Financiamento Volvo Options

aml

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Gostava de saber a vossa opinião relativamente a este tipo de financiamento disponviel nos concessionários Volvo:

Volvo Options - Local - Campaigns - www.volvocars.com/pt

No caso do XC 60 DRIVe:

XC60 2.4D FWD DRIVe
entrada de 25%
Valor final minimo garantido de 53%
prestação de 486,30 € durante 25 meses
(4)


(4) XC60 2.4D DRIVe FWD: 486,29 € *​
*Valor calculado para um Volvo XC60 2.4D DRIVe FWD, em Volvo Options a 24 meses, com Entrada Inicial de 9.995,83 €, Montante Financiado de 29.987,49€,VFMG de 22.768,96 € e TAEG de 8,085%. Válido para matrículas até 31 de Agosto de 2009. Não inclui despesas de preparação e legalização."


Ou seja:
9998.83 (entrada) + 12157.5 (25 prestações)= 22156€

Quer isto dizer que ao fim de dois anos teremos pago pelo carro 22156€. Nessa altura, o carro vai ser avaliado e terá um valor de pelo menos 22.768,96€ e aí temos 3 opções:
1. compramos o carro pelo valor da avaliação
2. optamos por não comprar e o stand fica com o carro
3. optamos por adquirir outra viatura e o valor da avaliação do carro reverte para a compra da nova viatura...

Foi isto que percebi pela conversa mantida com um vendedor e amanha, altura em que vou aproveitar fazer um test drive irei confirmar todos os detalhes...

Penso que a opção 1 e 3 serão duas boas opções... digam lá de vossa justiça apr:)
 
Gostava de saber a vossa opinião relativamente a este tipo de financiamento disponviel nos concessionários Volvo:

Volvo Options - Local - Campaigns - www.volvocars.com/pt

No caso do XC 60 DRIVe:

XC60 2.4D FWD DRIVe
entrada de 25%
Valor final minimo garantido de 53%
prestação de 486,30 € durante 25 meses
(4)


(4) XC60 2.4D DRIVe FWD: 486,29 € *​
*Valor calculado para um Volvo XC60 2.4D DRIVe FWD, em Volvo Options a 24 meses, com Entrada Inicial de 9.995,83 €, Montante Financiado de 29.987,49€,VFMG de 22.768,96 € e TAEG de 8,085%. Válido para matrículas até 31 de Agosto de 2009. Não inclui despesas de preparação e legalização."


Ou seja:
9998.83 (entrada) + 12157.5 (25 prestações)= 22156€

Quer isto dizer que ao fim de dois anos teremos pago pelo carro 22156€. Nessa altura, o carro vai ser avaliado e terá um valor de pelo menos 22.768,96€ e aí temos 3 opções:
1. compramos o carro pelo valor da avaliação
2. optamos por não comprar e o stand fica com o carro
3. optamos por adquirir outra viatura e o valor da avaliação do carro reverte para a compra da nova viatura...

Foi isto que percebi pela conversa mantida com um vendedor e amanha, altura em que vou aproveitar fazer um test drive irei confirmar todos os detalhes...

Penso que a opção 1 e 3 serão duas boas opções... digam lá de vossa justiça apr:)

Não reverte porque o carro não é teu, a menos que tenhas pago os 22.768,96€, e ai acaba por ser indiferente.

Isto é igual ao já conhecido Ford Options.

Daqui a 2 anos está o mercado de usados inundado com Volvos ao preço da uva mijona, tal como acontece agora com os Focus.
 
Pode ser um excelente negócio, com bastante valorização no futuro, ora vejam se a Volvo for à falência acabam de adquirir os ultimos modelos da marca, que daqui a 30 anos serão peças raras de museu.
 
Não reverte porque o carro não é teu, a menos que tenhas pago os 22.768,96€, e ai acaba por ser indiferente.

Isto é igual ao já conhecido Ford Options.

Daqui a 2 anos está o mercado de usados inundado com Volvos ao preço da uva mijona, tal como acontece agora com os Focus.

Quem me dera que tivessem feito muitos contratos desses com os C30.

O preço no mercado de usados ainda é escandaloso, não baixa dos € 22.000.
 
Primeiro, o que eu vejo aí de garantido é que o carro te vai custar 22.156 euros em 2 anos, à espectactular média de 11.078 euros por ano.

Segundo, acho giro a figura do valor mínimo garantido. É que se tens de pagar o valor da avaliação para ficar com o carro, e ele for avaliado por um valor superior, o que é garantido é que pagas ainda mais do que o valor mínimo.

Terceiro, como já foi notado, se não pagares o valor residual para ficar com o carro, ele não é teu, logo deste 22.156 euros para andar com o carro 2 anos e se quiseres comprar outro já não tens nenhuma entrada para dar.

Suponho que sai mais barato pedir um empréstimo ao banco...
 
Engenharia Financeira

Engenharia Financeira

Como todos os casos em que começa a haver muitas variáveis num negócio, o potencial para ele ser ruinoso aumenta exponencialmente.

É como os tarifários de telecomunicações móveis em que as variáveis são tantas que só se pode verdadeiramente saber se um tarifário é de facto mais barato com o conhecimento ao pormenor do consumo do cliente. resultado: O mais comum é o consumidor comprar gato por lebre [8b]

O que as financeiras automóveis estão a fazer em conjunto com as marcas é dourar a pilula para que pareça apetecivel, senão vejamos:

O cliente dá 25% no inicio, que lhe são facturados provávelmente como "1º aluguer". Se mais tarde houver problemas esse dinheiro não é uma caução reembolsável.
A viatura pertence à financeira porque provávelmente trata-se de um renting e o cliente é apenas o "utilizador" desta. No entanto os impostos e manutenção correm por conta dele.
No final o cliente pode comprar a viatura por um valor elevado (se considerarmos a tendência sustentada de perda de valor dos usados) ou em alternativa entregar a viatura e comprar outro idêntico e recomeçar o ciclo. Se decidir optar pela entrega, são por conta do cliente os custos associados com recondicionamento da viatura e, em alguns casos de contratos com kilometragem fixa, os kilometros em excesso.[:vm)]

Na minha opinião chama-se dar bolos a tolos, mas cada um é como cada qual, desde que depois viva com as escolhas que faz e não se chore.
 
É o novo formato do dinheiro fácil...

Também anda aí um outro esquema que parece dinheiro
fácil, mas não é tão enganador quanto estas "options"...

Trata-se de prestações muito baixas no 1º ano, baixas no
2º, altas no 3º, e altíssimas nos 4º e 5º anos.
 
É o novo formato do dinheiro fácil...

Também anda aí um outro esquema que parece dinheiro
fácil, mas não é tão enganador quanto estas "options"...

Trata-se de prestações muito baixas no 1º ano, baixas no
2º, altas no 3º, e altíssimas nos 4º e 5º anos.

O que nesta altura então é mesmo bom (not) pois quando chegar ás
prestações altíssimas, provavelmente já a economia arrebitou e os
juros estão lá em cima, juntando duas (ou mais) prestações
astronómicas!
 
Colocaram-me essa hipótese quando comprei a minha V50 e eu achei muito mau negócio, considero o crédito normal, melhor. O preço que dão pelo carro ao fim dos dois anos é muito baixo, porque esse dinheiro ficaria perdido, se vendesse a carrinha ao fim de dois anos dariam mais.

Eu dei uma entrada, fiquei com uma prestação fixa, e vou abater quando achar conveniente, e a carrinha é minha. Devia pedir o crédito normal e comparar. Há um crédito com algum valor residual, muito melhor que a proposta que mostra aqui. [;)]
 
Como todos os casos em que começa a haver muitas variáveis num negócio, o potencial para ele ser ruinoso aumenta exponencialmente.

É como os tarifários de telecomunicações móveis em que as variáveis são tantas que só se pode verdadeiramente saber se um tarifário é de facto mais barato com o conhecimento ao pormenor do consumo do cliente. resultado: O mais comum é o consumidor comprar gato por lebre [8b]

O que as financeiras automóveis estão a fazer em conjunto com as marcas é dourar a pilula para que pareça apetecivel, senão vejamos:

O cliente dá 25% no inicio, que lhe são facturados provávelmente como "1º aluguer". Se mais tarde houver problemas esse dinheiro não é uma caução reembolsável.
A viatura pertence à financeira porque provávelmente trata-se de um renting e o cliente é apenas o "utilizador" desta. No entanto os impostos e manutenção correm por conta dele.
No final o cliente pode comprar a viatura por um valor elevado (se considerarmos a tendência sustentada de perda de valor dos usados) ou em alternativa entregar a viatura e comprar outro idêntico e recomeçar o ciclo. Se decidir optar pela entrega, são por conta do cliente os custos associados com recondicionamento da viatura e, em alguns casos de contratos com kilometragem fixa, os kilometros em excesso.[:vm)]

Na minha opinião chama-se dar bolos a tolos, mas cada um é como cada qual, desde que depois viva com as escolhas que faz e não se chore.


Não me lembro já de todos os pormenores, porque já comprei a carrinha mais ou menos à 10 meses, mas é basicamente o que refere neste seu post. Foi essa analise que fiz quando comprei a minha V50. [;)]
 
O que nesta altura então é mesmo bom (not) pois quando chegar ás
prestações altíssimas, provavelmente já a economia arrebitou e os
juros estão lá em cima, juntando duas (ou mais) prestações
astronómicas!

É bem previsível que as taxas voltem a valores altíssimos
lá para 2011. De certeza que na retoma económica as
empresas vão querer recuperar as perdas actuais, ou seja,
aumenta inflação... aumentam taxas. Certo e sabido.

E nessa altura vai doer, porque é bem capaz de ser mais
prolongado que foi desta vez. EURIBOR a 5% é lixado...
vamos lá ver onde vai chegar com a retoma...
 
Não sou expert nesta matéria, por isso coloquei este post a pedir opinião de quem possa estar mais informado... agora, sei perfeitamente que ninguém anda aí a dar nada a ninguém...
Partindo do principio que nao se tem os 43k pra dar pelo carro neste momento, pode nao ser de todo um negocio descabido, senao vejamos:

9998.83 (entrada) + 12157.5 (25 prestações)= 22156€
+ valor final 22.768,96
Total: 44924€

Isto partindo do principio que o valor final a pagar seriam apenas os 22768€ e estaria interessado em adquirir a viatura no final dos 2 anos (amanha vou esclarecer melhor este ponto)... partindo deste pressuposto, o carro fica mais caro 2000€, em dois anos; por outro lado, se pagar agora a viatura a pronto e tiver de a declarar no IRS no final do ano, qual vai ser a diferença no calculo do mesmo? Presumo que não sejam uns tostões...

Eu sei, bom bom é pagar a pronto! Mas contas feitas, também não me parece um roubo de Igreja! digo eu não sei...
 
Não reverte porque o carro não é teu, a menos que tenhas pago os 22.768,96€, e ai acaba por ser indiferente.

Isto é igual ao já conhecido Ford Options.

Daqui a 2 anos está o mercado de usados inundado com Volvos ao preço da uva mijona, tal como acontece agora com os Focus.
Eu também pensava que era assim, até porque convém ver a situação do seguro, se obriga à subscrição de um danos próprios.

Mas tem isto no site da Volvo

Volvo Options
O Volvo Options é um sistema inovador que lhe permite conduzir um Volvo novo em cada 2 ou 3 anos, tendo sempre acesso aos últimos modelos e à tecnologia mais inovadora, pagando menos por mês e reduzindo possíveis despesas de reparação e manutenção, uma vez que está sempre a conduzir um Volvo novo e sob garantia. No final do contrato, a Volvo Car Finance garante-lhe o Valor Futuro Mínimo Garantido (VFMG).

Definição:

Contrato de financiamento assente no Crédito, em que o Cliente durante o contrato não paga integralmente a viatura, ficando por liquidar no final do contrato o Valor Futuro Mínimo Garantido (VFMG), ou seja, o valor mínimo que lhe foi assegurado pela Volvo Car Finance. No final do contrato poderá manter, vender ou trocar a viatura.

Tipo de Contrato: Crédito com reserva de propriedade.

Propriedade da viatura: Cliente

Características:

·Prazos de 2 ou 3 anos.
·Entrada Inicial entre 10% e 25%.
·Exclusivo para Clientes que adquiram o veículo para uso particular.
·Permite a inclusão de serviços complementares, como o Contrato de Serviço Volvo.
·No final do contrato, escolhe a opção que mais lhe convém:

uTrocar por um novo Volvo - Com Volvo Options, pode trocar o seu automóvel por outro, desfrutando sempre de um Volvo novo e reduzindo assim possíveis despesas de manutenção e reparação.
v Ficar com o seu Volvo - Se preferir, pode ficar com o seu Volvo e só terá de pagar o VFMG ou solicitar um financiamento Volvo Car Finance junto do seu Concessionário.
wEntregar o seu Volvo - Terá ainda a possibilidade de devolver o seu Volvo ao Concessionário sem encargos adicionais e sem correr riscos de desvalorização uma vez que a Volvo Car Finance garantiu-lhe o valor da viatura no final do contrato.

Vantagens:


·Elimina os riscos de desvalorização do mercado de automóveis usados, uma vez que a sua viatura terá um Valor Futuro Mínimo Garantido (VFMG) assegurado pela Volvo Car Finance.
·A viatura é legalmente sua desde o primeiro dia.
Options - Opções de Financiamento - Financiamento - Vendas e Serviços - www.volvocars.com/pt
 
Eu também pensava que era assim, até porque convém ver a situação do seguro, se obriga à subscrição de um danos próprios.

Mas tem isto no site da Volvo


Options - Opções de Financiamento - Financiamento - Vendas e Serviços - www.volvocars.com/pt

Isso é porque o DUA - Documento Único Automóvel tem uma
área para uma reserva de propriedade.
Ou seja, o DUA está em teu nome, mas não é teu.
Tens as responsabilidades todas, mas não a propriedade
efectiva.
Por exemplo: não podes vender.

Ou seja: NÃO é teu.
 
Como todos os casos em que começa a haver muitas variáveis num negócio, o potencial para ele ser ruinoso aumenta exponencialmente.

É como os tarifários de telecomunicações móveis em que as variáveis são tantas que só se pode verdadeiramente saber se um tarifário é de facto mais barato com o conhecimento ao pormenor do consumo do cliente. resultado: O mais comum é o consumidor comprar gato por lebre [8b]

O que as financeiras automóveis estão a fazer em conjunto com as marcas é dourar a pilula para que pareça apetecivel, senão vejamos:

O cliente dá 25% no inicio, que lhe são facturados provávelmente como "1º aluguer". Se mais tarde houver problemas esse dinheiro não é uma caução reembolsável.
A viatura pertence à financeira porque provávelmente trata-se de um renting e o cliente é apenas o "utilizador" desta. No entanto os impostos e manutenção correm por conta dele.
No final o cliente pode comprar a viatura por um valor elevado (se considerarmos a tendência sustentada de perda de valor dos usados) ou em alternativa entregar a viatura e comprar outro idêntico e recomeçar o ciclo. Se decidir optar pela entrega, são por conta do cliente os custos associados com recondicionamento da viatura e, em alguns casos de contratos com kilometragem fixa, os kilometros em excesso.[:vm)]

Na minha opinião chama-se dar bolos a tolos, mas cada um é como cada qual, desde que depois viva com as escolhas que faz e não se chore.

Penso que se esteja a misturar conceitos!
Como já foi dito, não é mais do que um Ford Options.

Como tal, é pago um valor de entrada, uma mensalidade durante 25 meses e caso a pessoa queira ficar com o carro tem de pagar o que falta dele. Não me parece que seja complicado.

Neste caso, quando o cliente entrega a viatura, é lhe garantido que é avaliada por X. Exactamente esse X que lhe custa comprar. Ainda não fiz contas, mas no caso do Ford Options compensava quando o cliente tinha o dinheiro para comprar o carro ao fim dos 2 anos (e quando digo tinha, tou a falar em dinheiro vivo e não em creditos).

Isto é mais uma forma de vender um carro a credito e não um leasing.

Logo a parte que esta a vermelho, está completamente errada e pode conduzir as pessoas pensarem que existe mais custos do que aqueles que estão mencionados nos contractos.
 
Isso é porque o DUA - Documento Único Automóvel tem uma
área para uma reserva de propriedade.
Ou seja, o DUA está em teu nome, mas não é teu.
Tens as responsabilidades todas, mas não a propriedade
efectiva.
Por exemplo: não podes vender.

Ou seja: NÃO é teu.
Quando comprei o meu Clio em 2002 fiz um crédito na RCI (o banco da Renault).

O título de propriedade vinha em meu nome com a reserva em nome do stand (por falar nisso, tenho de ir eliminar essa porra!...)

Para vender enquanto durava o crédito teria primeiro que pedir autorização à Renault. Claro que eles só permitiriam depois de pagar o que devia.

Ou seja, isto do Options, ou eu estou a ver mal, ou é como se fosse um crédito com características muito peculiares. Por exemplo, é "partido" em 2: financia-se uma parte a 2 ou 3 anos e depois a marca joga com o VFMG, para o qual pode ser feito outro crédito.

O que eles dizem é que legalmente o carro é do cliente. No meu caso, por exemplo, isso isentava-me de ter que subscrever um "todos os riscos". Mas se o fizesse (como fiz) e houvesse azar, quem recebia a indemnização era eu e não a financeira. Isto podia fazer toda a diferença.

Portanto, parece-me exagerado dizer que o carro NÃO é meu. É meu sim, mas há que ter em atenção determinadas situações enquanto estiver em curso o financiamento, como é óbvio. Para isso é que se faz um contrato, onde essas situações estão descritas.
 
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É o novo formato do dinheiro fácil...

Também anda aí um outro esquema que parece dinheiro
fácil, mas não é tão enganador quanto estas "options"...

Trata-se de prestações muito baixas no 1º ano, baixas no
2º, altas no 3º, e altíssimas nos 4º e 5º anos.

Toda a minha vida profissional tem sido passada à volta de finanças e automóveis, com excepção de uns anos mais próximo da banca.

Já vi estes formatos! O que está a acontecer no financiamento auto já aconteceu na habitação.

Quantos já pararam para fazer um conta simples: Quantos ordenados custa uma casa hoje em dia? Quantos Portugueses têm 150.000,00 ou 200.000,00 para pagar uma casa mediana? Os bancos sentiram esta dificuldade há dez anos e encontraram estas mesmas soluções. Contratos com rendas crescentes, prazos longos e valores finais de 20% (esta última mais recente. De tal forma que comprar casa hoje, não é comprar... é alugar com impostos e manutenção por conta do próprio.

Para si que iniciou o tópico: Com todo o respeito digo-lhe que Me lembra vagamente uma ex-namorada que tive. pedia-me opinião mas na realidade queria apenas que eu validasse aquilo que já tinha decidido. Parece-me que no seu intimo Vc já escolheu. Já aceitou o negócio. Já pensou "eu consigo" e "isto até pode ser bom". Provávelmente irá fazê-lo. A minha parca opinião é a de que vai sentir-se cruelmente embarrilado no futuro próximo, mas também nunca vi a razão levar a melhor à paixão num argumento, portanto... Boa sorte e votos de que corra tudo bem.[;)]
 
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