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Olá, eu gostava de tirar aqui uma duvida nas derivadas.
Por exemplo existe uma situação no estudo de uma funçao que para se calcular algo tem que se recorrer à definiçao de derivada e não se pode ir pelas regras de derivação. Que situação é essa? Obrigado.
Olá, eu gostava de tirar aqui uma duvida nas derivadas.
Por exemplo existe uma situação no estudo de uma funçao que para se calcular algo tem que se recorrer à definiçao de derivada e não se pode ir pelas regras de derivação. Que situação é essa? Obrigado.
O que te podem PEDIR no exame é para calculares o limite pela função de derivada.
Pegas na definição de derivada e é só aplicares. Existem duas definições de derivada, mas tens de ver a qual se adequa mais ao contexto da função apresentada.
[]
Mas há uma situação em que tem que se utilizar a derivada e não se pode lá ir pelas regra de derivação mas sim através da formula da der lim h->0 f(x+h) - f(x) / h , ou da outra.
Mas há uma situação em que tem que se utilizar a derivada e não se pode lá ir pelas regra de derivação mas sim através da formula da der lim h->0 f(x+h) - f(x) / h , ou da outra.
por exemplo, se a tua função está definida por ramos. tens que ver, pela definição, o que se passa no ponto de ruptura.
exemplo.
f:IR -> IR
com f(x)= x^2 se x<0, -x^2 caso contrário.
podes usar as regras de derivação no interior de cada ramo.
f'(x)=2x se x<0, -2x se x>0.
falta ver o que se passa para x=0.
aqui tens que usar a definição, calculando o limite à esquerda e à direita de 0.
no caso x=0 NÃO PODES usar o outro método que não seja pela definição.
a primeira derivada de uma função usa-se para saber se a função é crescente ou decrescente. assim consegues saber os máximos e os mínimos. a segunda derivada usa-se para encontrar o vértice da função e saber para que lado está a concavidade. se é positiva ou negativa
Exactamente bem me parecia que havia um caso em que não se podia lá ir pelas regras de derivação. É se ela não for continua e nos pedirem para calcular a derivada nesse ponto. Muito obrigado.
um reparo: se não é contínua então não tem derivada. no exemplo que escrevi, a função é contínua em IR. e é derivável em IR.
derivável implica contínua. logo não contínua implica não derivável.
cuidado que contínua não implica derivável. é o que acontece nas funções que têm um bico. como g(x)=|x| (valor absoluto de x). tem um bico em 0.
Mas a função módulo é derivável.
para isso basta decompores a função.
-x para x <0, e x para x>0, admite é só uma derivada.
sendo que a sua 1ª derivada é -1 para x<=0 e 1 para x>0.
não, não é, pelo menos em IR.
é derivável em IR\{0}, com os valores que indicaste.
mas em 0 não é derivável.
a função módulo é uma função definida por ramos como |x|= x se x>=0 e =-x se x<0
pode-se aplicar a regra de derivação no interior dos ramos (x<0 e x>0)
mas em x=0 tem que se ir pela definição, e a derivada à esquerda difere da da direita de 0. a derivada em x=0 não existe.
numa forma ingénua, numa função definida num intervalo a diferenciabilidade corresponde a uma suavidade do gráfico, sem bicos.
Isso depende de como a função está definida.
Para ser uma função continua, tens que igualar um dos ramos a 0, logo a sua derivada em 0 irá depender do ramo a que igualaste a função. Por isso igualei um dos ramos da função a 0. Como tu defines a função (x<0 e x>0 (e assim não representa a função |x|) ), a função fica descontinua, sendo esse ponto de descontinuidade x=0, e aí sim, a função não admite derivada no ponto 0.
Como tu defines a função (x<0 e x>0 (e assim não representa a função |x|) ), a função fica descontinua, sendo esse ponto de descontinuidade x=0, e aí sim, a função não admite derivada no ponto 0.
um reparo: se não é contínua então não tem derivada. no exemplo que escrevi, a função é contínua em IR. e é derivável em IR.
derivável implica contínua. logo não contínua implica não derivável.
cuidado que contínua não implica derivável. é o que acontece nas funções que têm um bico. como g(x)=|x| (valor absoluto de x). tem um bico em 0.
Então mas para provar que ela não tem derivada nesse ponto não é suficiente justificar que a derivada à esquerda e à direita desse ponto são diferentes?
Por exemplo a função módulo, justifica que não tem derivada quando x=0...Podes me dar um exemplo de uma função em que se tenha que justificar que ela não tem derivada pela definição, por favor?
Já agora na função módulo é x>=0 ou x<=0?
Eu sei que isto são tudo pormenores e muito provavelmente isto não deve sair mas eu gosto de perceber tudo ao mais ínfimo pormenor, e se não consigo entender isto já não durmo bem. Não sou nerd sou apenas curioso![]()
Isso depende de como a função está definida.
Para ser uma função continua, tens que igualar um dos ramos a 0, logo a sua derivada em 0 irá depender do ramo a que igualaste a função. Por isso igualei um dos ramos da função a 0. Como tu defines a função (x<0 e x>0 (e assim não representa a função |x|) ), a função fica descontinua, sendo esse ponto de descontinuidade x=0, e aí sim, a função não admite derivada no ponto 0.