Liberal? Democrata? Demagogia?

Há duas coisas que eu não entendo nestas discussões sobre o salário mínimo:

1) se afinal é tão simples, se basta decretar o aumento do mesmo para termos crescimento e prosperidade, porque é que nem num país como Porugal , de políticos viciados em falsas promessas, nenhum deles avança com tal. Estranho :confused:

2) se afinal é fácil aumentar os salários minimos, se afinal a culpa é sempre dos empresários que escravizam a população, porque é que os amigos que tanto se queixam não se juntam e criam empresas e empregos com salários fabulosos ?? A empresa só poderia ser bem sucedida, está um país inteiro deseperado para entrar em tal empresa. Força !
Estas duas questões encerram a resposta em si mesmas.

Vivemos num sistema de tal modo viciado que qql iniciativa de romper com o sistema acaba em tribunal, como o caso do Empresário que optou por pagar vencimentos em vez de pagar dividas, tb ele vitima de dividas quer do estado quer de outras empresas.

As empresas nacionais que conseguem romper com o sistema são, regra geral, aquelas que desde cedo rumam a outra paragens onde o esforço, investimento a modernização, formação constante dos colaboradores e o trabalho feito é devidamente reconhecido e recompensado.

De resto assistimos aos constante encosto aos subsídios estatais e da UE e ao lamuriar constante de que nada vido do poder politico é suficiente, mesmo quando apesar dos queixumes há sempre fundos para financiar campanhas politicas....


Para finalizar, qual é afinal para vocês o salário minimo justo que acham que poderia ser decretado em Portugal ? Estou curioso....
Basta olhar para a media da zona Euro para termos uma ideia, mas e como eu sei perfeitamente que há de facto empresas com dificuldades que não se andam a lamuriar por aí ainda que tentem modernizar-se e inovam constantemente, creio que um valor de perto dos 1000€ seria decente, não justo mas decente.

Sobre a senhora britânica, se é mesmo liberal, deveria primeiro preocupar-se com as fortunas colossais que as instituições europeias esturram todos os anos em subsidios e burocracia.
Isso é pouco importante, ainda que haja quem saiba distinguir o liberal sinonimo de liberdade e melhores condições de vida, do neo-liberalismo sinonimo de feudalismo e estratificação da sociedade em castas.

Mas como em ultima analise, somos nós, eleitores, que escolhemos os políticos, ter melhores representantes da vontade das pessoas e garante de melhores condições, seja na Assembleia da Republica ou no Parlamento Europeu, só depende de nós e da nossa capacidade de entender a politica de forma diferente do futebol e do nosso espírito critico sobre o desempenho dos políticos [;)].
 
Última edição:
Estas duas questões encerram a resposta em si mesmas.

Pois encerram Nthor. E encerram porque o mais importante não é discutir o salário minimo, o importante é discutir tudo o resto que não permite que haja melhores salários minimos. Primeiro resolvem-se os problemas, que o resto vem por arrasto. Quanto aos 1000€ de salário minimo. Seriam uma forma fulgurante de criar centenas de milhar de desempregados a quem nada mais restaria do que procurarem emprego noutro país,se conseguissem...
 
Tens sorte de estar num amostra de país chamada Portugal...

Na Noruega, Dinamarca ou Holanda rapidamente aprenderias o significado de contributo social via impostos...


Quando o Agiotismo político "à lá Tuga" e dos políticos acabar porque os exemplos partem é de cima, talvez acredite, por cá nada de novo é fartar vilanagem sempre no bolso dos mesmos. (A velha questão de educação social que por cá não existe)

E porque circula por aí já agora "posto":

O dia de trabalho na Noruega começa cedo (às 8 horas) e acaba cedo
(às 15.30). As mães e os pais noruegueses têm uma parte significativa dos
seus dias para serem pais, para proporcionar aos filhos algo mais do que um
serão de televisão ou videojogos.
Têm um ano de licença de maternidade e
nunca ouviram falar de despedimentos por gravidez."

"A riqueza que produzem nos seus trabalhos garante-lhes o maior
nível salarial da Europa. Que é também, desculpem-me os menos sensíveis ao
argumento, o mais igualitário. Todos descontam um IRS limpo e transparente que não é depois desbaratado em rotundas e estatuária kitsh, nem em auto-estradas (só têm 200 quilómetros dessas «alavancas de progresso»), nem em Expos e Euros."

"É tempo de os empresários portugueses constatarem que, na
Noruega, a fuga ao fisco não é uma «vantagem competitiva». Ali, o
cruzamento de dados «devassa» as contas bancárias, as apólices de seguros,
as propriedades móveis e imóveis e as «ofertas» de património a familiares
que, em Portugal, país de gentes inventivas, garantem anonimato aos crimes e
«confundem» os poucos olhos que se dedicam ao combate à fraude económica."
(por cá é ANTICONSTITUCIONAL devassar fortunas)

"Mais do que os costumeiros «bons negócios», deviam os
empresários portugueses pôr os olhos naquilo que a Noruega tem para nos
ensinar.

E, já agora, os políticos.

Numa crónica inspirada, o correspondente da TSF naquele país,
afiança que os ministros não se medem pelas gravatas, nem pela alta
cilindrada das suas frotas. Pelo contrário, andam de metro, e não se ofendem
quando os tratam por tu.
Aqui, cada ministério faz uso de dezenas de carros topo de gama, com vidros fumados para não dar lastro às ideias de transparência dos cidadãos. Os ministros portugueses fazem-se preceder de batedores motorizados, poluem o ambiente, dão maus exemplos e gastam a rodos o dinheiro que escasseia para assuntos verdadeiramente importantes."

(lembrei-me agora nos veículos topo de gama adquiridos pelo MJ em época de contenções. Faz como Frei Tomás né!?)

"Mais: os noruegueses sabem que não se «projecta o nome do país»
com despesismos faraónicos, basta ser-se sensato e fazer da gestão das contas públicas um exercício de ética e responsabilidade. Arafat e Rabin assinaram um tratado de paz em Oslo. E, que se saiba, não foi preciso desbaratarem milhões de contos para que o nome da capital norueguesa corresse mundo por uma boa causa."
(olha aí a O(r)TA o TGV e os Almoços de Lisboa (cimeira entenda-se)

"Até os clubes de futebol noruegueses, que pedem meças aos seus
congéneres lusos em competições internacionais, nunca precisaram de pagar
aos seus jogadores 400 salários mínimos por mês para que estes joguem à
bola. (parece cá, não é [:)] )

Nas gélidas terras dos vikings conheci empresários portugueses que
ali montaram negócios florescentes. Um deles, isolado numa ilha acima do
círculo polar Árctico, deixava elogios rasgados à «social-democracia
nórdica». Ao tempo para viver e à segurança social."


"Ali, naquele país, também há patos-bravos. Mas para os vermos
precisamos de apontar binóculos para o céu. Não andam de jipe e óculos
escuros. Não clamam por messias nem por prebendas. Não se queixam do
«excessivo peso do Estado», para depois exigirem isenções e subsídios."


É tempo de aprendermos que os bárbaros somos nós.

Seria meio caminho andado para nos civilizarmos.


ACHEGAS MINHAS DADAS AO TEXTO

Agiotismo político e não só...[:blush:]
 
Voltamos sempre ao mesmo.

Confunde-se política com demagogia.

E o que é preciso é ter consciência de princípios fundamentais para que possamos prosperar, como Sociedade.

Conheço Empresários de todos os quadrantes políticos, e excepção a uma meia dúzia, a maioria rege as suas relações com os seus colaboradores, mercado e fornecedores, de acordo mais com características pessoais do que seguindo a cartilha que está no imaginário de muita gente, alguns aqui no fórum.

E o problema fundamenta, o problema que nos toca a todos, tem um nome. Dinheiro.

E enquanto não resolvermos de vez a forma como gerar dinheiro em quantidade e de modo contínuo, andaremos sempre à volta, como o cão a perseguir o rabo.

Não há solução sem muito trabalho. E trabalho não é apenas um emprego calmo e estável. Não. É altura das pessoas levantarem o rabo do selim e fazer bastante mais do que aquilo que está a ser feito. Porque o que está a ser feito, é pouco, nem sequer é suficiente.

E em vez de se andar a atirar as culpas para cima dos outros, porque não gastar o mesmo tempo e energia a ponderar como se poderá fazer mais e melhor?
 
Quando o Agiotismo político "à lá Tuga" e dos políticos acabar porque os exemplos partem é de cima, talvez acredite, por cá nada de novo é fartar vilanagem sempre no bolso dos mesmos. (A velha questão de educação social que por cá não existe)

E porque circula por aí já agora "posto":

O dia de trabalho na Noruega começa cedo (às 8 horas) e acaba cedo
(às 15.30). As mães e os pais noruegueses têm uma parte significativa dos
seus dias para serem pais, para proporcionar aos filhos algo mais do que um
serão de televisão ou videojogos. Têm um ano de licença de maternidade e
nunca ouviram falar de despedimentos por gravidez."

"A riqueza que produzem nos seus trabalhos garante-lhes o maior
nível salarial da Europa. Que é também, desculpem-me os menos sensíveis ao
argumento, o mais igualitário. Todos descontam um IRS limpo e transparente que não é depois desbaratado em rotundas e estatuária kitsh, nem em auto-estradas (só têm 200 quilómetros dessas «alavancas de progresso»), nem em Expos e Euros."

"É tempo de os empresários portugueses constatarem que, na
Noruega, a fuga ao fisco não é uma «vantagem competitiva». Ali, o
cruzamento de dados «devassa» as contas bancárias, as apólices de seguros,
as propriedades móveis e imóveis e as «ofertas» de património a familiares
que, em Portugal, país de gentes inventivas, garantem anonimato aos crimes e
«confundem» os poucos olhos que se dedicam ao combate à fraude económica." (por cá é ANTICONSTITUCIONAL devassar fortunas)

"Mais do que os costumeiros «bons negócios», deviam os
empresários portugueses pôr os olhos naquilo que a Noruega tem para nos
ensinar.

E, já agora, os políticos.

Numa crónica inspirada, o correspondente da TSF naquele país,
afiança que os ministros não se medem pelas gravatas, nem pela alta
cilindrada das suas frotas. Pelo contrário, andam de metro, e não se ofendem
quando os tratam por tu. Aqui, cada ministério faz uso de dezenas de carros topo de gama, com vidros fumados para não dar lastro às ideias de transparência dos cidadãos. Os ministros portugueses fazem-se preceder de batedores motorizados, poluem o ambiente, dão maus exemplos e gastam a rodos o dinheiro que escasseia para assuntos verdadeiramente importantes."

(lembrei-me agora nos veículos topo de gama adquiridos pelo MJ em época de contenções. Faz como Frei Tomás né!?)

"Mais: os noruegueses sabem que não se «projecta o nome do país»
com despesismos faraónicos, basta ser-se sensato e fazer da gestão das contas públicas um exercício de ética e responsabilidade. Arafat e Rabin assinaram um tratado de paz em Oslo. E, que se saiba, não foi preciso desbaratarem milhões de contos para que o nome da capital norueguesa corresse mundo por uma boa causa." (olha aí a O(r)TA o TGV e os Almoços de Lisboa (cimeira entenda-se)

"Até os clubes de futebol noruegueses, que pedem meças aos seus
congéneres lusos em competições internacionais, nunca precisaram de pagar
aos seus jogadores 400 salários mínimos por mês para que estes joguem à
bola. (parece cá, não é [:)] )

Nas gélidas terras dos vikings conheci empresários portugueses que
ali montaram negócios florescentes. Um deles, isolado numa ilha acima do
círculo polar Árctico, deixava elogios rasgados à «social-democracia
nórdica». Ao tempo para viver e à segurança social."

"Ali, naquele país, também há patos-bravos. Mas para os vermos
precisamos de apontar binóculos para o céu. Não andam de jipe e óculos
escuros. Não clamam por messias nem por prebendas. Não se queixam do
«excessivo peso do Estado», para depois exigirem isenções e subsídios."

É tempo de aprendermos que os bárbaros somos nós.

Seria meio caminho andado para nos civilizarmos.

ACHEGAS MINHAS DADAS AO TEXTO

Agiotismo político e não só...[:blush:]

Bravo! [:cool:]
 
Nós por cá...mais do mesmo, nein danke!

Nós por cá...mais do mesmo, nein danke!

Voltamos sempre ao mesmo.(...)

E em vez de se andar a atirar as culpas para cima dos outros, porque não gastar o mesmo tempo e energia a ponderar como se poderá fazer mais e melhor?

Estandartes não erguerei sózinho, o que dizes até pode estar certo mas enquanto não houverem exemplos vindos de cima, com boas gestões resultados práticos e etc nada feito![:vm)]

Até porque de há 30 anos atrás o que mudou sempre foram as espécies de "moscas", com que nos preocupamos eleger de 4 em 4.[s)]

Eu até posso criar riqueza, não posso é concordar que logo a seguir me venham cobrar mundos e fundos em impostos enquanto se fala de evasão fiscal. (E de sectores bem vitais):sh)

Aqui neste reino de agiotas, não obrigado! Ou voltando ao início não ergo estandartes sózinho.[:blush:]

Solução!? Emigro para onde me dêem valor, onde possa crescer com e em prol de sem as "moscas" a chatearem de volta.[8b]
 
Última edição:
Pois encerram Nthor. E encerram porque o mais importante não é discutir o salário minimo, o importante é discutir tudo o resto que não permite que haja melhores salários minimos. Primeiro resolvem-se os problemas, que o resto vem por arrasto. Quanto aos 1000€ de salário minimo. Seriam uma forma fulgurante de criar centenas de milhar de desempregados a quem nada mais restaria do que procurarem emprego noutro país,se conseguissem...
Essa é uma maneira muito peculiar de ver a situação.

Os "problemas que não permitem melhores salários" incluem tb e acima de tudo os maus salários, excluir a remuneração baixa da equação dos problemas é apenas garantir que eles continuam a existir.

O manter dessa vergonha, em conjunto com uma justiça lenta, mau sistema de formação académica, mau sistema de saúde, resumindo as praticas neo-liberais, apenas significam o perpetuar e o acentuar dos problemas.

Quanto aos 1000€ de vencimento, estamos a falar de um vencimento decente, não de um vencimento justo, decente por permitir uma qualidade de vida ligeiramente melhor a quem trabalha, mas ainda assim injusto por manter a distribuição ineficaz da riqueza produzida.

O desemprego cria e mantem vencimentos baixos artificialmente, pelo contrario, o emprego estável e baixo desemprego faz subir os vencimentos, por isso muitos gostariam de ver 700 mil trabalhadores vindos do estado no mercado de trabalho, isso não resolve os problemas do país, apenas os acentua, mas aumentaria bastante a percentagem de lucro de uns poucos.
 
Princípio político de Shaw

Um governo que roube a Pedro para pagar a Paulo pode sempre contar com o apoio de Paulo.
Esse é o principio do empresário tuga, rouba a quem trabalha para financiar campanhas politicas de certos partidos, de quem depois obtem apoio para continuar a roubar os pedros deste país.
 
Essa é uma maneira muito peculiar de ver a situação.

Os "problemas que não permitem melhores salários" incluem tb e acima de tudo os maus salários, excluir a remuneração baixa da equação dos problemas é apenas garantir que eles continuam a existir.

O manter dessa vergonha, em conjunto com uma justiça lenta, mau sistema de formação académica, mau sistema de saúde, resumindo as praticas neo-liberais, apenas significam o perpetuar e o acentuar dos problemas.

Só me dás razão Nthor. Mete uma coisa na cabeça, não se pode criar riqueza , prosperidade e direitos sociais por decreto.
Básicamente tens um país que anda de carroça em estradas de terra e pedra e com estas discussões do salário minimo estão a discutir se a carroça deve ter jantes de liga leve e tecto de abrir panorâmico em vez de se preocuparem com a carroça, com quem a puxa com os caminhos que são ainda de terra batida.

E quanto ao discurso neo-liberal, já cansa, tás no país errado para criticar o neo-liberalismo. Este país está na fossa devido ao socialismo.
 
E quanto ao discurso neo-liberal, já cansa, tás no país errado para criticar o neo-liberalismo. Este país está na fossa devido ao socialismo.

Infelizmente, este País está na fossa devido ao... Portuguesismo. Não tem nada a ver com esquerda ou direita, tem a ver com a nossa cultura mesquinha, chico-espertista e preguiçosa.

Atirar as culpas para o socialismo e o estado é um reflexo da atitude "a culpa é dos outros", tão em voga na esquerda.

A única diferença é que uns culpam os empresários, os outros culpam o estado.

Infelizmente, a culpa é transversal à sociedade Portuguesa. Quem não vê isto e atira as culpas apenas para o "bode expiatório" que lhe dá mais jeito, não está a ser sério.
 
Infelizmente, este País está na fossa devido ao... Portuguesismo. Não tem nada a ver com esquerda ou direita, tem a ver com a nossa cultura mesquinha, chico-espertista e preguiçosa.

Atirar as culpas para o socialismo e o estado é um reflexo da atitude "a culpa é dos outros", tão em voga na esquerda.

A única diferença é que uns culpam os empresários, os outros culpam o estado.

Infelizmente, a culpa é transversal à sociedade Portuguesa. Quem não vê isto e atira as culpas apenas para o "bode expiatório" que lhe dá mais jeito, não está a ser sério.

Concordo com o liberal.

O "socialismo" no sentido de "controlo e regulação pelo estado" está demasiado enraizado em Portugal. Pode ter a ver com a mentalidade, com o portuguesismo... pode ter até origens bem mais antigas e explicadas em parte pela religião....

Apesar dos progressos dos últimos anos, Portugal é dos países mais iliberais da UE... dos países onde o estado central pretende regular mais e dos países onde a justiça demora mais tempo a fazer efeito em grande parte devido às burocracias que são necessárias a tanto controlo. Com a iliberalidade vem a irresponsabilidade (não há responsabilidade sem liberdade e vice versa) onde as culpas são sempre mandadas para o estado, onde o individuo não se sente resonsável pelas suas decisões e acções, onde o estado é o culpado por tudo e por nada, pois sendo o agente regulador é quem acaba por ser o responsável pelo que essa regulação produz.

É a história dos salários mínimos... quer-se regular um salário mínimo obrigatório... como se esta regulação conseguisse alguma vez "manipular" ou passar por cima das condições reais económicas que levam um salário a ser baixo.... chega a haver quem acredite que era perfeitamente possível colocar o nosso salário mínimo em 500 Euros, não porque tenham feito algum estudo mas porque lhes parece justo e bondoso. Este tipo de regulações apenas produzem mercados mais ineficientes que acabam por prejudicar a médio/longo prazo os mesmos a que este tipo de regulações deveriam ajudar...

De qualquer maneira... não sou contra o salário mínimo! [;)] Antes fosse esse o nosso problema.
 
Voltar
Superior