As redes sociais e a solidão

Acho que tendência será a piorar, cada vez mais solidão [;)] Porque cada vez mais há mais tecnologia, e a pressão da sociedade em termos que estar ligados em tudo quanto é sites, e são coisas que não são tão necessárias para a felicidade. Aliás nos estados unidos 1/3 dos divórcios é relacionado com o facebook, foi a desgraça deles [8b]
 
Eu não considero que as redes sociais e fóruns sejam assim a desgraça tão grande que alguns apregoam.
Por exemplo
Neste momento estou em casa a trabalhar. Enquanto o programa onde estou a trabalhar vai exportando uns ficheiros gerados, e não posso fazer mais nada no computador, sempre vou navegando pela net (pois pesa pouco no global do processador que está quase dedicado à exportação) e de alguma forma "falar" com alguém, tal como todos os que por esta hora andamos aqui no fórum.
A minha mulher entretanto está ali a dormir no sofa, que hoje chegou a casa toda partida e quer paz e descanso.

Se não fosse o facebook, ou o fórum, neste momento estaria a olhar para o tecto ou na melhor das hipóteses a ler qualquer coisa em papel.
 
Lembro-me de ver há pouco tempo uma reportagem fotográfica realizada em Seoul, na Coreia do Sul, que retratava as pessoas nos transportes públicos. O grande escândalo da reportagem é que todas as pessoas estavam concentradas num smartphone, iPad ou outro tipo de dispositivo parecido.

Ora, durante décadas e décadas as pessoas liam jornais nos transportes públicos, completamente focadas nas suas vidas, e não me parece que ninguém ficasse escandalizado por isso. A dualidade de critérios é sempre um fenómeno interessante.
 
tudo está no saber fazer medida certa.

Existem outros estudos interessantes, um sobre homossexuais, que pelo amigos era possível descobrir quem era e quem não era, e passei a reparar, que havia pessoas que os amigos em comum eram todos mais ou menos assumidos gays, o raio do estudo estava certo. Recentemente saiu outro para detectar relações, em que tipicamente o (futuro/recem) casal tem poucos ou mesmo nenhuns amigos em comuns, um elevado numero comum de amigos estatisticamente não joga a favor deles.


Salvo erro o numero de "amigos" É 11, não conseguimos gerir mais que isto e acabamos naturalmente por nos afastarmos de alguns.

Uma coisa que já vi acontecer N vezes, eram aquelas pessoas que eram anti-facebook, sei lá o que lhes deu, criaram uma conta e agora são das mais activas :sh)
 
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Lembro-me de ver há pouco tempo uma reportagem fotográfica realizada em Seoul, na Coreia do Sul, que retratava as pessoas nos transportes públicos. O grande escândalo da reportagem é que todas as pessoas estavam concentradas num smartphone, iPad ou outro tipo de dispositivo parecido.

Ora, durante décadas e décadas as pessoas liam jornais nos transportes públicos, completamente focadas nas suas vidas, e não me parece que ninguém ficasse escandalizado por isso. A dualidade de critérios é sempre um fenómeno interessante.

Ainda há uns bons dias disse precisamente isso. Ler o jornal, o livro ou ler as noticias no smartphone ou tablet e ler um livro no nook, kobo ou kindle vai dar tudo ao mesmo.
 
Já tinha visto isto à uns meses, mas a versão inglesa. Há ali coisas que é "na mouche", o pessoal está constantemente a coleccionar "cromos" em vez de amigos, quer é tempo de antena (mesmo que alguns só digam é merd.) e basicamente é passar a imagem que se ambiciona e as experiências. Agora... este make belief não tem obrigatoriamente que levar ao isolamento, ter vida fora e dentro das redes sociais é possível e plausível.
 
ouvi ouma cena ontem na radio cidade que acho que era "stalking mobile"

ou seja empilha-se os telems todos e quem for o 1º a ir lá busca-lo paga a conta... é obvio que tem de se estipular regras... pais... emergências... etc... para evitar que o vizinho do lado esteja sempre no telem a mandar mensagens e no face
 
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