Alfa Romeo

Eu sei que já se falou sobre isto mas não seria possível encolher a plataforma do Giulia de maneira a criar um Giulietta??? Eu sei que a plataforma é cara de mais para um segmento C mas como o grupo já investiu milhões na plataforma e está só está a ser utilizada em 2 modelos era uma maneira de rentabilizar a mesma já que assim está a ser desperdiçada... E também a podiam utilizar em futuros Maseratis claro.
 
Agora pelos vistos a Alfa é chique. Nem à Audi se quer colar porque esta tem o A1 (segmento B) e é um segmento reles a par do C que só serve para a plebe.

Giulia para cima só.
 
Agora pelos vistos a Alfa é chique. Nem à Audi se quer colar porque esta tem o A1 (segmento B) e é um segmento reles a par do C que só serve para a plebe.

Giulia para cima só.

O A1/Q2/A1 Citycar dá maior retorno que um A3, para além de ter maior probabilidade de personalização que um banal familiar, que vê venda e quota de mercado a decrescer há muito (a própria VW nem sabe bem o que fazer, é ID.3, é ID.3 SUV, é Golf sobre fortíssima pressão do DISELGATE), perante SUV de MP.

Um urbano de qualidade (moderno), como o RENEGADE e o 500X, era (é), imprescindível para a Alfa Romeo, um obsoleto Giulietta é perda absoluta à realidade do mercado hoje.
 
O que já se percebeu há algum tempo. É um gigante com pés de barro que não consegue imprimir o ritmo necessário á maioria das suas marcas para acompanharem o ritmo frenético do mercado e a AR é um claro exp disso.

Aquela fusão foi um chutar cego para a frente entre dois grupos muito enfraquecidos, o que não podia dar, evidentemente, grande resultado.

O oposto à época era a falência da FIAT.
 
A FCA parece estar a entrar numa espiral sem retorno.
É evidente a falta de recursos técnicos para novos modelos e sem novo modelos as marcas vão definhando, ficando com modelos obsoletos e sem interesse.

Pior que esta evidência é não se vislumbrar mudanças pragmáticas.
Como é possível um grupo desta dimensão não ter uma plataforma decente para o segmento C, um dos mais importantes da Europa! É ridículo!

Isto é a crónica duma morte anunciada a médio prazo. Só vejo duas hipóteses de salvação: ou aquisição ou fusão!
 
E aproveitava-se para renovar a gama ALFA :)

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A FCA parece estar a entrar numa espiral sem retorno.
É evidente a falta de recursos técnicos para novos modelos e sem novo modelos as marcas vão definhando, ficando com modelos obsoletos e sem interesse.

Pior que esta evidência é não se vislumbrar mudanças pragmáticas.
Como é possível um grupo desta dimensão não ter uma plataforma decente para o segmento C, um dos mais importantes da Europa! É ridículo!

Isto é a crónica duma morte anunciada a médio prazo. Só vejo duas hipóteses de salvação: ou aquisição ou fusão!

Bem o grupo Fiat/Chrysler está mortinho por uma fusão com qualquer outro grupo não interessa qual tal é o desespero... O problema é que a FCA tem muito pouco para oferecer numa potencial fusão, os motores não são nada de especial, as plataformas são datadas e muito específicas para poucos modelos e tecnologia eléctrica não existe tal como o dinheiro... Salva-se apenas a Jeep...
Ou seja o grupo FCA é um peso morto numa fusão cujo único interesse serão as potencias economias de escala. O que me leva a crer que o que vai acontecer será uma aquisição por parte de que qualquer grupo chinês com mais dinheiro que juízo para poder investir a sério.
 
O problema não é o Trump. O problema é o Governo francês que adora meter o bedelho onde não é chamado e a resistência dos japoneses.
Outro problema é o ego do Tavares.
 
O problema não é o Trump. O problema é o Governo francês que adora meter o bedelho onde não é chamado e a resistência dos japoneses.
Outro problema é o ego do Tavares.

Mas como se falou do chinês para resolver como com a Volvo, neste momento com as guerras comerciais USA vs China não me parece que o Trump facilite
Já estou a imaginar o gajo a taxar a 25% uma Jeep made in China :)
 
Não vejo grande interesse nem capacidade de um grupo chinês em fundir-se com a FCA. Comprar algumas marcas mal aproveitadas talvez mas não mais que isso.
Os Agnelli nunca vão admitir perda de influência numa futura fusão, logo isso ocorrer com os chineses é bastante improvável, e também a razão para a dificuldade de se fazer uma fusão. O caso da Renault tinha tudo para resultar se o Governo Francês não interferisse. Com a PSA idem, se o Tavares não dissesse que o grupo resultante de uma fusão tinha que o ter como CEO (os Peugeot até estão abertos a partilhar influência).

De momento não têm grandes opções além de um dos franceses.
 
Para comprar marcas, a montadora compradora qteria que ter a estrutura para lançar os modelos - especialmente oa que sao exigidos aqui.

Vejam o exemplo da.MG, toda descaracterizada. Ja a Volvo, manteve os centroa tecnológicos suecos

No caso da Lancia, isso nao existe! A marca Está completamente integrada à FIAT. Seria simpesmenteuma venda do direito ao nome Lancia.
 
Não vejo grande interesse nem capacidade de um grupo chinês em fundir-se com a FCA. Comprar algumas marcas mal aproveitadas talvez mas não mais que isso.
Os Agnelli nunca vão admitir perda de influência numa futura fusão, logo isso ocorrer com os chineses é bastante improvável, e também a razão para a dificuldade de se fazer uma fusão. O caso da Renault tinha tudo para resultar se o Governo Francês não interferisse. Com a PSA idem, se o Tavares não dissesse que o grupo resultante de uma fusão tinha que o ter como CEO (os Peugeot até estão abertos a partilhar influência).

De momento não têm grandes opções além de um dos franceses.

Os Agnelli podem não querer perder o poder que detêm no grupo mas mais cedo ou mais tarde vão ter que ceder porque o dinheiro escasseia... E a não ser que o estado italiano injecte mais uns biliões de euros acho que que as alternativas possíveis são muito poucas e os chineses serão dos poucos com capital suficiente para poder investir fortemente em todas as marcas.
Vamos como é que isto vai correr.
 
Os Agnelli podem não querer perder o poder que detêm no grupo mas mais cedo ou mais tarde vão ter que ceder porque o dinheiro escasseia... E a não ser que o estado italiano injecte mais uns biliões de euros acho que que as alternativas possíveis são muito poucas e os chineses serão dos poucos com capital suficiente para poder investir fortemente em todas as marcas.
Vamos como é que isto vai correr.

Estado italiano que já não tem condições financeiras para isso.
 
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