh)

Interpreta isso como criatividade? Eu interpreto-a como uma mentira, aldrabice, trapaça, burla, mediocridade mas nunca criatividade.

Chama-se ironia. Uma vez que a usou tão rebuscadamente na citação anterior, achei que não teria dificuldade em identificá-la...
 
O que tenho a dizer sobre os criativos e os medíocres?
Ora, lembro-me de quando andava a estudar ter passado as passas do Algarve a trabalhar para o poder fazer. A minha criatividade deu-me para durante 3 penosas semanas realizar uns quantos bonecos em esponja e verguinha com mais de 2 metros para uma exposição temática na cidade. Dinheiro que ajudava a pagar os meus estudos.

Pois colegas da mesma escola superior onde eu andava, nessa noite estavam a comemorar a semana académica e deram cabo deles. No dia seguinte – domingo de manhã – tive de reconstruir os bonecos no jardim onde estavam colocados. No fim, ao virar as costas e diante das barbas da polícia, um bêbado deita um abaixo diante domeu olhar. Fiquei colado ao chão para não lhe fazer o mesmo.

Este género de mediocridade conheço de perto porque já convivo com ela há demasiado tempo para a não ser capaz de reconhecer à distância.
Posso até ser um idiota criativo, mas por certo estou muito longe de ser um medíocre no sentido pleno da palavra.
Claro que o texto abarca uma mediocridade em vários sentidos, mas igualmente abarca criativos de ordem mais abrangente.

O que vale é que para cada gajo que só faz m*rda existe outro que faz alguma coisa de jeito, senão não havia nada no mundo que esses energúmenos tivessem para destruir.
 
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