[Sociedade] Closed...

Realmente parece ser uma história insólita.

Seria bom conhecer a versão da senhora sua madrasta na primeira pessoa.

Até porque começas mal. O título do tópico diz que foste preso por visitar o teu pai quando na realidade foste preso por invasão de domicilio. São coisas muito diferentes e é um título à Correio da Manhã.

Não querendo obviamente menosprezar a tua indignação, que terá os seus motivos, a questão é a tal senhora não se sentia segura, e se impedia a entrada é porque as relações não eram muito boas, e não sabemos como eram ou deixavam de ser.
 
Última edição:
Bem realmente o caso é desagradável e é triste que as circunstâncias levem a que estas coisas aconteçam.

Agora só há algo que eu não percebi, o que pretendes com a abertura do tópico? Divulgação?
 
Realmente parece ser uma história insólita.

Seria bom conhecer a versão da senhora sua madrasta na primeira pessoa.

Até porque começas mal. O título do tópico diz que foste preso por visitar o teu pai quando na realidade foste preso por invasão de domicilio. São coisas muito diferentes e é um título à Correio da Manhã.

Não querendo obviamente menosprezar a tua indignação, que terá os seus motivos, a questão é a tal senhora não se sentia segura, e se impedia a entrada é porque as relações não eram muito boas, e não sabemos como eram ou deixavam de ser.

De quem é o domicílio? Do pai. Visitou o pai e foi preso.
 
De quem é o domicílio? Do pai. Visitou o pai e foi preso.

Ou não...
Mesmo em nome do pai, sendo casado é habitação de família, o que dá direitos à esposa.
Isto sem falar no regime de casamento. Basta ser casado no regime de comunhão total de
bens (por omissão há uns tempos atrás), para que a esposa também seja proprietária,
mesmo que nada esteja em nome dela.
 
Ou não...
Mesmo em nome do pai, sendo casado é habitação de família, o que dá direitos à esposa.
Isto sem falar no regime de casamento. Basta ser casado no regime de comunhão total de
bens (por omissão há uns tempos atrás), para que a esposa também seja proprietária,
mesmo que nada esteja em nome dela.

Pois não leste o texto. Era casamento com separação de bens. E a casa pertencia ao senhor em causa, porque tinha ficado com ela de um casamento anterior.
 
De quem é o domicílio? Do pai. Visitou o pai e foi preso.

Se entrou sem autorização, é ilegal. Não por causa do domicilio ser do pai que foi preso, é por ter entrado sem autorização (apesar de não perceber como foi exactamente, entrou à sucapa por uma janela?)
 
Pois não leste o texto. Era casamento com separação de bens. E a casa pertencia ao senhor em causa, porque tinha ficado com ela de um casamento anterior.

Diz o queixoso.
Alguém no Público viu os documentos?

Além disso, eu disse:
Mesmo em nome do pai, sendo casado é habitação de família, o que dá direitos à esposa.
Isto sem falar no regime de casamento.
Até podiam nem ser casados... bastaria ser comunhão de facto.

Por mim, estou como o MCabral. Gosto sempre de ouvir os dois lados.
Como não posso, pelo menos fico à espera disto:
Contactado pelo PÚBLICO, o juiz presidente da Comarca do Baixo Vouga, que abarca o tribunal de Sever do Vouga, onde grande partes dos processos correram, remeteu para hoje uma explicação sobre o caso.
 
Pois não leste o texto. Era casamento com separação de bens. E a casa pertencia ao senhor em causa, porque tinha ficado com ela de um casamento anterior.

Li o texto e não vi isso. De qualquer modo é irrelevante para o caso. Posso estar numa casa arrendada que não é minha e tenho direito de não deixar entrar quem eu não quero.

A madrasta estaria no usufruto da casa e daí ter o poder de impedir a entrada.

De qualquer modo, sem conhecer a outra versão dos factos é sempre estar a especular.

Apenas tenho a lamentar que as relações fossem tão pouco saudáveis para chegar a este ponto.
 
Li o texto e não vi isso. De qualquer modo é irrelevante para o caso. Posso estar numa casa arrendada que não é minha e tenho direito de não deixar entrar quem eu não quero.

A madrasta estaria no usufruto da casa e daí ter o poder de impedir a entrada.

De qualquer modo, sem conhecer a outra versão dos factos é sempre estar a especular.

Apenas tenho a lamentar que as relações fossem tão pouco saudáveis para chegar a este ponto.

No texto do Público:
Arsénio Almeida tirou férias para fazer greve de fome por não poder visitar o pai - Sociedade - PUBLICO.PT
A casa, insiste Arsénio, era do pai, que casara em separação de bens com a última mulher por obrigação legal, já que tinha perto de 70 anos.

Aproveito para destacar o "insiste Arsénio", em resposta ao Ganso.
 
Diz o queixoso.
Alguém no Público viu os documentos?

Além disso, eu disse:

Até podiam nem ser casados... bastaria ser comunhão de facto.

Por mim, estou como o MCabral. Gosto sempre de ouvir os dois lados.
Como não posso, pelo menos fico à espera disto:

No texto do Público:
Arsénio Almeida tirou férias para fazer greve de fome por não poder visitar o pai - Sociedade - PUBLICO.PT


Aproveito para destacar o "insiste Arsénio", em resposta ao Ganso.

Nuno, eu apenas te disse que o que tu afirmaste era falso e notou-se, claramente, que não tinhas lido o texto.

Agora, para mim, ele foi visitar o pai e acabou preso. Esta é a verdade, de acordo com o que aquele senhor afirma, e não vale a pena contornar com falinhas mansas, malabarismos legais e especulações.

E sim, também gostava de ouvir a versão da senhora em causa. Porque a história tresanda a esturro.
 
Isto está mais que visto que essa senhora deve ser uma psicótica e decidiu infernizar a vida deste senhor.
Toda a história mostra o quanto é cega a justiça em Portugal. E ela estava bem ensaiada ao alegar que a doença não permitia visitas inesperadas. Era quase certo que o homem, no espaço de visita dado pelo tribunal lá aparecesse.

Tudo bem que se oiça a versão desta "madrasta" que 20 anos mais nova se casou com um senhor de 70.

Agora eu pergunto? A policia quando prendeu o senhor não tentou de imediato perceber se ele estava ali para roubar ou apenas para visitar o pai? Porque antes de o prender não tentou falar com possíveis testemunhas? Normalmente é só cuscos nas janelas e toda a gente vê o que se está a passar.

Uma situação maquiavélica.
Admira-me a TVI não ter pegado no caso.
 
Isto está mais que visto que essa senhora deve ser uma psicótica e decidiu infernizar a vida deste senhor.
Toda a história mostra o quanto é cega a justiça em Portugal. E ela estava bem ensaiada ao alegar que a doença não permitia visitas inesperadas. Era quase certo que o homem, no espaço de visita dado pelo tribunal lá aparecesse.

Tudo bem que se oiça a versão desta "madrasta" que 20 anos mais nova se casou com um senhor de 70.

Agora eu pergunto? A policia quando prendeu o senhor não tentou de imediato perceber se ele estava ali para roubar ou apenas para visitar o pai? Porque antes de o prender não tentou falar com possíveis testemunhas? Normalmente é só cuscos nas janelas e toda a gente vê o que se está a passar.

Uma situação maquiavélica.
Admira-me a TVI não ter pegado no caso.

e quem te garante que não foi este senhor a infernizar a vida madrasta?

para a polícia é irrelevante se entra para roubar ou apanhar o papel que voou, é invasão de propriedade.
 
I
Agora eu pergunto? A policia quando prendeu o senhor não tentou de imediato perceber se ele estava ali para roubar ou apenas para visitar o pai? Porque antes de o prender não tentou falar com possíveis testemunhas? Normalmente é só cuscos nas janelas e toda a gente vê o que se está a passar.
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Agora eu responto: Imagina o contrário. Que tens uma chatice com alguém e esse alguém vai sorrateiramente bater à tua porta com uma arma no bolso. Tu aflito chamas a polícia. Gostavas mesmo que a opinião dos 'cuscos à janela' determinasse ou não a prisão do agressor. Obviamente que isto é uma situação hipotética sem qualquer relação com o caso. Só pretendo mostrar que há procedimentos correctos e trâmites legais. A prisão do sr Arsénio não poderia ser julgada/decidida nem 'pelos cuscos à janela' nem sequer pelo agente da gnr.
 
Sinceramente não me parece. Mas posso estar enganado.
Eu sei que é indiferente o motivo. Mas antes de prender uma pessoa deviam tentar perceber.
Para mim prenderam um inocente. A casa é do pai, se ele é filho...

Ps: Conheço infelizmente uma situação parecida.
 
Eu não disse que ele não devia ser preso Vindaloo. Apenas que mesmo para efeitos de julgamento deviam auscultar o que testemunhas oculares disseram.
 
Olha mas se é assim, se eles são tão intransigentes, quando os tipos da comissão de festas da minha freguesia entram na minha propriedade para pedirem dinheiro e não querem ir embora se eu chamar a polícia eles vão presos por estar dentro do que é meu sem autorização?
Já agora aproveito para saber...
 
Eu não disse que ele não devia ser preso Vindaloo. Apenas que mesmo para efeitos de julgamento deviam auscultar o que testemunhas oculares disseram.

Tás esquecido pah? [:D]

Agora eu pergunto? A policia quando prendeu o senhor não tentou de imediato perceber se ele estava ali para roubar ou apenas para visitar o pai? Porque antes de o prender não tentou falar com possíveis testemunhas? Normalmente é só cuscos nas janelas e toda a gente vê o que se está a passar.
 
A minha frase diz: Porque antes de o prender...não quis dizer que não o têm que prender.
Parece que me expressei mal. Eu falo nas testemunhas que é para quando fosse a tribunal, o GNR que o prendeu relatar com pormenor a cena passada ao juiz e as consequências de tal podem ser diferentes
Não me devo ter expressado bem

Mas Vindaloo, que achas da situação que coloquei em cima?Vão presos? Estão a invadir o que é meu e eu não quero que eles o façam
 
Última edição:
Na verdade fui detido por estar a visitar o meu pai doente, era isso que estava a fazer. Além disso esquecem-se que quando o meu pai morreu tive direito a 3 dias de dispensa do trabalho, quando ele estava vivo não tinha direito e vê-lo??? O facto de eu ser filho e o meu pai estar doente dá-me direitos, um dos quais é estar com ele, está na declaração universal dos direitos humanos, eu não podia ser tratado como um estranho. Em relação ao comportamento da justiça nem uma palavra! Será que eles têm o direito de violar a lei? É aceitável o incidente da certidão sem provas? É aceitável terem-me entregue a certidão 6 meses depois? É aceitável dizerem que eu estava fora de um horário de visitas que na altura nem sequer existia. Que eu saiba não existe crime de visita a pai doente!
 
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