Fórmula 1 2022

A questão é que nunca se sabe bem o que é mérito ou culpa do carro ou do piloto, tirando casos óbvios como o Max.

O historial do Alonso mostra que ele culpa sempre o carro quando não atinge os seus objetivos ao contrário de pilotos como o Vettel que são mais humildes.

Esta propaganda do "El Plan" é para ele depois diz que fez tudo mas que não teve carro para o acompanhar, como sempre.
Não é uma regra mas... só mesmo dentro da equipa é que se conseguem fazer essas comparações mas aí sempre aparecem as teorias da conspiração de que o material de um não é igual ao do outro...etc etc etc...

A dupla da Alpine junto com a da Ferrari e Alfa terão sido das mais equilibradas o ano passado.
 
Eu creio que o Alonso se foi apercebendo que essa imagem (sendo verdadeira ou não) o vinha a prejudicar bastante e tem vindo a alterar essa postura. Ainda assim, sou da opinião que as pessoas dificilmente mudam... o gajo diverte-se mais um ano e abre caminho para a malta nova.
 
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Valência - 1.2.2010 W01.

Estreia do Schumacher na Merc F1
 
A questão do DRS é pertinente, pois com estas alterações todas o mais provável é termos de volta a eficácia do DRS quando se estreou, ou seja, era demasiado fácil ultrapassar, dava uma vantagem absurda.

Se isto acontecer, não estou a ver com estas regras as equipas evoluírem no sentido de contrariar o poder do DRS.

Se se verificar que o DRS tem eficácia exagerada limitam o angulo de abertura até encontrarem um equilíbrio.
 
Tb não exageremos quanto à novidade do efeito solo.

Primeiro todos os carros desde a década de 70 tem algum grau de "efeito solo".

O que tem sido diferente é o grau de apoio que as regras vigentes a certa altura permitem e obviamente a evolução da técnica.

Basta ver que um cortezinho nas pontas do fundo plano em 2021 alterou completamente o equilíbrio dos monolugares.

As regras de 2022 aplicam de facto um principio em que a carga que vem do fundo é mto maior do que a das asas na comparação com 21, fruto de um conceito diferente, mas em que diversas iterações já foram usadas.

Chamemos-lhe assim efeito solo puro.

Não deixam porém de ser questões aerodinâmicas em que as equipas de F1 se especializaram há décadas.

Mto ajudadas pela cada vez maior capacidade dos programas informáticos e da evolução dos tuneis de vento vão de certeza sair já máquinas mto evoluídas e com grau de andamento muito grande na comparação com as regras anteriores.

Se mais ou menos rápidos não sei, mas não ficariam surpreendido se as diferenças a esse nivel forem bastante pequenas.
 
Última edição:
Tb não exageremos quanto à novidade do efeito solo.

Primeiro todos os carros desde a década de 70 tem alguma coisa de efeito solo.

O que tem sido diferente é o grau de apoio que as regras vigentes a certa altura permitem e obviamente a evolução da técnica.

Basta ver que um cortezinho nas pontas do fundo plano em 2021 alterou completamente o equilíbrio dos monolugares.

As regras de 2022 aplicam de facto um principio em que a carga que vem do fundo é mto maior do que a das asas na comparação com 21, fruto de um conceito diferente, mas em que diversas iterações já foram usadas.

Não deixam porém de ser questões aerodinâmicas em que as equipas de F1 se especializaram há décadas.

Mto ajudadas pela cada vez maior capacidade dos programas informáticos e da evolução dos tuneis de vento vão de certeza sair já máquinas mto evoluídas e com grau de andamento muito grande na comparação com as regras anteriores.

Se mais ou menos rápidos não sei, mas não ficariam surpreendido se as diferenças a esse nivel forem bastante pequenas.

Basicamente o valor do "empurrar" aerodinâmico é igual, só que esse valor agora é superior no fundo plano do carro e inferior nas asas.
 
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