BEF1FAN
Membro participativo
Não vou dizer que não é justo ele gastar 23 milhões em carros com tanta gente a morrer de fome. Quem sabe se ele não deu também 23 milhões de dólares em ajudas sociais. Cada um sabe de si, e se ele consegue gastar essa quantia em carros, melhor para ele.![]()
Quem eu critico é a Aston Martin. Produz 77 carros e vende 10 a uma pessoa? Vende um para destruir? Não me parece a atitude de uma grande marca.
A Ferrari (que já não é um grande exemplo) escolhe a dedo os clientes a quem vende as suas edições especiais, como o Enzo. A Lexus vai vender o LF-A em regime de leasing para evitar especulação e a Aston faz isto...
É assim que se destinge as grandes marcas das marcas com grandes carros...
Não concordo com a parte a "bold"... Que tem a Aston Martin a ver com o que vai acontecer com os carros ? A função deles é fabricar o carro e receber o seu valor monetário de quem o comprar. Como já foi dito, os carros são para andar. E se esse senhor quisesse comprar o carro apenas para o ter na garagem e olhar para ele ?
Vejam só se há uns tempos atrás a Citroen se tivesse recusado a vender o Saxo Cup, sob o pretexto de não querer ver o carro a ser modificado pelo Zé do Boné ? Era logo manifestações a gritarem que o tuning não é crime e tal [
Também não vejo qual o problema de vender 10 unidades a uma só pessoa... Há alguma regra que estabeleça um número de carros a ser vendido a um indivíduo ? Sim, a Ferrari e a Lexus utilizam um critério de venda, mas essas coisas são como aquela placa nos cafés que diz "é-nos reservado o direito de admissão"... Se eu não quero vender, não há ninguém que me obrigue ! Claro que seja o modelo de produção limitada e hajam mais encomendas que unidades de venda, aí já compreendo que haja um critério de escolha. Mas quando um modelo é limitado e custa 1,3 milhões de euros, parece-me disparatado recusar uma oferta (não sabemos qual o volume de encomendas do Aston), sejam quais forem os valores de imagem que a marca defende. [