bang-olufsen

Voçes teem todos piada, B&O nao presta.....

Quantos de vós teem B&O em casa para exprimirem tal opiniao? alias quantos de vós conhecem a B&O a fundo

Ou sera que falam por aquilo que o amigo da prima disse?

A minha configuraçao na Sala neste momento é:

TV: Beovision 4 '65
DVD: Beocenter 2
Colunas: Beolab 9000
Sub: Beolab 3

Alem de adorar a parte estetica, adoro tambem a qualidade sonora, e sinceramente sei que existem alguns modelos que estao ao nivel da B&O mas no entanto nesta gama de produtos vale o gosto pessoal de cada um, agora dizerem que B&O nao é High-End sinceramente deviam aprender um pouco mais acerca de Home-Audio


Acho que ninguem disse que B&O não é High-End

simplesmente pelo valor que custou esse setup, possivelmente montava algo com ainda mais qualidade e se calhar ainda sobrava uns trocos para os filmes

Mas não tinha o mesmo design
e sou o primeiro a admitir que adoro o design B&O
 
e pelos vistos há entendidos e alguns de bom gosto (!!!)[;)] [:D] [:p]

estas duas marcas são sem duvida marcas de topo, mas não estao sozinhas, alguem falou aqui em Naim, em Arcam, Mission, Rega, B&O, Bose; Ortofon; Audiolab, Keef, Infiniti, e pelo menos mais umas 6 ou 7 da escola Inglesa, (a mais famosa de todas e quase artezanal!!!)

eu como ja disse antes, há 20 anos que sou fiel, á escola Inglesa ( o pecado, é um leitor de CDs Marantz CD63, e um Rega Planar equipado com um braço de grafite, com amortecimento em silicone e cabeça Ortofon, para "saborear" os meus Vinys![;)] [:p] )

saudaçoes audiofilas![;)] [:p] [:D]


O CD63 normal ou o MKII?

A diferença era o chassis que é bem mais imune às vibrações.

Experimenta usá-lo como transporte. Mas tem de ser ligado a um bom DAC
Pessoalmente acho que enfatiza muito os agudos, soa-me estridente, mas é opinião pessoal

p.s. o mecanismo de transporte de marantz é, ou era pelo menos até à pouco tempo, da phillips
 
Voçes teem todos piada, B&O nao presta.....

Quantos de vós teem B&O em casa para exprimirem tal opiniao? alias quantos de vós conhecem a B&O a fundo

Ou sera que falam por aquilo que o amigo da prima disse?

A minha configuraçao na Sala neste momento é:

TV: Beovision 4 '65
DVD: Beocenter 2
Colunas: Beolab 9000
Sub: Beolab 3

Alem de adorar a parte estetica, adoro tambem a qualidade sonora, e sinceramente sei que existem alguns modelos que estao ao nivel da B&O mas no entanto nesta gama de produtos vale o gosto pessoal de cada um, agora dizerem que B&O nao é High-End sinceramente deviam aprender um pouco mais acerca de Home-Audio

Bela escolha!

Na minha sala, embora seja uma escolha mais modesta,. tambem habita uma Beovision 1,com um DVD1, um HDR1, acompanhado por umas Beolab 4000 e a saudosa maquina Beocenter 9500...apr:)
 
A Bose é uma marca mais de markting que de qualidade fora de serie.

Muita gente conhece a Bose pelo kit de 2 satelites e subwoofer e pelo barulho que criam.

Uma coisa é certa a maior parte das pessoas nao sabe avaliar uma boa imagem ou um bom som, para muita gente o tamanho da TV e a pressao sonora é que interessa.

A Bose impressiona as pessoas apenas porque tem preços elevados para o que as pessoas pensam que é ja é caro e pelo barulho que criam.

Ha marcas que nao lhes interessa ganhar fama nem projeçao pelo markting, apenas estao interessadas em oferecer qualidade.

Depois ha casos como a Sony que em Hi-Fi tem do que se chama material para quem nao percebe nada e pensam que estao a comprar uma coisa de outro mundo e tem material realmente de qualidade e fora das posses da maioria, mas isto é mais em Receivers A/V e leitores de DVD. A preços acima de 1000 euros a peça.

Para preços ate 750 euros existe a Nad e a Rotel com excelentes produtos, a Nad tem um som mais quente e humano, a Rotel tem um som mais magro e fino.
Agora tudo depende do que se gosta no som, se é um som mais delicado se é mais imponente.

Os leitores de CDs tambem sao muito importantes, alem da compatibilidade entre leitores de CD/Amp/Colunas.

Os amplificadores ate devem ser separados para que os altos niveis de corrente da parte de potencia (Power) nao criem distorçao e interferencias no Pre (processador)

Outra coisa é que som é analogico, muita gente pensa que esses sistema de 5.1 digital é que dao som para ouvir musica e aquilo so presta para fazer os ruidos/barulhos dos filmes.

Conforme se vai subindo o preço vao aparecendo marcas para os varios patamares.

A Bose seria a escolha para um bar a passar som tipico do agudos e graves.
Muitos sistemas da Bose sao caros pela aparencia de sofisticaçao e pela concentraçao de muita electronica e nao pela qualidade dos amplificadores que vem e da construçao e materiais usados nos altifalantes.

A B&O ainda pior, é mais cara e nao é referencia em nada, apenas junta um design que se disfarça na casa com qualidade agradavel para a maioria das pessoas que nao tem referencias do que existe.

Para ter em casa e para ouvir musica com equilibrio nada como umas colunas de altas a frente e um amplificador analogico, mas tudo escolhido com tempo e ouvido num sala toda alcatifada.


Quando comprei as minhas colunas ouvi, num amplificador Nad que foi o que acabei por comprar, varias colunas para varios preços ate certo limite e as que mais estiveram em meu agrado foram uma B&W 603 S2 pelos graves indirectos e convincentes, pelo som geral indirecto, pelo equilibrio e noçao espacial.

Tenho um Nad C320 BEE e umas B&W 603 S2, apenas trocava o amplificados pelo C352 ou C372 apenas por terem mais capacidade a debitar potencia para as colunas que tenho, o problema é que quando comprei o amplificador nao tinha hipoteses para os outros.

Duvido que alguem que ouça musica num sistema assim, e é apenas baixa gama, queira mais as tretas dos satelites que vendem por ai para ouvir musica.

É daquelas coisas que me faz empregar muito dinheiro e quando o ganhar seria bom ter possibilidades para tal, para ja os meus pais ja me vao safando.
 
Última edição:
A Bose é uma marca mais de markting que de qualidade fora de serie.

Muita gente conhece a Bose pelo kit de 2 satelites e subwoofer e pelo barulho que criam.

Uma coisa é certa a maior parte das pessoas nao sabe avaliar uma boa imagem ou um bom som, para muita gente o tamanho da TV e a pressao sonora é que interessa.

A Bose impressiona as pessoas apenas porque tem preços elevados para o que as pessoas pensam que é ja é caro e pelo barulho que criam.

Ha marcas que nao lhes interessa ganhar fama nem projeçao pelo markting, apenas estao interessadas em oferecer qualidade.

Depois ha casos como a Sony que em Hi-Fi tem do que se chama material para quem nao percebe nada e pensam que estao a comprar uma coisa de outro mundo e tem material realmente de qualidade e fora das posses da maioria, mas isto é mais em Receivers A/V e leitores de DVD. A preços acima de 1000 euros a peça.

Para preços ate 750 euros existe a Nad e a Rotel com excelentes produtos, a Nad tem um som mais quente e humano, a Rotel tem um som mais magro e fino.
Agora tudo depende do que se gosta no som, se é um som mais delicado se é mais imponente.

Os leitores de CDs tambem sao muito importantes, alem da compatibilidade entre leitores de CD/Amp/Colunas.

Os amplificadores ate devem ser separados para que os altos niveis de corrente da parte de potencia (Power) nao criem distorçao e interferencias no Pre (processador)


Outra coisa é que som é analogico, muita gente pensa que esses sistema de 5.1 digital é que dao som para ouvir musica e aquilo so presta para fazer os ruidos/barulhos dos filmes.

Conforme se vai subindo o preço vao aparecendo marcas para os varios patamares.

A Bose seria a escolha para um bar a passar som tipico do agudos e graves.
Muitos sistemas da Bose sao caros pela aparencia de sofisticaçao e pela concentraçao de muita electronica e nao pela qualidade dos amplificadores que vem e da construçao e materiais usados nos altifalantes.

A B&O ainda pior, é mais cara e nao é referencia em nada, apenas junta um design que se disfarça na casa com qualidade agradavel para a maioria das pessoas que nao tem referencias do que existe.

Para ter em casa e para ouvir musica com equilibrio nada como umas colunas de altas a frente e um amplificador analogico, mas tudo escolhido com tempo e ouvido num sala toda alcatifada.


Quando comprei as minhas colunas ouvi, num amplificador Nad que foi o que acabei por comprar, varias colunas para varios preços ate certo limite e as que mais estiveram em meu agrado foram uma B&W 603 S2 pelos graves indirectos e convincentes, pelo som geral indirecto, pelo equilibrio e noçao espacial.

Tenho um Nad C320 BEE e umas B&W 603 S2, apenas trocava o amplificados pelo C352 ou C372 apenas por terem mais capacidade a debitar potencia para as colunas que tenho, o problema é que quando comprei o amplificador nao tinha hipoteses para os outros.

Duvido que alguem que ouça musica num sistema assim, e é apenas baixa gama, queira mais as tretas dos satelites que vendem por ai para ouvir musica.

É daquelas coisas que me faz empregar muito dinheiro e quando o ganhar seria bom ter possibilidades para tal, para ja os meus pais ja me vao safando.

Desculpa, a Sony? A Sony pode ser uma empresa dedicada para as massas/boa relação qualidade preço, mas que é boa, sim, é relativo, mas, sobretudo a leitores de media digitais e amplificadores, tem produtos muito bons... Basta ver que eles é que são os inventores dos amplificadores de Classe D, precursores dos de Classe T, que hoje em dia, são a mais alta tecnologia, e capazes de abafar tudo quanto é de transístores, e ombrear ou até superar com sistemas a válvulas 100x mais caros!

Sony pode ser marca de supermercado, mas também NAD, B&W, Monitor, Rotel, JBL, etc. são marcas de quê? De fnac?


Wrong! Um amplificador não precisa de estar separado físicamente dos outros componentes... O que muitas vezes acontece é que são usados componentes de baixa qualidade e transformadores de metal laminado, quando os toroidais são muitissimo superiores em termos electromagnéticos... E Pre, não é processador.

Básicamente tens até 4 niveis de processamento de sinal, "4 caixas"

1. DD Decoder/MP3/etc -> Se tiveres a ouvir um disco multicanal/comprimido/multiplexado

2. DAC -> Converte os sinais digitais em analógicos, há muitas categorias, SAR, sigma-delta, etc...

3. Pré-amplificador -> Selecciona a fonte (se amplicável) e selecciona o volume.

4. Amplificador -> Transforma o sinal interno, de baixa potência, para um que seja adequado ás colunas...


Isso é muuuuuuito relativo, se me perguntares, para mim, esse tal amp. analógico, é um amp a valvulas...

Colunas... é impossível, completamente impossível mesmo, de entre as "boas", distinguir as que valem a pena das menos boas... Além de que cada sistema vai depender de inúmeros factores, desde a sala, a caixa das colunas, a cablagem, a qualidade de construção, o crossfader, o número de drivers, a posição, as especificações dos drivers, etc. etc. etc... e acima de tudo... do amp!


Mas lá está... discutir isto, ok, discutir carros, também ok, agora discutir as duas coisa... já é um bocado a mania da discução...
 
É preciso distinguir a SONY - linha profissional - da Sony - linha branca, antes de desatarem a fazer comparações!

A primeira é excelente, e só alguns (poucos) revendedores autorizados têm acesso aos produtos: mesa de mistura de vídeo (Anycast), câmaras de filmar, microfone (com e sem fio, de punho ou de lapela, ...), monitores vídeo e por aí fora. Têm produtos de referência e dedicam-se ao mercado profissional puro.

A segunda, segue as regras do mercado concorrencial dos produtos de consumo, com o devido ajuste de preço/qualidade, e é vendida em qualquer esquina, grosso modo. Não se compara com a gama anterior, e vive um pouco à sombra da fama granjeada pela linha profissional - daí o misto de sensações em saber que a Sony é boa mas deparamos com alguns produtos fracos (e mais caros, regra geral).
 
Mesmo ao nível da linha de consumidor a Sony nunca enganou ninguém e tem 3 gamas de produtos distintas.
Tem a linha normal, que é a linha que as pessoas vem maioritariamente por aí e que embora sejam bons produtos não se destacam da concorrência em basicamente nada.
Depois tem a linha de produtos QS (Quality Standard), é uma gama onde a Sony já coloca alguma preocupação em termos de fidelidade e qualidade, para mim Sony começa aqui a valer a pena (o meu leitor de CD/SACD é da linha QS e estou satisfeito com ele), claro que o preço da linha QS é superior ao preço dos produtos normais.
E por fim tem a linha ES (Elevated Standard) que é a gama mais high end que eles tem, nesta gama, a Sony compete com as concorrentes de alta fidelidade que já colocaram por aí.
Isto para dizer que há Sony e Sony, e quando escolherem ou compararem um produto Sony verifiquem bem qual a gama que prentendem e qual a gama do produto para o qual estão a olhar.

Cumprimentos
 
E por fim tem a linha ES (Elevated Standard) que é a gama mais high end que eles tem, nesta gama, a Sony compete com as concorrentes de alta fidelidade que já colocaram por aí.
O meu segundo leitor de cd's foi um ES. Já nem me lembro do ano em que foi comprado! Início da década de 90... Foi o meu leitor de CD's durante alguns 10 anos e ainda lá está em casa cuidadosamente guardado na caixa em que veio. É um clássico. :)

sony-cdp-x333es-0_1112124246.jpg

Edit:Sem exagero, alguns 10 quilos de leitor de cd's. Um autentico tanque de guerra. E ainda trabalha perfeitamente.
 
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O meu segundo leitor de cd's foi um ES. Já nem me lembro do ano em que foi comprado! Início da década de 90... Foi o meu leitor de CD's durante alguns 10 anos e ainda lá está em casa cuidadosamente guardado na caixa em que veio. É um clássico. :)

sony-cdp-x333es-0_1112124246.jpg

Edit:Sem exagero, alguns 10 quilos de leitor de cd's. Um autentico tanque de guerra. E ainda trabalha perfeitamente.

Tenho um igual! É mesmo muito bom! Mesmo hoje em dia... já não se fazem desses...


Com a respectiva aparelhagem: Vinyl, Amplificador Integrado com ajuste de som, Rádio AM/FM, Leitor/Gravador de cassetes duplo com o melhor NR da Dolby, e esse tal leitor de CD's

Uma coisa que acho espetacular no sistema, é que as resistências variáveis (botões de rodar), quando controladas pelo telecomando, não ficam paradas e o sistema faz o resto! Quando se usa o comando, activamos motorzinhos que girão os botões! Muito fixe! Até o selector de fonte, que hoje em dia, são feitos com botões, é assim!






Uma história interessante, é que as Playstations, das primeiras, um dos primeiros modelos, que ainda eram carotes, que tinham conectores na parte traseira da consola, são leitores de CD da mais elevada categoria, rivalizando com leitores de vários milhares de U$D!

http://www.destructoid.com/playstation-1-the-audiophile-s-dream--32269.phtml#comments
 
Última edição:
Espero que as formas de onda sem cortes não te estejas a referir ao vinil...

São exactamente as limitações técnicas do vinil que lhe dão a sonoridade diferente.[;)]

Quando refiro a formas de ondas sem cortes quero referir-me a formas de onda lineares... eu explico....

Por maior que seja a taxa de amostragem dos DAC (digital do analogic converters), a forma de onda sai sempre em "escada", pois para cada nível da onda há uma representação digital. O problema são os valores intermédios que não são representados. O resultado é audivel, mas é sempre um compromisso. A solução é sempre aumentar a taxa de amostragem...

No caso do vinil esse problema não existe. O que resulta, retirando o eventual "fritar", num som mais puro (acho que as harmónicas têm aqui algum papel que ainda não percebi).

Se acopularmos a saida do "gira-discos" a um amplificador Class A e a umas boas colunas com uma curva da resposta que seja abaixo dos 20 Hz e acima dos 20000 Hz, com pelo menos o dobro da potência do amplificador, então penso que a experiência de audição poderá ser muito boa.

O problema é que hoje em dia, com os MP3's, aceitamos a perda da qualidade que resulta da compressão dos ficheiros. E quando ouvimos algo tocado numa boa aparelhagem, achamos que qualquer tipo de música é boa...
 
A B&O para mim são sistemas com desempenho ligeiramente acima da média, num design - esse sim - muito acima da média.

Honestamente, para o que eu tiraria partido de um sistema de imagem/ som, um B&O chegar-me-ia perfeitamente, uma vez que gosto de um bom som mas não sou nenhum audiófilo, nem sequer tenho conhecimentos para conceber um sistema XPTO que possibilite a obtenção de certos níveis de pureza de som.
 
Quando refiro a formas de ondas sem cortes quero referir-me a formas de onda lineares... eu explico....

Por maior que seja a taxa de amostragem dos DAC (digital do analogic converters), a forma de onda sai sempre em "escada", pois para cada nível da onda há uma representação digital. O problema são os valores intermédios que não são representados. O resultado é audivel, mas é sempre um compromisso. A solução é sempre aumentar a taxa de amostragem...

No caso do vinil esse problema não existe. O que resulta, retirando o eventual "fritar", num som mais puro (acho que as harmónicas têm aqui algum papel que ainda não percebi).

Se acopularmos a saida do "gira-discos" a um amplificador Class A e a umas boas colunas com uma curva da resposta que seja abaixo dos 20 Hz e acima dos 20000 Hz, com pelo menos o dobro da potência do amplificador, então penso que a experiência de audição poderá ser muito boa.

O problema é que hoje em dia, com os MP3's, aceitamos a perda da qualidade que resulta da compressão dos ficheiros. E quando ouvimos algo tocado numa boa aparelhagem, achamos que qualquer tipo de música é boa...

Este é um erro comum.

O vinil tem limitações na sua definição, por todos os factores mecânicos inerentes.

Esse efeito de escada que referes situa-se a um nível que é imperceptível.

No entanto, o vinil tem graves limitações:

Por um lado, tens uma relação sinal/ruído muito baixa. A tocar um LP, nunca fará muito melhor que 75 dB, enquanto num CD andas nos +90 dB. Logo aqui, tens a dinâmica comprometida no vinil.

Depois tens outro factor:

Imagina que com um gerador de sinal, crias uma sequência de frequências em intervalos de 1ms. O CD vai conseguir responder exactamente ao que foi gravado, já o vinil vai 'arredondar' essas frequências e intervalos, por falta de definição (33 rpm num disco não é muita distância para que possas ter uma definição decente).

Não obstante das limitações do vinil, ele consegue soar bem, mas porquê ?

Exactamente porque não consegue ter uma resposta imediata, e vai arredondar os resultados. Isto é particularmente verdade em pratos de bateria, por exemplo. Os pratos de bateria são muito complexos e dinâmicos (experimenta analisar com um software dedicado tipo cool edit pro). O vinil ao arredondar esta dinâmica torna os agudos mais suaves, menos agressivos - ainda que menos fieis ao original.

Já nem vou falar em frequência de resposta, onde um cd tem uma frequência plana até um pouco acima dos 20.000 hz e o vinil faz uma série de curvas e desvios ao longo da frequencia de resposta.

Este factor de suavização acontece aliás nas cassetes. Para quem teve oportunidade de utilizar bons decks com boas cassetes e sabendo o que estava a fazer (afinação de bias, etc) conseguia que as cassetes tivessem um som mais agradável do que o CD de onde eram gravadas.

Exactamente pelo fenómeno da suavização de picos, que estavam presentes no CD mas foram suavizados ao passar para fita.


Como digo, ouvir um vinil pode ser uma experiência muito gratificante, até pelo ritual de mudar o disco com todo o cuidado e todas as sensações inerentes. A suavização funciona muito bem em determinados discos e cria uma experiência mais agradável.

Para mim o grande problema sempre foi os riscos e as batatas fritas, que só com cuidados principescos com os discos se conseguiam evitar a médio prazo.


Quanto ao Mp3, concordo genéricamente com algumas reservas.
O formato Mp3 consegue ser superior ao MiniDisc (no qual eu detectava diferenças em testes cegos) mesmo com bitrates inferiores.
Mas não é de qualquer maneira.
Se te interessares por isso, tens um site na internet (cujo nome não me recordo mas posso por aqui se quiseres) onde a participação de quem quiser em testes ABX (cegos e objectivos) permitiu desenvolver o melhor codec de mp3 de todos os tempos, que é o LAME.

Em 99% das samples não se consegue notar a diferença para um original wav. Eu não queria acreditar até fazer os testes com as músicas de referência para mim com os melhores auscultadores em que consegui por as mãos. Se não acreditares como eu não acreditava, eu mando-te uns links e fazes um ABX por ti.

Já nos mp3 comerciais e habituais há muita desgraça. 128 k é ridículo, e mesmo 192 não chega para determinadas zonas complexas. Aliás o bit rate fixo é uma má ideia, a menos que fosse utilizado sempre com esse tal codec no máximo 320 k (em que aí representa um desperdício de espaço).

O problema é que hoje em dia as pessoas habituam-se aos mp3 sacados da net, ou mesmo do iTunes com qualidade fraca e para ouvir de seguida num leitor de mp3 fraco com uns auscultadores ainda piores.

Quando não é assim, é para ouvir no carro que não é um ambiente própriamente exigente em qualidade.

Neste sentido acho que se tem vindo a perder a cultura da qualidade do som, passando a ser mais importante a portabilidade e flexibilidade.

E a realidade é que não vejo sinais de isto vir a mudar...

É divx, mp3, mp4...tudo formatos de compressão com perdas.

Não sei se alguma vez vi alguma empresa a vender albuns em flac (compressão lossless), e poucos leitores o suportam...

É a chamada evolução...
 
O tal efeito de escada... no pior dos casos, sentir-se-ia, durante um 1 segundo, se a música fosse tocada 44.100 x mais lenta...


Qual a equivalência (em bits) de um cd gravado de origem?
(os programas referem 128 bits, mas não me acredito muito...)

Não é linear. 128kb tanto podem chegar e sobrar, como não se preceber nada...
 
Qual a equivalência (em bits) de um cd gravado de origem?
(os programas referem 128 bits, mas não me acredito muito...)

Pensa assim: Se leres um ficheiro wav a 44.100, estarás a falar em cerca de 14xx K (não me lembro do valor exacto).

Logo os 128 nem um décimo é...

Se bem que não se pode analisar só assim, porque o mp3 ao ser um formato de compressão lossy vai ter muito menos informação...
 
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