Alfa Romeo

à 5 anos que vejo mapas desse promissores com carros novos e raramente a coisa vê a luz do dia.

Supostamente por esta altura já teríamos um mito com 5 portas, um substituto do 159 e um suv, infelizmente não passou de desenhos de carros tapados por um manto vermelho.
 
Tenho muitas dúvidas que a nova fornada de electrodomésticos da Alfa Romeo consiga atingir os objectivos projectados e tenha o sucesso imprescindível à sustentação da marca.

Vejo três possibilidades para os próximos familiares:
- excelentes electrodomésticos / maus Alfa Romeo = sucesso
- maus electrodomésticos / maus Alfa Romeo = insucesso
- maus electrodomésticos / excelentes Alfa Romeo = insucesso

Os alemães andam há muitos mais anos a fazer electrodomésticos e, por isso, são melhores a fazê-lo do que a Alfa Romeo. Não é possível concorrer com eles no seu próprio jogo. Há que aceitá-lo e seguir em frente, apresentando algo de novo e diferente ao mercado.

O único caminho sustentável para a Alfa Romeo será o de construir modelos de carácter desportivo de reduzida produção. Pegar no exemplo do 4C e prosseguir essa linha, evoluindo o modelo e progressivamente ir acrescentando outros à gama.

Apostar em familiares e pequenos familiares tem-se demonstrado desastroso! Não percebo porque insistem no erro.

Prefiro ver a Alfa Romeo transformada numa marca de nicho do que numa construtora de familiares e pequenos familiares iguais a quaisquer outros e cujo sucesso será inversamente proporcional ao que a marca podia e devia ser, já que é puramente utópico pensar que um familiar com as características que os alfistas apreciam seja aceite pelo grande mercado. Lamento, mas isso não vai acontecer.
 
Tenho muitas dúvidas que a nova fornada de electrodomésticos da Alfa Romeo consiga atingir os objectivos projectados e tenha o sucesso imprescindível à sustentação da marca.

Vejo três possibilidades para os próximos familiares:
- excelentes electrodomésticos / maus Alfa Romeo = sucesso
- maus electrodomésticos / maus Alfa Romeo = insucesso
- maus electrodomésticos / excelentes Alfa Romeo = insucesso

Os alemães andam há muitos mais anos a fazer electrodomésticos e, por isso, são melhores a fazê-lo do que a Alfa Romeo. Não é possível concorrer com eles no seu próprio jogo. Há que aceitá-lo e seguir em frente, apresentando algo de novo e diferente ao mercado.

O único caminho sustentável para a Alfa Romeo será o de construir modelos de carácter desportivo de reduzida produção. Pegar no exemplo do 4C e prosseguir essa linha, evoluindo o modelo e progressivamente ir acrescentando outros à gama.

Apostar em familiares e pequenos familiares tem-se demonstrado desastroso! Não percebo porque insistem no erro.

Prefiro ver a Alfa Romeo transformada numa marca de nicho do que numa construtora de familiares e pequenos familiares iguais a quaisquer outros e cujo sucesso será inversamente proporcional ao que a marca podia e devia ser, já que é puramente utópico pensar que um familiar com as características que os alfistas apreciam seja aceite pelo grande mercado. Lamento, mas isso não vai acontecer.

Ora nem mais... tenho que concordar plenamente com este ultimo paragrafo... ... fizeste-me pensar: "que raio... de fato dei por mim a comprar um familiar médio, vulgo alfa 156, que nao me serve para fins familiares, serve apenas para eu passar uns bons momentos atras do volante... sozinho..."

Tens toda a razão...
 
Tenho muitas dúvidas que a nova fornada de electrodomésticos da Alfa Romeo consiga atingir os objectivos projectados e tenha o sucesso imprescindível à sustentação da marca.

Vejo três possibilidades para os próximos familiares:
- excelentes electrodomésticos / maus Alfa Romeo = sucesso
- maus electrodomésticos / maus Alfa Romeo = insucesso
- maus electrodomésticos / excelentes Alfa Romeo = insucesso

Os alemães andam há muitos mais anos a fazer electrodomésticos e, por isso, são melhores a fazê-lo do que a Alfa Romeo. Não é possível concorrer com eles no seu próprio jogo. Há que aceitá-lo e seguir em frente, apresentando algo de novo e diferente ao mercado.

O único caminho sustentável para a Alfa Romeo será o de construir modelos de carácter desportivo de reduzida produção. Pegar no exemplo do 4C e prosseguir essa linha, evoluindo o modelo e progressivamente ir acrescentando outros à gama.

Apostar em familiares e pequenos familiares tem-se demonstrado desastroso! Não percebo porque insistem no erro.

Prefiro ver a Alfa Romeo transformada numa marca de nicho do que numa construtora de familiares e pequenos familiares iguais a quaisquer outros e cujo sucesso será inversamente proporcional ao que a marca podia e devia ser, já que é puramente utópico pensar que um familiar com as características que os alfistas apreciam seja aceite pelo grande mercado. Lamento, mas isso não vai acontecer.

É uma ideia radical.

Mas não entendi a parte em que dizes que os alemães são os melhores a fazer electrodomésticos e que por isso a Alfa não tem a mínima hipótese de concorrer contra eles e no entanto na primeira opção falas de sucesso.

De qualquer forma, a Alfa Romeo devia ser, sem tirar nem pôr, uma BMW.
Electrodomésticos, mas muito interessantes de serem conduzidos.
 
O 4c também é uma ideia radical e, no entanto, existe e fez mais pela marca do que todos os modelos nos últimos 20 anos.

A primeira hipótese que coloquei é para mero efeito de raciocínio.

Não bastará uma BMW? Para que queres duas?

A Ferrari também podia ter escolhido outro caminho, construía uns SUV´s, pedia uns motores diesel emprestados, baixava a gama e lá tínhamos nós uma Porsche italiana. Escolheu outro caminho. E ainda bem!
 
O 4c também é uma ideia radical e, no entanto, existe e fez mais pela marca do que todos os modelos nos últimos 20 anos.

A primeira hipótese que coloquei é para mero efeito de raciocínio.

Não bastará uma BMW? Para que queres duas?

A Ferrari também podia ter escolhido outro caminho, construía uns SUV´s, pedia uns motores diesel emprestados, baixava a gama e lá tínhamos nós uma Porsche italiana. Escolheu outro caminho. E ainda bem!

Italianos com SUV e V10 a diesel tens qualquer dia a Lambo, não desejes mal à Ferrari, que entretanto já aderiu aos módulos elétricos e retornou ainda que lentamente à opção turbo (fez no entanto uns ferrari sw a pedido para o Sultão do Brunei).
 
O 4c também é uma ideia radical e, no entanto, existe e fez mais pela marca do que todos os modelos nos últimos 20 anos.

A primeira hipótese que coloquei é para mero efeito de raciocínio.

Não bastará uma BMW? Para que queres duas?

A Ferrari também podia ter escolhido outro caminho, construía uns SUV´s, pedia uns motores diesel emprestados, baixava a gama e lá tínhamos nós uma Porsche italiana. Escolheu outro caminho. E ainda bem!

Para que quero duas?
A BMW personifica tudo aquilo que a Alfa Romeo semrpe foi. Uma era italiana e a outra alemã.
Acho até que, vendo bem as coisas, a BMW é hoje aquilo que a Alfa Romeo era portanto não me parece ser uma questão da Alfa Romeo copiar seja quem for mas sim colocar-se no seu ambiente.
Estamos a falar de berlinas potentes, com a tracção no sitio certo, caras e que dão gozo de serem conduzidas.
Isto é Alfa Romeo.

E o Alfa Romeo 4C faz muito pela Alfa mas pela imagem não pelo dinheiro e a Alfa precisa de dinheiro.
O 4C faz sim imenso para dar notoriedade à Alfa para depois mais tarde reconher os dividendos nos veículos mais corriqueiros de série.

Quanto à Ferrari não estou a ver o que é que uma coisa tem a ver com a outra.
O posicionamento da Ferrari é tudo menos motores a gasóleo e SUV's assim como o posicionamento da Alfa Romeo não é nem nunca foi o 4C.
 
O 4c também é uma ideia radical e, no entanto, existe e fez mais pela marca do que todos os modelos nos últimos 20 anos.

A primeira hipótese que coloquei é para mero efeito de raciocínio.

Não bastará uma BMW? Para que queres duas?

A Ferrari também podia ter escolhido outro caminho, construía uns SUV´s, pedia uns motores diesel emprestados, baixava a gama e lá tínhamos nós uma Porsche italiana. Escolheu outro caminho. E ainda bem!


Ferrari também já há uma, é utópico imaginar o regresso à Alfa de há 60/70 anos.
 
A gama AlfaRomeo do inicio da década de 2000 é um bom exemplo do que hoje deveria ter, desportividade sim, mas calma lá... com realismo, os tempos são outros.
 
Acho que todas as outras marcas com mais ou menos história, além das alemãs, deveriam fechar portas, declarar falência e não colocar na rua nem mais uma coisa a que chamem automóvel...

Felizmente, mais que não seja para a diversidade, temos pena mas não irá acontecer.
 
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AUTO - WTCC ARGENTINE 2014

GIRLS AMBIANCE during the 2014 FIA WTCC World Touring Car Championship, Autódromo Termas de Río Hondo from August the 1st to 3rd, 2014, Argentina. Photo Jean Michel Le Meur / DPPI. Jean Michel Le Meur / DPPI — em Autódromo Termas de Río Hondo.

[:cool:]
 
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Last weekend FIA WTCC took place in Argentina, Alfa Romeo 4C was there with her power as official safety car of the race. Thanks to Alfa Romeo Argentina for this picture! #supercar #alfaromeo #nofilter #instacar #instacool #4c #Wtcc #performance #love
 
Está muita gente (eu incluído) com grandes esperanças no relançamento real e sustentado da Alfa Romeo e estas notícias (rumores) vão saindo.
Efectivamente, partilho da opinião do Gib...já nem é quando os vir apresentados num qualquer salão, é mesmo no stand prontos a serem vendidos e entregues ao cliente.

Continuo a escrever que a Alfa-Romeo não irá tornar-se numa marca de volume, primeiro porque onde a FCA tenta que tenha enorme sucesso (aqui é ler rentabilidade que não sinónimo automático de volume de produção), tem feroz concorrência europeia e/ou local instalada como seja na Europa ou América do Norte (EUA e Canadá).

Familiar médio (D) e SUV com apresentação de um produto dito extravagante (4C) e um programa de desporto motorizado em pista seria um ponto de equilíbrio muito interessante para a marca.

O único mercado mundial onde a Alfa-Romeo nunca teve presença comercial e/ou desportiva e que pode fazer disparar volume de produção em SUV por mero exemplo é a RPC.

Na FCA a marca que detém capital financeiro e presença em portefólio e mercado (volume), para a pole position de ocupar o segmento médio alto é a Chrysler Norte-Americana.
 
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