Enganado num Stand

Epá é por causa deste tipo de mentalidade que as coisas não evoluem. Basicamente dizes ao rapaz "foste burro, foste comido, esquece o assunto..." Se fosse contigo era isso que fazias? Se fosse comigo NÃO era isso que eu fazia!

Já explicaram aí que por 250euros o assunto fica resolvido.
Uma consulta no advogado são 80 euros a primeira.
A taxa para abertura de processo são 200 ( em torno).
Se for a tribunal: contar dois dias de falta ao serviço.
Mas as paoeladas e tempos perdidos a pensar no assunto.
Como não ficou nada escrito: perde em tribunal.

Caro, explica lá qual é mesmo a dúvida?
 
Última edição:
Independente de o comprador ter ou não dinheiro para comprar um determinado carro, ter ou não pinta de ter dinheiro para o sustentar, o que se discute aqui é que as premissas de venda não foram cumpridas. E isso não é legal. Tal como, nesse caso que relatas, vender o carro sem garantia.

Isso era verdade se existisse contrato com tudo escrito. Mas como não é o caso ele está agarrado.

A questão é esta, se ele fosse a um stand em condições isto não tinha acontecido, mas um stand em condições vende mais caro, como por natureza as pessoas acham sempre que elas é que sabem fazer bons negócios e outros é que são palermas, mandam-se de cabeça para estes negócios da china e depois corre-lhes mal.

Se há coisa que aprendi cedo é que negócios muito bons para ser verdade, normalmente não o são.
 
A melhor coisa que tens a fazer é pôr aqui o nome do stand.
Já deu bons resultados.

já que foste tótó da 1ª vez, e se o que dizes é verdade, aprende a lição e devolve-lhe na mesma moeda.
 
Isso era verdade se existisse contrato com tudo escrito. Mas como não é o caso ele está agarrado.

A questão é esta, se ele fosse a um stand em condições isto não tinha acontecido, mas um stand em condições vende mais caro, como por natureza as pessoas acham sempre que elas é que sabem fazer bons negócios e outros é que são palermas, mandam-se de cabeça para estes negócios da china e depois corre-lhes mal.

Se há coisa que aprendi cedo é que negócios muito bons para ser verdade, normalmente não o são.

Não é verdade. A menos que compra tenha sido feita a dinheiro (sem prova documental de que foi feito) não é necessário ter garantia escrita nem condições de compra nem contrato de compra e venda assinado. Há uma propriedade prévia, há uma troca de propriedade e há um pagamento (cheque, cartão débito/crédito, transferência bancária) que prova uma transação de compra de um bem e que permite o direito à garantia de 2 anos.

Ah, os anúncios de venda da viatura, seja em papel, anúncio online pode ter valor contratual e pode ser usado em defesa da causa do comprador.

As pessoas focam-se muito se foi burla ou deixou de ser burla. Isso dá trabalho e custa dinheiro. A prova de existência de crime de burla serve apenas para punir o vendedor pelo que fez. Não é a condenação por crime de burla que dá ao user o que ele pretende. Que é ou a anulação do negócio ou a compensação pelo que lhe foi transmitido que eram as características do carro ou de manutenção e que não se confirmaram. E isso é que o ajuda. E a Lei da Garantia garante esses direitos.

Na falta de acordo o melhor é avançar com ação em tribunal arbitral para pedir a compensação do expectável menor valor comercial que uma viatura sem histórico completo de manutenção na marca terá em relação a uma que fez; aos pneus que foram incluídos no acordo de venda (e não foi respeitado) e à substituição das matrículas com a indicação correta do mês e ano de acordo com a data da 1a matrícula da viatura (09.2014) (penso que a confusão terá sido erro de quem fez as matrículas portuguesas com base no pedido).

Um aparte: Se eu tiver um carro do qual sou proprietário de, por exemplo 01.2018 e vou a uma casa de matrículas e peço para fazer uma matrícula com mês e ano 12.2018, eles fazem. Não terei uma matrícula legal, mas posso fazer isso. E ninguém me impede de fazer matrícula assim. Isto deve ter sido um erro de formulários, no caso, a situação mais fácil e barata de corrigir.

Ser crime de burla já é difícil vencer porque não basta provar que se “foi enganado” que parece mais
ou menos óbvio para todos, pela descrição feita (partindo do princípio que ocorreu tudo exatamente como aqui referido). É que para ser crime de burla, é preciso provar o que foi descrito, provar que o vendedor sabia que não o podia ter feito e provar que agiu intencionalmente com o objetivo de ter um lucro superior. E isso não resolve nada dos problemas do user. Embora, se fosse conseguido, seria a correta aplicação de justiça a um comportamento criminal.

Para a ação em tribunal arbitral, ele necessitará de um advogado ou não querendo, pode pedir apoio ao CASA (Centro Arbitragem do Sector Automóvel) que fica muito mais barato. A troca de pneus e matrículas pode ser feita desde já, munindo-se das respetivas faturas e descrições completas, para pedido de reembolso posterior ao vendedor na sequência do que aqui referi que pode ser feito.

Como comentário final - vendedores aldrabões vão sempre existir e se nada for feito por quem se vê envolvido numa situação destas, então é que nada muda. Eu nunca deixaria de fazer algo e ir à procura dos meus direitos consagrados em lei, mesmo que falemos de um valor monetário relativamente baixo no caso (2 matrículas e 2 pneus) mais a valorização teoricamente superior (mais difícil de quantificar) acreditando que tinha as revisões todas na marca e depois se concluiu que não era assim.
 
Última edição:
Não é verdade. A menos que compra tenha sido feita a dinheiro (sem prova documental de que foi feito) não é necessário ter garantia escrita nem condições de compra nem contrato de compra e venda assinado. Há uma propriedade prévia, há uma troca de propriedade e há um pagamento (cheque, cartão débito/crédito, transferência bancária) que prova uma transação de compra de um bem e que permite o direito à garantia de 2 anos.

Ah, os anúncios de venda da viatura, seja em papel, anúncio online pode ter valor contratual e pode ser usado em defesa da causa do comprador.

As pessoas focam-se muito se foi burla ou deixou de ser burla. Isso dá trabalho e custa dinheiro. A prova de existência de crime de burla serve apenas para punir o vendedor pelo que fez. Não é a condenação por crime de burla que dá ao user o que ele pretende. Que é ou a anulação do negócio ou a compensação pelo que lhe foi transmitido que eram as características do carro ou de manutenção e que não se confirmaram. E isso é que o ajuda. E a Lei da Garantia garante esses direitos.

Na falta de acordo o melhor é avançar com ação em tribunal arbitral para pedir a compensação do expectável menor valor comercial que uma viatura sem histórico completo de manutenção na marca terá em relação a uma que fez; aos pneus que foram incluídos no acordo de venda (e não foi respeitado) e à substituição das matrículas com a indicação correta do mês e ano de acordo com a data da 1a matrícula da viatura (09.2014) (penso que a confusão terá sido erro de quem fez as matrículas portuguesas com base no pedido).

Um aparte: Se eu tiver um carro do qual sou proprietário de, por exemplo 01.2018 e vou a uma casa de matrículas e peço para fazer uma matrícula com mês e ano 12.2018, eles fazem. Não terei uma matrícula legal, mas posso fazer isso. E ninguém me impede de fazer matrícula assim. Isto deve ter sido um erro de formulários, no caso, a situação mais fácil e barata de corrigir.

Ser crime de burla já é difícil vencer porque não basta provar que se “foi enganado” que parece mais
ou menos óbvio para todos, pela descrição feita (partindo do princípio que ocorreu tudo exatamente como aqui referido). É que para ser crime de burla, é preciso provar o que foi descrito, provar que o vendedor sabia que não o podia ter feito e provar que agiu intencionalmente com o objetivo de ter um lucro superior. E isso não resolve nada dos problemas do user. Embora, se fosse conseguido, seria a correta aplicação de justiça a um comportamento criminal.

Para a ação em tribunal arbitral, ele necessitará de um advogado ou não querendo, pode pedir apoio ao CASA (Centro Arbitragem do Sector Automóvel) que fica muito mais barato. A troca de pneus e matrículas pode ser feita desde já, munindo-se das respetivas faturas e descrições completas, para pedido de reembolso posterior ao vendedor na sequência do que aqui referi que pode ser feito.

Como comentário final - vendedores aldrabões vão sempre existir e se nada for feito por quem se vê envolvido numa situação destas, então é que nada muda. Eu nunca deixaria de fazer algo e ir à procura dos meus direitos consagrados em lei, mesmo que falemos de um valor monetário relativamente baixo no caso (2 matrículas e 2 pneus) mais a valorização teoricamente superior (mais difícil de quantificar) acreditando que tinha as revisões todas na marca e depois se concluiu que não era assim.

Amigo leste o tópico sequer?

Uma coisa é o carro vir avariado ou com quilómetros tirados. Outra é o vendedor prometer arranjar o livro de revisões e colocar pneus. Não lei nenhuma que obrigue o vendedor a trocar pneus se estiverem acima do limite legal. Além disso o vendedor pode alegar que o negócio seria com aqueles pneus, é a palavra do vendedor contra a do comprador.
 
Já explicaram aí que por 250euros o assunto fica resolvido.
Uma consulta no advogado são 80 euros a primeira.
A taxa para abertura de processo são 200 ( em torno).
Se for a tribunal: contar dois dias de falta ao serviço.
Mas as paoeladas e tempos perdidos a pensar no assunto.
Como não ficou nada escrito: perde em tribunal.

Caro, explica lá qual é mesmo a dúvida?

E depois de esperar 4 ou 5 anos ainda paga as custas judiciais e os honorários do advogado.
 
Então se quiseres envia-me o teu número de telemóvel e falamos para vires ter comigo à concessão para te mostrar que falo a verdade. Mas aviso-te já que tens de pagar o almoço!
Não dou o meu número de telemóveis a estranhos a não ser que seja para o engate. E já gastei muito dinheiro no Mc este mês.
 
Amigo leste o tópico sequer?

Uma coisa é o carro vir avariado ou com quilómetros tirados. Outra é o vendedor prometer arranjar o livro de revisões e colocar pneus. Não lei nenhuma que obrigue o vendedor a trocar pneus se estiverem acima do limite legal. Além disso o vendedor pode alegar que o negócio seria com aqueles pneus, é a palavra do vendedor contra a do comprador.

Eu li. Todo até ao momento que respondi. Tu leste?

A lei da garantia não diz respeito apenas a avarias. Diz respeito a tudo o que o carro possa ter fora das condições normais de circulação e funcionamento, que podem ser lâmpadas, pneus, escovas limpa-vidros. O que tu quiseres. Não de forma abstracta mas se for dito no acordo de venda que o carro vai ser entregue com pneus novos, se ele não é entregue com pneus novos, aos olhos da Lei é uma não conformidade no momento da compra. E vale igual a uma avaria. Ou melhor, vale mais, porque as não conformidades não excluem peças de desgaste.

Se eu tiver um stand e te vender um carro e disser que meto pneus novos, escovas novas, se to entregar sem isso, tens direito a ser ressarcido pela lei da garantia.

No caso, se os pneus estavam carecas, pior ainda, pois colocou em risco quem circulou com o carro e o comprador pode argumentar isso na ação que colocar ao stand. E aos olhos da Lei da garantia está em gritante violação das conformidades no momento da compra porque não está no normal estado de circulação de uma viatura. Porque, não é legalmente possível, circular com pneus carecas. Para o carro poder ser entregue com os pneus carecas, o vendedor tem de se precaver e entregar documento escrito (a ser assinado pelo comprador) para comprador assinar a dizer que compreende e reconhece que viatura não pode circular dessa forma. Se vendedor não o fez, está também a agir mal.

Em tribunal não cai tudo por terra por um dizer que é uma coisa e o outro dizer outra. Haverá testemunhas, registos de manutenção prévios, descrição e fotos do anúncio de venda. Não é tão linear assim que é “a palavra de um contra o outro e não dá em nada”.

E por não ser assim, te disse que não era verdade e escrevi o melhor que pude para poder ajudar o user e esclarecer a dúvida que ao longo do tópico a maioria sugeria que não há nada a fazer.
 
Eu li. Todo até ao momento que respondi. Tu leste?

A lei da garantia não diz respeito apenas a avarias. Diz respeito a tudo o que o carro possa ter fora das condições normais de circulação e funcionamento, que podem ser lâmpadas, pneus, escovas limpa-vidros. O que tu quiseres. Não de forma abstracta mas se for dito no acordo de venda que o carro vai ser entregue com pneus novos, se ele não é entregue com pneus novos, aos olhos da Lei é uma não conformidade no momento da compra. E vale igual a uma avaria. Ou melhor, vale mais, porque as não conformidades não excluem peças de desgaste.

Se eu tiver um stand e te vender um carro e disser que meto pneus novos, escovas novas, se to entregar sem isso, tens direito a ser ressarcido pela lei da garantia.

No caso, se os pneus estavam carecas, pior ainda, pois colocou em risco quem circulou com o carro e o comprador pode argumentar isso na ação que colocar ao stand. E aos olhos da Lei da garantia está em gritante violação das conformidades no momento da compra porque não está no normal estado de circulação de uma viatura. Porque, não é legalmente possível, circular com pneus carecas. Para o carro poder ser entregue com os pneus carecas, o vendedor tem de se precaver e entregar documento escrito (a ser assinado pelo comprador) para comprador assinar a dizer que compreende e reconhece que viatura não pode circular dessa forma. Se vendedor não o fez, está também a agir mal.

Em tribunal não cai tudo por terra por um dizer que é uma coisa e o outro dizer outra. Haverá testemunhas, registos de manutenção prévios, descrição e fotos do anúncio de venda. Não é tão linear assim que é “a palavra de um contra o outro e não dá em nada”.

E por não ser assim, te disse que não era verdade e escrevi o melhor que pude para poder ajudar o user e esclarecer a dúvida que ao longo do tópico a maioria sugeria que não há nada a fazer.


Podes espernear quanto quiseres, não há nada a fazer.

Os pneus são consumíveis, a menos que ele conseguisse provar que levantou o carro com os pneus carecas não há nada a fazer. É a palavra dum contra o outro e ponto final.
 
Podes espernear quanto quiseres, não há nada a fazer.

Os pneus são consumíveis, a menos que ele conseguisse provar que levantou o carro com os pneus carecas não há nada a fazer. É a palavra dum contra o outro e ponto final.

A exclusão das peças de desgaste aplica-se a avarias. Não a não conformidades no
momento da compra. No momento da compra todas as peças de desgaste estão cobertas pela lei da garantia e obrigatoriamente no seu estado normal de funcionamento e circulação, a menos que expressamente comunicado previamente ao comprador - e este aceite - idealmente comprovado com documento assinado por ambos. (Só no caso das avarias é que a lei exclui as peças de desgaste. Tá tudo na lei. É só ir ler).

Não havendo nada escrito, compete ao tribunal decidir quem tem razão no que diz respeito à parte de “a palavra de um contra o outro” mas os pneus carecas é uma não conformidade e nem sequer permite a circulação da viatura, logo, defesa muito precária pro lado do stand.

E o user tem de estar ciente que há várias coisas a fazer e há várias hipóteses de sucesso e não “não há nada a fazer” como repetidamente referes.

PS: Quando quiseres, posso analisar detalhamento contigo as várias “inconformidades” de alguns contratos de garantia de usados. E podemos falar das derrotas em tribunal dos importadores portugueses da Peugeot e da Ford relativamente às cláusulas ilegais nos contratos de garantia. Portanto, até nos importadores e nos concessionários também há por vezes algum desconhecimento da lei da garantia, o que fará dos stands de beira da estrada? Como aparentemente é o caso em discussão neste tópico.
 
Última edição:
Acho que a primeira questão aqui é quando é que o carro fez essa revisão dos 25000km.
Se o carro fez essa revisão por exemplo em 03/2015 significa que agora provavelmente tem bem mais de 100000km. Eu levava o carro à BMW para tentar apurar essa situação, é a única forma de entalar o vendedor.

Quanto aos pneus, o vendedor pode sempre alegar que entregou o carro com os pneus em condições e que não sabe o que o user andou a fazer com o carro, ainda para mais sendo de tração traseira.

Quanto à matrícula é um engano perfeitamente comum, se fosse de ano diferente até compreendia, agora 2 meses...

A garantia? Também foi “de boca”?

Ficamos todos à espera do nome do stand.
 
Amigo , os pneus já nem é importante , o chato é que ele mentiu na cara do meu sogro e da minha esposa dizendo que colocava os pneus , agora as revisoes que disse que tinha , O histórico na marca que era uma mais valia segundo ele , quando me desloquei a um concessionário BMW vi que afinal só existia uma aos 25 mil , contactei o stand , para entao me fornecer as revisoes na marca , o que ele me disse que estava a espera que o o dono do carro lhe enviasse , isto entao fiquei 6 meses á espera e nada , até que fui a inspecção com o carro, e o inspetor me diz que as matriculas estao mal , que o carro nao e do 11 de 2014 , mas sim do 9 de 2014 .

Tens o carro mais de 6 meses e nem te deste ao trabalho de dar uma vista de olhos no livrete para ver se bate tudo certo com o carro? Desculpa a sinceridade mas foste um anjinho...
O mais certo e o que devias preocupar mais é com os km reais que o carro deve ter...
 
Isso era verdade se existisse contrato com tudo escrito. Mas como não é o caso ele está agarrado.

A questão é esta, se ele fosse a um stand em condições isto não tinha acontecido, mas um stand em condições vende mais caro, como por natureza as pessoas acham sempre que elas é que sabem fazer bons negócios e outros é que são palermas, mandam-se de cabeça para estes negócios da china e depois corre-lhes mal.

Se há coisa que aprendi cedo é que negócios muito bons para ser verdade, normalmente não o são.
Percebo claramente que um contrato escrito preto no branco é uma coisa e um verbal é outra. No entanto, são ambos válidos. Ao fim ao cabo, o que eu estou a dizer (fazendo fé na descrição) é que o OP foi alvo de um incumprimento contratual, independentemente de se conseguir provar em tribunal.
 
Acho que a primeira questão aqui é quando é que o carro fez essa revisão dos 25000km.
Se o carro fez essa revisão por exemplo em 03/2015 significa que agora provavelmente tem bem mais de 100000km. Eu levava o carro à BMW para tentar apurar essa situação, é a única forma de entalar o vendedor.

Quanto aos pneus, o vendedor pode sempre alegar que entregou o carro com os pneus em condições e que não sabe o que o user andou a fazer com o carro, ainda para mais sendo de tração traseira.

Quanto à matrícula é um engano perfeitamente comum, se fosse de ano diferente até compreendia, agora 2 meses...

A garantia? Também foi “de boca”?

Ficamos todos à espera do nome do stand.

Ola amigo a única revisao que o carro tem sim foi aos 25471 foi a 31.08.2015 .
 
Custar, custa a todos. Mas por custar é que devias ter sido mais precavido. Não te preocupes, à 1ª todos caem. Para a próxima vais estar mais atento.

Faz é um bom check-up ao carro para não teres dissabores e manda ***** o standeiro. Mas não te esqueças de passar a palavra para saberem o burlão que lá está.

Também acho importante a pate a bold, e vejo que o OP se está a escusar de dizer o nome do stand.
 
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