[Estradas] Animais na auto estrada

A B.T., neste caso, não iria acrescentar nada a não ser validar os danos verificados pela Brisa.

A Brisa agora vai comunicar o sinistro à sua companhia de seguros ou seja, acionar o seu seguro de cobertura de danos a terceiros, informando disso o lesado.

Por fim, a companhia vai comunicar ao lesado que verificou as vedações da autoestrada no local do acidente, não tendo encontrado danos nas mesmas.

Aconteceu-me situação idêntica há uns bons anos com um cão de grande porte, em que tive a sorte de lhe acertar só de raspão, danificando pisca e guarda lamas esquerdo, sem qualquer assunção de culpa por parte da companhia de seguros da Brisa.

Deverias no entanto ter ficado com uma cópia do auto elaborado pela Brisa.
 
A B.T., neste caso, não iria acrescentar nada a não ser validar os danos verificados pela Brisa.

A Brisa agora vai comunicar o sinistro à sua companhia de seguros ou seja, acionar o seu seguro de cobertura de danos a terceiros, informando disso o lesado.

Por fim, a companhia vai comunicar ao lesado que verificou as vedações da autoestrada no local do acidente, não tendo encontrado danos nas mesmas.

Aconteceu-me situação idêntica há uns bons anos com um cão de grande porte, em que tive a sorte de lhe acertar só de raspão, danificando pisca e guarda lamas esquerdo, sem qualquer assunção de culpa por parte da companhia de seguros da Brisa.

Deverias no entanto ter ficado com uma cópia do auto elaborado pela Brisa.

Não me permitiu nem que tirasse fotografia.

Dizes então que é preciso prova inequívoca de danos na rede para que esteja seja responsabilizada? Isso gera-se.

É que não é difícil um gato passar uma rede de 1.2m, basta saltar.

Irei para tribunal litigar isto até ao fim
 
Resposta deles:

A Brisa Concessão Rodoviária, S.A., enquanto concessionária desta autoestrada, procede ao patrulhamento permanente das vias para detetar e resolver qualquer situação que ponha em causa a segurança na circulação. Para esta tarefa
concorre também o patrulhamento que é assegurado diariamente e ao longo de todo o ano pelas patrulhas da GNR-BT.
Antes da ocorrência ter tido lugar não nos foi comunicado por qualquer meio a existência de um animal na via e
verificavam-se as normais condições de segurança necessárias à circulação de veículos. A vedação da autoestrada
encontrava-se em perfeito estado de conservação.
Embora lamentando o sucedido, consideramos que em nada contribuímos para o incidente que refere e que não resultou
de qualquer incumprimento dos nossos deveres.
As nossas equipas continuam diariamente empenhadas em assegurar uma circulação segura na nossa rede de
autoestradas.


Acho que teremos de seguir para isto em tribunal.
 
Resposta deles:

A Brisa Concessão Rodoviária, S.A., enquanto concessionária desta autoestrada, procede ao patrulhamento permanente das vias para detetar e resolver qualquer situação que ponha em causa a segurança na circulação. Para esta tarefa
concorre também o patrulhamento que é assegurado diariamente e ao longo de todo o ano pelas patrulhas da GNR-BT.
Antes da ocorrência ter tido lugar não nos foi comunicado por qualquer meio a existência de um animal na via e
verificavam-se as normais condições de segurança necessárias à circulação de veículos. A vedação da autoestrada
encontrava-se em perfeito estado de conservação.
Embora lamentando o sucedido, consideramos que em nada contribuímos para o incidente que refere e que não resultou
de qualquer incumprimento dos nossos deveres.
As nossas equipas continuam diariamente empenhadas em assegurar uma circulação segura na nossa rede de
autoestradas.


Acho que teremos de seguir para isto em tribunal.

Resposta chapa 5 como era de esperar.

Pode ser que ajude.

Ordem dos Advogados - Évora - Boletim Informação Jurídica - Rodoviário - acidentes provocados por animais nas auto-estradas (oa.pt)
 
Resposta deles:

A Brisa Concessão Rodoviária, S.A., enquanto concessionária desta autoestrada, procede ao patrulhamento permanente das vias para detetar e resolver qualquer situação que ponha em causa a segurança na circulação. Para esta tarefa
concorre também o patrulhamento que é assegurado diariamente e ao longo de todo o ano pelas patrulhas da GNR-BT.
Antes da ocorrência ter tido lugar não nos foi comunicado por qualquer meio a existência de um animal na via e
verificavam-se as normais condições de segurança necessárias à circulação de veículos. A vedação da autoestrada
encontrava-se em perfeito estado de conservação.
Embora lamentando o sucedido, consideramos que em nada contribuímos para o incidente que refere e que não resultou
de qualquer incumprimento dos nossos deveres.
As nossas equipas continuam diariamente empenhadas em assegurar uma circulação segura na nossa rede de
autoestradas.


Acho que teremos de seguir para isto em tribunal.


O esperado e nada para o qual já não tivesses sido avisado.

Eu quando recebi essa carta encaminheia-a para o serviço de contencioso da empresa, visto o veículo que sofreu danos, à época, era propriedade da empresa (não havia leasing´s, renting´s ou afins).

Passados uns dias, liga-me um advogado meu colega de trabalho, com uma história que em direito as coisas não são como na matemática em que 2 mais 2 são 4.

Resumindo e concluindo: nunca foi colocada a hipótese de ser eu a pagar os danos e como tal, a empresa ficou com o encargo da reparação da viatura.

Desejo para ti sorte diferente mas, não me parece que venhas a obter qualquer fruto pela via judicial.

Esta é infelizmente a cultura do país onde vivemos, em que se procura passar as responsabilidades para esse grande entidade chamada "alguém"...
 
No meu caso, ia na autoestrada do norte (A-1), a uma velocidade de 140 km/h, quando um gato apareceu em frente do meu carro, e bateu e nunca mais o vi. Pelo embate, deve ter morrido de certeza. Mas uma das peças que prende o radiador ficou solto e tive que ir a uma oficina local.

Noutra vez, vinha para os lados de Famões, e um pombo bateu com uma velocidade incrível no para-brisas do carro com o bico, deixando uma marca. Também nunca mais vi o pombo: não sei se morreu ou ficou atordoado?

Outra vez ia atropelando um furão para os lados de Mafra. E noutra vez, tive de parar o carro por causa de um mocho galego que ficou parado no meio da estrada atraído pelas luzes do meu carro, pois era de noite.
 
já circulei perto de são teotónio (ainda uns bons 20kms antes da serra) com um mocho pequeno morto e pendurado na matrícula da frente, isto há muitos anos, quando as matrículas eram de chapa. ficou lá preso no bico da matrícula.
 
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