Fim das Praxes?

A questão é existir punição para quem a desrespeitar aquilo que está legislado e proibido: de certeza que muitos vão pensar duas vezes...

Já se o pode fazer e não é preciso mais um regulamento ou Leis.

E para acabar com esta fantochada de vez, basta dizer NÃO ! E não ter medo de o dizer.
 
Como em qualquer legislação, estará sujeita a falhas. A questão é existir punição para quem a desrespeitar aquilo que está legislado e proibido: de certeza que muitos vão pensar duas vezes...

"sujeito a falhas" é uma forma simpática de dizer.
Se o que despoleta a legislação é a morte de 6 pessoas, mortes essas que se repetiriam com as novas leis, diria que é mais do que uma simples "falha".

Não se pode legislar contra um grupo de amigos irem passar um fim de semana fora.
 
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Vou começar por dizer que rapidamente não leva acento e que associações não se escreve da forma abortiva como fizeste, mas adiante.

As praxes geram milhões?

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Há gente que calada é poeta!

Sim, as associações de estudantes têm dinheiro, normalmente o orçamento deles vem da universidade e cotas e não de festas (poucas vezes dão lucro!), não vem dos trajes (que são vendidos em lojas), os kits de caloiros não são vendidos aos caloiros, mas sim OFERECIDOS!

Se soubesses um pouco acerca do trabalho de uma associação de estudantes, não tinhas perdido tempo a escrever este comentário tão oco de conteúdo...mas também não vou ser eu que te vou explicar.

Sim?

Aqui vão alguns elementos para ajudar ao debate:

Entradas no Ensino Superior Público na primeira fase de 2013 (este ano lectivo):
http://downloads.expresso.pt/expressoonline/Excel/cna_13_1f_resultados.xlsx

Só no Porto (de onde se falou) entraram 6380 novos alunos (caloiros). Com a segunda fase, as transferências e outros, o número deve ter chegado aos 7000.
Perceberam a dimensão real do Ensino Superior?


Se a Queima não é para dar um lucro brutal qual a razão de regulamentos como este?

http://www.fap.pt/fotos/editor2/regulamentobarraquinhas.pdf
Tudo o que as associações vendem nas barraquinhas tem de ser comprado à FAP ("Federação Académica").

Percebem porque é que no ano passado, mesmo com um estudante morto a tiro, a "cervejola" tinha de se continuar a vender?
Enquanto este ano o "luto é de silêncio", no ano passado "o luto era mais barulhento".

É claro que nas associações de estudantes, a maioria nada lá por "amor à camisola" e/ou "inocência" e só uma pequena parte é que "mete as unhas", mas mete e bem.

É claro que as associações não têm lucro, quem tem o lucro são uns poucos lá dentro.

Já pensaram na clientela assegurada que os bares da AE's têm, e que estes bares não pagam nada pelo espaço e este é cedido gratuitamente pelas instituições? E as máquinas de "vending" existentes também costumam "ser das AEs"....



E essa de haver Conselhos de Praxe, para que tudo corra bem, e não saia dos "eixos" é fabulosa!

Um exemplo: na serenata da queima no Porto em 2012, andaram à "porrada" com o Grupo de Fados do Orfeão Universitário do Porto:

Orfeão quer justiça após incidentes na serenata do Porto - JN
JPN: Queima 2012: Orfeão considera recorrer à justiça depois de incidentes na Serenata
Notas&Melodias: Notas ao Magnum e Serenata do Porto
Janela das Cinco Ideias: Praxe & Pancadaria

Estavam lá todos e mais alguns, e mesmo com os pais dos estudantes a ver, e foram eles que se portaram mal.

E agora vão ser eles a "tomar conta da praxe", para que não "corra nada mal"?
 
Mais uma praxe:

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A diferença de uma praxe para esse episódio da TVI, é que o segundo se rege por um contrato assinado pelo concorrente. Só aqui, e em termos legais, não há hipótese. [:p]
 
"sujeito a falhas" é uma forma simpática de dizer.
Se o que despoleta a legislação é a morte de 6 pessoas, mortes essas que se repetiriam com as novas leis, diria que é mais do que uma simples "falha".

Não se pode legislar contra um grupo de amigos irem passar um fim de semana fora.

Este extremo só aconteceu, porque não há controlo rigorosamente nenhum, se existir algum as coisas necessariamente acalmam. Tu ao colocares regras de codigo da estrada, estas a prevenir um conjunto de atitudes e a diminuir a sinistralidade...mas não vais conseguir impedir uns quantos de fazerem street racing.
 
Este extremo só aconteceu, porque não há controlo rigorosamente nenhum, se existir algum as coisas necessariamente acalmam. Tu ao colocares regras de codigo da estrada, estas a prevenir um conjunto de atitudes e a diminuir a sinistralidade...mas não vais conseguir impedir uns quantos de fazerem street racing.

não tem nada mesmo a ver esse exemplo. O street racing acontece na estrada, é visível, é punível.
Agora como é que regras iriam evitar o que se passou a estas pessoas? São amigos que foram passar um fim de semana fora.

É triste perder assim pessoas mas era bom que houvesse a vontade de perceber algumas coisas.Que aquelas pessoas estavam super contentes de ali estar, que estavam de livre vontade e que deviam ter algum bom senso de não ir para um sitio daqueles á noite. Foi uma fatalidade, simplesmente.
Pessoalmente acho mais grave as outras praxes que pautam pela humilhação de pessoas, muitas vezes deslocadas do seu meio que se calhar não têm a força mental para dizer "não". Os falecidos já estavam noutra parte de praxe completamente diferente.
 
Nao é por terem um contrato que isso é menos cruel ou ridículo como algumas praxes.

Eu acho que é mais ridículo...fazê-lo por dinheiro.

Quem o faz pela amizade, pela diversão, pelo grupo, já são bandidos e tem de se acabar com isso!

Há um contrato assinado, e no fim podem ganhar dinheiro? A TVI faz dinheiro que se farta em emitir essas parvoíces? Tudo bem! Espectácle!
 
A praxe mais violenta a que assisti...

Com certeza que estes caloiros ficaram marcados para a vida...se não psicologicamente, fisicamente é certo!

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Só quero perguntar uma coisa.

Uma pessoa "forte" (para não ferir susceptibilidades) a passar por cima dos caloiros contribui de que forma para uma integração?
 
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