Alfa Romeo

Está planeado o que irá acontecer é idêntico ao que aconteceu ao Chyrsler 200 esperar pelo impacto comercial no mercado (ler volume de produção), principalmente no novo familiar médio e aqui acredito que terá maior possibilidade de ter versões mais potentes no EUA que na Europa.

Não foi isso que percebi, principalmente da entrevista anterior, do S. Marchionne (entre outras). A entrevista ao Vignon sim, foi algo cordial, mas foi dizendo o que já tinha sido dito anteriormente por outros.
Estás a dizer então que esta nova plataforma só será aplicada a outros modelos se tiver sucesso no "Giulia"? Assim como a versão QV?
Mercado EUA será bastante importante, sem dúvida, mas não me parece que deixemos de ver versões igualmente especiais aqui na Europa.
 
Já o escrevi muita vez aqui, a Alfa-Romeo aponta à América do Norte em volume e percepção de qualidade de produto, há um paralelismo à situação da Maserati a disparar no EUA e RPC.

A Europa é secundária, o cash-flow da FCA não é infinito, há prioridade e esta está no EUA e em toda a linha do grupo Chrysler, a Alfa-Romeo vai beneficiar desta, a FIAT detém enorme vantagem como marca generalista em mercado como o Brasileiro e em produto de nicho como o 500&derivado.

A Lancia em termo industrial fica congelada em termo de operação, para desvio de recurso para a Alfa.
 
A questão é onde Alfa-Romeo vai colocar o familiar médio em competição motorizada, o TBi é ginja no regulamento técnico do WTCC este continua a disparar em exposição mediática na Eurosport e o último terço do calendário é praticamente todo na Ásia (Macau, RPC, Japão), que por coincidência a Alfa não detém qualquer ligação comercial.

A Citroën Racing anda literalmente a estoirar o orçamento da petrolífera TOTAL e/ou accionista industrial sino no WTCC, com carro para mercado emergente com tecnologia de topo para competição, a RPC já é actualmente o mercado úmero um da Peugeot em termo de venda automóvel, ultrapassou a França.

O DTM é uma competição de turismo local, a expansão a curto prazo é residual, Rússia e Europa Central, a Alfa-Romeo necessita de mercado global.

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«François Ribeiro, un nouveau règlement technique a été introduit cette année afin de rendre le WTCC plus ''sexy'' et spectaculaire. Quel bilan en tirez-vous ?
Jean Todt avait raison : on aurait dû le faire plus tôt ! La première fois qu’il est venu en WTCC, lors de son premier mandat à la tête de la FIA, il m’avait dit : «C’est bien, c’est un beau championnat, avec un joli calendrier, des formats de courses faits pour la télé... Mais qu’est-ce qu’elles sont ennuyeuses vos voitures, elles ne font pas rêver ! Or, si vous voulez faire passer le spectacle à un niveau supérieur, c’est la base de tout. Attaquez-vous à la technique, changeons la réglementation.» Il avait raison. En dix-huit mois, avec la FIA et les constructeurs, nous avons opéré un changement de réglementation technique complet. Les coûts ont augmenté, mais sans exploser, de l’ordre de 25-30%. Les voitures sont beaucoup plus sexy, plus rapides. Je suis vraiment content.

Cette saison était une saison de transition. Tout le monde n’a pas commencé à travailler sur la réglementation au même moment, ce qui a engendré de gros écarts en piste entre Citroën et les autres...
Citroën a développé son auto durant sept mois, contre trois mois à peine pour Honda, un mois pour Chevrolet et trois semaines pour Lada. À l’arrivée, cela fait des écarts. Mais Honda, qui est bien décidé à combler son retard, travaille énormément actuellement, même si cela ne se reflète pas encore au classement. Quant à Lada, la future voiture est faite chez Oreca, je suis sûr qu’ils seront dans le coup.

Du point de vue d’un promoteur, l’écrasante domination de Citroën est-elle une bonne ou une mauvaise chose ? La concurrence risque-t-elle de se décourager ou va-t-elle au contraire hausser son niveau ?
Tout d’abord, je suis sidéré par la vitesse à laquelle ils se sont habitués au touring car, qui est à des années lumières du rallye. Chapeau, quelle reconversion, c’est invraisemblable ! Yvan (Muller, quadruple champion du monde recruté par Citroën) est le premier à dire qu’il n’est pas certain d’avoir encore quelque chose à leur apporter techniquement, tellement ils apprennent vite. Et ils ont une approche rigoureuse du sujet. Ce que je vois avant tout, du fait de cette domination, c’est l’élévation du niveau technique. Je ne pense pas que cela fasse fuir les autres constructeurs. Les marques qui s’intéressent au WTCC prennent l’exemple de Citroën comme un challenge et non comme un épouvantail. Par contre, c’est évident que pour jouer aux avant-postes, désormais, il faudra un niveau technique et d’organisation supérieur à ce que nécessitait le WTCC par le passé.

Y a-t-il eu un ''effet Loeb'' sur la médiatisation du Championnat ?
Les audiences télé dans le monde ont augmenté d’un tiers, là où les audiences du sport auto vont plutôt dans l’autre sens. Cela montre qu’il se passe quelque chose. Et ce quelque chose c’est, un : les nouvelles voitures, et deux : l’arrivée de Citroën et de Sébastien Loeb. À son sujet, je suis admiratif du challenge qu’il s’est fixé. Mais je ne sais pas si on explique assez bien la difficulté de la montagne qu'il a décidé d’affronter. Il y a aussi une attente phénoménale autour de Lopez (l’Argentin de Citroën) en Amérique latine. Et si Ma (le Chinois Ma Qing Hua, engagé par Citroën sur six meetings), qui est très prometteur, venait à performer au plus haut niveau, cela pourrait être un levier de développement formidable.»"Em WTCC - Ribeiro : «Il se passe quelque chose»

Há informação avançada este ano de 2/3 marca europeias automóveis que pediram detalhe sobre a competição a nível técnico e restante, há especulação sobre a Renault e Alfa-Romeo.
 
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ALFA ROMEO SAFETY_CAR 4C during the 2014 FIA WTCC World Touring Car Championship, Shanghai International Circuit from October the 11th to 12th 2014, Shanghai, China.
 
WTCC: Dois novos construtores a caminho
15/10/2014 10:15

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"A Honda chegou ao Campeonato do Mundo FIA de Carros de Turismo (WTCC) na temporada de 2013 e a Citroen um ano depois. E, aparentemente, há mais fabricantes de automóveis interessados ​​em ingressar no WTCC a curto prazo.

Depois das declarações públicas de Gabriele Tarquini (ndr: que disse à imprensa do seu país que sabia que um novo construtor iria anunciar o seu projecto no WTCC nos próximos meses), François Ribeiro, o novo homem forte do campeonato, no passado fim-de-semana na China, disse à publicação alemã Motorsport Total que vê "dois fabricantes lançados nos próximos dois anos para o WTCC."

O responsável do Eurosport Events não divulgou quem são os construtores em causa, mas revelou que "Um dos dois fabricantes em questão já começou a fase de design e está quase a terminar", diz Ribeiro que acrescentou: "Agora só lhes falta construir o carro para testá-lo. A outra marca pode estar pronta para 2016, ou quando começar a Primavera de 2015."

O dirigente francês lembrou que a Citroen, a marca dominante esta temporada, precisou de um ano de desenvolvimento de pista para tornar o seu carro o mais competitivo do plantel e que qualquer construtor que se junte à briga precisará do mesmo tempo para ter sucesso, tendo a parada subido com o envolvimento dos franceses.

Este é um desenvolvimento bem-vindo ao olhos da organização do mundial. "Enquanto a indústria vem a nós, e não vice-versa", disse à mesma fonte o consultor WTCC Eric Neve, ex-diretor desportivo da Chevrolet. "E isso diz muito dos novos regulamentos TC1 e a credibilidade que [o campeonato] ganhou ao longo dos últimos anos."

KIA, Renault, Subaru, Toyota, SEAT, Opel e Alfa Romeo foram alguns dos nomes que por várias vezes aventados pela imprensa internacional especializada como possíveis futuros participantes do mundial de turismo, tendo alguns deles mesmo participado em reuniões com os organizadores do campeonato e estudado a sua entrada."Em SPORTMOTORES 2014
 
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