Crise em Fátima

CarlosL

Membro participativo
Seguindo o exemplo do nosso Primeiro, os comerciantes de Fátima consideram que a crise vem de fora (emigrantes) e que está para durar.

Claro que se referem à crise de vendas de artigos religiosos.

Mas vistas as coisas de outra maneira, por exemplo a imensa mega store em que se transformou Fátima, com lojas porta sim porta sim, em Fátima e nas redondezas, será que o Português como investidor tem cabecinha para o negócio?

E daí a minha questão. Há falta de clientes ou excesso de lojas?

Ou um pouco mais profundo. Haverá limites para o oportunismo?
 
Boas.

Todos os anos vou a Fátima e venho sempre de lá com essa impressão: demasiadas lojas a vender o mesmo. Sempre me vez muita confusão à cabeça pois se a oferta não é diversificada e única como é que se consegue sobreviver ....

Enfim, há coisas inexplicáveis.


Abraço,
McDriver
 
Diria que se trata apenas de Justiça Divina... [;)]

En passant...

Já alguma vez ouviram que o aconteceu em 1917 foram manobras acrobáticas e tecnológicas de discos voadores e um encontro imediato de grau 3? [:cool:]
 
Se tivesse capital para tal, investiria num Hotel Ibis franscisado.

Há falta de hotelaria com qualidade na cidade.
 
Sou cristão mas não me preocupa minimamente a crise dos comerciantes de lá.


Por mim, a crise já vinha de à muitos anos para cá.
 
Comigo estão tramados...

Comigo estão tramados...

Não sou catolico por isso comigo não se safam...
Agora a sério...
Existindo menos procura (menos devotos) o negocio vai diminuir...
é a lei do mercado...
 
Seguindo o exemplo do nosso Primeiro, os comerciantes de Fátima consideram que a crise vem de fora (emigrantes) e que está para durar.

Claro que se referem à crise de vendas de artigos religiosos.

Mas vistas as coisas de outra maneira, por exemplo a imensa mega store em que se transformou Fátima, com lojas porta sim porta sim, em Fátima e nas redondezas, será que o Português como investidor tem cabecinha para o negócio?

E daí a minha questão. Há falta de clientes ou excesso de lojas?

Ou um pouco mais profundo. Haverá limites para o oportunismo?


é logico que há mtas lojas para o dinheiro que se gasta...logo cada loja vende menos... se houvesse menos lojas cada loja vendia mais.
 
Diria que se trata apenas de Justiça Divina... [;)]

En passant...

Já alguma vez ouviram que o aconteceu em 1917 foram manobras acrobáticas e tecnológicas de discos voadores e um encontro imediato de grau 3? [:cool:]
Um encontro imediato que cada vez que se repetia era presenciado por mais gente. Segundo os relatos, chegavam a ser aos milhares.

Esses relatos afirmam que era avistada uma nuvem esbranquiçada por cima de uma azinheira precedida por um relâmpago.
Segundo alguns sacerdotes, era avistado dentro da nuvem, um disco brilhante que segundo eles era um veiculo terrestre que transportava a mãe de Deus do seu trono até aqui.

Outros relatos posteriores e segundo alguns testemunhos, numa outra aparição perante 70.000 pessoas, o mesmo aconteceu só que desta brilhou tanto que parecia um sol numa aparência semelhante a um disco que girava sobre si próprio.

Enfim, os dogmas e o tempo encarregam-se do resto.
 
Seguindo o exemplo do nosso Primeiro, os comerciantes de Fátima consideram que a crise vem de fora (emigrantes) e que está para durar.

Claro que se referem à crise de vendas de artigos religiosos.

Mas vistas as coisas de outra maneira, por exemplo a imensa mega store em que se transformou Fátima, com lojas porta sim porta sim, em Fátima e nas redondezas, será que o Português como investidor tem cabecinha para o negócio?

E daí a minha questão. Há falta de clientes ou excesso de lojas?

Ou um pouco mais profundo. Haverá limites para o oportunismo?

Não falando só em Fátima mas no país em geral, sempre me fez muita confusão aquelas pessoas que "acham giro" ter uma loja. Então investem tudo no seu mega negócio, que por acaso é o seu sonho desde novos. "Ai o que eu gostava era de ter uma pastelaria". Então bora lá abrir um café, numa rua onde por acaso já existem outros três e que a partir das 18h já nem tem movimento de pessoas. E por acaso, o sonho da pastelaria, passa a um café "atascado", com bolos que vêm de fora e que às 10h da manhã, já só têm dois pastéis de nata e um croquete.

E investem desta forma, sem fazer uma pequena análise do mercado, da localização, da concorrência, de uma estratégia qualquer, que por mais básica que seja, deveria sempre existir....

Pouco tempo depois estão fechados. E a culpa é da crise!
 
...
Pouco tempo depois estão fechados. E a culpa é da crise!
Melhor exemplo que o Magalhães, não há.

Vai fazer 500,000 para o Estado (que poderia poupar uns milhões de € se os comprasse já feitos) e depois? Depois, logo se vê. Se existirem encomendas. [:D]

Isto é que é espírito empreendedor. No seu melhor. [;)]
 
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