Hoje, o meu carro de aluguer é...

O "problema" será sempre o barulho dele quando apanhas um terreno inclinado. Há quem se habitue e quem não.
Para quem não use muito o rádio, pode acabar por ser algo incomodativo.

Eu também achei que me ia incomodar, mas ao fim de 6 dias até achei alguma piada.

Tu nunca te conseguiste adaptar, certo?
 
Para quem não use muito o rádio, pode acabar por ser algo incomodativo.

Eu também achei que me ia incomodar, mas ao fim de 6 dias até achei alguma piada.

Tu nunca te conseguiste adaptar, certo?
Não me habituei aquilo, apesar de reconhecer que aos preços do combustível de hoje em dia era muito bom financeiramente usa-lo agora.

Fez-me média de 4 nos 21000kms que o tive.
 
Testei há pouco tempo o Corolla Cross 2.0 e o novo Rav4 2.5 PHEV. Nestes a CVT passa mais despercebida, e então no Rav4 só mesmo em acelerações vigorosas ou em modo Sport, porque de resto o carro privilegia o motor eléctrico. Mesmo no Corolla 2.0 gostei bastante de andar com ele, só não o comprei por causa do preço. Era mesmo o motor que eu queria...
 
Acredito que com o 2.0 ou o 2.5 a coisa melhore por que o motor tem bem mais cavalos, mas com o 1.8 de 97cv, aquilo em terreno inclinado era complicado.
 
1 semana e 1119km com um Yaris Cross HEV e estou completamente surpreendido.

Tive à escolha Opel Corsa, Frontera auto, Mokka manual, Grande Panda manual e este Yaris Cross e de imediato escolhi este porque saberia que seria o mais económico e porque queria experimentar este motor.

Sempre tive imensas dúvidas em relação a estas mecânicas, pela caixa estilo CVT e pelo facto de ser barulhento em aceleração e subida e pensei que não ia gostar.

Pontos fortes:
++ integração entre o motor elétrico e o motor a combustão: a entrada em funcionamento do motor a combustão nunca é brusca e o carro sempre que pode desliga o motor e isso às vezes acontece durante bastantes km (muito mais do que imaginei).

++ consumos: fiz uma utilização mista, com alguma cidade, muita nacional de montanha entre os 50 e os 80 (às vezes 90) e pouca AE (dentro dos limites, ou seja 114 ou 134 de CC). Na estrada andei até 20km/h acima do limite a acompanhar o fluxo de trânsito local. Não evitei acelerações a fundo em ultrapassagens e retomas ou entradas rápidas em AE. Com isto tudo, o carro fez 3,8L de CB (andava nos 3,4-3,6 antes de começar a fazer AE) e deu 4,00L nas contas à mão. Isto com a gasolina SC95 a preço fixo de 1,67€/L, fez com que as deslocações ficassem muito em conta, menos de 7€ aos 100. Muito muito surpreendido, esperava no melhor dos cenários algo em torno dos 5L/100km.

+ silêncio e tranquilidade da condução sobretudo em cidade, pelo uso do modo EV.

+ modo B da caixa: pelo facto de circular muito em EV, acaba por ficar um pouco solto e obrigar a usar muito o travão. Ao usar o modo B, temos o travão-motor que ao mesmo tempo trava o carro e regenera a bateria. Usei muito em descidas em serra e em aproximação a rotundas e semáforos.

+ CC adaptativo: nunca tinha experimentado e adorei. Usei em filas de trânsito, na nacional e em AE.

Pontos negativos:
- conforto: SUV do segmento B numa das versões mais básicas com jante pequena, esperava que fosse mais mole. Dado que andei sempre em estradas ótimas, acabou por não ser um problema e, por outro lado, manteve a compostura em curva, sem adornar muito, o que foi bom.

- ruído do motor: o motor 1.5 3 cilindros de facto faz-se ouvir muito. Penso que é um motor já de base ruidoso, que se ouve a partir das 2000rpm. Acho que com uma melhor insonorização seria possível melhorar isto. Convém usar o rádio, se o ruído fizer confusão. Apesar de todo o ruído, consegui ativar o conta-rotações e vi que numa utilização normal não é preciso levar o carro além das 3000-3500rpm (embora pelo ruído pareça que está a fazer 5000 ou 5500rpm)

Nota: 8,5/10


Desfiz os preconceitos em relação a estes motores. É certo que andei mais devagar do que costumo andar em Portugal, mas ao contrário do que pensava, era capaz de comprar algo deste género em Portugal, mas iria sempre procurar ir para um segmento superior com melhor insonorização e com um motor de 4 cilindros.

Estou a ficar velho e acomodado.
Também tenho curiosidade com esse carro.

A cx CVT se se andar em regimes intermédios é suportável, aliás para o utilizador comum até cumpre bem.

Recentemente experimentei um Lexus RX 450+ e o novo RAV4, ambos porreiros, gostei mais do Lexus. Mas são carros de 300 cv PHEV com uma parte eléctrica forte e a parte ICE razoável, diluem um bocado a "questão" da cx
 
Já agora, partilho aqui a minha recente experiência com um Fiat Grand Panda.

Alugado numa ilha grega, acabou por ser 3x mais caro do que o que tinha reservado, mas por causa de um erro nosso, em que a minha mulher deu o cartão na reserva e depois a ideia era ser eu a conduzir, tivemos que cancelar a reserva inicial de 215 euros (1 semana) e alugar no momento e noutra rent a car por 550 mais 65 para condutor adicional e quase 100 de custos de cancelamento da outra reserva. Ou seja ficou por mais de 700 euros ....:mad:

O carro. Pequeno, muito giro e quase novo (tinha 2.400 km), espaço interior razoável (bom, se considerarmos as dimensões exteriores) e boa mala. O motor é o 1.2 de 3 cilindros Peugeot na sua versão mais modesta, com 100 cv e cx manual.

Sendo um Fiat, teve alguns bugs, a chave só abria na fechadura não devia ter pilha para abrir à distância, havia algumas funcionalidades do carro que não funcionavam, por exemplo não se conseguia ter acesso à memória parcial dos consumos, médias, etc.,

Outra coisa chata é que não há conta-rotações ... :cautious:

Coisas boas, apple car play, suspensão competente, alguma altura (não é um carro baixinho), interiores jovens e irreverentes (y)

Cumpriu muito bem num contexto de estradinhas de montanha quase constante, com ganchos de 2ª e com boa vontade até 1ª, portanto muita troca de cx e muita, muita curva. O motor é razoável, peca por ser um bocadinho preguiçoso antes do turbo fazer a sua magia.

Consumos na casa dos 8

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