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Nem a porcaria de um Tonale congelado desde 2019 conseguiam lançar, bloqueado na prateleira e já completamente ultrapassado (mesmo à luz de 2019). A própria Stellantis esteve no vai não vai de nem sequer o lançar e esperar 2 anos e já vir com a STLA medium e tecnologia...PSA. Só veio como os números esperados pelo clone Hornet talvez validem a coisa. Ao invés do pato morto que é o Tonale na Europa (e que as vendas bem o demonstram, não descolam e são marginais).
L'Alfa Romeo alza il primo lembo del velo di "non detto" che circonda il suo prossimo modello di serie, la B-Suv imparentata con Jeep Avenger e Fiat 600, e ne fornisce quella che rappresenta a tutti gli effetti la sua prima prova d'esistenza in vita. Si tratta di un breve filmato pubblicato sui suoi canali social, nel quale per la verità non si vede niente di concreto, ma che accompagna un testo chiaramente riferito alla piccola crossover.
Ainda antes da fusão, a PSA já tinha há muito percebido o contexto. A par da Volvo (e da BMW) foram os únicos que perceberam que precisavam de apostar em plataformas multi-energia como transição de negócio ou fazer uma gama paralela electrificada (VW, Mercedes, Renault). Já a Fiat estava bloqueada e sem fundos para desenvolver o que quer que seja.
A FCA Europa está sem tusto há anos e vive/via de um modelo chamado 500 cujo lançamento foi em 2007 com base em tecnologia de 2003.
A única coisa que valia na FCA como um todo era, por ordem de volume lucros e potencial, a Jeep, RAM e, depois, a Fiat Brasil.
Quando falamos em Fiat no universo do grupo há muito que nos últimos 20 anos a única Fiat que dava dinheiro e tinha volume era o negócio do Brasil. Gama europeia limitada a um modelo e vendas de Pandas no mercado italiano, tudo datado e a precisar de uma volta de 180 graus.
O negócio europeu é/era uma liability há anos. Sobretudo após venderem todos os anéis (Ferrari, Magneti Marelli) que mantinham o cash e ter ficado o lixo com um R&D já decrépito, patente bem nas gamas da Fiat e da Alfa dos últimos anos. Particularmente visível em exemplos como a péssima gestão do potencial do Stelvio/Giulia ao não terem desenvolvido qualquer tipo de electrificação, essencial há pelo menos 5-6 anos no segmento mas que passou ao lado.
E por muito que custe aos amantes da marca, é engraçado ver que bastou 2 ou 3 anos de gestão PSA e de literalmente fazer Fiats com tecnologia PSA...que a coisa melhorou logo, a olhos vistos.
Nem a porcaria de um Tonale congelado desde 2019 conseguiam lançar, bloqueado na prateleira e já completamente ultrapassado (mesmo à luz de 2019). A própria Stellantis esteve no vai não vai de nem sequer o lançar e esperar 2 anos e já vir com a STLA medium e tecnologia...PSA. Só veio como os números esperados pelo clone Hornet talvez validem a coisa. Ao invés do pato morto que é o Tonale na Europa (e que as vendas bem o demonstram, não descolam e são marginais).
Nem sequer havia quaisquer outros modelos na calha (o Centoventi era pouco mais que uma maquete, não havia qualquer engenharia desenvolvida para produção próxima em tempo útil, um mar de ideias sem qualquer realidade digno de uma start-up qualquer à espera de investidores).
A única coisa minimamente actual que a FCA Europa tinha disponível era o 500 eléctrico com limitações técnicas enormes para qualquer expansão da gama e ou aplicações a outros veículos e outras marcas porque a plataforma não era escalável e já estava limitada pela adaptação que é/era.
Tudo o resto desse belo R&D da FCA Europa servia para nada .E isso doi muito, já percebi e esta lengalenga de que não se percebe porque não ficara os FIRE e isto e aquilo, tão bom que eram é conversa que só o discurso autojustificativo pode explicar. Nenhum grande construtor há pelo menos 4 anos sequer pensa gastar dinheiro em novos motores, toda a gente direcionou os investimentos para a transição eléctrica. A volvo anunciou-o em 2018 por amor de Deus. A BMW idem. A VW idem. E estão vocês a falar com orgulho de um motor FIRE que n\ao interessa ao menino jesus? Falta de noção.
A situação em 2019 era crítica. Se não perceberam, é bom FINALMENTE perceberem. E a fusão com a PSA foi uma emergência para a primeira e uma oportunidade para a segunda, não o contrário. É conveniente agra esquecer o estado em que cada uma estava. Mas a única coisa que interessou à PSA era ganhar o negócio americano e conseguir rentabilizar o negócio europeu com mais unidades produzidas a partir das suas plataformas, as únicas que eram competitivas. E à FCA era sobreviver, literalmente, ao curto prazo onde a falência eminente do negócio Europa estava por meses.
Se hoje há um Avenger, um novo 600 à plataforma CMP se deve. O mesmo aconteceu na Opel. Sem tecnologia PSA não sobrou nada que pudesse ser lançado porque não havia R&D há muito. Também na Fiat Europa o R&D estava constrangido financeiramente há anos porque há muito que só havia dinheiro para desenvolver...do que dava dinheiro. E a única coisa que dava dinheiro era o 500. E não muito. Capiche?
Se de futuro haverá outras coisas, à STLA medium plataform (PSA []) se deverá. Que é uma completa e direct evolução da plataforma actual multienergia.
Fica a FCA com os créditos da STLA large, já patente no novo GT.
Se pensarmos de um ponto de vista global faz todo o sentido: cada uma centrar-se onde detinha tecnologia mais apropriada e competitiva. PSA para o mercado Europeu (e alguma coisa do sul-americano e euromed) e tecnologia FCA para o norte-americano e segmento luxo/desportivo pela Maserati.
E está muito bem assim, sem dramas e vestes rasgadas, que é o vosso principal problema. E que muito explica como muitas vezes os ditos grandes amantes das marcas são os seus maiores coveiros.
Que, no final do dia, é a PSA que controla a fusão, isso está no acordo desde o primeiro dia. Incluindo que esse controlo vai aumentar ao fim de 7 anos da fusão. Independente se o maior accionista individual é italiano. Coisa que quem percebe minimamente o que é uma estrutura accionista...ri-se quando vocês concluem que é a Fiat que controla a Stellantis.
Não é. Nunca foi. E dificilmente alguma vez será. É lidar.
Praticamente igual ao actual 500X
São muito diferentes sim senhor! O dia ao pé da noite!
Ora claro que tecnicamente têm de ser diferentes, um deve ter começado a ser desenhado em 2014-2015 e saiu se não me engano em 2016 e o outro tem mais 8 ou 9 anos em cima, com novas plataformas e soluções!Da água para o vinho. []
Os motivos estéticos da família 500/600 estão lá, logo, se te referes a identidade visual, sim, são semelhantes. O resto é tudo muito diferente, quer técnica quer desenho.
Ora claro que tecnicamente têm de ser diferentes, um deve ter começado a ser desenhado em 2014-2015 e saiu se não me engano em 2016 e o outro tem mais 8 ou 9 anos em cima, com novas plataformas e soluções!
Quem sabe este 600 não será o substituto do meu 500X.
É pena ser tudo semelhante, faróis, grelhas, pilares, etc. Mas cá está, eles também não podem sair deste desenho... Senão não faz sentido!
Nao vale a pena inventarmos
aproveitou-se e apostou-se no que melhor havia entre ambas
a fiat europa tinha muito pouco a dar, tecnologicamente estava subpar ao que a Psa detinha e muito atras na electrificacao e nas plataformas multi-energia
Ja agora controlo do board pela psa e os direitos preferenciais de controlo que aumentam ao fim de 7 anos, està no acordo
muitos é que nao o leram e ainda acham que a fiat controla o que quer que seja.
O FIAT 600 da Jeep.
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Sapore di Cinquino anche dentro. La (stretta) parentela con la 500 prosegue anche all'interno dell'abitacolo. Come già visto nei primi video pubblicati dal ceo della Fiat Olivier François, l'abitacolo riprende quello del Cinquino elettrico, con gli stessi due schermi a cui si aggiunge qualche pulsante extra. Il quadro strumenti, coperto da una cornice tonda, sarà basato su uno schermo a colori da 7" e al suo fianco, al centro della plancia, troveremo un infotainment da 10,25" connesso dal quale potremo sfruttare la compatibilità con Android Auto e Apple CarPlay wireless.
Il volante, invece, potrebbe riservare qualche novità: nelle immagini, infatti, non si vede la parte inferiore della corona, che potrebbe presentare una terza razza (la 500 ne ha solo due).
Em compensação, é certo que a FCA como um todo tinha muito a dar à PSA, incluindo um ticket para o mercado americano, a JEEP, a Maserati e o potencial de marcas moribundas, porém uma ou outra capaz de assumir o mercado premio melhor uqe a DS.
A PSA pode até ter adiantad0 em eletrificação e uma coisa relativamente simples a outras montadoras: uma plataforma modular "nova" para o segmento C FWD, crucial de modo global. Porém, a FCA tinha motores e exceentes carros e projetos em nichos específicos.
A PSAteria provlemas no futuro por ser muito dependente do mercado europeu.
Sabia que em um fórum longe, o Allpar, tem uns americanos que dizem algo análogo: " esses europeus andam a gastar o dinheiro que era nosso(Chrysler e Dodge) , e agora possuem varias marcas". Porém há quem deteste a FCA e esteja maravilhado com a PSA - ou o inverso. E há os poucos mais sensats que sabem que sozinhas as tres empresas cairiam.
Sim, administrar tantas marcas também é um problema, apesar de ser um "potencial construtivo"
, porém uma ou outra capaz de assumir o mercado premio melhor uqe a DS.
O problema frances é continuarem a investir na DS como uma marca premium,