Obviamente que não declarava nada mesmo que fosse familiar directo e não tivesse de pagar impostos nenhuns nem o de selo, mas eles não têm nada que saber da minha vida! Todos os dias há vários voos directos para Genéve e Zurich, aí ou se trata do assunto localmente ou se aluga um carro, ou, melhor ainda!, se apanha um trem para Vaduz e se passa lá uns dias a visitar as montanhas, ver as vistas, beber umas bjecas e se faz uma visita de meia-hora a um qualquer banco para depositar lá umas notas.
Depois à noite vai-se comer uns belos bifes de veado ou um fondue de carne de vaca, bem acompanhado por um belo vinho italiano (porque os vinhos portugueses serão raros nos restaurantes... isso de vinho bom português só em casa de emigrantes!).
Depois ficas com tempo para pensar se realmente tens interesse em mandar vir algumas notas para este país, ou mudar mesmo de país! Nem que seja para o outro já aqui ao lado onde tudo funciona melhor, ninguém faz perguntas parvas e até também precisam de investimento estrangeiro. Coisa que Portugal se orgulha de estar novamente só (tais tempos do Salazar que aqui já ninguém se deve lembrar) e não precisar... pelo menos as acções levam a crer tal!