Alfa Romeo

A apresentação da Lancia confirma os rumores de insiders, que já apontavam um Y renovado, á combustão e eletrificado (provavelemnte para não perder mercado, já que é modelo único) em 2024 e um apenas elétrico em 2026, que seria um crossover do segmento C

Haveria um modelo em estudo para 2027, pretensamente o Delta.

Também foi falado em um esportivo de 2 lugares (o que me parece estranho, pois faria mais sentido um Alfa Romeo)

Poderiam resolver a questão do crossover/ segmento c clássico com duas versões do futuro Delta, hacthback e crossover(integrale), mimetizando o que a Subaru faz com Impreza/XV e a DS com o 4
 
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Qual seria o mercado para uma releitura de um Fúlvia elétrico 2 portas e 4 lugares?

Seria um esportivo leve e urbano, acessível, compacto, útil e mais bem aceito numa plataforma de tração dianteira que um esportivo da AR (GT Júnior)

Porém, estamos falando de possíveis Alfas elétricos, não sabemos qual mercado levará em conta a tração...
 
Qual seria o mercado para uma releitura de um Fúlvia elétrico 2 portas e 4 lugares?

Seria um esportivo leve e urbano, acessível, compacto, útil e mais bem aceito numa plataforma de tração dianteira que um esportivo da AR (GT Júnior)

Porém, estamos falando de possíveis Alfas elétricos, não sabemos qual mercado levará em conta a tração...

Não há mercado.
Se o objetivo é ser leve, vai chocar com os objetivos de electrificação. Mesmo sendo híbrido plug-in vai representar sempre um lastro adicional de 150 kg ou algo assim em relação a uma proposta puramente a combustão.
Eléctrico então nem se fala. O Fiat 500 tem 3 portas e quatro lugares (ainda que os traseiros sejam muito limitados) e aquele pequenito acusa 1440 kg!
Podemos também esquecer o acessível. Já viste quanto custa um 500?

Eléctricos e carros acessíveis vão andar de costas voltadas ainda durante muito tempo.
A não ser que optemos por um Dacia Spring, mas depois reparamos que existe um DAcia Sandero "topo de gama" por 2-3000 euros a menos, com o dobro da potência, o triplo da autonomia e o "quádruplo" do espaço (não deve ser, mas foi para não estragar a escala).[:D]

A última oportunidade que tiveram de recuperar o Fulvia, ou pelo menos a sua essência, foi com isto:
Kn2BfVGRS8qF7eZE_NRpUQ

A imagem diz tudo.
 
Esse concept do Fulvia era e é lindíssimo.

O passado e o presente (à data) num só, tinha uma base válida e económica de produzir.

Infelizmente não passou disso, mas a realidade é que nessa altura já faziam falta as vendas, não carros de nicho, ainda que, como referi, o desenvolvimento estivesse amortizado por ter uma base existente.
 
Não há mercado.
Se o objetivo é ser leve, vai chocar com os objetivos de electrificação. Mesmo sendo híbrido plug-in vai representar sempre um lastro adicional de 150 kg ou algo assim em relação a uma proposta puramente a combustão.
Eléctrico então nem se fala. O Fiat 500 tem 3 portas e quatro lugares (ainda que os traseiros sejam muito limitados) e aquele pequenito acusa 1440 kg!
Podemos também esquecer o acessível. Já viste quanto custa um 500?

Eléctricos e carros acessíveis vão andar de costas voltadas ainda durante muito tempo.
A não ser que optemos por um Dacia Spring, mas depois reparamos que existe um DAcia Sandero "topo de gama" por 2-3000 euros a menos, com o dobro da potência, o triplo da autonomia e o "quádruplo" do espaço (não deve ser, mas foi para não estragar a escala).[:D]

A última oportunidade que tiveram de recuperar o Fulvia, ou pelo menos a sua essência, foi com isto:
Kn2BfVGRS8qF7eZE_NRpUQ

A imagem diz tudo.

O BMW i3 pesq 1250kg... É só as marcas quererem
 
Qual seria o mercado para uma releitura de um Fúlvia elétrico 2 portas e 4 lugares?

Seria um esportivo leve e urbano, acessível, compacto, útil e mais bem aceito numa plataforma de tração dianteira que um esportivo da AR (GT Júnior)

Porém, estamos falando de possíveis Alfas elétricos, não sabemos qual mercado levará em conta a tração...


Se até a Mazda já está a ter dificuldades para vender o MX5, então acho que as hipóteses para um futuro Fulvia são praticamente nulas...

Neste momento, os desportivos de raiz abaixo de determinado preço simplesmente não se vendem.
 
Esqueçam o "leve", não é o ponto, mas sim o de ser um pequeno cupê elétrico moderno retrô com a mesma proposta que foram Fúlvia e GT Júnior.

Um meio termo entre o Miata e o BMW S2 /Gran COupe, em tamanho e preço.
 
O BMW i3 pesq 1250kg... É só as marcas quererem

Mas quanto custa mesmo um i3?
Sem contar que para conseguir essa massa, o i3 levou uma dieta enorme de alumínio e fibra de carbono.
Acho que não estou a ver a Stellantis, que procura o máximo de sinergias, a enveredar por uma concepção tão exótica como a do i3, seja ao nível dos materiais usados, seja ao nível da base (uma espécie de reinvenção das longarinas e travessas).
Tendo em conta os planos que já revelaram, as plataformas da Stellantis são bastante mais convencionais na sua abordagem (carroçarias monobloco) e a mais pequena delas tem de alimentar carros de segmento B e C, onde o custo tem prioridade sobre quase tudo o resto.
 
Esqueçam o "leve", não é o ponto, mas sim o de ser um pequeno cupê elétrico moderno retrô com a mesma proposta que foram Fúlvia e GT Júnior.

Um meio termo entre o Miata e o BMW S2 /Gran COupe, em tamanho e preço.

Fizeste-me lembrar isto:
honda-sports-ev-concept-2017-min.png

É exequível, mas apesar de não parecer, isto acusaria uma tonelada e meia de peso — tal como o Honda e — e o custo seria claramente ao nível do Série 2 Coupé.
Como veículo de imagem, sem dúvida que poderia funcionar.
Mas não estou a ver o Tavares deixar a marca seguir esse tipo de extravagâncias, quando o objectivo durante a próxima década é o de sobreviver à transformação da indústria automóvel.
 
Mas quanto custa mesmo um i3?
Sem contar que para conseguir essa massa, o i3 levou uma dieta enorme de alumínio e fibra de carbono.
Acho que não estou a ver a Stellantis, que procura o máximo de sinergias, a enveredar por uma concepção tão exótica como a do i3, seja ao nível dos materiais usados, seja ao nível da base (uma espécie de reinvenção das longarinas e travessas).
Tendo em conta os planos que já revelaram, as plataformas da Stellantis são bastante mais convencionais na sua abordagem (carroçarias monobloco) e a mais pequena delas tem de alimentar carros de segmento B e C, onde o custo tem prioridade sobre quase tudo o resto.
Daí eu ter dito que era só as marcas quererem... Um carro elétrico, não é um carro a combustão com um motor elétrico, tem que ser uma coisa concebida de raíz.

Claro que tem custos e isso as marcas não querem... Daí as soluções de remedeio.
 
Daí eu ter dito que era só as marcas quererem... Um carro elétrico, não é um carro a combustão com um motor elétrico, tem que ser uma coisa concebida de raíz.

Claro que tem custos e isso as marcas não querem... Daí as soluções de remedeio.

Mesmo os carros eléctricos actuais concebidos de raiz estão muito longe do exotismo do i3. Nem Teslas, nem Taycans, nem nada se aproxima dele.

O mais próximo que temos do i3, pelo menos no uso destes materiais para uma função estrutural, só mesmo supercarros como os McLaren.
Mas se olharmos para a sua construção, ninguém faz igual ao i3.
A esse nível os que mais se aproximam do i3 são coisas como pick-ups tradicionais, onde chassis (alumínio) e carroçaria (fibra de carbono, com os painéis a ser à base de cânhamo) são entidades separadas — com as devidas distâncias, óbvio. Não é um chassis de longarinas e travessas.

original.jpg


E não são soluções de remedeio. Tens de encontrar a solução que tê dê a melhor relação custo/benefício dependendo do que queres atingir: produzir em massa exclui logo à partida muitas das soluções do i3.
Não sei como foi a produção do i3 durante a pandemia, mas o melhor ano (2019) viu serem produzidas mais de 40 mil unidades.
Como exemplo, o objectivo do grupo VW para a MEB (concebida de raíz só para eléctricos) entre todos as suas marcas é de estarem a produzir 1 milhão de veículos/ano em 2025 (senão mais).
Fibra de carbono fica automaticamente de parte para atingir esse número.

E nesta fase do campeonato, onde os investimentos são avultados e quer-se o máximo de sinergias possíveis para os recuperar no menor tempo possível, vais optar por soluções menos exóticas.
A não ser que haja alguma vantagem sobretudo a nível de custo/rentabilidade, dificilmente veremos os construtores "inventarem".

Já agora, por curiosidade, os 1250 kg do i3 foram só os primeiros.
Hoje o carro tem uma bateria com quase o dobro da capacidade e isso significa mais lastro, perto de 100 kg mais do que no início.
 
"L’Alfa Romeo è una passione ma il suo problema è sempre stata la qualità, sin da quando guidavo l’Alfasud o passavo ore con mio papà a bordo di una Gtv 2 litri degli anni Settanta. Nel 2021 per essere all’altezza del segmento premium non puoi avere un problema di qualità . Quindi per me vale la regola: cliente soddisfatto, prodotto soddisfacente. Non c’è scelta. I volumi non mi interessano, la qualità sì. Non si scherza, non si svendono le macchine. Non si trattano male i clienti. Non si butta via l’usato. Il valore di questo blasone supera tutto, anche l’azienda. È più forte di noi. Il messaggio è chiaro: se non si raggiunge la qualità, io non lancio le macchine. Punto e basta. Per far passare questo messaggio ai fornitori, li ho invitati in fabbrica a Pomigliano, non su power point a Torino. Per parlare di pezzi".


https://www.gazzetta.it/Formula-1/24-07-2021/imparato-f1-prodotto-senza-qualita-io-non-metto-alfa-romeo-mercato-4102810369869.shtml
 
Esse "seria" o plano de lançamentos da Alfa Romeo, obviamente não oficial, mas exposto no autopareri

2022 Tonale
2023 Carro-conceito
2024 B-UV
2025 novo Stelvio
2026 “Giulia Cross” e carro-conceito
2027 C-Hatch
2028 Novo C-UV / Tonale II
2029 Duetto
2030 Novo segmento B-UV

​

Infelizmente a STELLANTIS parece priorizar a DS, até no lançamento da plataforma STLA medium pelo amplamente divulgado pela imprensa francesa e italiana. Espero que isso signifique AR em STLA Large. pois seria absurdo pensarem em um segmento E para DS enquanto a AR fica sem.

As marcas premium, idealmente, deveriam ser três: Alfa Romeo, Lancia e Chrysler
 
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