facto preocupante

A Amadora sempre teve muitos imigrantes de África, que por sinal tem muitos mais filhos, pelo que é normal que se note esse crescimento nos jovens e consequentemente nas escolas.

Eu cresci na Amadora fiz todo o percurso escolar lá.

Simples, procriem mais. [:D]
Mais simples não há[:)]
 
Quando a praga dos filhos dos emigrantes subsidiados pelo governo atingir outros níveis, sair da linha de Sintra, e chegar à classe media-alta, alta, como parecem ser os users deste forum, acabasse logo a hipocrisia destes, sobretudo quando as filhas aparecerem gravidas desses emigrantes e em vez de sustentar uma, passam a sustentar três parasitas.
Como alguém já escreveu, não sou contra emigrantes, nem vejo cores nas pessoas, mas sei ver o que é falta de respeito pelas tradições e modo de vida da civilização em geral.

De uma conversa conversa com um amigo meu cabo-verdiano há 3dias deixo está frase "mais uma década e sou eu que pertenço a minoria" e ele riu-se
 
O que me preocupa não é a côr das pessoas, mas sim os comportamentos sociais, a educação, e o respeito pelas leis, autoridades, e instituições de um pais, pelos concidadãos e os seus bens.

Preocupa-me que haja quem, sendo de alguma forma cidadão deste País, ou estando aqui a usufruir da hospitalidade do nosso povo, desrespeite os valores desta nossa sociedade que demorou séculos a instituir, use e abuse de regalias pagas por todos nós.

A tolerância e hospitalidade do povo português, tem que ser respeitada e não pode ser abusada. Sò podemos aceitar entre nós quem vem por bem. Não podemos tolerar quem é intolerante e não se quer integrar.


Essas pessoas que não querem ser integradas, acham que tem somente direitos mas nunca deveres, e quando são chamados a cumprir com as suas obrigações, abrigam-se no facto de serem minorias sociais, para apelidar toda a gente de racista ou xenófoba ou de alguma forma discriminatório.

O politicamente correcto só pode ser usado em quem é socialmente e legalmente correcto. Não podemos se politicamente correctos com quem não está a ser correcto para com a sociedade que os acolhe.

Isto tanto é verdade para imigrantes ou nacionais, para católicos ou muçulmanos, para brancos pretos ou ciganos.

Eu defendo minorias:
Eu defendo a minoria que participa activamente na sociedade.
A que está envolvida e empenhada no progresso social e económico do pais,
A minoria que cumpre os seus deveres.
Defendo a minoria social que menos envolvida está em crimes.

Todos os outros que não estão interessados numa sociedade civilizada, não me merecem qualquer respeito.



Hipocrisia em alta...

E não é do autor do tópico.


A coerência destes dois post, com os quais não podia estar mais de acordo.
 
A mim não me preocupa saber que existem mais negros do que brancos nas salas de aula, preocupa-me mais saber que essas pessoas são criadas em bairros sociais, sem quaisquer perspectivas de vida e com o incentivo do nosso governo através de RSI's e afins.
 
Eu não me sentiria bem a viver num país onde a população fosse maioritariamente de raça negra.

Isto é ser racista? Se calhar sim, mas sinceramente não me considero como tal.
 
Diria que da linha de Sintra, só se safa mesmo Sintra, em redor do palácio das chaminés gigantes..



xiuuuu.... não fales muito alto que eu já os vi lá.... olha que eles já andem ai...[:D]

Falando um pouco mais a sério:
Não importa a cor, a etnia, seja lá o que for, a partir do momento que uma vez na Europa, e neste caso em Portugal respeite quem cá está. Principalmente que compreenda e que tenha bem na mente que não são os portugueses que se têm de adaptar, mas sim quem quer que venha terá de se adaptar ao nosso modo de vida, aos nossos costumes, às nossas regras. Se assim for as coisas correm logo muito melhor.
Se eu for para a Alemanha terei de me habituar às regras deles. Se não me dou bem é um problema que é meu e sou eu que tenho de decidir em consciência se me quero adaptar fico, se não quero adaptar-me é como se costuma dizer...porta da rua serventia da casa...

Se eu for a casa de um amigo meu eu tenho de saber estar segundo as regras desse mesmo amigo. Se não me consigo adaptar só tenho é que me ir embora e não ir lá mais
 
Hipocrisia em alta...

E não é do autor do tópico.

A coerência destes dois post, com os quais não podia estar mais de acordo.

Nem mais.

A diferença está na escolha das palavras: o Foliv abordou duma forma generalista, enquanto que o autor do tópico falou numa perspectiva mais particular. Não percebo qual é o mal de chamar os bois pelos nomes: na Amadora é com pretos, noutros sítios é com outras pessoas (o Cerco, por exemplo, como já vi referido e aí são bem branquinhos).

Ninguém está a condenar raças ou etnias, mas sim os comportamentos e o sentido de cidadania que à partida (não) terão.
 
A Amadora sempre teve muitos imigrantes de África, que por sinal tem muitos mais filhos, pelo que é normal que se note esse crescimento nos jovens e consequentemente nas escolas.

Eu cresci na Amadora fiz todo o percurso escolar lá.

Simples, procriem mais. [:D]

Ora nem mais, anda tudo preocupado com o "mundo lotado" e os outros reproduzem-se como coelhos...



Portugal tem a mais baixa taxa de natalidade da UE



A natalidade continua a baixar, situando-se agora em 1,36 crianças por mulher em idade fértil. Mas as cidades também não estão feitas a pensar nos menores e os pais não são apoiados, denunciam os peritos. A boa notícia é que a taxa de mortalidade infantil têm vindo a diminuir, sendo de 3,5 óbitos por mil nados-vivos. Números que se recordam a propósito do Dia Universal da Criança, amanhã, que celebra os 18 anos da Convenção dos Direitos da Criança.

Os portugueses, tal como acontece nos outros países europeus, têm vindo a retardar a natalidade e a diminuir o número de filhos. A taxa de natalidade passou de 28% em 1935 para 10% em 2006. Ou seja, praticamente três vezes menos, o que significa que não está a ser feita a renovação de gerações, o que só é possível com 2,1 crianças por mulher.
Para Mariano Ayala, médico de saúde pública do Hospital de Faro, uma média de 1,36 filhos por mulher em idade fértil é "sintoma de uma sociedade doente", considerando que "a sociedade portuguesa um comportamento suicida generalizado".

Mariano Ayala justifica a quebra de natalidade com a falta de apoio para os pais e crianças. E a consequência é que "Portugal, com os portugueses de hoje, vai ter tendência a desaparecer", disse à agência Lusa.
Os estudos demonstram que as mulheres retardam a natalidade até conseguirem estabilidade profissional. E, se em 1987, tinham os filhos antes dos 30 anos, nove anos depois, é no grupo dos 30 aos 34 anos que se verificam a maioria dos nascimentos. O primeiro filho deixou de surgir aos 26,8 anos para passar a ser aos 29,9.

Cidades inimigas

Elsa Rocha, da Associação para a Promoção da Segurança Infanil (APSI) aponta uma outra justificação para a quebra de natalidade e que tem a ver com a falta de espaços apropriados. "As cidades não são feitas a pensar nas crianças e, por isso, cada vez se vêem menos", disse à Lusa.
Aquela pediatra entende que há poucos ambientes seguros para os mais novos e a prova é o número de mortes entre a população infantil. Este ano já morreram oito crianças afogadas e 11 atropeladas e pelo menos 11 caíram de edifícios. A APSI estima que 75% dos acidentes poderiam ser evitados e, amanhã, vai exigir do Governo medidas para reduzir a mortalidade infantil e as incapacidades provocadas pelos acidentes.
Portugal tem uma das menores taxas de mortalidade infantil mundiais, 3,3 óbitos por cada mil nascimentos em 2006. E passa para sete por mil entre os menores de cinco anos (2005). | Com Lusa


Céu Neves
 
Não deixa de ser curioso que a preocupação é o crescimento do número de negros, ao invés do preocupante decréscimo da natalidade em PT e na Europa, e que em parte só se mantém, devido aos emigrantes ainda terem muitos filhos.

Isto tem uma série de factores e que vão ter impacto inclusive a nível económico, com o aumento da população inactiva vs activa.

O ter que antigir um certo nível de vida, estudo, profissionalmente, a casa X, o carro Y, estabilidade financeira e só depois pensar nos filhos (e mesmo assim só um, porque se quer continuar a ter carreira), conduz em força a esta situação - atenção que não digo que não é legitimo.
Continua a ser em classes mais baixas ou muito altas, que as famílias são maiores.
 
Não deixa de ser curioso que a preocupação é o crescimento do número de negros, ao invés do preocupante decréscimo da natalidade em PT e na Europa, e que em parte só se mantém, devido aos emigrantes ainda terem muitos filhos.

Isto tem uma série de factores e que vão ter impacto inclusive a nível económico, com o aumento da população inactiva vs activa.

O ter que antigir um certo nível de vida, estudo, profissionalmente, a casa X, o carro Y, estabilidade financeira e só depois pensar nos filhos (e mesmo assim só um, porque se quer continuar a ter carreira), conduz em força a esta situação - atenção que não digo que não é legitimo.
Continua a ser em classes mais baixas ou muito altas, que as famílias são maiores.

É um facto que actualmente existe um decréscimo de natalidade em PT e na UE, no entanto e conforme tu referiste, julgo que esse decréscimo não será proporcional a todas as classes.

Do meu ponto de vista não existe uma política que incentive a natalidade na classe trabalhadora, actualmente as mulheres têm um papel activo na nossa sociedade e deixaram de ser meras donas de casa, se ambos os membros do casal estiverem empenhados na sua carreira não há disponibilidade para ter filhos. Além disso, acho que actualmente existe um maior sentido de responsabilidade ao trazer uma criança ao mundo, os pais querem proporcionar uma melhor qualidade de vida aos seus filhos e isso acaba por influenciar a decisão de ter mais do que um ou dois filhos.

O mesmo não se verifica nas classes mais baixas, talvez porque beneficiam de mais apoios sociais (quanto mais filhos têm mais rsi, abonos, etc, recebem), talvez porque não tenham perspectivas de vida ou talvez porque continuam com a mentalidade de que tudo se cria.

A verdade é que a escumalha é quem mais procria e se isto continuar assim esta preocupação é legitima.
 
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