Acompanhe o vídeo abaixo para ver como instalar o nosso website como uma aplicação web no seu ecrã inicial.
Nota: Esta funcionalidade pode não estar disponível em alguns navegadores.
Agora pelos vistos a Alfa é chique. Nem à Audi se quer colar porque esta tem o A1 (segmento B) e é um segmento reles a par do C que só serve para a plebe.
Giulia para cima só.
O que já se percebeu há algum tempo. É um gigante com pés de barro que não consegue imprimir o ritmo necessário á maioria das suas marcas para acompanharem o ritmo frenético do mercado e a AR é um claro exp disso.
Aquela fusão foi um chutar cego para a frente entre dois grupos muito enfraquecidos, o que não podia dar, evidentemente, grande resultado.
O oposto à época era a falência da FIAT.
A FCA parece estar a entrar numa espiral sem retorno.
É evidente a falta de recursos técnicos para novos modelos e sem novo modelos as marcas vão definhando, ficando com modelos obsoletos e sem interesse.
Pior que esta evidência é não se vislumbrar mudanças pragmáticas.
Como é possível um grupo desta dimensão não ter uma plataforma decente para o segmento C, um dos mais importantes da Europa! É ridículo!
Isto é a crónica duma morte anunciada a médio prazo. Só vejo duas hipóteses de salvação: ou aquisição ou fusão!
O problema não é o Trump. O problema é o Governo francês que adora meter o bedelho onde não é chamado e a resistência dos japoneses.
Outro problema é o ego do Tavares.
Não vejo grande interesse nem capacidade de um grupo chinês em fundir-se com a FCA. Comprar algumas marcas mal aproveitadas talvez mas não mais que isso.
Os Agnelli nunca vão admitir perda de influência numa futura fusão, logo isso ocorrer com os chineses é bastante improvável, e também a razão para a dificuldade de se fazer uma fusão. O caso da Renault tinha tudo para resultar se o Governo Francês não interferisse. Com a PSA idem, se o Tavares não dissesse que o grupo resultante de uma fusão tinha que o ter como CEO (os Peugeot até estão abertos a partilhar influência).
De momento não têm grandes opções além de um dos franceses.
Os Agnelli podem não querer perder o poder que detêm no grupo mas mais cedo ou mais tarde vão ter que ceder porque o dinheiro escasseia... E a não ser que o estado italiano injecte mais uns biliões de euros acho que que as alternativas possíveis são muito poucas e os chineses serão dos poucos com capital suficiente para poder investir fortemente em todas as marcas.
Vamos como é que isto vai correr.