Indecisão

Isso de horas extra é outra guerra ....

Estamos a falar de vencimento base...

E ao fim de uns 10 anos ? (se o pessoal aguentar a pedalada até lá ....)

Claro, sem duvida. Mas entre ganhar 1.200 e trabalhar 8h/dia e ganhar 1.800 e trabalhar 12 ou mais.. O muito pode já não ser assim tanto.

De resto, eu encontro-me também nos primeiros anos de carreira e o salário não é o mais importante..
 
Na Mckinsey falaram-me de 1800€ brutos para recém licenciados.

Mas a McKinsey é a excepção e não a regra. São muito poucos os que lá entram.

Eu não percebi se a AnnLee era recém-licenciada. Mas se for o caso e não estiver nem na McKinsey, nem na BCG, a média de um recém licenciado não andará muito acima dos 1000€ líquidos.
 
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Mas a McKinsey é a excepção e não a regra. São muito poucos os que lá entram.

Eu não percebi se a AnnLee era recém-licenciada. Mas se for o caso e não estiver nem na McKinsey, nem na BCG, a média de um recém licenciado não andará muito acima dos 1000€ líquidos.


Exacto!
 
Se fores recém licenciada e dado que entraste há menos de um ano, eu ponderava manter-me na empresa por pelo menos 2 a 3 anos. É duro, mas vale mais que 3 pós graduações juntas! E depois, com um pouco mais de experiência decidir.

Se já não és recém licenciada.... não sei... estou igual... [:D]:sh)
 
Se fores recém licenciada e dado que entraste há menos de um ano, eu ponderava manter-me na empresa por pelo menos 2 a 3 anos. É duro, mas vale mais que 3 pós graduações juntas! E depois, com um pouco mais de experiência decidir.

Se já não és recém licenciada.... não sei... estou igual... [:D]:sh)

É isso que eu digo quando falo em adquirir mais maturidade ....

Até aos 28/30 anos aguenta-se bem o ritmo numa empresa de auditoria. Depois é uma questão a ponderar caso a caso ....
 
Isso de horas extra é outra guerra ....

Estamos a falar de vencimento base...

E ao fim de uns 10 anos ? (se o pessoal aguentar a pedalada até lá ....)

Claro que os 1800€ brutos vêm com muitas coisas (boas e más) atrás. Tens por exemplo um cozinheiro na Mckinsey todos os dias a fazer as refeições, caso não queiras lá almoçar podes ir almoçar onde quiseres e apresentar a factura e eles pagam-te o almoço, deslocações para clientes em Lisboa são normalmente de táxi e são pagas pela Mckinsey, etc. Depois tens coisas más, horários malucos (embora aqui a campeã dos horários malucos seja a Roland Berger), no contrato está explicitado de que deves manter forma de te contactarem permanentemente mesmo que vás de férias (para esse efeito dão-te um Blackberry xpto maravilha). Mas não tenho dúvidas de que deve ser uma escola brutal quer pelo trabalho desempenhado quer pelos contactos que se fazem e que de certeza darão os seus frutos no futuro.
 
Eu apostava nas linguas. Especialmente Ingles e Espanhol.

Qto ao mestrado, eu próprio sendo lic. pré-bolonha pondero fazê-lo, tanto mais que qdo se esbativer estas dif.s um cv em que apareça mestre vai sp valer mais do que em que só apareça lic., apesar de se terem dado as mesmas cadeiras...
 
Claro que os 1800€ brutos vêm com muitas coisas (boas e más) atrás. Tens por exemplo um cozinheiro na Mckinsey todos os dias a fazer as refeições, caso não queiras lá almoçar podes ir almoçar onde quiseres e apresentar a factura e eles pagam-te o almoço, deslocações para clientes em Lisboa são normalmente de táxi e são pagas pela Mckinsey, etc. Depois tens coisas más, horários malucos (embora aqui a campeã dos horários malucos seja a Roland Berger), no contrato está explicitado de que deves manter forma de te contactarem permanentemente mesmo que vás de férias (para esse efeito dão-te um Blackberry xpto maravilha). Mas não tenho dúvidas de que deve ser uma escola brutal quer pelo trabalho desempenhado quer pelos contactos que se fazem e que de certeza darão os seus frutos no futuro.

Isso sem dúvida.
Mas o pessoal por regra antes do 30 rebenta ....
 
Claro que os 1800€ brutos vêm com muitas coisas (boas e más) atrás. Tens por exemplo um cozinheiro na Mckinsey todos os dias a fazer as refeições, caso não queiras lá almoçar podes ir almoçar onde quiseres e apresentar a factura e eles pagam-te o almoço, deslocações para clientes em Lisboa são normalmente de táxi e são pagas pela Mckinsey, etc. Depois tens coisas más, horários malucos (embora aqui a campeã dos horários malucos seja a Roland Berger), no contrato está explicitado de que deves manter forma de te contactarem permanentemente mesmo que vás de férias (para esse efeito dão-te um Blackberry xpto maravilha). Mas não tenho dúvidas de que deve ser uma escola brutal quer pelo trabalho desempenhado quer pelos contactos que se fazem e que de certeza darão os seus frutos no futuro.

Também acho isso. Pena mesmo os horários malucos!

A maioria de recrutamento que as consultoras fazem é em que áreas?
 
Também acho isso. Pena mesmo os horários malucos!

A maioria de recrutamento que as consultoras fazem é em que áreas?

A pessoa que eu conheci da Mckinsey era licenciado pelo IST em eng. informática. Mas certamente existirão pessoas de outras áreas. Para entrar lá já com experiência convém ter o MBA feito, pelo menos foi essa a ideia com que um antigo colega meu ficou quando foi a uma entrevista na BCG.
 
A pessoa que eu conheci da Mckinsey era licenciado pelo IST em eng. informática. Mas certamente existirão pessoas de outras áreas. Para entrar lá já com experiência convém ter o MBA feito, pelo menos foi essa a ideia com que um antigo colega meu ficou quando foi a uma entrevista na BCG.

Obrigado, consultoras também por enquanto não passam pela minha vontade!
 
Não recebo nem metade do salário da McKinsey. Relativamente ao meu horário, salvo algumas excepções, saio às 18h00.

A ideia em permanecer seria sempre no sentido de consolidar o que tenho a aprender e dar o meu melhor, pois sei que há coisas que ainda estou aquem das expectativas de quem me supervisiona e das minhas próprias também.

Creio que ainda possa ser considerada recém-licenciada e terminei a licenciatura em 2007. No entanto, tive um período um pouco complicado após a conclusão da licenciatura que por diversas razões demorei muito tempo a entrar no mercado de trabalho. Só após um ano, é que consegui entrar onde me encontro actualmente.

Não estudei numa universidade que seja reconhecida em algum ranking internacional, como o caso da Católica, nem em nenhuma das mais conceituadas de Lisboa. Estudei numa reconhecida pela sua história. Em termos empresariais, não sei se será tão reconhecida como outra qualquer (como o caso das mais bem conceituadas de Lisboa).

Relativamente ao meu inglês, é razoável...anda ao nível do First Certificate of English. Tenho a certeza que, também neste aspecto, tenho que melhorar e empenhar-me. Entretanto, comecei também a aprender Espanhol. Mas quero dedicar-me por agora ao Inglês.

Ainda não tenho uma ideia bem formada do que pretendo mesmo fazer. Esperava com esta oportunidade, a minha primeira experiência profissional, que me começasse a ajudar a formar uma ideia mais sólida acerca desse assunto. Acho a parte de análise financeira interessante...mas, muitas vezes, o que sinto é que dão nomes às coisas e depois na prática deparamo-nos com coisas básicas, ao nível de técnicas administrativas (se bem que, às vezes, me pareça que andamos a fazer o trabalho de duas pessoas).
 
Acho a parte de análise financeira interessante...mas, muitas vezes, o que sinto é que dão nomes às coisas e depois na prática deparamo-nos com coisas básicas, ao nível de técnicas administrativas

Mas não duvides que isso que acontece na prática! Trabalho nessa área há algum tempo e efectivamente análise pura é muito pouca! Principalmente no inicio da carreira. É um trabalho com forte componente não diria administrativa, mas simples e rotineira.
 
Um conselho quando me formei fui trabalhar para uma multinacional e a minha grande aposta foi em fazer um curso de Inglês .
Tinha de fazer muitos mails , faxs , conversas telefónicas e não podia falhar.
Além disso tinha de traduzir textos para a casa mãe .
O curso de Inglês avançado seria uma óptima aposta.
 
Não recebo nem metade do salário da McKinsey. Relativamente ao meu horário, salvo algumas excepções, saio às 18h00.

A ideia em permanecer seria sempre no sentido de consolidar o que tenho a aprender e dar o meu melhor, pois sei que há coisas que ainda estou aquem das expectativas de quem me supervisiona e das minhas próprias também.

Creio que ainda possa ser considerada recém-licenciada e terminei a licenciatura em 2007. No entanto, tive um período um pouco complicado após a conclusão da licenciatura que por diversas razões demorei muito tempo a entrar no mercado de trabalho. Só após um ano, é que consegui entrar onde me encontro actualmente.

Não estudei numa universidade que seja reconhecida em algum ranking internacional, como o caso da Católica, nem em nenhuma das mais conceituadas de Lisboa. Estudei numa reconhecida pela sua história. Em termos empresariais, não sei se será tão reconhecida como outra qualquer (como o caso das mais bem conceituadas de Lisboa).

Relativamente ao meu inglês, é razoável...anda ao nível do First Certificate of English. Tenho a certeza que, também neste aspecto, tenho que melhorar e empenhar-me. Entretanto, comecei também a aprender Espanhol. Mas quero dedicar-me por agora ao Inglês.

Ainda não tenho uma ideia bem formada do que pretendo mesmo fazer. Esperava com esta oportunidade, a minha primeira experiência profissional, que me começasse a ajudar a formar uma ideia mais sólida acerca desse assunto. Acho a parte de análise financeira interessante...mas, muitas vezes, o que sinto é que dão nomes às coisas e depois na prática deparamo-nos com coisas básicas, ao nível de técnicas administrativas (se bem que, às vezes, me pareça que andamos a fazer o trabalho de duas pessoas).

Um conselho quando me formei fui trabalhar para uma multinacional e a minha grande aposta foi em fazer um curso de Inglês .
Tinha de fazer muitos mails , faxs , conversas telefónicas e não podia falhar.
Além disso tinha de traduzir textos para a casa mãe .
O curso de Inglês avançado seria uma óptima aposta.

É fundamental ter um bom nível de inglês. Mas não é preciso ser perfeccionista neste ponto. Claro que depende da função, se for comercial, gestor de produto ou mercados, etc em que a comunicação é o mais importante convém ter um nível muito bom. De resto se a nossa função for mais técnica e o inglês servir apenas como comunicação entre colegas desde que haja uma correcta transmissão de ideias e compreensão é o suficiente.

Vejo aqui pessoas que falam muito bem inglês em posições baixas e outras que não falam bem com bons cargos. Se sou engenheiro avaliam-me pelas minhas competências técnicas e não pela perfeição na comunicação.
 
É fundamental ter um bom nível de inglês. Mas não é preciso ser perfeccionista neste ponto. Claro que depende da função, se for comercial, gestor de produto ou mercados, etc em que a comunicação é o mais importante convém ter um nível muito bom. De resto se a nossa função for mais técnica e o inglês servir apenas como comunicação entre colegas desde que haja uma correcta transmissão de ideias e compreensão é o suficiente.

Vejo aqui pessoas que falam muito bem inglês em posições baixas e outras que não falam bem com bons cargos. Se sou engenheiro avaliam-me pelas minhas competências técnicas e não pela perfeição na comunicação.

Concordo contigo, mas muitas vezes um conhecimento mediano de inglês leva, mesmo entre colegas, a muitas falhas na comunicação em situações cruciais. Já vi grandes broncas onde trabalho à pala disso! Ah e tal eu expliquei-me e acho que ele percebeu! Ya... [:D]
 
Concordo contigo, mas muitas vezes um conhecimento mediano de inglês leva, mesmo entre colegas, a muitas falhas na comunicação em situações cruciais. Já vi grandes broncas onde trabalho à pala disso! Ah e tal eu expliquei-me e acho que ele percebeu! Ya... [:D]

Também concordo contigo!

É fundamente compreender tudo e saber transmitir minimamente aquilo que pensamos. Mais pontapé, menos pontapé na gramática, mas é fundamental comunicar correctamente.

Mas pelo que disseste lembrei-me de mim com o meu Francês. Aqui os técnicos é muito raro falarem inglês e eu quando cheguei a francês era um zero... [:D] Agora já consigo comunicar, embora às vezes tenha que pedir para dizerem de outra forma as coisas...
 
Queria agradecer a todos os que têm ajudado a minha amiga annlee, deste fórum só podia esperar uma recepção bem calorosa. Eu bem lhe disse para se juntar a comunidade.

Bem-vinda annlee [;)]

Beijinhos
 
É fundamental ter um bom nível de inglês. Mas não é preciso ser perfeccionista neste ponto. Claro que depende da função, se for comercial, gestor de produto ou mercados, etc em que a comunicação é o mais importante convém ter um nível muito bom. De resto se a nossa função for mais técnica e o inglês servir apenas como comunicação entre colegas desde que haja uma correcta transmissão de ideias e compreensão é o suficiente.

Vejo aqui pessoas que falam muito bem inglês em posições baixas e outras que não falam bem com bons cargos. Se sou engenheiro avaliam-me pelas minhas competências técnicas e não pela perfeição na comunicação.

Eu sou secretaria executiva de uma multinacional Americana , no meu caso o Inglês é fundamental.
Mas só entrei nesta empresa porque tinha no currículo um curso avançado de Inglês.
Mas lá está , tens de ponderar o que pretendes para o teu futuro.
 
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