do deus dinheiro

Obviamente que a familia vem primeiro e a felicidade aos bens materiais..

Agora numa eventual desgraça, mais vale ter bens materiais, sempre seria mais ''facil'' ultrapassar a situação

Nem sempre a família vem primeiro. O que não faltam são exemplos de pessoas que sacrificam a família a outras coisas, sejam elas uma dedicação absoluta ao dinheiro em que tendo já muitos milhões continuam a não ligar 5 minutos à família, sejam elas casos de pessoas que passam a vida no café com os amigos dos copos, droga, desbaratam o dinheiro que conseguem com prostitutas ou carros ou outras coisas.
O dinheiro pode ser o grande objetivo de vida ou um meio para outras coisas. Uma pessoas que passa regularmente noites sem dormir para trabalhar e ganhar mais uns trocos está a prejudicar a saude, está a colocar o dinheiro à frente da saúde. Pode ser por causa da família, mas pode ser simples ganancia, pode ser uma forma de alcançar estatuto social, pode ser muitas coisas.
 
Ajudemos a filosofar.

Dinheiro, conforto, divertimento, família, valores éticos, fé religiosa, estatuto social, solidariedade, sexo, conhecimento, amigos, sucesso profissional, saúde (não faltam casos em que o dinheiro é conseguido sacrificando a saúde), politica, etc.

Há quem oriente a sua vida em função de alguns destes valores ou outros. Nem sempre o dinheiro ajuda, tornando-se o valor orientador alguém pode ser levado a menosprezar o estatuto social em favor do dinheiro (por exemplos prostituição, tráfico de droga, etc). Há quem descure a família apenas para ganhar mais e mais. Quantos filhos de pais ricos mas completamente ausentes e que acabam mal por falta de uma verdadeira orientação.
O dinheiro raramente é um fim em si mesmo, muitas vezes é um fim para conseguir outras coisa, estatuto social, segurança, prazeres diversos (sexo, viagens, diversão, comidas caras, etc).
Um tipo "vive" dedicam-se dia e noite ao trabalho para ganhar o suficiente para comprar um ferrari. O objetivo é o ferrari, o prazer de conduzir um carro rápido ou a exibição social que ele permite ou até simplesmente o sucesso profissional, sentir-se assim realizado e o ferrari é apenas a materialização desse sucesso. Mas outros podem preferir esforçar-se menos para ter mais tempo para outras coisas que achem melhores, sejam elas a família, divertir-se a fazer pesca ou ver cinema.

O que quer dizer que os tipos a quem lhes sai o Euromilhões são altamente felizes porque não precisaram de sacrificar nada para ter o dinheiro... O que também pode não ser verdade, como se tem visto.
Não é a forma como se ganha o dinheiro, mas a forma como se gasta.

Eu entendo o pensamento, mas isso não é assim apenas para a parte de ganhar muito dinheiro, há muita gente que para ganhar o salário mínimo, tem de descurar a família, ou porque trabalha de noite e fins de semana, ou porque tem mais que um part-time, etc etc. Claro que o ideal é existir equilíbrio, mas nem sempre o há nem é possível haver, temos nós de fazer o nosso próprio equilíbrio.
Eu pessoalmente prefiro ter a minha família a dinheiro, mas se pudesse ter ambos tanto melhor.

O que eu quero dizer é que não podemos culpar o dinheiro pela infelicidade, é sempre a pessoa que faz as escolhas e essas escolhas podiam ter sido feitas orientadas a outra coisa que não o dinheiro.
 
Também não é isso tudo. Anda lá perto mas ainda não chegou a esse absoluto, todos os dias morre gente rica.

Ok. morre gente rica , mas enquanto teve vivo e com dinheiro, comia as melhores gajas, ia aos melhores restaurantes , viagens , carros , mulheres , etc, podia dizer que morreu feliz.

Um teso tambem morre, mas teve uma vida a trabalhar , não teve gajas só a sua esposa, a juntar toda a vida para comprar um clio, morreu e ainda deve dinheiro ao banco do emprestimo que pediu.
 
Se o dinheiro fosse tudo (conheço gente assim) os restaurantes estariam vazios porque a comida caseira seria mais barata, os cinemas estariam vazios porque as pessoas poupariam esse dinheiro e estariam ocupadas a ganhar mais algum durante esse tempo, veria os cafés e pastelarias vazias, as telenovelas não teriam audiência, as férias seriam de uma semana ou pouco mais (conheço alguns que nunca tiraram mais de uma semana de férias por ano precisamento por dedicação profissional tal estavam sempre ansiosos por regressar ao trabalho, e sim, ganharam muito, são muito ricos).
 
Sim.
Toma por exemplo a morte de um filho.

Que é por exemplo mais importante, criar uma família feliz ou enriquecer brutalmente?
A casa ou o lar?

O que não faltam por aí são exemplos em que há dedicação tão forte ao dinheiro que a família é completamente colocada em segundo lugar.
Bullshit... Como se o dinheiro e a felicidade fossem mutuamente exclusivos.

Até parece que nas famílias pobres é só felicidade. Como se não fosse possível ter uma família feliz e ter dinheiro ao mesmo tempo.

Acho piada a este tipo de exemplos.."Ah e tal, preferia ser pobre e com saúde do que rico e doente". Porra pra isso.

Eu preferia ser um doente rico do que um doente pobre!
 
Última edição:
Até um certo ponto (quantidade) ajuda muito, não há como negar. A partir desse ponto, a não ser por ganancia, o dinheiro começa a ser de certa forma irrelevante, vai-se acumulando mas já não é gasto em coisas ou ações que nos tragam um enorme valor acrescentado de conforto ou felicidade.
 
Ok. morre gente rica , mas enquanto teve vivo e com dinheiro, comia as melhores gajas, ia aos melhores restaurantes , viagens , carros , mulheres , etc, podia dizer que morreu feliz.

Um teso tambem morre, mas teve uma vida a trabalhar , não teve gajas só a sua esposa, a juntar toda a vida para comprar um clio, morreu e ainda deve dinheiro ao banco do emprestimo que pediu.

também não é assim esse absoluto.

Olha por exemplo o Michael schumacker, cheio de dinheiro e a vegetar numa cama sem o poder gastar a comer gajas poderes de boas e comer em restaurantes caros e conduzir bombas.
Até para o dinheiro há limites.
 
Até um certo ponto (quantidade) ajuda muito, não há como negar. A partir desse ponto, a não ser por ganancia, o dinheiro começa a ser de certa forma irrelevante, vai-se acumulando mas já não é gasto em coisas ou ações que nos tragam um enorme valor acrescentado de conforto ou felicidade.

E qual é esse ponto?
 
também não é assim esse absoluto.

Olha por exemplo o Michael schumacker, cheio de dinheiro e a vegetar numa cama sem o poder gastar a comer gajas poderes de boas e comer em restaurantes caros e conduzir bombas.
Até para o dinheiro há limites.

isso é um grão de areia no deserto , não se pode generalizar com um caso, e quantos há cheios de dinheiro que são felizes ?? a grande maioria, eu sou um teso, ( e sei que se tivesse dinheiro comia as melhores gajas da minha zona jejeje ) mas sei ver a realidade das coisas nesta sociedade ,e o dinheiro manda em tudo e traz felicidade, ( claro !! mas tambem há pessoas e pessoas )
 
isso é um grão de areia no deserto , não se pode generalizar com um caso, e quantos há cheios de dinheiro que são felizes ?? a grande maioria, eu sou um teso, ( e sei que se tivesse dinheiro comia as melhores gajas da minha zona jejeje ) mas sei ver a realidade das coisas nesta sociedade ,e o dinheiro manda em tudo e traz felicidade, ( claro !! mas tambem há pessoas e pessoas )

Não foi isso que quis dizer, eu sei bem que dinheiro ajuda a trazer felicidade, mas não é tudo nem compra tudo como disseram.
 
também não é assim esse absoluto.

Olha por exemplo o Michael schumacker, cheio de dinheiro e a vegetar numa cama sem o poder gastar a comer gajas poderes de boas e comer em restaurantes caros e conduzir bombas.
Até para o dinheiro há limites.

Mas o facto de ter dinheiro permite que esteja em casa e que haja uma esperança (ainda que ténue) de uma eventual recuperação... Se fosse pobre, já estava bem enterrado.
 
Até um certo ponto (quantidade) ajuda muito, não há como negar. A partir desse ponto, a não ser por ganancia, o dinheiro começa a ser de certa forma irrelevante, vai-se acumulando mas já não é gasto em coisas ou ações que nos tragam um enorme valor acrescentado de conforto ou felicidade.

Concordo !

E qual é esse ponto?

Creio que não há uma resposta única.

Eu gostava de ter visto o combate de Boxe da madrugada de dia 2 para dia 3 ao vivo e na primeira fila (300.000 euros), mas não é condição para ser feliz
 
Lido por ali algo do genéro:

Dinheiro
Ele pode comprar uma casa, mas não um lar.
Ele pode comprar uma cama, mas não o sono.
Ele pode comprar um relógio, mas não o tempo.
Ele pode comprar um livro, mas não o conhecimento.
Ele pode comprar um título, mas não o respeito.
Ele pode comprar um médico, mas não a saúde.
Ele pode comprar um sangue, mas não a vida.
Ele pode comprar o sexo, mas não o amor.


Até que ponto a vossa vida é orientada em função do dinheiro?


Finalmente alguém faz no meu Deus, bom aqui vai: compro se quise uma casa e a a mulher já a tenho!
Comprei uma bela cama e durmo bem, pois tenho as minhas contas todas em dia!
Compro tempo, pois tenho uma mulher de limpeza e quem me passa a roupa, poupando me muito tempo!
Livro não preciso, pois tenho pouco tempo disponível, tenho o conhecimento dos cargos e trabalhos que ocupei na vida, e de onde meu vi, assim como a experiências da vida e de ser imigrante com sucesso!
Compro a saúde em hospitais privados, sem listas de espera e com as melhores condições, que não existe no público, claro doenças incuráveis não há hipóteses tchau mundo!
Não preciso comprar a vida, mas sim viver a vida com as melhores condições possíveis de acordo com a minha carteira!
Amor que palavra é essa? Ainda existe nos dias de hoje? Claro compro as mulheres mais bonitas do mundo e so feliz á minha maneira, outra coisas quando quero juntar a família é só pagar tudo e encenar com dinheiro todos vêm atrás de mim, e se comprar prendas ás crianças correm todos atrás de mim a prestar vassalagem, cooopreendem agora o Deus dinheiro, pelo menos não tem padres a comer criancinhas que os pais fazem todas a confiança em deixando na catequese, foram os 40 anos da vida aliados á experiência da vida e muito dinheiro que me fizeram ver a vida de acordo como ela é!
 
também não é assim esse absoluto.

Olha por exemplo o Michael schumacker, cheio de dinheiro e a vegetar numa cama sem o poder gastar a comer gajas poderes de boas e comer em restaurantes caros e conduzir bombas.
Até para o dinheiro há limites.


Reza para que o mesmo não aconteça a um zé "não tenho onde cair morto"...
Vegeta até apodrecer, não é com uma clinica privada montada em casa.
 
Creio que não há uma resposta única.

Eu gostava de ter visto o combate de Boxe da madrugada de dia 2 para dia 3 ao vivo e na primeira fila (300.000 euros), mas não é condição para ser feliz
Não há de facto uma resposta única. Arrisquei nos 10 milhões para deixar alguma margem, se alguém achar que a sua felicidade depende disso, já dará para avião, barco, etc...

Mas é como dizes, depende muito da pessoa... Eu por exemplo sou mais feliz a beber cerveja com os meu amigos num vulgar local de Lisboa, do que sou a beber champanhe com um qualquer pretensioso na Quinta do Lago.
 
Última edição:
Até um certo ponto (quantidade) ajuda muito, não há como negar. A partir desse ponto, a não ser por ganancia, o dinheiro começa a ser de certa forma irrelevante, vai-se acumulando mas já não é gasto em coisas ou ações que nos tragam um enorme valor acrescentado de conforto ou felicidade.

Like.[;)] O que descreves é semelhante à Teoria da Utilidade Marginal.

Como diria Onassis, "A partir de certo ponto, o dinheiro deixa de ser o objectivo. O interessante é o jogo."

Transpondo isto para o quotidiano, posso afirmar sem sombra de dúvidas que os melhores profissionais que já conheci, eram pelo "jogo".

A reputação e principalmente a vontade de fazer sempre melhore sem inseguranças, por vezes confundido com arrogância, torna-se imperiosa.

E é aqui que entra a questão do dinheiro. Qual é esse ponto? Para alguns "pouco", para outros "algum", para outros ainda "muito".
 
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