Legionella VFX

Num Hospital! Agora extrapolem ao resto dos edifícios.

A acrescentar a exposição ao fibrocimento deteriorado que o estado permite nos edificios publicos e é cego para com os privados. Temos um estado (estadozinho) que se mexe com base em mortes. E mexe mal e tarde, mesmo assim.


Mais:

As cidades estão a aumentar.

Nas cidades, vivemos mais do que 2/3 do tempo em espaços fechados, a maior parte deles sem renovação e/ou tratamento do ar.

Agora pensem. Já estou como os outros... "E se fosse consigo?"
 
Num Hospital! Agora extrapolem ao resto dos edifícios.

A acrescentar a exposição ao fibrocimento deteriorado que o estado permite nos edificios publicos e é cego para com os privados. Temos um estado (estadozinho) que se mexe com base em mortes. E mexe mal e tarde, mesmo assim.


Mais:

As cidades estão a aumentar.

Nas cidades, vivemos mais do que 2/3 do tempo em espaços fechados, a maior parte deles sem renovação e/ou tratamento do ar.

Agora pensem. Já estou como os outros... "E se fosse consigo?"

O Estado exige mas não é pessoa de bem. Fico sempre comichoso com o "fim da crise", a devolução de tudo e mais alguma coisa e no final acontecem tragédias como Pedrogão, etc. onde existe notoriamente dolo, com origem nos cortes orçamentais e em desleixo.

O fim da obrigatoriedade das inspeções à QAI foram/são uma vergonha:

APEA volta a pedir obrigatoriedade nas inspecções à QAI

A Associação Portuguesa de Engenharia do Ambiente (APEA) recuperou hoje um comunicado de Março deste ano em que reclama a revisão do decreto-lei 118/2013 e a portaria nº 353-A/2013, defendendo a obrigatoriedade da realização de auditorias à qualidade do ar interior (QAI). O apelo vem no seguimento dos acontecimentos recentes que dão conta de um surto de Legionella em Lisboa e que provocou já duas mortes e 29 casos identificados. A proposta da APEA define que a realização de auditorias QAI em espaços públicos e privados deveria passar a ser mandatária, com periodicidades diferenciadas e com base em critérios técnicos objectivos. “Será necessário projectar um sistema que preveja a realização anual de auditorias da QAI (uma a quatro auditorias por ano)”, lê-se no comunicado. Adicionalmente, a associação defende ainda que entre os espaços públicos e privados sujeitos à monitorização da QAI deverão estar lares de idosos, escritórios, escolas, jardins de infância, hospitais, centros de saúde, ginásios, unidades hoteleiras e unidades industriais. As auditorias não são a única reivindicação da APEA, que alerta para a “ausência de critérios objectivos que demonstrem a aquisição de competências nesta matéria”. Nesse sentido, pede-se também a exigência de competências técnicas aplicáveis a profissionais que trabalhem no sector e a definição de procedimentos de operação “claros e transparentes para as diferentes áreas do sector”, nomeadamente no que respeita laboratórios, auditores QAI, fiscalização e formação contínua. Por último, a APEA considera também importante que se proceda a uma revisão das notas técnicas que contemplam a temática da QAI, em particular a NT-SCE-02 (Metodologia para a as auditorias periódicas de QAI em edifícios de serviços existentes no âmbito do RSECE de 2009) e a Metodologia de avalização da QAI em edifícios de comércio e serviços no âmbito da Portaria 353-A/2013 de 2015. O parecer técnico foi elaborado pelo Grupo de Trabalho da APEA sobre Qualidade do Ar Interior e o comunicado pode ser consultado aqui.

Já em 2014, meses após o fim da dita obrigatoriedade, houve técnicos que alertaram para os perigos da falta de inspecção. Isto faz-me lembrar os alertas que foram feitos anos a fio a lembrar que a bomba relógio dos fogos florestais. Como sempre, o Estado faz orelhas moucas:


https://www.publico.pt/2014/11/10/s...rigatorias-a-qualidade-do-ar-interior-1675819
 
mais uma geringonçada, não se pode prever estas situações mas quando algo acontece começa a roçar o ridículo a desorganização das instituições públicas e depois vêm partir pratos para a imprensa:

http://24.sapo.pt/atualidade/artigo...o-de-obito-das-vitimas-do-surto-de-legionella

 
Última edição:
Um dos óbitos não ocorreu num hospital particular?
Sim.
A que falou à Antena 1 foi a neta da senhora do público.
Ao que parece o hospital não fez autópsia porque se sabia a causa da morte.
E no Antena Aberta, hoje, alguém referia que, com este imbróglio todo, os corpos devem ter saído para o velório sem certidões de óbito.

Uma questão a quem for da área:
A neta da senhora diz que a PSP queria levar o corpo num saco. Ela impôs-se, quanto a mim, bem. Porque se estava no caixão, deviam leva-la no caixão.
O facto de passarem o corpo do caixão para um saco, não vai "alterar" as conclusões?
 
Sim.
A que falou à Antena 1 foi a neta da senhora do público.
Ao que parece o hospital não fez autópsia porque se sabia a causa da morte.
E no Antena Aberta, hoje, alguém referia que, com este imbróglio todo, os corpos devem ter saído para o velório sem certidões de óbito.

Uma questão a quem for da área:
A neta da senhora diz que a PSP queria levar o corpo num saco. Ela impôs-se, quanto a mim, bem. Porque se estava no caixão, deviam leva-la no caixão.
O facto de passarem o corpo do caixão para um saco, não vai "alterar" as conclusões?

se não me engano, nos casos onde a morte não é natural ou mesmo aparentando ser natural existem outros indícios onde é preciso apurar responsabilidade/relação o procedimento é o médico enviar um relatório para o DIAP, depois o procurador decide se manda ou não autopsiar.
se for paras autopsia o corpo segue do hospital para o instituto de medicina legal, sendo depois elaborado o relatório seguindo depois a investigação ou não por parte do DIAP.

neste caso o facto de manusear os corpos não me parece que altere em nada a investigação. e o seguirem em sacos de transporte também não choca e é o procedimento.
no caso dos familiares é obvio que acresce a dor pela "falta de respeito" , prolongamento do sofrimento da despedida, agravamento do estado cadavérico com impacto visual, etc...
 
Não entendo estes procedimento. O meu pai que era apenas doente oncológico, quando faleceu aos 80 anos foi autopsiado a pedido dos médicos que o assistiam. Pelo contrário neste caso em que a autópsia me parece bastante mais pertinente, por causa de toda a envolvente, os corpos foram entregues ás famílias sem autópsia.

edit: O que este pais mudou em pouco mais de 10 anos...
 
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