Insólito ou parvoíce?

zerorpm

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http://www.correiodamanha.pt/noticia.asp?id=241359&idselect=10&idCanal=10&p=200

Vítor P. tem 35 anos, mora em Vila Nova de Cerveira, trabalha numa fábrica e sabe que no final deste mês ficará desempregado. Por esse motivo deitou contas à vida e resolveu tomar uma atitude que lhe valeu recentemente umas horas passadas na esquadra da PSP em Viana do Castelo.

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“Depois de ponderar muito bem a minha situação resolvi colocar um anúncio no vidro do carro a oferecer préstimos sexuais. Primeiro ainda me informei acerca dos preços dos classificados mas eram muito caros”, adianta ao CM, frisando que, embora tendo consciência de que não estava a agir conforme a lei, nunca pensou que “isso pudesse causar tanta polémica”, visto que “o que não falta por aí é gente a ganhar dinheiro desta forma”.

Solteiro e a viver em casa dos pais, Vítor P. reconhece que não tem grandes encargos económicos mas nem por isso ficou sossegado quanto ao futuro próximo: “Já recebi a carta do patrão e queria assegurar alguma coisa. Isto está tão difícil e sempre tenho os meus gastos pessoais...”

O carro em questão, um Citroën Saxo de cor verde, esteve três dias estacionado no Campo da Agonia, em Viana do Castelo, ostentando no vidro traseiro uma folha com a fotografia do seu proprietário, nu e de cara tapada, oferecendo serviços sexuais a mulheres e a casais. O anúncio improvisado revelava as orientações sexuais de Vítor P. e o seu número telefónico de contacto, bem como os preços praticados, que oscilavam entre os 100 e os 600 euros por uma noite inteira.

SEM CLIENTES

“As fotos foram tiradas por mim, não pedi ajuda a ninguém, até porque tudo isto era segredo absoluto. Por isso fui para Viana do Castelo, aqui em Cerveira seria facilmente reconhecido”, disse.

No entanto toda essa estratégia esteve muito longe de dar resultados satisfatórios. “O carro esteve apenas três dias na via pública e, para além de não ter sido contactado e não ter feito dinheiro nenhum, ainda encontrei a polícia à minha espera”, recorda, salientando o quanto gostaria de poder voltar atrás. “Sinto-me muito arrependido por ter tomado esta atitude, foi a primeira e a última vez e agora o meu maior receio é que os meus amigos possam descobrir. A minha mãe até já sabe. Graças a Deus o meu pai não.”
 
http://www.correiodamanha.pt/noticia.asp?id=241359&idselect=10&idCanal=10&p=200

Vítor P. tem 35 anos, mora em Vila Nova de Cerveira, trabalha numa fábrica e sabe que no final deste mês ficará desempregado. Por esse motivo deitou contas à vida e resolveu tomar uma atitude que lhe valeu recentemente umas horas passadas na esquadra da PSP em Viana do Castelo.

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“Depois de ponderar muito bem a minha situação resolvi colocar um anúncio no vidro do carro a oferecer préstimos sexuais. Primeiro ainda me informei acerca dos preços dos classificados mas eram muito caros”, adianta ao CM, frisando que, embora tendo consciência de que não estava a agir conforme a lei, nunca pensou que “isso pudesse causar tanta polémica”, visto que “o que não falta por aí é gente a ganhar dinheiro desta forma”.

Solteiro e a viver em casa dos pais, Vítor P. reconhece que não tem grandes encargos económicos mas nem por isso ficou sossegado quanto ao futuro próximo: “Já recebi a carta do patrão e queria assegurar alguma coisa. Isto está tão difícil e sempre tenho os meus gastos pessoais...”

O carro em questão, um Citroën Saxo de cor verde, esteve três dias estacionado no Campo da Agonia, em Viana do Castelo, ostentando no vidro traseiro uma folha com a fotografia do seu proprietário, nu e de cara tapada, oferecendo serviços sexuais a mulheres e a casais. O anúncio improvisado revelava as orientações sexuais de Vítor P. e o seu número telefónico de contacto, bem como os preços praticados, que oscilavam entre os 100 e os 600 euros por uma noite inteira.

SEM CLIENTES

“As fotos foram tiradas por mim, não pedi ajuda a ninguém, até porque tudo isto era segredo absoluto. Por isso fui para Viana do Castelo, aqui em Cerveira seria facilmente reconhecido”, disse.

No entanto toda essa estratégia esteve muito longe de dar resultados satisfatórios. “O carro esteve apenas três dias na via pública e, para além de não ter sido contactado e não ter feito dinheiro nenhum, ainda encontrei a polícia à minha espera”, recorda, salientando o quanto gostaria de poder voltar atrás. “Sinto-me muito arrependido por ter tomado esta atitude, foi a primeira e a última vez e agora o meu maior receio é que os meus amigos possam descobrir. A minha mãe até já sabe. Graças a Deus o meu pai não.”

Mas pronto graças a Deus o pai não sao...omfg...
 
[:)] [:)] [:)]

Este empreendedorismo tuga parte-me todo!

O gajo até está na onda do que o Sócrates defende (auto-emprego) e até abicou dos subsidios do IEFP, mas o raio dos chuis não deixam!

Que país maravilhoso, canalizam sempre as suas energias para a asneira! [:D]
 
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