Mobbing

Todos sugerimos a mudança de emprego e os responsáveis por estes actos ficam impunes?

Para mim primeiramente é denuciar estes casos.

É lamentável isto acontecer como permitirmos, como pode ser esta pessoa injuriada e sem uma denuncia muitas mais possam vir a ser implicadas futuramente e nada se faz para parar estes casos.

Como pode uma pessoa mental e psicológicamente conseguir exercer as suas funções quando pelo seu nivel mais baixo fazem acusações aos seus próprios trabalhadores.

Que segurança tem uma pessoa na sua saúde, ou que pode comprometer, ao sentir-se atacada de forma psicologica podendo deirvar os mais variados factores, seja de doença ou insegurança no trabalho.

Como se pode permitir uma coisa que no direito dele próprio está consignado o bem estar e obrigação de o permitir para que possa exercer as funções com o profissionalismo exigido, e que para isso é necessário ter-se exigido os mais variados factores.

Pode no meu entender, considerar mudar de emprego, mas, casos destes para mim devem-no ser denunciados e os seus actores responsabilizados pelos seus actos, se é que assim o direito dos trabalhadores esteja comprometidos pelo que achemos que estes assuntos sejam da maior insignificancia, que para mim pelo contrário são impotantissimo a sua denucia e estes casos devem ser julgados pelas suas práticas desleais com o trabalhador.

Antes de pensarmos em mudar de emprego se pensassemos em denuciar isto era o acto mais resposável que teriamos.

Esta é a minha visão e os meus principios e não posso permitir que casos destes ocorram...

[;)]

Concordo em parte Nuno. Parece-me que tendo em conta o estado psicológico do Madeira99 ele deverá encontrar paz de espírito para poder acusar essas pessoas em tribunal do trabalho.

Neste momento parece-me demasiado fragilizado para andar em bolandas com advogados, cartas e tribunais.
 
O principal aqui é parar com a agonia que deves sentir ao ira trabalhar. A mudança de emprego pode ser um escape mas os infractores não podem ficar impunes!
 
Obrigado pelas respostas.
Sair deste emprego, sem ter outro em vista, é impossível. Para quem tem filhos, casa para pagar, creche dos filhos, médicos, alimentação e tudo o mais que define uma família, é impossível. Tenho um colega que trabalha lá tem já 20 anos de casa, e é tomar comprimidos para a tensão, para os nervos. Olho para ele, é não quero acabar assim.
Já vi colegas a chorar.
Ando a procura de trabalho, mas na Madeira, não está fácil. A ilha é muito pequena para tantas pessoas desempregadas. E agora com as novas leis do desemprego, está pior. Se és bom em gestão, mas arranjam-te trabalho como padeiro, sem descoro desta função, tens de aceitar e com um ordenado muito abaixo do que recebias. E com um contrato a prazo. Logo que acaba o contrato, vais para a rua, porque não tens experiência profissional como padeiro. É uma bola de neve, põe-te a fazer algo que não sabes, mas depois sais por não saberes fazer o que já tinhas dito que não sabias fazer. Isto só vai fomentar ainda mais stress e frustação nas pessoas. Não vejo um futuro muito bom para Portugal. É pena, até gosto de ser português.
Um abraço.
 
Obrigado pelas respostas.
Sair deste emprego, sem ter outro em vista, é impossível. Para quem tem filhos, casa para pagar, creche dos filhos, médicos, alimentação e tudo o mais que define uma família, é impossível. Tenho um colega que trabalha lá tem já 20 anos de casa, e é tomar comprimidos para a tensão, para os nervos. Olho para ele, é não quero acabar assim.
Já vi colegas a chorar.
Ando a procura de trabalho, mas na Madeira, não está fácil. A ilha é muito pequena para tantas pessoas desempregadas. E agora com as novas leis do desemprego, está pior. Se és bom em gestão, mas arranjam-te trabalho como padeiro, sem descoro desta função, tens de aceitar e com um ordenado muito abaixo do que recebias. E com um contrato a prazo. Logo que acaba o contrato, vais para a rua, porque não tens experiência profissional como padeiro. É uma bola de neve, põe-te a fazer algo que não sabes, mas depois sais por não saberes fazer o que já tinhas dito que não sabias fazer. Isto só vai fomentar ainda mais stress e frustação nas pessoas. Não vejo um futuro muito bom para Portugal. É pena, até gosto de ser português.
Um abraço.

Infelizmente é verdade mas o pior ainda há-de vir. Be ready.
 
Concordo em parte Nuno. Parece-me que tendo em conta o estado psicológico do Madeira99 ele deverá encontrar paz de espírito para poder acusar essas pessoas em tribunal do trabalho.

Neste momento parece-me demasiado fragilizado para andar em bolandas com advogados, cartas e tribunais.
Concordo contigo e é fundamental sentir-se seguro para dar esse passo, é certo que enquanto continuar lá não conseguirá obter isso e fragilizado continuará, enquanto isso ocorrer, e talvez como dizem será preciso encontrar outra alternativa.

Mas no meu entender, se caso possui provas do que lhe atentaram, não deverá deixar isto por esquecido, que não o acredito, pois pelos transtornos por demais evidentes criados.

A minha visão é que não permito isto.

http://forum.autohoje.com/1062752555-post91.html

[;)]
 
O grande problema na denuncia está que, ele vive em um meio pequeno(ilha), e depois qual é a identidade patronal que lhe vai dar emprego, sabendo que ele pôs a antiga em tribunal. É a triste realidade, o sobre-proteccionismo, o compadrio dos empresários é maior do que se julga.
O bom senso diz que, é melhor denunciar o caso ás identidades competentes.
A razão diz que, é melhor mudar de emprego porque a identidades competentes nada fazem e podem por uma pedra sobre a carreira profissional.
Eu já o fiz, após 3 anos de falsas esperanças e com a ameaça constante de "A porta da saída é ali"(não se compara com a situação vivida pelo user Madeira69), resolvi mudar de emprego e país, tanto eu como a namorada, em que esta realmente estava a sofrer mobbing, muito semelhante ao do user acima citado.
Não existe nada melhor em apresentar a carta de demissão pessoalmente,é uma sensação de alivio tremenda, mais ainda quando nos oferecem mundos e fundos para ficar.
Olhar nos olhos da "Besta" e dizer-lhe "Não,obrigado", foi como tirarem uma tonelada de cima das costas, erguer novamente a cabeça e enfrentar uma nova etapa da vida.
 
O problema é o direito a estas pessoas que é inexistente e as formas de se salvaguardar.

Por isso mesmo é que muitas pessoas cometem estes actos, porque lhes é dificil ser imputadas responsabilidades, ou pela forma, como fraquejar as pessoas no sentido a que consigam sentir o dominio com bem pretendem.
 
Desde chamar "cabeça quadrada", "porco", "mete nojo", "comunista", "vou-te pôr a trabalhar num quarto sozinho para ningém te ver", "não tens dignidade para estares ao meu pé", "és uma mulher", "vou arranjar outro empregado melhor do que tu e mais barato", etc, etc., até quase a violência física, sempre com público, que é para mostrarem quem é que manda.
:confused:





nao entendo como um patrão trata assim a sua equipa de trabalho que lhe dá o dinheiro.
Não entento a falta de respeito e o ambiente discrito.
Não entendo como os trabalhadores e patroes possam trabalhar nestas condições.




Nunca passei por tal coisa, normalmente trabalho directamente com patroes na mesma equipa´onde o relacionamento tem de ser bom.
 
Desculpa amigo, uma coisa é empregados outra coisa é patrão.
Pelo que vi são os teus colegas que estão a arrumar porcaria, e isso resolve-se muito simplesmente à porrada (fora do local de trabalho obviamente). Um enxerto de porrada que vê como eles param logo. Estás com medo de que para avançar?
Cumprimentos.
Parece que o patrão já lhe fez a folha ontem. Um cliente hoje, me elogiou pelo belo tratamento e atendimento que fiz, choveram melões. Nem tudo se resolve à porrada.
 
Última edição:
Acho que o grande problema é que a grande maioria do nosso povo é pacato, aceita tudo como normal...

O primeiro patrão/chefe que me insultasse caía logo directo no chão. Eu sei que não é o mais certo mas antes isso que cair em depressões.

É o que faz falta em Portugal é começarem a cair alguns politicos e patrões.

madeira69, começa a "falar sozinho" perto dos teus patrões coisas do género "Calma madeira69, conta até 10, não estragues a tua vida... Estes gajos não merecem o desperdicio dum balázio..."[;)][:D]
 
O que essas pessoas merecem é um gaijo apanha-las fora da passadeira:sh)
Agora a serio, se eles te tratam assim, é porque tu desde o primeiro dia te calas-te quando te falavam assim. eu tive uma situação dessas, so disee, que eu nao era da familia dele para me falar assim, e que se estivesse descontente com o eu trabalho que me despedisse. E depois diz-lhes ainda que se continuam assim, ficam sem empregados e depois quero ver como eles se governam
 
São situações muito chatas.
A minha mãe já passou pelo mesmo, não com ela, mas viu colegas nessas situações.
Nos tempos de estudante, a minha mãe decidiu arranjar um emprego, como era nova, arranjou um emprego numa das mais conceituadas perfumarias de Évora, como empregada de balcão, só para ir ganhando uns trocos. [;)] Isto passou-se nos anos 80. O patrão tinha 2 filhos já adultos que eram o terror, faziam chantagens com empregadas (felizmente com a minha mãe nunca houve grandes stresses), armavam escândalos com empregadas a dizer mentiras em frente de clientes, empregadas a arrumar e limpar prateleiras e eles a desarrumar, violência física uma ou outra vez, etc...

Atenção que estamos a falar de pessoas com um nível financeiro bem elevado! Mas com um nível social muito baixo.

A solução passou pela cartinha de despedimento e uma cruz à porta daquele estabelecimento.

Contudo, a minha mãe ainda hoje, volvidos quase 20 anos, sonha com cenas que presenciou lá. [:vm)]

Nojo de gente!!! Cada vez que vejo o Phaeton, passo-me e só me apetece rebentar com aquela beldade da Vw. [:D][8b][8b]
 
Acho que o grande problema é que a grande maioria do nosso povo é pacato, aceita tudo como normal...

O primeiro patrão/chefe que me insultasse caía logo directo no chão. Eu sei que não é o mais certo mas antes isso que cair em depressões.

É o que faz falta em Portugal é começarem a cair alguns politicos e patrões.

..."[;)][:D]

Pois comigo, isso era mais que certo.
 
1) Em relação aos "queixinhas" [:p]:

Por muito que a lei defenda os trabalhadores destas formas de intimidação/coacção (mobbing), na verdade os efeitos secundários são devastadores para a vítima, uma vez que expandem a estigmatização que já existe dentro da empresa para o exterior.

Nenhuma entidade patronal (nas condições actuais de mercado, especialmente) vai dar emprego a alguém que saiu do anterior empregador com um processo em tribunal.

Por isso, ao recorrer à justiça vai arranjar uma carga de trabalhos (advogados, julgamentos intermináveis, etc) e um lugar no fundo de desemprego, porque mesmo que a inspecção obrigue o empregador a andar na linha no curto-prazo, é óbvio que a situação e o clima interno (especialmente com os restantes colegas) se vai tornar insuportável (a solidariedade entre colegas nestes casos é um mito - todos têm medo de perder o emprego).

2) Em relação aos "valentões" (que dão uma carga de porrada no empregador):

É um livre-passe para o desemprego forçado (por justa causa, o que não facilita a procura de novo emprego) e correspondente queixa-crime na PSP, com direito quase certo a cadastro.

Melhora, não é? [:D]
A auto-estima fica salvaguardada, mas a vidinha continua na m.erda...

Por isto, eu escolheria sempre uma 3ª via - a VINGANÇA GELADA.
Primeiro, estudar estratégicamente o negócio - todo o empregado tem acesso a informação (dentro da sua função ou de colegas) que é critica para a empresa.
Segundo, preparar a saída, mas sair "bem" e devidamente equipado (com informação, dados, qualquer coisa) que permita mais tarde rebentar com a empresa.
Claro que temos que ter em conta acordos de confidencialidade e o diabo-a-sete, mas é um campo de possibilidades quase infinitas, basta por a criatividade a trabalhar - colaborar com concorrentes, sacar clientes, minar/armadilhar a empresa antes de saltar fora, etc.

E a auto-estima do Madeira69 vai disparar novamente quando perceber que há mais vida para além da empresa e que ainda tem muito para fazer (nomeadamente, lixá-los [br:)]).

O espírito é: a minha vida não tem que depender disto - e por isso vou procurar novo emprego, por muito dificil que seja - e ainda posso vingar tudo o que aqui passei - e para isso vou desenhar uma estratégia para recolha de informação e estudo de acções que me permitam fazê-lo.

Uma empresa rebenta-se num instante, basta um gajo ser um pouco maquiavélico.
E pelo quadro familiar e forma de gestão dessa, parece-me que isso não vai ser nada dificil! [:D]

Abraço e boa sorte!
Se quiseres ideias, apita! :rolleyes:
 
São situações muito chatas.
A minha mãe já passou pelo mesmo, não com ela, mas viu colegas nessas situações.
Nos tempos de estudante, a minha mãe decidiu arranjar um emprego, como era nova, arranjou um emprego numa das mais conceituadas perfumarias de Évora, como empregada de balcão, só para ir ganhando uns trocos. [;)] Isto passou-se nos anos 80. O patrão tinha 2 filhos já adultos que eram o terror, faziam chantagens com empregadas (felizmente com a minha mãe nunca houve grandes stresses), armavam escândalos com empregadas a dizer mentiras em frente de clientes, empregadas a arrumar e limpar prateleiras e eles a desarrumar, violência física uma ou outra vez, etc...

Atenção que estamos a falar de pessoas com um nível financeiro bem elevado! Mas com um nível social muito baixo.

A solução passou pela cartinha de despedimento e uma cruz à porta daquele estabelecimento.

Contudo, a minha mãe ainda hoje, volvidos quase 20 anos, sonha com cenas que presenciou lá. [:vm)]

Nojo de gente!!! Cada vez que vejo o Phaeton, passo-me e só me apetece rebentar com aquela beldade da Vw. [:D][8b][8b]

E esqueceste-te de mencionar que é o V10 TDi.

De qualquer forma não foi comprado novo, foi carro de imprensa [;)]

Além disso esse Phateon está à venda à imenso tempo, e por um valor bastante aceitável, e ainda assim não é vendido.

É a paga por ter maltratado trabalhores [:D][:D]


Agora num tom mais sério, já me tinhas contado essa história e é de facto muito triste :(
 
Outra ideia, que apesar de simples requer mais coragem, é tentar procurar a atenção dos media e expôr a situação. Quanto mais exposição, melhor.

Tendo em conta que existem gravações, nem difamação a empresa pode alegar [:p]

E o que não faltam são empresas que procuram boa publicidade e que ao saber do caso poderiam empregar a pessoa em causa... e ao mesmo tempo, também pode atrair a atenção de um advogado pro bono ou "no win no fee" que tenha interesse no caso.
 
Última edição:
Por isto, eu escolheria sempre uma 3ª via - a VINGANÇA GELADA.
Primeiro, estudar estratégicamente o negócio - todo o empregado tem acesso a informação (dentro da sua função ou de colegas) que é critica para a empresa.
Segundo, preparar a saída, mas sair "bem" e devidamente equipado (com informação, dados, qualquer coisa) que permita mais tarde rebentar com a empresa.
Claro que temos que ter em conta acordos de confidencialidade e o diabo-a-sete, mas é um campo de possibilidades quase infinitas, basta por a criatividade a trabalhar - colaborar com concorrentes, sacar clientes, minar/armadilhar a empresa antes de saltar fora, etc.

E a auto-estima do Madeira69 vai disparar novamente quando perceber que há mais vida para além da empresa e que ainda tem muito para fazer (nomeadamente, lixá-los [br:)]).

O espírito é: a minha vida não tem que depender disto - e por isso vou procurar novo emprego, por muito dificil que seja - e ainda posso vingar tudo o que aqui passei - e para isso vou desenhar uma estratégia para recolha de informação e estudo de acções que me permitam fazê-lo.

Uma empresa rebenta-se num instante, basta um gajo ser um pouco maquiavélico.
E pelo quadro familiar e forma de gestão dessa, parece-me que isso não vai ser nada dificil! [:D]

Abraço e boa sorte!
Se quiseres ideias, apita! :rolleyes:

Esta é a pior via, um péssimo conselho:sh). Sabes pq? Pq em vez do homem se preocupar com o seu futuro, vai investir tempo e concentração em vingança e ódio. Vai ficar ainda mais angustiado e vulnerável.
Investir tempo em algo que não lhe vai render nada é burrice. Tempo é dinheiro e neste caso o tempo deve ser investido nele próprio.


Por mais que queiram: só há uma opção que sair de fininho e de cabeça baixa. É a lei da natureza.
 
Esta é a pior via, um péssimo conselho:sh). Sabes pq? Pq em vez do homem se preocupar com o seu futuro, vai investir tempo e concentração em vingança e ódio. Vai ficar ainda mais angustiado e vulnerável.
Investir tempo em algo que não lhe vai render nada é burrice. Tempo é dinheiro e neste caso o tempo deve ser investido nele próprio.


Por mais que queiram: só há uma opção que sair de fininho e de cabeça baixa. É a lei da natureza.



Sair fininho e de cabeça baixa? Lei da natureza? :confused: Olha essa! Mas estamos na Idade Média em que haviam senhores feudais e pagavamos o dízimo? [8b]

O Madeira69 tem mesmo é de planear a sua saída a curto ou a médio-prazo, entregar a carta de demissão e virar as costas aos casca-grossas com o nariz bem para cima e se algum dia, fora da empresa, um desses labregos se atraver a insultá-lo ou o enxovalhar então sim chegou a altura de lhes dar nos cornos, quase sempre esses ditos “patrões” são uns caguinchas e uns covardes. Pelo menos os meus ex-patrões só levantavam cabelo enquanto me tinham sobre contrato e pagavam o salário, a partir do momento em que levavam o pontapé no traseiro ficavam logo mansos...
 
Esta é a pior via, um péssimo conselho:sh). Sabes pq? Pq em vez do homem se preocupar com o seu futuro, vai investir tempo e concentração em vingança e ódio. Vai ficar ainda mais angustiado e vulnerável.
Investir tempo em algo que não lhe vai render nada é burrice. Tempo é dinheiro e neste caso o tempo deve ser investido nele próprio.


Por mais que queiram: só há uma opção que sair de fininho e de cabeça baixa. É a lei da natureza.

Exactamente! [:D]
Vives na selva, se não te defendes, morres. [;)]

Sou um gajo 100% pacífico, um verdadeiro calmeirão, pachá.
Sempre fui assim, apesar de large sized, raramente me exalto - embora às vezes, e já no limite, o berro saía surtindo mais efeito pela surpresa conjugada com o tamanhinho XXL.

Agora, há coisas intoleráveis e este tipo de rebaixamento social é uma delas.
Como expus, considero que os "patrões" têm a faca e o queijo na mão, por isso o caminho é o da dissimulação - na selva, os animais com poucos recursos físicos utilizam estratégias de defesa/ataque inteligentes.

À minha filha (4 anos) aconselho, sempre que chega a casa a queixar-se de algum rufia, a devolver a agressão pelo menos na mesma moeda - nada de queixinhas à educadora: primeiro defende-se, depois arca com as consequências. Só assim conseguirá vingar na vida.
Os miúdos podem ser extremamente crueis uns com os outros, e é nesta fase que cada um marca o seu terreno e o seu lugar no ranking da supremacia.
Ela é extremamente pacífica e dócil, mas já me apercebi e assegurei que não se fica, o que me deixa muito descansado. [:cool:]
Até já me disponibilizei para ir lá à escola contribuir para a causa e malhar no pai de algum...[:D] A auto-estima recupera de imediato. [;)]

Já diz o velho ditado: "A vida não custa, o que custa é saber viver", temos que estar alertas e defender-nos.
Se formos pela lei da natureza, morremos.
 
Exactamente! [:D]
Vives na selva, se não te defendes, morres. [;)]

Sou um gajo 100% pacífico, um verdadeiro calmeirão, pachá.
Sempre fui assim, apesar de large sized, raramente me exalto - embora às vezes, e já no limite, o berro saía surtindo mais efeito pela surpresa conjugada com o tamanhinho XXL.

(...)
Agora, há coisas intoleráveis e este tipo de rebaixamento social é uma delas.
Como expus, considero que os "patrões" têm a faca e o queijo na mão, por isso o caminho é o da dissimulação - na selva, os animais com poucos recursos físicos utilizam estratégias de defesa/ataque inteligentes.
(...)

Já diz o velho ditado: "A vida não custa, o que custa é saber viver", temos que estar alertas e defender-nos.
Se formos pela lei da natureza, morremos.

Não tem nada a ver com isso. Um tipo qd está no estado do madeira, está num estado altamente vulnerável psiquicamente a um passo da depressão. Nesse estado de instabilidade, o sentimento de ódio/vingança só piora, e de que maneira o quadro psíquico. Convém focarmos-nos no essencial: o que é que temos a ganhar com actos maquiavélicos? Nada.

Entramos numa espiral de negativismo, "energia negativa", pessimismo, maldade. Enfim um quadro que prejudica o salto para frente.

Isto está mais do que estudado. Não é senso comum...
 
Última edição:
Voltar
Superior