Justiça

PeLeve

Membro histórico
O que pensam os portugueses da Justiça?
No momento em que se prepara para a arrancar a reforma dos tribunais, aumenta a incerteza.
As declarações do líder da PJ…
Os processos arquivados…
Os julgamentos intermináveis…
As permanentes suspeitas de corrupção na sociedade, agora relançadas pelo Bastonário dos Advogados.
No início do novo ano judicial, o maior debate da televisão avalia a Justiça em Portugal.
http://tv1.rtp.pt/EPG/tv/epg-dia.php?sem=p&dia=&canal=1&ac=d&datai=&gen=&idioma=&time=
 
eu so gosto do pros e contras quando o pres. da camara das caldas da rainha trata a apresentadora por clara

[:)] [:)] [:)]

cumprimentos
 
Sempre quero ver se neste debate, vai estar presente algum representante dos funcionários judiciais.

E quero também ver se vão focar um aspecto que tem sido uma vergonha desde sempre (com agravamento nos últimos tempos) e tão importante que é: a formação! Ou se por outro lado, vamos ver o representante do governo a defender o seu cavalo de batalha (diminuição de pendências), que tem sido conseguido nalgumas áreas, mas à custa de políticas menos "justas" e apenas virada para os números...
 
No outro dia estive a pensar: Há tantos advogados como deputados, no entanto as reformas feitas (mormente a da acção executiva) têm sido um verdadeiro fiasco! Pergunto-me se estes advogados não o serão só de nome, pois conhecimento da realidade dos Tribunais, e até da vida judiciária em geral, mostra-se quase inexistente.
 
Espero que lá vá alguem representar o Ministerio da Justiça mas que não seja o Ministro, que seja alguem que perceba do que faz e do que fala.
 
Para animar a discussão.

Justiça à portuguesa
Sexta-feira, Fevereiro 08, 2008

O caso das agressões ao ex-vereador Ricardo Bexiga (agredido em Janeiro de 2005, no Porto) foi arquivado. No despacho final, a procuradora Glória Matos, entre outras coisas, declarou:

1. Só dois meses após a agressão é que Bexiga foi chamado para fazer um reconhecimento fotográfico dos agressores

2. A recolha de indícios no local do crime,como impressões digitais, não foi feita

3. Não foi feita uma busca de forma a tentar encontrar a arma do crime (um barrote de madeira)

4. Em resumo, para a magistrada tais diligências teriam sido determinantes para a identificação dos agressores

O Sindicato dos Magistrados do MP já veio dizer que a culpa não foi do Ministério Público do Porto, e que os procuradores não poderiam ser responsabilizados por «eventuais omissões por parte da força policial que compareceu no local da agressão». Leia-se PSP.

Um Sindicato da PSP diz, por sua vez, que esta polícia fez todas as diligências. E que “apenas em Abril de 2005” o processo foi enviado para a PSP para que esta investigasse, sob a orientação do Ministério Público.

Conclusão: a culpa é de Ricardo Bexiga. O homem, apesar de ter levado com um barrote de madeira na testa, e mais uns, como diria o outro, patarrões de força no lombo, deveria ter protegido a cena do crime. Se fosse um cidadão cumpridor, com certeza que levaria no bolso do casaco um frasquinho daquele pó que realça as impressões digitais. Ao mesmo tempo que, no outro bolso do casaco, deveria ter consigo um bloco de apontamento e uma caneta para apontar a marca e a matrícula do carro dos agressores, assim como deveria tirar notas sobre a côr da roupa dos indíviduos. Bexiga também deveria ter um telemóvel com capacidade para tirar fotografias aos agressores. Isto facilitaria o posterior reconhecimento fotográfico.
http://grandelojadoqueijolimiano.blogspot.com/2008/02/justia-portuguesa.html
 
No outro dia estive a pensar: Há tantos advogados como deputados, no entanto as reformas feitas (mormente a da acção executiva) têm sido um verdadeiro fiasco!

Estás enganado. As reformas têm como objectivo garantir trabalho aos advogados. Como vês, têm sido eficazes[:D]
 
O problema não está na apresentadora, mas sim na linha editorial do debate.

Iludi-me quando pensei que se fosse falar da reforma da Justiça, nas novas ferramentas que já estão aí (Citius, p.e.), mapa judiciário, etc.
 
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