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Eu acho é que as mulheres não são tão desembaraçadas ao volante, não quero com isto dizer que eu o seja, pelo contrário, também devo ter os meus momentos de azelhice.
Em situações adversas à sua própria condução, por vezes não têm reflexos ou pura simplesmente estão-se cagando (como diz o meu avô), continuando com a sua condução sem tomarem medidas de precaução sem que para isso comprometa os demais utentes da via publica (que circulem na sua recta-guarda, quer os que circulem em sentido contrário).
Segundo estatísticas (se me perguntarem por elas, confesso não as ter) da APS (Associação Portuguesa de Seguradoras), o quociente de responsabilidade por percentagem de homems versus mulhers a conduzir automóveis e que se envolvam em acidentes, é maior nos homens.
Atenção que estas estatísticas não provam que os Homens seja piores ao volante. Acontece que para a análise técnica um sinistro, normalmente, o que têm maior força na decisão de responsabilidade é precisamente o momento em que se dá o embate, nos quais nos podem transmitir muito sobre em que condições ou moldes aconteceram o acidente. MAS não nos transmitem na sua totalidade (daí ser um ramo de grande problemática para os lesados e todas as instituições envolvidas no sector).
Há um considerável numero de situações em que a falta de perícia ou mesmo azelhice pura (daquela mesmo surreal), cria condições de elevado risco, sem grande motivos aparentes e por sua vez acaba por comprometer o condutor, que a titulo de exemplo, circula na sua traseira descansado da vida, a uma distancia que acaba por lhe não salvaguardar. Ok, culpa do condutor porque segundo o código da estrada, a circulação na via tem de ser salvaguardada com implementação de uma distancia de segurança em função da velocidade/distancia em relação ap condutor da fte. Mas, do mesmo modo, todo e qualquer utente não deve criar condições quer possam comprometer a "livre" circulação, e é aqui, que é complicado comprovar perante peritos, averiguadores e gestores de sinistros a azelhiçe dos outros.
Eu próprio, e tenho a certeza que alguns de vós também, já tive a oportunidade de presenciar situações em que mulheres travam subitamente sem qualquer motivo, alterando furtivamente o regime de velocidade em que circulam na via publica entre outras situações. (atenção não quero com isto dizer que não existam homem que também não o façam, mas nas mulheres não se contam pelos dedos)
Em situações adversas à sua própria condução, por vezes não têm reflexos ou pura simplesmente estão-se cagando (como diz o meu avô), continuando com a sua condução sem tomarem medidas de precaução sem que para isso comprometa os demais utentes da via publica (que circulem na sua recta-guarda, quer os que circulem em sentido contrário).
Segundo estatísticas (se me perguntarem por elas, confesso não as ter) da APS (Associação Portuguesa de Seguradoras), o quociente de responsabilidade por percentagem de homems versus mulhers a conduzir automóveis e que se envolvam em acidentes, é maior nos homens.
Atenção que estas estatísticas não provam que os Homens seja piores ao volante. Acontece que para a análise técnica um sinistro, normalmente, o que têm maior força na decisão de responsabilidade é precisamente o momento em que se dá o embate, nos quais nos podem transmitir muito sobre em que condições ou moldes aconteceram o acidente. MAS não nos transmitem na sua totalidade (daí ser um ramo de grande problemática para os lesados e todas as instituições envolvidas no sector).
Há um considerável numero de situações em que a falta de perícia ou mesmo azelhice pura (daquela mesmo surreal), cria condições de elevado risco, sem grande motivos aparentes e por sua vez acaba por comprometer o condutor, que a titulo de exemplo, circula na sua traseira descansado da vida, a uma distancia que acaba por lhe não salvaguardar. Ok, culpa do condutor porque segundo o código da estrada, a circulação na via tem de ser salvaguardada com implementação de uma distancia de segurança em função da velocidade/distancia em relação ap condutor da fte. Mas, do mesmo modo, todo e qualquer utente não deve criar condições quer possam comprometer a "livre" circulação, e é aqui, que é complicado comprovar perante peritos, averiguadores e gestores de sinistros a azelhiçe dos outros.
Eu próprio, e tenho a certeza que alguns de vós também, já tive a oportunidade de presenciar situações em que mulheres travam subitamente sem qualquer motivo, alterando furtivamente o regime de velocidade em que circulam na via publica entre outras situações. (atenção não quero com isto dizer que não existam homem que também não o façam, mas nas mulheres não se contam pelos dedos)
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