MotoGP

Ninguém entende?
Claro que se entende.
O primeiro piloto para a KTM é o Binder.
O MO está consistentemente atrás dele. E para isso, mais vale um Australiano de um país com 2x a população de Portugal e que pertence à Common Wealth. Trará muito mais mercado para a marca, além da experiência noutra marca.

O MO andou através do seu pai, a fazer jogadas de negociação, quando pensava que estava em posição de exigir. Esqueceu-se que é um piloto com pouco mercado, que baixou visivelmente a sua performance e com isso queimou a já sua parca imagem. A KTM não vê que precisa do MO para 2° piloto, ainda para mais com agentezinho wannabe a representa-lo, sem qualquer influência.

Matemática simples.

Andou-se aqui meses a dizer que o MO teria que fazer mais que os outros para segurar o lugar. E pelos vistos ele mesmo não entendeu isso. Agora é baixar as calcinhas e pedir pelo amor de Deus por alguém que queira dar a mão a um piloto que apesar do talento, ainda não mostrou estofo de campeão, com pouco mercado, e que é representado pelo papá que acha que os outros têm de olhar para o MO como um filho e não um produto.
 
Não acho que a KTM tenha interpretado o Miguel como piloto inferior, mas é verdade que o Miller tem um estilo de pilotagem mais parecido com o Binder do que com o Miguel, e se calhar isso vai ser benéfico no desenvolvimento da Mota, ou então simplesmente jogou pelo seguro, um bocado à imagem do que a Ducati fez quando teve de decidir entre o Iannone e o Dovizioso, para muitos o Iannone era o piloto mais rápido e com mais potencial.

Não sei se estou em posição de julgar o pai do Miguel, talvez esteja na hora de ele procurar um agente a sério com outra bagagem e experiencia, pois o Miguel foi sempre KTM'ó'dependente, se não estava na KTM estava numa equipa menos boa, e pelos vistos a situação contratual dele nunca foi grande coisa. Devia ter clausulas por objetivos que o ligassem mais fortemente às equipas de fábrica

Com muitas críticas que se faz à KTM, numa coisa é certa, nenhuma equipa deu mais o braço ao Miguel do que a KTM, em todas as categorias, agora pergunto-me se será boa vontade da KTM e incapacidade do Paulo de arranjar outras equipas de boa qualidade.

O Miguel já foi pisado em 2020 quando o Binder passou diretamente do Moto2 para a Factory, e mantiveram o MO na Tech3, e isso devia já ter sido aviso que ele não era a primeira prioridade.
 
Quando foi a ultima vez que um piloto fez uma conferencia de imprensa para anunciar a inclusão numa equipa de "2º pelotão".

Não estou muito otimista com o anuncio, mas espero estar enganado.

Valentino Rossi acho que fez quando foi para a Petronas, mas não sei se é justo comprar o VR ao Miguel. O VR podia anuciar que ia comer um Sunday de Morango e sala de conferencias estava lotada [:D]
 
Ninguém entende?
Claro que se entende.
O primeiro piloto para a KTM é o Binder.
O MO está consistentemente atrás dele. E para isso, mais vale um Australiano de um país com 2x a população de Portugal e que pertence à Common Wealth. Trará muito mais mercado para a marca, além da experiência noutra marca.

O MO andou através do seu pai, a fazer jogadas de negociação, quando pensava que estava em posição de exigir. Esqueceu-se que é um piloto com pouco mercado, que baixou visivelmente a sua performance e com isso queimou a já sua parca imagem. A KTM não vê que precisa do MO para 2° piloto, ainda para mais com agentezinho wannabe a representa-lo, sem qualquer influência.

Matemática simples.

Andou-se aqui meses a dizer que o MO teria que fazer mais que os outros para segurar o lugar. E pelos vistos ele mesmo não entendeu isso. Agora é baixar as calcinhas e pedir pelo amor de Deus por alguém que queira dar a mão a um piloto que apesar do talento, ainda não mostrou estofo de campeão, com pouco mercado, e que é representado pelo papá que acha que os outros têm de olhar para o MO como um filho e não um produto.

Em que fundamentas esta afirmação? A opção de renovação até maio estava nas mãos da KTM, foram estes que não optaram, segundo Beirer, "por respeito à boa relação que ambas as partes mantêm"!
 
Em que fundamentas esta afirmação? A opção de renovação até maio estava nas mãos da KTM, foram estes que não optaram, segundo Beirer, "por respeito à boa relação que ambas as partes mantêm"!

Há muita informação que a sustenta.
Desde declarações do MO de que estava sem pressa, desde não agradecer à equipa quando ganhou, desde as próprias declarações da KTM que tinha uma ideia para ele na Tech3 e que foram surpreendidos pela recusa sem quase haver conversação, e ver-se o pai de imediato a juntar-se com outras marcas.

A verdade andará algures pelo meio, mas seguramente que nem o MO quis logo assinar às cegas antes do anúncio da Suzuki, nem a KTM achou que o seu futuro teria de passar pelo MO, depois de meses em queda e de ser passado consistentemente pelo Binder.

É óbvio que qualquer piloto pensava ter outra arma negocial até à Suzuki ter anunciado a saída. De repente...deixou de ser assim. E associar meses de performance em queda em sentido contrário à do seu colega de equipa, não abonou a seu favor, quando já devia saber que por princípio partirá sempre em desvantagem face a um colega com mais mercado.

Parece-me que o MO anda algo mal aconselhado, a juntar às opcões pessoais legítimas, mas que seguramente não abonaram a um foco igual ao do seu colega. E coincidência ou não, foi quando a sua performance caiu, quando se esperava evolução, como aconteceu com o Binder.

Esperemos que a Ducati lhe deite a mão.
 
Já tinha visto, Martin a fechar a porta à Ducati, sim, porque o lugar que até agora foi de Miller, já tem dono. Quanto ao Miguel, difícil optar entra as duas, mas tudo indica que será mesma a da Oli.

Se fizermos um ranking das 3 satélites, a Pramac estará no topo e a Gresini em último, a optar o Miguel claramente ia para a Pramac que tem motas iguais às de fábrica, a Gresini não, e não ser que ele consiga no contrato ir buscar uma GP3. Mas a Ducati disse que em 2022 já estava à rasca para fornecer as 5 motas de fábrica, ter de agora fazer 6, não sei se vai acontecer. A não ser que o Marini, Zarco ou Martin abdiquem da mota de fábrica deles, o que duvido.

Só espero que a GP23 não seja claramente superior à GP22, e que sejam mais ou menos equiparadas como este ano, porque receio que o Miguel vai conduzir uma mota do ano anterior.

Isto claro, se confirmar a ida para lá, com a RNF em cima da mesa, acho que vamos ter de aguardar até quinta feira :)
 
Considero que o Miguel Oliveira faria uma boa dupla com o Dallignia;

A ver vamos. Obvio que irá andar de cavalo para burr em termos de mota oficial, mas isso pode ser o mal menor;

Às vezes temos de dar uma passo atrás para dar 2 para a frente;
 
Considero que o Miguel Oliveira faria uma boa dupla com o Dallignia;

A ver vamos. Obvio que irá andar de cavalo para burr em termos de mota oficial, mas isso pode ser o mal menor;

Às vezes temos de dar uma passo atrás para dar 2 para a frente;

Sem mota oficial não sei se ele pode ter grande apoio no desenvolvimento. Sabes-se que as Ducatis estão feitas para os upgrades servirem de uns anos para os outros, pode ser que dê. (temos visto o Enea a receber alguns upgrades na sua mota de 2021).
 
Há muita informação que a sustenta.
Desde declarações do MO de que estava sem pressa, desde não agradecer à equipa quando ganhou, desde as próprias declarações da KTM que tinha uma ideia para ele na Tech3 e que foram surpreendidos pela recusa sem quase haver conversação, e ver-se o pai de imediato a juntar-se com outras marcas.

A verdade andará algures pelo meio, mas seguramente que nem o MO quis logo assinar às cegas antes do anúncio da Suzuki, nem a KTM achou que o seu futuro teria de passar pelo MO, depois de meses em queda e de ser passado consistentemente pelo Binder.

É óbvio que qualquer piloto pensava ter outra arma negocial até à Suzuki ter anunciado a saída. De repente...deixou de ser assim. E associar meses de performance em queda em sentido contrário à do seu colega de equipa, não abonou a seu favor, quando já devia saber que por princípio partirá sempre em desvantagem face a um colega com mais mercado.

Parece-me que o MO anda algo mal aconselhado, a juntar às opcões pessoais legítimas, mas que seguramente não abonaram a um foco igual ao do seu colega. E coincidência ou não, foi quando a sua performance caiu, quando se esperava evolução, como aconteceu com o Binder.

Esperemos que a Ducati lhe deite a mão.

Compreendo a ideia que queres transmitir em relação à performance e impacto na colocação do piloto, quem recuar um pouco verá que os meus comentários iam também nesse sentido. Mas a verdade é que como também já referi, também acho que há muitos fatores, demasiados até, a condicionar o desempenho KTM, não é um problema do português que lá anda, nós vemos um foco maior no MO porque é português, sejam os comentários, seja isto ou aquilo, para os portugueses só interessa o tuga, mas desafio a verem os comentários do Binder para perceber que não é o único a queixar-se.

A minha opinião pessoal, pelos visto não serei o único, é que confirmando-se uma Ducati, mesmo não sendo uma equipa de fábrica, ganha o Miguel e perde a KTM. A Tech3 só conseguiu alguma coisa quando ele lá andou, sendo o desempenho muito, mas muito diferente com os restantes pilotos (que nem por isso me parece que sejam maus, os resultados da atual realidade, não abafa o que já fizeram). Agora, o que por aqui se vai escrevendo, mais não são do que opiniões, a minha é esta, factos, só para o ano com nova realidade se verá.
 
Se fizermos um ranking das 3 satélites, a Pramac estará no topo e a Gresini em último, a optar o Miguel claramente ia para a Pramac que tem motas iguais às de fábrica, a Gresini não, e não ser que ele consiga no contrato ir buscar uma GP3. Mas a Ducati disse que em 2022 já estava à rasca para fornecer as 5 motas de fábrica, ter de agora fazer 6, não sei se vai acontecer. A não ser que o Marini, Zarco ou Martin abdiquem da mota de fábrica deles, o que duvido.

Só espero que a GP23 não seja claramente superior à GP22, e que sejam mais ou menos equiparadas como este ano, porque receio que o Miguel vai conduzir uma mota do ano anterior.

Isto claro, se confirmar a ida para lá, com a RNF em cima da mesa, acho que vamos ter de aguardar até quinta feira :)

Sem certezas, mas pelo que se tem lido, a Gresini deverá ter uma moto de 23, ao contrário da RNF. E sim, a Pramac tem mais resultados acumulados e até com os dois pilotos a serem mais regulares, mas tem beneficiado de diferenciação que não está prevista para 2023, e ainda assim, Enea já ganhou 3 vezes este ano.
 
Ninguém entende?
Claro que se entende.
O primeiro piloto para a KTM é o Binder.
O MO está consistentemente atrás dele. E para isso, mais vale um Australiano de um país com 2x a população de Portugal e que pertence à Common Wealth. Trará muito mais mercado para a marca, além da experiência noutra marca.

O MO andou através do seu pai, a fazer jogadas de negociação, quando pensava que estava em posição de exigir. Esqueceu-se que é um piloto com pouco mercado, que baixou visivelmente a sua performance e com isso queimou a já sua parca imagem. A KTM não vê que precisa do MO para 2° piloto, ainda para mais com agentezinho wannabe a representa-lo, sem qualquer influência.

Matemática simples.

Andou-se aqui meses a dizer que o MO teria que fazer mais que os outros para segurar o lugar. E pelos vistos ele mesmo não entendeu isso. Agora é baixar as calcinhas e pedir pelo amor de Deus por alguém que queira dar a mão a um piloto que apesar do talento, ainda não mostrou estofo de campeão, com pouco mercado, e que é representado pelo papá que acha que os outros têm de olhar para o MO como um filho e não um produto.

A matemática é simples para quem a percebe, o que parece não ser o seu caso.

Até 5ª.
 
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