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Finalmente, há alguma razão voltar a este tópico.
Quando o abri, nunca pensei q a coisa parasse por tanto tempo.
Mas pronto, temos novidades! No entanto, a alegria não é total.
Então é assim:
Nós ainda não fizémos 4 anos de casados (faremos apenas em finais de Agosto), mas já vivíamos juntos um ano antes de casarmos.
P quem n sabe, p 1 casal ser dado como apto p se apresentar como casal adoptante, tem q estar casado há 4 anos, ou então tem q estar numa situação de união de facto há 4 anos, igualmente. Somar parte do tempo de casamento c o de união é q é impossível! -impossível é como quem diz, porque se as pessoas resolverem n ser "correctas", podem sempre optar por pedir na respectiva Junta de Freguesia um comprovativo da situação q mais lhes der jeito (o q n será confirmado...) e assim dar início ao processo da "melhor" maneira... Toma!!!
Como n sabiamos q tinhamos de ter jeitinho p estes malabarismos, fizemos a coisa da maneira correcta. Resultado? Q n, mas o q é isto, nem pensar, é 4 anos e se outras seguranças sociais do resto do país ou o Refúgio Aboím Ascensão facilitam é incrível e uma sem-vergonhice, q isto tem leis e somos um país c leis e mais nada e acabou-se: esperem por finais de Agosto, data dos 4 anos de casório!!! Toma!!!
E foi nisto q deu a nossa primeira abordagem à Segurança Social, em 10 de Dezembro de 2007. Não aceitaram o nosso processo, mas como insistimos da dualidade de critérios e a título informativo -porque isto mexerá c a vida de muitas pessoas- disse-nos a "senhora doiutora" que teriam de pedir parecer superior porque apenas um ano de vida em comum não é considerado "união de facto" - apenas depois de 2 anos se pode considerar como tal - e, portanto, não poderiam somar os tempos de casamento e de vida em comum.
Como não tivémos mais nenhum contacto da Segurança Social - e tendo a minha mulher telefonado p a assistente social (a "senhora doutora") p tentar saber como estavam as coisas, obtendo como resposta que tinha ido de férias e tal e por isso não tinha notícias (mas meus amigos, era só mandar a porcaria de 1 mail!!!), isto além de mais umas quantas vezes que lhe ligou e a senhora não a atendeu - decidimos pedir nós mesmos esse parecer superior.
A resposta que veio foi que, como a questão não era pacífica e lhes suscitava algumas dúvidas, tinham enviado o caso para a Procuradoria Geral da República. Toma!!! ...e desde aí não tivémos mais notícias...
Até ontem! Iupi!!!
Ligou a tal assistente social do nosso Centro Regional que me disse que tinha "lá visto" o nosso processo (porque deixámos em Dezembro os impressos todos preenchidos e o atestado de residência com ela) e que, como já faltava pouco para fazermos os 4 anos de casados, podíamos começar a tratar dos restantes papéis.
"Burra como uma porta que sou", disse-me a minha mulher, falou-lhe do tal parecer que pedimos (e que ela, pelos vistos, e como já desconfiavamos, nunca chegou a pedir)! Ficou "piurça"! Disse que nunca tinha tido um caso assim, de pessoas que pedissem pareceres superiores, que tudo isto contava para a nossa avaliação e que, então, que esperássemos pelo parecer da Procuradoria. Temos muita pena que estas chamadas não sejam gravadas. O mesmo acontece em relação às barbaridades q lhe ouvimos sobre as crianças, as instituições, a adopção e os próprios adoptantes, logo quando a conhecemos...
Bem, mas depois, lá se acalmou um pouco e lá disse para reunirmos os papéis (lá se apercebeu que agora, com 4 anos de casados não nos podia impedir de dar entrada do processo).
Só vos digo que só pode até apetecer desistir de tudo. Mas n. Depois disto, achamos que nos vão fazer a vida negra para nos dar o Certificado, vão pegar por tudo e por nada e nós acabamos por estar um bocado nas mãos desta gente. Claro que, se as coisas correrem mesmo mal, podemos sempre fazer queixa. Mas tudo o que menos se quer nestes processos é que haja conflitos ou problemas com as técnicas...![]()
Agora pergunto: pode?!
1 abrç!
Se seguires o processo normal, é tudo muito lento. Os espertos fazem assim:
Compram o bebé a uma mãe que não o queira e não dizem nada à segurança social. Assim, passam logo à frente dos ingénuos que vão pelas vias legais.
Depois, se o Pai pretender a custódia do bebé, deixam ir o processo para tribunal. Só aí ganham uns 3 ou 4 anos de tempo. Nunca entreguem a criança nem ao tribunal nem aos Pais biológicos, mesmo que percam o caso em tribunal.
Se vos prenderem, digam que vão para a prisão por amor e chamem os meios de comunicação social. Certamente que muitas figuras públicas vos vão apoiar.
Depois digam que a criança está muito melhor com vocês que com os Pais biológicos. Certamente que nessas condições, ninguém depois terá a coragem de vos retirar a "vossa" filha.
Qualquer semelhança com a realidade é pura coincidência...
O facto de ao fim deste tempo e destas peripécias ainda não terem desistido e continuarem com vontade de prosseguir a luta, já é de louvar. apr![]()
Solteiros também podem, mesmo sendo do sexo masculino? Se colocam tantos entraves a casais, será que deixam mesmo um solteiro adoptar?
Encontrei este blog, pode ser que seja útil.
Como diriam familiares meus que já adoptaram (processos que demoraram cerca de 4/5 anos e tinham os requisitos em ordem...): "as crianças são objectos nas mãos do estado, considerados trofeús a que só alguns têm direito a adoptar". Haja pap€l, cunha ou qualquer outro tipo de "pressão" para agilizar devidamente o processo.
Se não lhe "espetarem" com uma criança de 13 aninhos é uma sorte:sh)
"A vida dá imensas voltas"...
Apesar de tudo, e de forma incrivelmente certeira, conseguimos q a mina mulher engravidasse. Faz agora quase 6 meses, calmos e suaves.
N vos vou maçar c o relato do processo e os porquês de tudo isto, mas só vos digo q as coisas q n são supostas, afinal tb têm os seus dias.
O sonho da opção n morreu. Nada disso. A nossa vontade era seguir c os 2 processos em paralelo. No entanto, fomos aconselhados a fazer o contrário: vivamos uma coisa de cada vez; o contrário pode estragar uma e a outra coisa.
Depois de recolher muita informação, depopis de muito ouvir, depois de pensarmos muito, juntos, resolvermos parar p esperar. Na Segurança Social sabem o q se passou (fazemos questão de levar o processo da forma mais correcta) e neste momento o processo está parado, suspenso (apesar do feedback da 1ª entrevista e das conversas entretanto mantidas ser muito bom).
As nossas vidas n acabam agora e agora acreditamos q o voluntarismo e a vontade de n esperar n eram o melhor caminho, perante a realidade q temos de momento. Isto nada tem de errado e é a solução mais justa p todos. Comprovadamente.
De qq forma acreditem q vamos ter outro filho, um irmão ou uma irmã p juntar ao nosso pilinhas. E será do coração.
Pode-se adoptar uma criança, sendo single. Tem de se ter 30 ou mais anos e algumas limitações depois dos 50.
Já pensei nisso algumas vezes e o problema é quando se partilha informação com pessoas conhecidas, acaba por se instalar uma enorme confusão.
E os temas são sempre polémicos. Não os vou discutir agora aqui, mas deixo os temas para que reflictam e formem opinião:
- Saúde
- Raça
Boa[][
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Já só faltam 3 meses!! Está quase[]
Cá por casa, ainda faltam 6 meses para a chegada do filhote[]...
Felicidades[]