[Sociedade] Closed...

A vermelho:
Então não compreendo como aceitas como ponto assente que o casamento é
com regime de separação de bens.


A azul:
Se não tens factos... é especulação. Contradizes-te entre vermelho e azul.

Se o pai do arguido se casou com 60 anos ou mais, o regime da separação de bens é imperativo.
 
Lá estás tu a especular sobre o que eu escrevo e a tentar meter palavras entre o meu texto só para teres razão. Eu alguma vez disse que tinha sido investigação jornalística? Alguma vez disse que era uma verdade incondicional ou um facto comprovado? A notícia é feita com base naquilo que o Arsénio diz. E segundo o senhor, o pai estava casado em separação de bens. Agora, podes é dizer que o tal Arsénio especula em relação ao próprio casamento do pai, mas aí já não é comigo. Liga à madrasta e confirma isso!

Novamente, desvirtuaste tudo o que eu digo para teres razão. Leva a bicicleta ou a motoreta! Tanto me dá, porque, para mim, neste aspecto não tens razão. Para ti o texto perde credibilidade porque aparece lá "insiste Arsénio". Mas isso não é como pintas. Esta é a versão do Arsénio. Falta saber a outra. Até lá, não há verdades inquestionáveis.

E volto a reiterar, eu apenas disse que, PARA MIM, o senhor foi preso porque viu o pai. Certo, invadiu a propriedade, mas fê-lo com o intuito de ver o pai. Portanto, foi preso porque queria ver o pai. Podem haver outras interpretações, nomeadamente por especialistas em direito, mas os factos até agora relatados apontam para esta simples conclusão. E isto não é especulação.

Por muito nobre que seja o motivo, não justifica os meios. Um crime é um crime. Os motivos poderão apenas aliviar ou agravar a pena.

Seria certo eu assaltar um banco para roubar dinheiro para financiar uma cirurgia de um familiar muito doente?

Seria correcto eu roubar leite no hipermercado para dar aos meus 3 bébés que têm fome?
 
Por muito nobre que seja o motivo, não justifica os meios. Um crime é um crime. Os motivos poderão apenas aliviar ou agravar a pena.

Seria certo eu assaltar um banco para roubar dinheiro para financiar uma cirurgia de um familiar muito doente?

Seria correcto eu roubar leite no hipermercado para dar aos meus 3 bébés que têm fome?

Lá está, correcto não seria mas como disseste alivia-te a pena.

Para mim é um acto de má fé da "madrasta".

Uma das coisas que não percebi muito bem é que aqui fala-se em filhos. Os outros iam visitar o pai na boa ou também foram impedidos? Tiveram 6 meses sem o ver e nada fizeram? Porque foi só com este?
 
A questão é que estão a confundir moralidade com legalidade.

Como o exemplo do HMartinho. Se tiver alguém doente e queira ir depressa para o Hospital, vou em excesso de velocidade, mas já sei que me pode calhar uma coima.

Moralmente ele tem o direito a ver o pai. Mas alegadamente, não o fez legalmente.

É tão simples quanto isto.

Mas o cerne da questão penso que nem será isto. O que dá que pensar é o que originou o culminar de uma relação com a madrasta que levou a esta situação. Isto sim é triste.
 
Lá está, correcto não seria mas como disseste alivia-te a pena.

Para mim é um acto de má fé da "madrasta".

Uma das coisas que não percebi muito bem é que aqui fala-se em filhos. Os outros iam visitar o pai na boa ou também foram impedidos? Tiveram 6 meses sem o ver e nada fizeram? Porque foi só com este?
Pelo que percebi da leitura da notícia, a madrasta "proibiu" os filhos de verem o pai, alegando que os filhos do senhor iriam agredi-la ou então iriam retirar bens materais da casa do casal.
 
Independentemente de quem possa ter razão, acho que no final poderá ter havido alguém que foi muito prejudicado, o Pai ... deve ser triste não poder ter a companhia dos filhos numa fase de doença [s)] Nada fará o tempo voltar atrás.

Não imagino estar numa situação de impedimento de estar com o meu pai se ele tivesse doente, certamente que tentaria mover céus e terra para conseguir.

Não sei se tem razão ou não, mas simpatizo com o "sofrimento" e "indignação" do user

Para mim, para ver um Pai doente, a questão da legalidade de invasão de propriedade ou não é menor, raios ... estamos a falar de relações de sangue e esses valores deveriam ser os mais altos
 
Independentemente de quem possa ter razão, acho que no final poderá ter havido alguém que foi muito prejudicado, o Pai ... deve ser triste não poder ter a companhia dos filhos numa fase de doença [s)] Nada fará o tempo voltar atrás.

Não imagino estar numa situação de impedimento de estar com o meu pai se ele tivesse doente, certamente que tentaria mover céus e terra para conseguir.

Não sei se tem razão ou não, mas simpatizo com o "sofrimento" e "indignação" do user

Para mim, para ver um Pai doente, a questão da legalidade de invasão de propriedade ou não é menor, raios ... estamos a falar de relações de sangue e esses valores deveriam ser os mais altos

O problema é que as pessoas gostam sempre de se beatificar e atirarem sempre com o politicamente correto, mesmo se tratando de uma relação de sangue.

Sabem que mais? Neste caso eu diria mesmo: F*ck up the rules!
 
Mas qual f*ck the rules.

Num fórum de carros e parece que nem tiraram a carta. Nunca ouviram falar de marcha de urgência?

É que quando há uma situação grave e é preciso andar rápido, a lei contempla. Tal como contempla no caso do tópico, tal como a estipulação de um horário mas que neste caso não foi cumprida porque a justiça funcionou mal. Penso que a crítica seja aí...
 
Mas qual f*ck the rules.

Num fórum de carros e parece que nem tiraram a carta. Nunca ouviram falar de marcha de urgência?

É que quando há uma situação grave e é preciso andar rápido, a lei contempla. Tal como contempla no caso do tópico, tal como a estipulação de um horário mas que neste caso não foi cumprida porque a justiça funcionou mal. Penso que a crítica seja aí...

Claro que sei o que é marcha de urgência. Trabalho com "ela" todos os dias. O problema é quando tu andas supostamente numa marcha de urgência, apanhas uma multa e depois provares que estavas numa marcha de urgência "real", se é que me faço entender.
 
Não disseste que ias ao hospital com um filho? Qual é a dúvida? Não sais com papelada do hospital?

Obviamente que se tiveres atrasado para o cinema para ires ao cabeleireiro, essa factura não te serve de justificação...
 
Não disseste que ias ao hospital com um filho? Qual é a dúvida? Não sais com papelada do hospital?

Obviamente que se tiveres atrasado para o cinema para ires ao cabeleireiro, essa factura não te serve de justificação...

Queres que eu te cite um caso em que a polícia disse que essa factura não prova necessariamente que eras tu que ia a conduzir aquele carro? Que poderias ter ido numa ambulância e, aquele carro que por acaso está no teu nome, foi apanhado a 100 km/h numa zona de 50?

Claro que depois podes pôr o caso em tribunal, mas tendo em conta que sairia mais barato pagar a multa do que pagar a um advogado, e que a justiça em Portugal é mais lenta do que um idoso de 90 anos a tentar andar de skate, tenho a certeza que o "dilema" entre pagar a multa ou ir para tribunal não será muito difícil de resolver... I guess...
 
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A vermelho:
Então não compreendo como aceitas como ponto assente que o casamento é
com regime de separação de bens.

A azul:
Se não tens factos... é especulação. Contradizes-te entre vermelho e azul.

Não fazes sentido. Estás a misturar duas situações diferentes para teres razão, como é teu hábito. Preciso fazer dois posts para conseguires separar as águas ou este basta para ficares esclarecido?
 
Por muito nobre que seja o motivo, não justifica os meios. Um crime é um crime. Os motivos poderão apenas aliviar ou agravar a pena.

Seria certo eu assaltar um banco para roubar dinheiro para financiar uma cirurgia de um familiar muito doente?

Seria correcto eu roubar leite no hipermercado para dar aos meus 3 bébés que têm fome?

Mas eu não digo, nunca, que não é um crime. E não digo nunca que não deve ser castigado pelo crime que cometeu. O que tu disseste, foi que não tinha sido preso por visitar o pai, mas sim por invasão de propriedade. E eu disse-te que a invasão de propriedade se deve ao facto de querer ver o pai, daí que defenda que ele foi preso por tentar visitar o pai.

Isto é algo tão simples de entender que eu não vou perder mais tempo a defender a mesma coisa contigo e com o Nuno. Ganharam-me pelo cansaço. Parabéns, acho eu! [:D]
 
Mas eu não digo, nunca, que não é um crime. E não digo nunca que não deve ser castigado pelo crime que cometeu. O que tu disseste, foi que não tinha sido preso por visitar o pai, mas sim por invasão de propriedade. E eu disse-te que a invasão de propriedade se deve ao facto de querer ver o pai, daí que defenda que ele foi preso por tentar visitar o pai.

Isto é algo tão simples de entender que eu não vou perder mais tempo a defender a mesma coisa contigo e com o Nuno. Ganharam-me pelo cansaço. Parabéns, acho eu! [:D]

Mas isso é o mesmo que dizer que eu fui preso por querer alimentar os meus bébés. O assalto que fiz deve-se ao facto de querer dar comida aos rebentos, logo vou preso por querer dar comida aos rebentos.

Já estás cansado? Fraquito...[:D]
 
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Para mim, para ver um Pai doente, a questão da legalidade de invasão de propriedade ou não é menor, raios ... estamos a falar de relações de sangue e esses valores deveriam ser os mais altos


Ainda hoje vinha uma notícia num jornal um homem de 30 deu N machadadas no pai, por isso... é relativo
 
Última edição:
Ainda hoje vinha uma notícia num jornal um homem de 30 deu N machadadas no pai, por isso... é relativo

Isso é diferente. Se deu machadadas é porque nem gostava do pai, agora este, só para poder ver o pai quebrou a lei, se calhar tinha-lhe algum amor e consideração... Estarei enganado?

Também existem por aí mães que matam os filhos, desmembram-nos, esmagam-nos para depois enviar para Espanha... Outros dão sedativos aos bebés para que ele a deixe dormir sossegada, e não é por isso que podemos colocar todas as mães de Portugal no mesmo saco...
 
Queres que eu te cite um caso em que a polícia disse que essa factura não prova necessariamente que eras tu que ia a conduzir aquele carro? Que poderias ter ido numa ambulância e, aquele carro que por acaso está no teu nome, foi apanhado a 100 km/h numa zona de 50?

Claro que depois podes pôr o caso em tribunal, mas tendo em conta que sairia mais barato pagar a multa do que pagar a um advogado, e que a justiça em Portugal é mais lenta do que um idoso de 90 anos a tentar andar de skate, tenho a certeza que o "dilema" entre pagar a multa ou ir para tribunal não será muito difícil de resolver... I guess...

Quero desde que não sejas tu a fonte claro.
 
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