Movimento perpetuo

Tux

Well-known member
Sera que descobri o movimento perpetuo??

É o seguinte introduzi no meu sistema de rega um inovador sistema de cone ceramico que puxa por efeito de capilaridade a agua de um tanque e envia-a para a terra, assim como demonstrado na figura:
WS-6001-TC_760.jpg

Ora o sistema para funcionar em pleno tem de ter o nível de agua do reservatório abaixo do cone de rega, como já disse esta sobe sozinha por capilaridade.

O que acontece, é que eu fiz um teste engraçado. Coloquei o cone por cima do próprio reservatório, e funciona!!
Tenho o cone a puxar agua para o próprio reservatório infinitamente. Por outras palavras a agua não para de andar a roda, sobe para o cone, e volta a cair no reservatório.

Agora eu peço aos físicos do fórum que me expliquem este fenómeno, visto que o movimento perpetuo é considerado impossível de atingir.

HydroSpike_cutaway.jpg
 
O movimento da água vem da sua própria energia interna, não? (terá a ver com a atracção a nível molecular)

Assim sendo num sistema isolado a água iria arrefecer até ao zero absoluto e parar. Não arrefece (e não pára?) porque absorve energia da atmosfera envolvente para compensar a que perde.

Digo eu que não sou físico.
 
Isso até poderá ser util para manter em movimento a àgua nos aquários, como por exemplo aqueles globos de vidro em que não compensa ter uma bomba eléctrica por causa do tamanho do globo, n?
 
Diferença de pressão.
Mas isso não é perpétuo. Se esperares tempo suficiente, pára. Ou seja, a
diferença de pressão entre a existente no interior do cone, e a exercida
sobre a água do reservatório, deixará de ser suficiente para que a água
suba até ao cone.
 
Mas ai esta, é que a agua não para, esta simplesmente sempre a rodar.
Poderá talvez parar futuramente por evaporação.
 
Vou ter de filmar para provar.
Ele basicamente ja esta no ponto de equilibrio: por cada gota que cai no deposito sobe uma para a compensar.
 
Isso não funciona porque precisas de imans para isso. Os imans gastam-se ao serem usados nesse "motor", e a energia necessária para os magnetizar de novo é de longe superior à que eles geraram. Não há almoços grátis :)

Porém, o tempo que os ímanes demoram a desgastar-se é tão longo que "em termos práticos " trata-se de movimento perpétuo, sobretudo se fosse aplicável à locomoção de veículos, por exemplo.
 
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