Japão Caça Baleias

Viste o mesmo video que eu? Viste o trimaran a meter-se à frente do Shonan Maru 2? Onde? No vídeo que meti vê-se que o trimaran está parado e o navio japonês muda a rota na sua direcção. Só não vê quem não quer. Não tem espinhas.

O proprio Jeff Hansen diz que o barco parou á frente do navio á espera que este parasse.
E nas imagens dá para ver bem os motores do barco em acção quando este se movimenta para a frente do navio.
 
O que eu vi foi o Navio Japuna a virar a Estibordo para cima do Ady Gil e depois vira a Bombordo...

Ou seja fez ali um revienga engraçada...

Mas claro...um barco de 1 milhão de dolares praticamente em Kevlar e Carbono é para ser "atirado" para a frente dos outros.
 
O proprio Jeff Hansen diz que o barco parou á frente do navio á espera que este parasse.
E nas imagens dá para ver bem os motores do barco em acção quando este se movimenta para a frente do navio.

Eu já li várias notícias sobre o sucedido e não li essas declarações. Li precisamente o contrário. Podes pôr o link dessas declarações?

Os motores que vês em funcionamento é já quando o navio vai na direcção do Ady Gil e este tenta sair da frente. O vídeo filmado a partir do Bob Barker é esclarecedor. O Ady Gil só se mexe quando vê que vai ser abalroado.
 
Eu já li várias notícias sobre o sucedido e não li essas declarações. Li precisamente o contrário. Podes pôr o link dessas declarações?

Os motores que vês em funcionamento é já quando o navio vai na direcção do Ady Gil e este tenta sair da frente. O vídeo filmado a partir do Bob Barker é esclarecedor. O Ady Gil só se mexe quando vê que vai ser abalroado.

Feito [;)]

Baleeiro japonês afunda barco de ecologistas - vídeo

O que vejo é o Ady Gil a ir para a frente do navio. Também não deviam estar á espera que um navio daquele tamanho fizesse um slalon para os evitar, num espaço tão curto.
 
Última edição:
Feito [;)]

Baleeiro japonês afunda barco de ecologistas - vídeo

O que vejo é o Ady Gil a ir para a frente do navio. Também não deviam estar á espera que um navio daquele tamanho fizesse um slalon para os evitar, num espaço tão curto.

Mas diz lá: viste já o video que eu meti ou não? É que é isso mesmo que o navio japonês faz: um slalom. Mas fê-lo para os atingir, não para os evitar. Desvia a rota normal num instante em direcção ao Ady Gil e depois de o atingir volta a virar rapidamente! Vê o video.

Quanto às declarações de Jeff Hansen, podem ser interpretadas de muitas maneiras e nós sabemos como são os media. As palavras citadas são: 'The Shonan Maru 2 had it in its direct line of sight, coming straight for it,' Hansen told Australia's AAP news agency.
E isto é verdade. Eles estavam a vê-lo e abalroaram-no. Mas é muito diferente de "parámos à frente dele e esperámos que ele se desviasse." O Ady Gil não estava inicialmente à frente do Shonan Maru 2.
Felizmente existe o video que não deixa margem para dúvidas.
 
Mas diz lá: viste já o video que eu meti ou não? É que é isso mesmo que o navio japonês faz: um slalom. Mas fê-lo para os atingir, não para os evitar. Desvia a rota normal num instante em direcção ao Ady Gil e depois de o atingir volta a virar rapidamente! Vê o video.

Quanto às declarações de Jeff Hansen, podem ser interpretadas de muitas maneiras e nós sabemos como são os media. As palavras citadas são: 'The Shonan Maru 2 had it in its direct line of sight, coming straight for it,' Hansen told Australia's AAP news agency.
E isto é verdade. Eles estavam a vê-lo e abalroaram-no. Mas é muito diferente de "parámos à frente dele e esperámos que ele se desviasse." O Ady Gil não estava inicialmente à frente do Shonan Maru 2.
Felizmente existe o video que não deixa margem para dúvidas.

Vê lá bem o vídeo e o movimento do trimaran antes do impacto com o navio.
 
È uma vergonha Internacional o Japão insistir na caça às baleias. Se está proibido é para todos os paises ou o Japão está acima da legislação Internacional!

(...)

Não está proibido na totalidade a todos os locais e espécies de baleias, existe um determinado período do ano e uma determinada quota de captura deste animais, determinada pela Comissão Baleeira Internacional de que o Japão e outras nações fazem partem e que exercem o direito, como existem outras nações em reduzido número que fazem captura em águas internacionais e nacionais pois não fazem parte ou retiraram-se da CBI por não concordar a politica restritiva de caça.

A questão que já aqui foi refirad diversas vezes, é o argumento de caça para fins cientificos de análise dos animais, e revenda comercial dos despojos do animal!, :eek:, foi o ponto de equilibrio encontrado mas tenta-se há muito reduzir ao máximo a quota ou mesmo eliminá-la!
 
O que eu vi foi o Navio Japuna a virar a Estibordo para cima do Ady Gil e depois vira a Bombordo...

Ou seja fez ali um revienga engraçada...

(...)

Pois, e sempre com os canhões de água em funcionamento, o primeiro vídeo mostra a acção de ângulo frontal através de um terceiro barco , o segundo vídeo é curto e pouco claro da acção e gravado a bordo do baleeiro nipónico.
 
A ideia que dá do barco pequenino a ir na direcção do grande (vou chamá-los assim) é ilusão de óptica porque o barco que está a filmar está a dirigir-se para a esquerda o que faz com que pareça que o barco pequeno vai para a frente do grande, ou seja para a direita.
No video que é filmado a partir do barco grande vê-se que os motores do barco pequeno estão ligados mas não estão em potência suficiente para o deslocar para o caminho do grande.
 
Tenho um certo fascínio pela cultura nipónica. Gosto da admiração e respeito que eles nutrem pela natureza e pela maior parte da vida selvagem e dos animais de estimação.

No entanto, acho totalmente estúpida essa obsessão pela caça às baleias. O fator financeiro é importante, mas não justifica tudo, porque o Japão já alterou hábitos e mudou de rumo ao longo da história e poderia fazê-lo em relação à caça à baleia.

Uma autentica nódoa de sangue que mancha a sua bandeira.

A população destes cetáceos está a diminuir drasticamente e nada se faz para travar o extermínio do maior e dos mais antigos seres vivos da terra.

O bom senso e a consciência do ser humano tardam em encontrar um ponto de equilíbrio com o planeta.
Infelizmente, entretanto vão-se exterminando diversas espécies animais e vegetais que estavam no planeta muito antes de nós.

Pode ser que as coisas acabem por mudar, para bem da natureza e da nossa casa comum.
 
Tenho um certo fascínio pela cultura nipónica. Gosto da admiração e respeito que eles nutrem pela natureza e pela maior parte da vida selvagem e dos animais de estimação.

No entanto, acho totalmente estúpida essa obsessão pela caça às baleias. O fator financeiro é importante, mas não justifica tudo, porque o Japão já alterou hábitos e mudou de rumo ao longo da história e poderia fazê-lo em relação à caça à baleia.

Uma autentica nódoa de sangue que mancha a sua bandeira.

A população destes cetáceos está a diminuir drasticamente e nada se faz para travar o extermínio do maior e dos mais antigos seres vivos da terra.

O bom senso e a consciência do ser humano tardam em encontrar um ponto de equilíbrio com o planeta.
Infelizmente, entretanto vão-se exterminando diversas espécies animais e vegetais que estavam no planeta muito antes de nós.

Pode ser que as coisas acabem por mudar, para bem da natureza e da nossa casa comum.

Eu acho que a insistência na caça à baleia é só por uma questão de tradição e por teimosia. Acho que já aqui afirmei que numa reportagem fiquei a saber que a carne já nem é particularmente apreciada pelo povo. A maior parte da carne fica armazenada sem utilização, ou é usada para fazer ração para animais. Tudo sob a capa da "investigação cientifica". Acho ofensivo para a inteligência humana como é que insistem em querer atirar areia para os olhos. Ainda por cima vindo de um povo supostamente muito desenvolvido.
 
"A proposta apresentada pelo Brasil, Argentina, África do Sul e Uruguai para criar um santuário no Sul do oceano Atlântico para proteger as baleias foi rejeitada nesta segunda-feira na reunião anual da Comissão Baleeira Internacional, que decorre no Panamá.

No total, 38 países votaram a favor da proposta e 21 votaram contra, mas precisaria de pelo menos 75% de votos favoráveis para ser aprovada.

O comissário brasileiro na Comissão Baleeira Internacional (CBI), Marcos Pinta Gama, disse à BBC estar desapontado com o resultado da votação. “Acreditamos que o santuário é uma iniciativa muito importante para garantir a protecção das baleias em todo o Atlântico Sul e para promover a investigação, sem danos para estes cetáceos, em nome da sua conservação”, disse à margem das negociações.

Segundo a proposta, o santuário iria abranger quase todo o oceano Atlântico a Sul do Equador, desde a costa oeste de África à costa este da América do Sul. Seria o terceiro santuário para baleias do planeta, juntando-se aos já existentes no oceano Índico (desde 1979) e no oceano Austral (1994).

Mas os delegados dos países que se opuseram alegaram que este santuário não é necessário. O Japão considera que, já que existe uma moratória global à caça comercial à baleia – instituída pela Comissão Baleeira Internacional (CBI) em 1986 –, não faz sentido acrescentar um santuário. Seria “construir um telhado em cima de um telhado”, citou a BBC.

Para Milko Schvartzman, responsável para a América Latina da divisão dos oceanos na organização Greenpeace, esta foi uma triste decisão. “O Japão bloqueia o santuário. E alguns países a quem o Japão compra os votos”, denunciou à agência AFP.

“Mas isto ainda não acabou. Vai continuar no próximo ano”, garantiu. Milko Schvartzman notou que esta proposta foi feita, pela primeira vez, há 11 anos pelo Brasil, Argentina, Uruguai e África do Sul. Já foi submetida duas vezes a votação mas nunca conseguiu atingir os 75% dos votos.

A Greenpeace considera que um novo santuário no Atlântico Sul permitiria proteger mais eficazmente as baleias nas suas migrações de milhares de quilómetros e reforçar a moratória.

O Panamá acolhe, de segunda a sexta-feira a 64ª reunião da CBI, organismo mundial que adoptou em 1946 uma Convenção Internacional para regular a caça à baleia." Em Comissão Baleeira Internacional rejeita criação de santuário no Atlântico - Ecosfera - PUBLICO.PT

:rolleyes:
 
"Portugal não vai estar presente, por “constrangimentos financeiros”, na reunião plenária da Comissão Baleeira Internacional (CBI), que se realiza a partir desta segunda-feira no Panamá, e que poderá decidir a criação de um santuário para os cetáceos no Atlântico Sul.

É a primeira vez que Portugal falha a reunião anual da CBI, desde que aderiu, em 2002, a esta organização, dedicada a regular a caça à baleia e na qual o país vinha tendo um grande protagonismo.

O comissário nacional à CBI, o biólogo Jorge Palmeirim, da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, está demissionário há alguns meses mas tinha-se prontificado a acompanhar mais esta reunião. Mas a sua participação, juntamente com uma técnica do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas, não teve luz verde.

Segundo informação do gabinete de imprensa do Ministério da Agricultura, Mar, Ambiente e Ordenamento do Território, “a participação portuguesa ficou condicionada por constrangimentos financeiros”.

“É uma situação incómoda, porque Portugal tem feito esforços genuínos para a protecção dos cetáceos”
, afirma o biólogo Francisco Gonçalves, que acompanha as reuniões da CBI como consultor de algumas organizações não-governamentais ligadas aos oceanos e ao bem-estar animal. “É pena que se possa perder um trabalho de anos, por se decidir não enviar um representante”, lamenta.

Portugal tem sido um dos membros mais activos na CBI, alinhando com o grupo de países que continuam a defender a moratória à caça comercial à baleia, instituída pela comissão em 1986. O comissário português é o representante destes países num painel consultivo de apoio ao presidente da organização. o Em 2009, a reunião anual da CBI foi realizada na Madeira e o próprio nome de Jorge Palmeirim tinha, desde então, vindo a ser cogitado para possível presidente da organização. Segundo Francisco Gonçalves, Portugal poderá fazer falta numa votação essencial que estará em cima da mesa – a da criação de um santuário para cetáceos no Atlântico Sul, entre o Equador e os mares da Antárctida – estes já protegidos pela CBI. A proposta, apresentada pelo Brasil, Argentina e Uruguai, prevê a proibição – e não apenas uma moratória – da caça comercial à baleia naquela área. Mas tem de ser aprovada por três quartos dos membros da CBI, algo que nunca foi conseguido noutras oportunidades em que foi submetida à votação.

Segundo Francisco Gonçalves, alguns países terão mudado de posição e um voto nesta fase – o de Portugal – poderia ser decisivo.

A questão do santuário será o primeiro item a ser discutido na reunião da CBI, que se estende até sexta-feira. Mas pode reabrir divisões que estavam mais ou menos adormecidas entre os países pró e contra a caça comercial à baleia. Nas suas últimas reuniões, para evitar votações sem resultado prático, os membros da comissão tinham decidido que só adoptariam decisões por consenso. Com isso, os temas mais polémicos tinham sido afastados da agenda.

À reintrodução da proposta do santuário, o Japão respondeu com a reapresentação de outra proposta que pretende autorizar a caça comercial de baleias-anãs na costa japonesa, para consumo interno. Apesar da moratória, o Japão mantém a sua actividade baleeira, mas para “fins científicos” – o que é permitido pela Convenção Internacional para a Regulação da Caça à Baleia. No último ano, os barcos do país capturaram 445 baleias. Outras 676 foram caçadas pela Noruega e pela Islândia, países que apresentaram formalmente uma objecção à moratória de 1986.

Outro tema da reunião da CBI será o das quotas de caça especiais, para povos aborígenes da Gronelândia, Rússia, Estados Unidos e São Vicente e Grenadines – que juntos capturaram 406 baleias no último ano. Enquanto a Dinamarca quer aumentar a quota da Gronelândia, os outros países querem manter as quotas actuais. O sub-comité da caça aborígene da CBI é presidido pelo comissário português." Em Portugal falha reunião e perde protagonismo na Comissão Baleeira Internacional - Ecosfera - PUBLICO.PT

:o :sh)
 
Fizeste um up ao tópico logo com a noticia menos importante [:p].

BBC News - Sea Shepherd founder Paul Watson 'arrested in Germany'

Noticia importante sobre a prisão do fundador do grupo responsavel pela acção que deu origem a este tópico.

http://navalbrasil.com/vergonha-japao-voltara-a-antartida-para-cacar-baleias-agora-com-escolta/

Japão a partir de agora usa escolta, existe noticias (em inglês) que chegaram já a ser atiradas gramadas.

E por fim, a noticia do dia, que pensava a que tinha sido por isso que o tópico tinha levado um up:

Coreia do Sul quer caçar baleias com fins científicos - Ecosfera - PUBLICO.PT

Coreia do Sul, como está farta de pedir autorização sem resultado, também vai começar a pescar baleias para "fins científicos".

Com isto talvez o numero de baleias pescadas "acidentalmente" diminua...
 
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