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********************Pode, desque o aviso vá assinado por ti e a pessoa se faça acompanhar pelo teu BI.
Mas às vezes basta a pessoa assinar e eles dão a carta, já me aconteceu as duas maneiras[]
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2ª feira vou mandar o BI por correio URGENTE e vou tentar assinar o aviso à distância[8b]
Quantos dias é que a carta fica nos CTT?
Tenho carta Internacional, mas só é válida por 6 meses....[8b] Até Setembro...[8b]
se calhar dá é para alterar a morada e a carta ir para onde estás...
É evidente que QUALQUER pessoa poderá levantar essa carta, tendo, no entanto, que ser identificada pelos CTT.
(Nunca receberam cartas registadas ?)
??????
Já recebi cartas registadas em meu nome....
Tens a certeza que pode levantar?
Peçam o SIGA à estação de correios.
Indiquem uma morada onde esteja sempre alguém
Recebam a carta e assinem o a recepção.
À porta não à probelmas com quem recebe , se é o titular ou não.
Acho que isto custa 2 € e é executado em 48 horas.
[]
É evidente que sim... desde cartas a encomendas registadas.
Aliás, e a título de exemplo, é até possível realizar a citação para um processo judicial pendente numa terceira pessoa. E quando envias uma carta ao Exmo Sr. Presidente da Câmara de..., achas que é o pobre presidente que tem que vir a correr ter com o carteiro assinar e levantar a mesma ? []
É claro que recai sobre a pessoa que assina e recebe a correspondência, a obrigação e responsabildade de a fazer chegar ao conhecimento do verdadeiro destinatário. Imagina uma notificação a conceder-te um prazo de x dias para juntares determinados documentos, sob pena de ser proferida decisão de indefimento liminar.... e a pessoa se esquece de ta dar....
tens ai um belo 31
nas cartas registadas normais, tens que assinar o aviso de recepção e depois outra pessoa com o BI pode ir aos CTT e levantar a carta.
como estás no estrangeiro, não vais conseguir assinar o aviso de recepção em tempo útil. porque passado 6 dias de a carta não ser levantada volta para trás.
Também já me aconteceu, receber cartas registadas, em que pedi a outra pessoa para ir levanta-las e depois nos ctt dizeram-lhe que aquele tipo de cartas apenas eram entregues em mão à própria pessoa.
Assinas e datas a carta, tiras cópia e juntas o AR.Para não abrir outro tópico, vou desenterrar este.
Fiz um contrato promessa compra e venda (eu vendedor) e o promitente-comprador entrou em incumprimento. Tenho de o notificar por carta registrada com aviso de recepção. Até aqui tudo bem.
A unica prova com que eu fico é que ele recebeu uma carta minha, nada mais.
Como é que provo que a carta que lhe enviei era relativa ao contrato em causa?
Nao consegues, as unicas provas com que ficas é o papel do registo, e o modelo CN17 (papel cor de rosa) que te é devolvido caso o destinatário levante a correspondencia.Para não abrir outro tópico, vou desenterrar este.
Fiz um contrato promessa compra e venda (eu vendedor) e o promitente-comprador entrou em incumprimento. Tenho de o notificar por carta registrada com aviso de recepção. Até aqui tudo bem.
A unica prova com que eu fico é que ele recebeu uma carta minha, nada mais.
Como é que provo que a carta que lhe enviei era relativa ao contrato em causa?
É evidente que QUALQUER pessoa poderá levantar essa carta, tendo, no entanto, que ser identificada pelos CTT.
(Nunca receberam cartas registadas ?)
Nao consegues, as unicas provas com que ficas é o papel do registo, e o modelo CN17 (papel cor de rosa) que te é devolvido caso o destinatário levante a correspondencia.
Se porventura o caso chegar a tribunal, ele vai ter que mostrar o conteudo da carta, que deverá estar assinada por ti.
Se nao tiveres o comprovativo em que o destinatário, ou alguem a mando dele levantou a carta, nada feito. A tua maior prova é precisamente o modelo que assinamos quando levantamos uma correspondencia registada.Imaginemos que acontece isto: chego eu e o promitente-comprador a tribunal. Eu quero provar que enviei uma proposta ao promitente-comprador e o promitente-comprador quer provar que não recebeu proposta nenhuma. Eu tenho na minha posse o registo dos CTT e a cópia da proposta. O promitente-comprador leva um "postal de Natal" e jura que foi isso que recebeu pelo correio registado.
O problema aqui para o juiz é que esse caso levanta duas possibilidades:
1- Eu posso mesmo ter enviado o postal de Natal para não receber nenhuma contra-proposta do promitente-comprador e mais tarde querer provar em tribunal que a enviei e, com isso, sair beneficiado uma vez que a ausência de contra-proposta por parte do promitente-comprador torna qualquer suposta proposta minha vinculativa.
2- Eu enviei uma proposta verdadeira mas o promitente-comprador, como não quer negociar, ignora a carta que recebeu e compra um postal de Natal para fazer de conta que não recebeu nenhuma proposta e deixar tudo na mesma.
Como se resolve uma coisa destas?