Multa - Radar

FabioCunha

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Boa Noite

Tenho a seguinte dúvida:

Se um condutor usa um carro de um amigo e é apanhado pelo radar em excesso de velocidade, sendo que até pode cometer uma contra ordenação grava ou muito grave e depois não assume a culpa.

Como se resolve a situação?

Cumprimentos
 
Boa Noite

Tenho a seguinte dúvida:

Se um condutor usa um carro de um amigo e é apanhado pelo radar em excesso de velocidade, sendo que até pode cometer uma contra ordenação grava ou muito grave e depois não assume a culpa.

Como se resolve a situação?

Cumprimentos

Basicamente o dono do carro está lixado com F e perde um amigo, que afinal nem o era...
 
E se em vez de um amigo é o mecânico que faz a mesma coisa?

Acho que esta lei está muito mal, uma pessoa pode estar descansada em casa e meter-se num grande problema sem fazer nada.
 
E se em vez de um amigo é o mecânico que faz a mesma coisa?

Acho que esta lei está muito mal, uma pessoa pode estar descansada em casa e meter-se num grande problema sem fazer nada.

Igual, com a diferença de que, em vez de um amigo, perdes o mecânico de confiança, que afinal até nem era...

A Lei não está mal feita, antes pelo contrário. Se assim não fosse, ninguem era apanhado pois os carros eram sempre conduzidos por um amigo que emigrou para a Indonésia, do qual se perdeu o contacto. [;)]
 
E se em vez de um amigo é o mecânico que faz a mesma coisa?

Acho que esta lei está muito mal, uma pessoa pode estar descansada em casa e meter-se num grande problema sem fazer nada.

O carro é teu, só o deixas com quem queres.
Pretendes que o responsável seja quem? O Papa? Ou ninguém?
 
Por acaso não sei se não se pode indicar o condutor "à má fila", ou seja, mesmo sem ele querer assumir, indicar os dados dele...

Em último caso já se sabe que responde o proprietário, por isso cuidado a quem se empresta o automóvel.
 
Por acaso não sei se não se pode indicar o condutor "à má fila", ou seja, mesmo sem ele querer assumir, indicar os dados dele...

Em último caso já se sabe que responde o proprietário, por isso cuidado a quem se empresta o automóvel.

Poder, penso que pode, mas o problema é a prova. [;)]
 
Igual, com a diferença de que, em vez de um amigo, perdes o mecânico de confiança, que afinal até nem era...

A Lei não está mal feita, antes pelo contrário. Se assim não fosse, ninguem era apanhado pois os carros eram sempre conduzidos por um amigo que emigrou para a Indonésia, do qual se perdeu o contacto. [;)]

Sim, aí estás certo, mas o dono do carro nem tem como se defender, acho isso revoltante.
 
Poder, penso que pode, mas o problema é a prova. [;)]

Se for aceite, terá que primeiro esse condutor contestar e depois, é quem prova o que.

Sim, aí estás certo, mas o dono do carro nem tem como se defender, acho isso revoltante.

Das duas uma ou apresenta condutor ( e eventualmente este não aceita e terá que fazer prova de quem era) ou contesta, apresentando prova do condutor [;)]
 
Se for aceite, terá que primeiro esse condutor contestar e depois, é quem prova o que.

Claro, mas se não assume a bem, tambem não deverá assumir a mal, e ai a lógica é que o ónus da prova esteja do lado do proprietário. A única hipótese que vejo é mesmo a foto ter identificado a cara do condutor, caso contrário parece-me tempo perdido. [;)]

A menos que o condutor se borre com a notificação e assuma, mas a malta cada vez tem menos respeitinho a tudo o que é autoridades. :(
 
É uma questão pertinente e não tão rara quanto isso. Conheço duas pessoas que já passaram pela situação e foi deverás desagradável.

O primeiro caso foi simples, dois casais do norte do país iam de férias para o Algarve. A meio da viagem, já farto de conduzir, o dono do carro que veio a viagem toda dos 140 para cima passa para o lugar do pendura e o amigo fica atrás do volante. Reiniciada a viagem este mete o limitador do cruise a 140. Passado 5 minutos, em plena recta das nossas AE alentejanas, o dono do carro diz-lhe para desligar o limitador e carregar na coisa para ver se ainda lá conseguiam jantar e dar um passeio pela marina. Passado uns meses vêm o postal para casa e, azar dos azares, a multa foi na Via do Infante.

A proposta apresentada por quem ia a conduzir era de que pagavam a meias, mas que não podia apresentar a carta porque estava com a carta condicionada por outra infracção. O dono do carro queria tudo ou nada. Resultado, perdeu-se a amizade, houve bronca com os prazos para pagamento passando a multa para o valor máximo (se a memória não me falha) e não foi feita a prova de que era o amigo ao volante.

O segundo caso é mais caricato. Um senhor empresário, cuja família e administradores andam todos montados em bólides vindos de Estugarda, necessitava de fazer a sua revisão programada do S e a anual do SL, que teimava em não fazer km's suficientes para ir lá por "obrigação". Como conta representa muitos €€€€ anuais ao stand são hábito algumas mordomias, tais como carro de substituição de gama equivalente entregue à porta de casa com respectivo levantamento e posterior entrega do carro que sofrerá a intervenção, tudo a custo 0.

Mais uma vez assim se procedeu, o problema veio passado alguns meses com a carta que enaltecia a capacidade dos carros do dito empresário (neste caso apenas um foi apanhado, mas mais tarde soubesse que os dois iam ao mesmo ritmo) andarem acima de 200 km/h. Felizmente o stand assumiu a coima e forneceu os dados do seu "motorista", que pelos vistos era reincidente na proeza.

Mas pronto, neste mundo já não estranho nada, muito menos depois de ver o director comercial de um stand Baviera a dizer ao administrador desse mesmo stand que o novo S7 40d era uma máquina e que, ao ir buscar um para um cliente, pode comprovar que aquilo faz as curvas todas da A1 a 250. Falamos de um final do dia com 4 ou 5 clientes, na zona de pós venda à espera para levantar o seu carro da revisão, a ouvir a conversa.
 
E se em vez de um amigo é o mecânico que faz a mesma coisa?

Acho que esta lei está muito mal, uma pessoa pode estar descansada em casa e meter-se num grande problema sem fazer nada.
Se tiveres a factura há algum indício de responsabilidade. Dificilmente poderá servir de prova (a menos que tivesse bem discriminada a hora) porque pode ser no mesmo dia mas a horas diferentes, mas com,o disse é um indício.
 
Boa Noite

Tenho a seguinte dúvida:

Se um condutor usa um carro de um amigo e é apanhado pelo radar em excesso de velocidade, sendo que até pode cometer uma contra ordenação grava ou muito grave e depois não assume a culpa.

Como se resolve a situação?

Cumprimentos

Normalmente ai é onde se vê o seguinte:
- Quem é amigo
- Quem é integro
- Quem está à altura de um compromisso
- Quem tem carácter
- Quem se tenta escapar por alegar falta de €€
- Quem realmente não tem os ditos €€
- Quem aproveita esta situação para descambar a situação e por um ponto final numa amizade que ele até nem queria assim tanto....:sh)


Come vês através desta questão pode-se realmente descobrir ou mesmo ter a certeza da maneira de ser de outra pessoa.
 
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