caditonuno
Membro histórico
pareceu-me uma entrevista muito honesta e humana.
[h=2]Seedorf confessou amor pelo Brasil... em português[/h] Internacional holandês revelou que quando tinha dez anos chorou depois de ver o Brasil ser afastado pela França no Mundial de 1986.
Depois da chegada memorável e da festa de apresentação no Botafogo, Seedorf concedeu esta segunda-feira a primeira entrevista coletiva como jogador do Botafogo.
O novo número 10 alvinegro confessou a paixão pelo Brasil. "Quando tinha dez anos chorei quando o Brasil saiu do Campeonato do Mundo [1986, no México, quartos-de-final contra a França, nas grandes penalidades]. No Suriname, as pessoas torcem por duas equipas: Holanda e Brasil. Cresci com o Brasil na minha vida. Joguei em Madrid e era companheiro de quarto do Roberto Carlos. Foram quatro anos e nunca vi alguém falar tanto quanto o Roberto (risos). Ali aprendi a falar português. Venho direto nas férias. O Brasil está no meu coração", afirmou em português fluente.
O internacional holandês, de 36 anos, admitiu que ficou impressionado com a euforia dos adeptos do Botafogo desde que chegou ao Rio de Janeiro. "Os primeiros momentos no Rio foram emocionantes, é um motivo de orgulho ser recebido assim no país que produziu os melhores jogadores do mundo. A torcida é maravilhosa, agradeço o carinho que recebi. O Botafogo tem que sonhar com títulos, sonhar alto", considerou.
Seedorf revelou ainda que ele e sua mulher, Luviana, eram simpatizantes do Flamengo, mas prometeu empenho com a camisola do Botafogo diante de todos os rivais. "Sempre fui simpatizante do Flamengo por causa do Zico, o meu ídolo. Mas essas coisas são normais, eu gostava do Milan e joguei no Inter. Hoje sou do Botafogo, respeitando todos as outras equipas. Tenho simpatia por vários clubes do mundo. A minha mulher nunca foi a um jogo do Flamengo, mas cresceu numa época em que eles ganhavam muito e simpatizou com o clube. Mas hoje ela, a minha família e os meus filhos torcem pelo Botafogo", garantiu.
[h=2]Seedorf confessou amor pelo Brasil... em português[/h] Internacional holandês revelou que quando tinha dez anos chorou depois de ver o Brasil ser afastado pela França no Mundial de 1986.
Depois da chegada memorável e da festa de apresentação no Botafogo, Seedorf concedeu esta segunda-feira a primeira entrevista coletiva como jogador do Botafogo.
O novo número 10 alvinegro confessou a paixão pelo Brasil. "Quando tinha dez anos chorei quando o Brasil saiu do Campeonato do Mundo [1986, no México, quartos-de-final contra a França, nas grandes penalidades]. No Suriname, as pessoas torcem por duas equipas: Holanda e Brasil. Cresci com o Brasil na minha vida. Joguei em Madrid e era companheiro de quarto do Roberto Carlos. Foram quatro anos e nunca vi alguém falar tanto quanto o Roberto (risos). Ali aprendi a falar português. Venho direto nas férias. O Brasil está no meu coração", afirmou em português fluente.
O internacional holandês, de 36 anos, admitiu que ficou impressionado com a euforia dos adeptos do Botafogo desde que chegou ao Rio de Janeiro. "Os primeiros momentos no Rio foram emocionantes, é um motivo de orgulho ser recebido assim no país que produziu os melhores jogadores do mundo. A torcida é maravilhosa, agradeço o carinho que recebi. O Botafogo tem que sonhar com títulos, sonhar alto", considerou.
Seedorf revelou ainda que ele e sua mulher, Luviana, eram simpatizantes do Flamengo, mas prometeu empenho com a camisola do Botafogo diante de todos os rivais. "Sempre fui simpatizante do Flamengo por causa do Zico, o meu ídolo. Mas essas coisas são normais, eu gostava do Milan e joguei no Inter. Hoje sou do Botafogo, respeitando todos as outras equipas. Tenho simpatia por vários clubes do mundo. A minha mulher nunca foi a um jogo do Flamengo, mas cresceu numa época em que eles ganhavam muito e simpatizou com o clube. Mas hoje ela, a minha família e os meus filhos torcem pelo Botafogo", garantiu.