Dísticos coloridos contra a sinstralidade? Risco Zero.

Jarod

Membro participativo
fonte: http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=13&id_news=302507

MAI estuda sistema diferenciação entre bons e maus condutores

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Risco Zero é o nome do programa, já entregue e a ser alvo de análise do Ministério da Administração Interna (MAI), que visa reduzir a sinistralidade rodoviária, através da atribuição aos condutores de um de três dísticos (verde, amarelo e vermelho), segundo o número de acidentes que já tenham provocado. A notícia surge na edição desta sexta-feira do jornal Público, que refere ainda que o dístico terá de ser afixado na viatura, para que todos saibam do que é capaz o indivíduo que conduz o carro ao lado do nosso.
Desenvolvido pela empresa Peres.n`partners, o programa preconiza a divisão dos condutores em três níveis. O primeiro, a quem é atribuído um dístico de cor verde, é destinado aos automobilistas de risco mínimo, ou seja, àqueles que, nos últimos três anos, não tenham originado nenhum sinistro automóvel com culpa ou que, nos últimos dez anos, só tenham sido culpados de um desses acidentes.
O segundo nível, o do condutor de risco médio, é identificável, por um dístico laranja. Os automobilistas que circulem com este símbolo são obrigatoriamente pessoas que no último ano tiveram responsabilidades em dois acidentes ou foram declarados culpados em três sinistros nos últimos dez anos.
Por fim, surgem os condutores de risco máximo, identificados com a cor vermelha. Este dístico é atribuído a todos os que tenham provocado mais de dois acidentes no último ano ou aos que, nos últimos dez anos, tenham provocado quatro ou mais sinistros.
Os dísticos deverão ser colocados no canto inferior esquerdo de cada veículo (ao lado do condutor) e permanecer sempre visíveis.
O projecto prevê ainda a criação de uma autoridade reguladora (um grupo de trabalho multidisciplinar de parceria público-privada que deverá ser financiado por fundos comunitários, ao abrigo do Programa Europeu de Prevenção Rodoviária), que terá cinco tarefas fundamentais, sendo que uma delas é a da promoção de um sistema de avaliação que permita aos condutores situados nos níveis laranja e vermelho poderem ser reclassificados no respectivo nível de confiança.
Num primeiro passo, a entidade reguladora recebe a informação das seguradoras, detecta e avalia os sinistros automóveis culposos.
O passo seguinte consiste na emissão do dístico a atribuir ao condutor, o qual lhe será enviado pela respectiva seguradora.
O ponto número três diz que os sinistros automóveis são registados pelas companhias de seguros, sendo identificados os condutores culposos.
De seguida, surge a «recuperação de nível», algo só possível de conseguir através de cursos de sensibilização e reeducação ou por participação em actividades de cidadania rodoviária, os quais permitem beneficiar da possibilidade de tentar ascender a níveis de confiança superiores.
A nova avaliação destes níveis ocorre de dois em dois anos (excepto para os condutores profissionais, que podem sujeitar-se aos mesmos anualmente).
Para atribuir o nível de confiança a cada automobilista serão analisados diversos parâmetros, tal como o tempo de carta de condução, o número de sinistros rodoviários culposos, o tipo de sinistros e o número de sinistros ocorridos em determinado período.
02-11-2007 8:11:42

---

Não sei o que dizer sobre isto... :sh)

A empresa que teve a ideia está em http://www.peresandpartners.com/ , por isso se tiverem alguma coisa a dizer depois de comentarem aqui, deixem que os autores da ideia saibam a vossa opinião!
 
Última edição:
E gastam-se não sei quantos milhões em estudos...para isto...[8b][8b][8b]

fonte: http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=13&id_news=302507

MAI estuda sistema diferenciação entre bons e maus condutores

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Risco Zero é o nome do programa, já entregue e a ser alvo de análise do Ministério da Administração Interna (MAI), que visa reduzir a sinistralidade rodoviária, através da atribuição aos condutores de um de três dísticos (verde, amarelo e vermelho), segundo o número de acidentes que já tenham provocado. A notícia surge na edição desta sexta-feira do jornal Público, que refere ainda que o dístico terá de ser afixado na viatura, para que todos saibam do que é capaz o indivíduo que conduz o carro ao lado do nosso.
Desenvolvido pela empresa Peres.n`partners, o programa preconiza a divisão dos condutores em três níveis. O primeiro, a quem é atribuído um dístico de cor verde, é destinado aos automobilistas de risco mínimo, ou seja, àqueles que, nos últimos três anos, não tenham originado nenhum sinistro automóvel com culpa ou que, nos últimos dez anos, só tenham sido culpados de um desses acidentes.
O segundo nível, o do condutor de risco médio, é identificável, por um dístico laranja. Os automobilistas que circulem com este símbolo são obrigatoriamente pessoas que no último ano tiveram responsabilidades em dois acidentes ou foram declarados culpados em três sinistros nos últimos dez anos.
Por fim, surgem os condutores de risco máximo, identificados com a cor vermelha. Este dístico é atribuído a todos os que tenham provocado mais de dois acidentes no último ano ou aos que, nos últimos dez anos, tenham provocado quatro ou mais sinistros.
Os dísticos deverão ser colocados no canto inferior esquerdo de cada veículo (ao lado do condutor) e permanecer sempre visíveis.
O projecto prevê ainda a criação de uma autoridade reguladora (um grupo de trabalho multidisciplinar de parceria público-privada que deverá ser financiado por fundos comunitários, ao abrigo do Programa Europeu de Prevenção Rodoviária), que terá cinco tarefas fundamentais, sendo que uma delas é a da promoção de um sistema de avaliação que permita aos condutores situados nos níveis laranja e vermelho poderem ser reclassificados no respectivo nível de confiança.
Num primeiro passo, a entidade reguladora recebe a informação das seguradoras, detecta e avalia os sinistros automóveis culposos.
O passo seguinte consiste na emissão do dístico a atribuir ao condutor, o qual lhe será enviado pela respectiva seguradora.
O ponto número três diz que os sinistros automóveis são registados pelas companhias de seguros, sendo identificados os condutores culposos.
De seguida, surge a «recuperação de nível», algo só possível de conseguir através de cursos de sensibilização e reeducação ou por participação em actividades de cidadania rodoviária, os quais permitem beneficiar da possibilidade de tentar ascender a níveis de confiança superiores.
A nova avaliação destes níveis ocorre de dois em dois anos (excepto para os condutores profissionais, que podem sujeitar-se aos mesmos anualmente).
Para atribuir o nível de confiança a cada automobilista serão analisados diversos parâmetros, tal como o tempo de carta de condução, o número de sinistros rodoviários culposos, o tipo de sinistros e o número de sinistros ocorridos em determinado período.
02-11-2007 8:11:42

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Não sei o que dizer sobre isto... :sh)
 
Na teoria é uma boa medida, na prática não funciona.

1º Catch - 1 carro pode ser conduzido por n condutores. O seguro é feito ao proprietário do veículo e não ao condutor! No caso das empresas como é? Um acidente com 1 carro da empresa e todos os outros passam a estar amarelos ou vermelhos? :confused:

2º Catch - A menos que seja um dístico muito pequeno que se coloque no vidro traseiro (tipo selo), eu não o vou colocar. Tenho mais que fazer do que andar com um autocolante a estragar-me a pintura e o aspecto do carro...
 
Na teoria é uma boa medida, na prática não funciona.

1º Catch - 1 carro pode ser conduzido por n condutores. O seguro é feito ao proprietário do veículo e não ao condutor! No caso das empresas como é? Um acidente com 1 carro da empresa e todos os outros passam a estar amarelos ou vermelhos? :confused:

2º Catch - A menos que seja um dístico muito pequeno que se coloque no vidro traseiro (tipo selo), eu não o vou colocar. Tenho mais que fazer do que andar com um autocolante a estragar-me a pintura e o aspecto do carro...

Pelo que percebi o dístico é colocado no vidro, no canto inferior do lado do condutor.

Acho que é uma medida inovadora, porque ataca bem o povo português no seu ponto fraco... a vaidade! Imagino que muitos se irão esforçar para não terem que andar com o autocolante vermelho, pois "parece mal"!!! Penso que vocês percebem o que quero dizer, trata-se de uma característica nossa que só o Tuga percebe.

Só acho que os tais dísticos deviam ser no vidro mas do lado dos outros selos: seguro e inspecção e não do lado do condutor EM PLENO CAMPO DE VISIBILIDADE. Afinal se o dístico é para ser visto, não vai ser pequeno...

E quem não tem sinistros não devia de ser obrigado a ter dístico nenhum! Isso sim dava ainda mais vontade em não ter acidentes! Para que é que eu quero um dístico verde? Basta "não haver dístico" e pronto!!! Mais incentivo em portar-se bem ao volante! Senão.... PIMBA um autocolante para ti.

De resto a ideia até é construtiva, pois prevê o acompanhamento obrigatório dos "maus condutores", e pode ser mais educacional do que qualquer multa, que o Tuga vê SEMPRE como "o Estado a roubar ao povo" (desculpa esfarrapada para justificar asneiras ao volante).
 
É uma imensa parvoíce. Quem faz 200 mil Km por ano tem mais hipótese de provocar uma acidente do que aquele que conduz 20 mil Km por ano.
 
Pelo que percebi o dístico é colocado no vidro, no canto inferior do lado do condutor.

Acho que é uma medida inovadora, porque ataca bem o povo português no seu ponto fraco... a vaidade! Imagino que muitos se irão esforçar para não terem que andar com o autocolante vermelho, pois "parece mal"!!! Penso que vocês percebem o que quero dizer, trata-se de uma característica nossa que só o Tuga percebe.

Só acho que os tais dísticos deviam ser no vidro mas do lado dos outros selos: seguro e inspecção e não do lado do condutor EM PLENO CAMPO DE VISIBILIDADE. Afinal se o dístico é para ser visto, não vai ser pequeno...

E quem não tem sinistros não devia de ser obrigado a ter dístico nenhum! Isso sim dava ainda mais vontade em não ter acidentes! Para que é que eu quero um dístico verde? Basta "não haver dístico" e pronto!!! Mais incentivo em portar-se bem ao volante! Senão.... PIMBA um autocolante para ti.

De resto a ideia até é construtiva, pois prevê o acompanhamento obrigatório dos "maus condutores", e pode ser mais educacional do que qualquer multa, que o Tuga vê SEMPRE como "o Estado a roubar ao povo" (desculpa esfarrapada para justificar asneiras ao volante).

Porque assim se torna mais facil a fiscalização. Se houver alguma categora sem distico, quando se vê um carro assim nunca se sabe se é mesmo assim ou se o tirou. Agora se todos forem obrigados a usar se se sabe que se não tem distico está em infração.
Só não percebo é como se verifica quem não tem o seguro em seu nome.
 
Pelo que percebi o dístico é colocado no vidro, no canto inferior do lado do condutor.

Acho que é uma medida inovadora, porque ataca bem o povo português no seu ponto fraco... a vaidade! Imagino que muitos se irão esforçar para não terem que andar com o autocolante vermelho, pois "parece mal"!!! Penso que vocês percebem o que quero dizer, trata-se de uma característica nossa que só o Tuga percebe.

Só acho que os tais dísticos deviam ser no vidro mas do lado dos outros selos: seguro e inspecção e não do lado do condutor EM PLENO CAMPO DE VISIBILIDADE. Afinal se o dístico é para ser visto, não vai ser pequeno...

E quem não tem sinistros não devia de ser obrigado a ter dístico nenhum! Isso sim dava ainda mais vontade em não ter acidentes! Para que é que eu quero um dístico verde? Basta "não haver dístico" e pronto!!! Mais incentivo em portar-se bem ao volante! Senão.... PIMBA um autocolante para ti.

De resto a ideia até é construtiva, pois prevê o acompanhamento obrigatório dos "maus condutores", e pode ser mais educacional do que qualquer multa, que o Tuga vê SEMPRE como "o Estado a roubar ao povo" (desculpa esfarrapada para justificar asneiras ao volante).

A notícia diz: "Os dísticos deverão ser colocados no canto inferior esquerdo de cada veículo (ao lado do condutor) e permanecer sempre visíveis.". Não fala em "vidro" mas sim em "veículo", daí a minha dúvida. Eu fiquei com a ideia que seria um género de ovo estrelado...

No resto concordo contigo, é um bom ponto para atacar o condutor português.
 
Deve ficar algo parecido com isto:

2002145591456609761_rs.jpg
 
É uma imensa parvoíce. Quem faz 200 mil Km por ano tem mais hipótese de provocar uma acidente do que aquele que conduz 20 mil Km por ano.

Acho que esse factor devia ser tomado em conta para "limpar" mais rapidamente o cadastro de quem faz os tais 200.000km/ano, mas acho que devia, tal como os outros ter o respectivo autocolante, independentemente dos km's que fizer.
 
Acho que esse factor devia ser tomado em conta para "limpar" mais rapidamente o cadastro de quem faz os tais 200.000km/ano, mas acho que devia, tal como os outros ter o respectivo autocolante, independentemente dos km's que fizer.

E como é que fiscalizas os Kms que uma pessoa faz?
 
Porque assim se torna mais facil a fiscalização. Se houver alguma categora sem distico, quando se vê um carro assim nunca se sabe se é mesmo assim ou se o tirou. Agora se todos forem obrigados a usar se se sabe que se não tem distico está em infração.
Só não percebo é como se verifica quem não tem o seguro em seu nome.

Ou então vão pelo "condutor habitual" da viatura, que pode não ser o tomador do seguro.

Levantas uma boa questão em relação à não-utilização do dístico. Mas eu também poderia ser um mau condutor, e colocar um dístico verde em vez do vermelho. Aí estaria a arriscar tanto quanto os que andam de GPL sem o dístico (também sou contra o dístico mas [ainda] é ilegal andar sem ele).

Já estou a ver o que a malta vai fazer: andar com as 3 côres tipo semáforo. Assim toda a gente fica na dúvida! Não vejo porque é que isso seria proibido (ter mais dois autocolantes coloridos à minha escolha para além do "obrigatório")... afinal teríamos que cair em cima de toda a gente que usa autocolantes do tipo: Forum Auto Hoje, os autocolantes "TOYOTA é na SALVADOR CAETANO", "Passat carro do ano", "Renault équipée avec ESP electronique", "Bebé a bordo", etc...
 
É uma imensa parvoíce. Quem faz 200 mil Km por ano tem mais hipótese de provocar uma acidente do que aquele que conduz 20 mil Km por ano.
tb está mais sujeito, mas o contrário pode ser mais válido.....


o que ouvi na rádio foi que o selo poderá ser atribuido por rácio de acidentes/ano e é enviado pelas seguradoras ao segurado.


exemplo: veiculo está em nome do marido e a mulher farta-se de bater com ele. quando o homem vai guiá-lo, porque carga de água é obrigado a levar um selo colado ao vidro?

aos olhos da seguradora ele é um perigo....SR


PS.: é uma situção que tb aconteçe ao contrário....
 
É uma imensa parvoíce. Quem faz 200 mil Km por ano tem mais hipótese de provocar uma acidente do que aquele que conduz 20 mil Km por ano.


Eu até concordo contigo em parte, afinal só quem conduz e anda com um carro nas mãos é que sofre um acidente, e claro quanto mais andar maior é o risco.

Mas mesmo assim....o tipo de condução e o tipo de personalidade ao volante do condutor não deixam de ser o principal factor a influenciar os acidentes.

Eu só sei uma coisa...quanto mais km conduzir, mais asneiras vejo eu ao volante....algumas deixam-me sem palavras. Por vezes penso mesmo se muitos não verão as estradas como uma selva sem leis...

Eu não digo que esta medida seja boa, para ser franco não consigo ainda formar uma opinião sobre isto. Mas que os condutores portugueses necessitam de grandes lições de civismo disso não haja dúvidas.
 
É uma imensa parvoíce. Quem faz 200 mil Km por ano tem mais hipótese de provocar uma acidente do que aquele que conduz 20 mil Km por ano.

Quem faz muitos km por ano tem mais probabilidade de TER um acidente, mas não tem mais probabilidade de o PROVOCAR. Afinal tantos km por ano e não se aprende a conduzir com a experiência?

E os velhotes que andam na rua de vez em quando nos seus carros novos e é só asneiras?

Desculpa lá mas a tua lógica não faz sentido. Ter maior probabilidade em sofrer um acidente por andar mais tempo na estrada não implica que haja maior probabilidade em PROVOCAR o acidente!
 
Afinal ainda há pessoas que tomam LSD com frequência...[:D]

Se, por um lado, a ideia de discrminação positiva de quem tem uma condução "imaculada" até parece boa, por outro esta medida é perfeitamente inexequível, por vários motivos:

1- A questão dos kms que já foi mencionada
2- A questão dos carros de empresa como já foi mencionado também
3- Podes ser o condutor mais azelha do mundo, até já ter provocado acidentes, mas ter tido a sorte de nunca ter estado envolvido num !!
4- Só vai servir para a cuscovilhice !!
 
Imagino que muitos se irão esforçar para não terem que andar com o autocolante vermelho, pois "parece mal"!!! Penso que vocês percebem o que quero dizer, trata-se de uma característica nossa que só o Tuga percebe.

Até parece que as pessoas têm acidentes de propósito e não se esforçam, na sua eminência, por os evitar...

De resto a ideia até é construtiva, pois prevê o acompanhamento obrigatório dos "maus condutores", e pode ser mais educacional do que qualquer multa, que o Tuga vê SEMPRE como "o Estado a roubar ao povo" (desculpa esfarrapada para justificar asneiras ao volante).

Um autêntico disparate na minha opinião! Como já se disse, o selo tá no carro, não no condutor! O acompanhamento é bem visto, mas isso não implica a necessidade do selo para nada!
 
Afinal ainda há pessoas que tomam LSD com frequência...[:D]

Se, por um lado, a ideia de discrminação positiva de quem tem uma condução "imaculada" até parece boa, por outro esta medida é perfeitamente inexequível, por vários motivos:

1- A questão dos kms que já foi mencionada
2- A questão dos carros de empresa como já foi mencionado também
3- Podes ser o condutor mais azelha do mundo, até já ter provocado acidentes, mas ter tido a sorte de nunca ter estado envolvido num !!
4- Só vai servir para a cuscovilhice !!

É por esse motivo que poderá ser eficaz! É que nós Tugas DETESTAMOS cuscovilhice, portanto a ideia é que faríamos tudo para o evitar... até mesmo CONDUZIR MELHOR e EVITAR CAUSAR ACIDENTES (medida construtiva), "apenas pelas aparências".

Com o que se passa nas nossas estradas, o fim até justifica este meio.
 
Até parece que as pessoas têm acidentes de propósito e não se esforçam, na sua eminência, por os evitar...



Um autêntico disparate na minha opinião! Como já se disse, o selo tá no carro, não no condutor! O acompanhamento é bem visto, mas isso não implica a necessidade do selo para nada!

Um autêntico disparate, as tuas opiniões, na minha opinião! Pois não apresentaste nada de construtivo.

Só acho que a medida é interessante porque põe o dedo na ferida do Tuga... temos grande orgulho no nosso aspecto perante os outros (por alguma razão temos os carros mais bonitos por fora da União Europeia), e se todos se esforçarem para ser melhores condutores, NEM QUE SEJA PARA EVITAR A CUSCOVILHICE, e se pouparmos algumas vidas com isso, eu sou a favor.

Para além disso teoricamente os dísticos laranja e vermelho não são "ad eternum" mas sim passíveis de serem transformados em "verde feliz" através da tal "reabilitação".

Estamos é todos a pensar que os dísticos serão circulares tipo semáforo.[:D]
 
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