Bofetada em Directo!

Vi na TV e no fim a fulana ainda lhe dizia para ele pedir desculpas.

Ao que parece ela invadiu o estudio por não concordar com a acusação do jornalista de não haver liberdade de expressão.
 
Vi na TV e no fim a fulana ainda lhe dizia para ele pedir desculpas.

Ao que parece ela invadiu o estudio por não concordar com a acusação do jornalista de não haver liberdade de expressão.

E para além disso parece que lançou um livro onde falava sobre aspectos pessoais da vida dela.

Enfim.

Achei uma certa piada ao filme e fartei-me de rir mas se olharmos para as problemáticos por trás do filme vemos que isto é muito mais grave, pois tendo ou não razão, ela só ali foi porque está a coberto do governo, pois caso contrário acredito que nem tivesse lá ido fazer o que fez.

Vamos ver no que resultam os próximos desenvolvimentos, se é que vão haver.

Abraço,
McDriver
 
"Porreiro, pá!"

"Porreiro, pá!"

É o direito de resposta exercido a uma alegada ofensa à morte do filho da deputada publicado num livro do visado jornalista...

Como dizia o meu avô questões de honra e ética entre cavalheiros resolvem-se com umas valentes bengaladas e assim foi já que hoje em dia tudo serve para difamar através do uso dos media sem o "direito de resposta".
 
Isso e entrarem num qualquer programa da manhã e arrearem forte e feio nos comentadores "residentes".

Não vai ser bonito, mas vai dar muita gargalhada.

[:D]
 
Boas.

Parece que uma deputada do governo de Hugo Chavez entrou por um estúdio a dentro e "assoou as moncas" ao repórter.

Ora vejam lá:

http://videos.sapo.pt/Sr31stIU9P7knw6CQQnT

Grandes sardas. Nada como umas solhas para resolver o assunto, ehe!


Abraço,
McDriver

Não sei ao certo o que esta por detras da reação da deputada, o que posso dizer é que a senhora por muito indignada que esteja NÃO agiu da forma mais indicada, muito provavelmente acabou de ceder a alguma das muitas provocações que são alvo o pessoal do governo.

Sei perfeitamente que existe na Venezuela um quase monopolio dos grandes medias... não no governo, mas sim dos privados que fazem parte do velho poder economico venezuelano, os mesmo que ainda hoje não admitem a vitoria de Hugo Chavez, e que por todos os meios tentam boicoitar o governo.

A manipulação mediatica dos grandes meios de (des)informação é de alguma forma neutralizado pelos medias alternativos e pelo canal do estado VTV (venezolana de television), e mais recentemente pela rede de televisão multi-estatal, a TELESUR também conhecida como "Al-jazeera" da America Latina.
 
Está-me a querer parecer que a sra deputada perdeu uma boa oportunidade de estar quieta! Como perdeu a razão da palavra passou à violência!

Isso é que é Democracia!
 
Não sei ao certo o que esta por detras da reação da deputada, o que posso dizer é que a senhora por muito indignada que esteja NÃO agiu da forma mais indicada, muito provavelmente acabou de ceder a alguma das muitas provocações que são alvo o pessoal do governo.

Sei perfeitamente que existe na Venezuela um quase monopolio dos grandes medias... não no governo, mas sim dos privados que fazem parte do velho poder economico venezuelano, os mesmo que ainda hoje não admitem a vitoria de Hugo Chavez, e que por todos os meios tentam boicoitar o governo.

A manipulação mediatica dos grandes meios de (des)informação é de alguma forma neutralizado pelos medias alternativos e pelo canal do estado VTV (venezolana de television), e mais recentemente pela rede de televisão multi-estatal, a TELESUR também conhecida como "Al-jazeera" da America Latina.

Foste lá ontem dar um abraço ao teu amigo Chavez? [:D]

Qualquer dia tu e o Mario Soares são condecorados pelo Governo Venezuelano
 
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Um pequeno detalhe sobre a liberdade de expressão, de imprensa na Venezuela.


O que teria acontecido, em qualquer país desenvolvido, com uma emissora que participasse de uma conspiração para depor o governo eleito de seu próprio país?

Segundo Patrick McElwee, da ONG estadunidense Just Foreign Policy:

“o caso da RCTV não é de censura de opinião política. Um governo, por meio de um processo falho, deixou de renovar a concessão de uma empresa que não a teria conseguido em outras democracias, inclusive os Estados Unidos. De fato é espantoso, francamente, que essa companhia tenha tido permissão de transmitir por cinco anos após o golpe e que o governo Chávez tenha esperado pelo fim da licença para lhe tirar a permissão de usar o espectro público”.


Nos dias que precederam o golpe de abril de 2002, as quatro principais redes – Venevisión, RCTV, Televen e Globovisión, apelidadas por Chávez de “Cavaleiros do Apocalipse” – trocaram a programação regular por discursos antichavistas e convocações aos espectadores para ocupar as ruas:

“Nenhum passo atrás. Saia! Saia agora!”

Esses anúncios eram patrocinados pela PDVSA, ainda controlada pela oposição, mas as emissoras o colocavam no ar como “de interesse público”.

Na noite do golpe, os conspiradores, inclusive o candidato a ditador Pedro Carmona, reuniram-se na emissora do poderoso empresário Gustavo Cisneros, a Venevisión. O presidente da Televen, Omar Camero, e a co-proprietária do Canal Metropolitano de Televisión (CMT), Albertina de Petricca, foram signatários, juntamente com outros empresários e militares, do decreto que empossou Carmona e dissolveu a Assembléia Nacional.

As emissoras celebraram abertamente a “renúncia” de Chávez. Mas, quando os chavistas reagiram, foi imposto um apagão noticioso. Andres Izarra, jornalista venezuelano que trabalhou como editor da CNN em espanhol antes de se tornar gerente de produção do telejornal da RCTV, recebeu instruções claras:

“Nenhuma informação sobre Chávez, seus seguidores, ministros ou qualquer pessoa que possa ser relacionada a ele”.


Izarra viu os chefes suprimirem a reportagem de uma afiliada dos EUA que revelava que Chávez não havia renunciado e sim seqüestrado e preso. Também as notícias de que o golpe fora condenado por México, Argentina e França.

Quando o repórter em Miraflores avisou que o palácio fora retomado por chavistas e o presidente retornava, as notícias foram trocadas por Pretty Woman e desenhos de Tom e Jerry. [:D] O jornalista decidiu dar um basta e pediu o boné. Meses depois, dizia a Naomi Klein, da revista estadunidense The Nation, que as quatro redes deveriam ter as concessões revogadas.

É caso para dizer que na Venezuela há "liberdade de expressão" a mais...


Fontes:

http://www.rnv.gov.ve/noticias/index.php?act=ST&f=32&t=50902&hl=rctv&

http://www.cartacapital.com.br/2007/06/nem-estado-nem-mercado

http://www.voltairenet.org/article151010.html
 
Os motivos por detras da pacadaria. A cena completa da pancadaria começa aos 8 min e 42 seg:

http://es.youtube.com/watch?v=TyOjOKrlGzo

O Jornalista terá usado certos episodios da vida intima da deputada como arma politica, para alem de numerosos artigos publicou também um livro atacando a deputada ao ponto de explorar sem dó nem piedade morte do filho.

Depois de analisar o sucedido penso que se fosse comigo também não conseguiria manter a calma, partia-lhe a cabeça com um taco de beisbol.
 
Que gaja mais parva[8b]

Ela representa um partido, e devia ter isso em consideração...

Merecia que o jornalista a pusesse em tribunal, até ficar sem dinheiro para comer... e depois, havia de levar uma sova....

Se acha que foi ofendida num livro, devia processar o senhor...

Que tristeza.....


Em relação à Odete Santos, como alguém falou, ela é mais calminha[:D] [:)]

http://www.youtube.com/watch?v=aOL8HimHIr0

O RAP é um GÉNIO!!!!!!!!!!!!!!!!!
 
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