Alfa Romeo

A partir do momento em que a tua justificação para as parvoices que dizes é chamar de fan boys aos outros, não mereces qualquer tipo de consideração.

Fica só mais um apontamento: os alfistas a quem se costuma de chamar de fanboys são os primeiros a apontar defeitos na marca. A diferença é que eles brincam com o assunto e não levam tão a sério.
 
A partir do momento em que a tua justificação para as parvoices que dizes é chamar de fan boys aos outros, não mereces qualquer tipo de consideração.

Fica só mais um apontamento: os alfistas a quem se costuma de chamar de fanboys são os primeiros a apontar defeitos na marca. A diferença é que eles brincam com o assunto e não levam tão a sério.

Mas quem é que leva a sério ? [:p]

Isto não é mais que um passa tempo o que não implica que deixe de defender as minhas opiniões mas garanto-te que não levo a coisa a serio.


Há fan boys alfistas como de qq outra marca e há simples apreciadores de alguma marca em concreto sem ser "ista"e os primeiros costumam ver as coisas com uma certa subjectividade, como é evidente.
 
Última edição:
Queda nas vendas, falhanço nas perspetivas de crescimento, modelos cancelados, mais atrasos no lançamento de modelos e no regresso em força para os EUA.
Independentemente de tudo o que se diga e das paixões, isto faz muita diferença quando se trata de comparar com o trio germânico.
Assim não vão lá...
Retorno da AlfaRetorno da Alfa Romeo aos EUA adiado outra vez com novas alterações do conograma original por Marrchione
For the umpteenth time, Alfa Romeo’s planned reentry in the US market has been put on the table. In October, Fiat-Chrysler CEO Sergio Marchionne will reveal a new schedule for Alfa’s upcoming models and the brands overseas expansion, which means yet another delay.Last year, Marchionne revealed the company's new business plan and said that Alfa would return to the States in late 2012 with a small number of its 4C mid-engined coupe. The full-on assault in the US market would begin in mid-2013 with the launch of a compact crossover and at the end of the year, the new Giulia executive saloon.

This plan has now gone right out the window, according to a report from Automotive News. The production version of the 4C will probably be revealed at the 2013 Detroit Motor Show but it remains unclear when sales will commence.

In 2011, Alfa Romeo sold 132,000 vehicles, 18 percent more than 2010. In the first half of this year, however, the company saw its sales drop 31 percent to just 54,100 units. With yet another delay, the 400,000 global sales target set for 2014 (which was reduced by 100,000 units compared to the original estimate) looks highly unlikely to be achieved.
Marchionne is revising all of Alfa’s future products. The five-door version of the subcompactMiTo will not be sold in the United States. Rapidly falling sales in the European market made Marchionne put the next-generation Fiat Punto, on which the new MiTo will be based, on ice.

Another Alfa that won’t cross the Atlantic is the Giulietta five-door compact hatchback. Initially scheduled for 2014 to coincide with its redesign, it is now deemed too expensive to make the facelift of a model launched in 2010 US-compliant. Therefore, it won’t be until the presentation of the next generation model due towards the end of the decade that a compact-sized Alfa will be sold in the States.

The upcoming BMW 3-Series-rivalling Giulia sedan is the single most important model for the brand and the one that has suffered most delays. Marchionne has reportedly approved and then rejected many styling proposals in the past two and a half years.

Based on the CUSW platform that underpins the Dodge Dart, the 159's replacement is said to be manufactured in the U.S. and then exported to Europe. Apart from the saloon, an estate will also be launched with both versions featuring transverse-mounted 3.2- and 3.6-liter V6 Pentastar engines. Power will be transmitted to the front or all four wheels via a US-built and ZF-designed, nine-speed auto gearbox.

A
mid-size SUV based on the Jeep Liberty, which will be completely redesigned in 2013, will be built alongside its sister model in Chrysler’s Ohio plant and will be launched in 2014. The compact SUV that was to be built at Fiat’s Mirafiori plant in Italy at the end of 2012 has been cancelled. The factory will instead start production a new small crossover, which will sold as a Fiat and a Jeep, in late 2013.

Autonews also reported that the rear-wheel drive large sedan planned for 2014 is probably going to be axed and the new Spider based on the next-generation Mazda MX-5 is going to be launched in 2015 instead of 2014.

On the plus side, the limited-production 4C coupe
could get a Spider version with an easily removed roof, probably in 2015, although this has not been confirmed.

Among all the reshuffling that’s going on, the Italian press is reporting that the VW Group has not given up on its hopes of gaining control of Alfa Romeo.
This story has been going on for the past two years, since VW’s mastermind Ferdinand Piechexpressed his interest in the brand, though Marchionne has denied over and over again that Alfa is for sale.
 
Última edição:
1- bem me pareceu que propões coisas para as não fazer. essa tal experiencia de gelo não é se quer para o comun dos condutores, como é obvio pelo que não há qq possibilidade de a realizar a não ser que tenhas ganho o euromilhões e te dê por essa excentricidade. [:D]


2- já percebi que no maximo deves ter experimentado neve de " aviario " ou então o que sabes sobre ela é via you tube.

Não que seja um piloto de rallies nem nada que se lhe pareça mas um mes de janeiro no Minnesota dá para ter alguma exper. sobre neve(s).

Para começar existem varios tipos de neve: fresca, dura, seca, papa...com diferentes tipos de aderência/comportamento bem diferêntes.
O gelo é outra historia, tanto que noutro tipo de funções mais ludicas, para neve tens skis, snowboard e afins e para gelo tens laminas.

Por outro lado a estrada do Guincho é um a via onde passo regularmente pelo qua ja levei com a areia a cubri-la parcialmente após dias de vento forte pelo que sei que tipo de comportamento tem e não sendo identico é bastante semelhante ao comport da neve seca ou solta, tanto que há malta a fazer ski sobre dunas com o mesmos skis de neve.

Como já referí, o A ( all weather ) deve funcionar em todo tipo de situações onde a tração/aderência são fracas, se não o DNA deveria chamar-se DNC ( C de cold weather ) e estragava o marketing :sh), logo tanto deve funcionar bem sobre neve como areia, lama ou papa nestlé.

Ando com o MiTo há 3 anos, em todas as situações de chuva intensa, lençois de agua e areia, que é com o que levo mais regularmente , as diferenças entre N e A são basicamente e como referi, castração de binario junto com sensibilidade mais pesada do pedal aceler. de resto as ajudas estão lá todas em N, ou seja, se o carro entra em perda de aderencia/tração, elas veem ao de cima de igual forma como é obvio.

Concluindo, se existe de facto uma diferênça grande entre os modos D e N ( entrada turbo desde o inicio e em overboost, sensibilidade do pedal aceler. dureza da direção e entrada do Q2 para alem das ajudas chegarem mais tarde deixando o carro mais solto para se poder brincar um bocado, proporcionalmente a diferênça entre A e N é exigua e em ultima analise poderá ajudar os condutores menos experientes a tirar as rodas da frente da neve, areia/outros e retirando binario para não haver pequenos sustos em situações criticas.

Se houvésse de facto uma diferença assim tão grande como dizes em termos de segurança, é obvio que a maioria das marcas já tinha implementado essa afinação eletrónica em todos os carros mais modernos já que não é uma solução propriamente cara.

Vamos centrar-nos no essencial e no que gerou esta discussão. Continuas a afirmar que a diferença entre o N e o A é mínima, e não é. Não serve apenas para tirar as rodas da neve como dizes. Já o disse e volto a dizer, é a diferença entre te poderes espetar ou não em situações de fraca (muito fraca) aderência.

Claro que não é preciso ir para o gelo, mas é precisamente por não se ir para o gelo que se fica sem a percepção do que o A faz. Quanto mais débil for a aderência, mais se vai notar a influência do A, por isso é que estes testes se fazem em gelo. Até podes fazer em piso seco, há imensos videos no youtube com isso, mas aí não se nota e fica-se exactamente com a sensação que não faz nada. Num piso onde o limite de aderência é extremamente baixo a diferença é provavelmente tão acentuada do N para o D como do N para o A, obviamente sem a dureza na direcção nem a sensibilidade no acelerador, apenas de ESP.

Quanto ao gelo, não é nada de extraordinário, nem é nenhuma experiência para quem ganha o euromilhões, basta uma pista em ladrilho molhada e tens gelo... agora eu é que não sou a vida é bela para te pagar isso... se quiseres por o teu carro à disposição até se pode tentar arranjar o local... até podes conduzi-lo tu, para veres melhor a diferença... agora não venhas é com essa do "patrocinar o local"... se eu quiser ir ao autódromo dar umas voltas com um piloto e aprender umas coisas, vou e pago... aqui é igual...

Tb já tinha dito que sim, as ajudas estão lá todas... estão lá sempre, entram mais tarde ou mais cedo conforme o modo, mas por acaso há uma que não disseste e que por acaso até é mais presente/evidente no A... tb não te vou dizer, para não vires aí dizer que afinal tinhas dito não sei onde ou que já sabias... mas há.

Terminando, tb não estou aqui para ter ou deixar de ter razão... apenas quero dizer que achar que o A está lá só para enfeitar como já por 2 ou 3 vezes insinuaste é errado e enganador, não é isso que acontece... claro que (tb já disse isto) 99% dos utilizadores portugueses usou 0,5% do tempo o A, é assim para nosso bem até do clima fantástico que temos. isso não significa que passemos ideias erradas.
 
Vamos centrar-nos no essencial e no que gerou esta discussão. Continuas a afirmar que a diferença entre o N e o A é mínima, e não é. Não serve apenas para tirar as rodas da neve como dizes. Já o disse e volto a dizer, é a diferença entre te poderes espetar ou não em situações de fraca (muito fraca) aderência.

Claro que não é preciso ir para o gelo, mas é precisamente por não se ir para o gelo que se fica sem a percepção do que o A faz. Quanto mais débil for a aderência, mais se vai notar a influência do A, por isso é que estes testes se fazem em gelo. Até podes fazer em piso seco, há imensos videos no youtube com isso, mas aí não se nota e fica-se exactamente com a sensação que não faz nada. Num piso onde o limite de aderência é extremamente baixo a diferença é provavelmente tão acentuada do N para o D como do N para o A, obviamente sem a dureza na direcção nem a sensibilidade no acelerador, apenas de ESP.

Quanto ao gelo, não é nada de extraordinário, nem é nenhuma experiência para quem ganha o euromilhões, basta uma pista em ladrilho molhada e tens gelo... agora eu é que não sou a vida é bela para te pagar isso... se quiseres por o teu carro à disposição até se pode tentar arranjar o local... até podes conduzi-lo tu, para veres melhor a diferença... agora não venhas é com essa do "patrocinar o local"... se eu quiser ir ao autódromo dar umas voltas com um piloto e aprender umas coisas, vou e pago... aqui é igual...

Tb já tinha dito que sim, as ajudas estão lá todas... estão lá sempre, entram mais tarde ou mais cedo conforme o modo, mas por acaso há uma que não disseste e que por acaso até é mais presente/evidente no A... tb não te vou dizer, para não vires aí dizer que afinal tinhas dito não sei onde ou que já sabias... mas há.

Terminando, tb não estou aqui para ter ou deixar de ter razão... apenas quero dizer que achar que o A está lá só para enfeitar como já por 2 ou 3 vezes insinuaste é errado e enganador, não é isso que acontece... claro que (tb já disse isto) 99% dos utilizadores portugueses usou 0,5% do tempo o A, é assim para nosso bem até do clima fantástico que temos. isso não significa que passemos ideias erradas.

Bem, aqui ja estamos com uma conversa mais civilizada, sem mandar bocas.

Oque disse no inicio e ainda sem despiques e picardias foi isto:

É pouco mais que um botão sport/eco, utilizando o trocadilho DNA ( adn ) pelo que a designação é mais para o marketing ja que o A ( all weather ) pouco difére do N ( normal ), supostamente o A corta binario com mais decisão em caso das rodas entrarem em patinanço sobre neve/outros.

Logo, não disse que não faz nada mas basicamente é pouco em relação ao que se pode esperar ou à diferênça que proporcionalmente se sente de N para D e é obvio que algum efeito tem que fazer para justificar esse modo, mas das experiencias que fiz nos primeiros tempos não notei diferênças apreciaveis e já não me refiro as brincadeiras sobre areia mas sobre situações de chuva com fartura sobre tudo em certas vias bem pulidas pelas que passo diariamente. De facto não tive ocasião de experimenta-lo sobre neve por razões obvias mas como mencionei, noutros tipos de piso de fraca aderência não senti diferenças pq mal o carro perde tração/aderência, entram as ajudas tanto em N como em A. Outra historia é o D em que as tais ajudas são minimizadas para se poder brincar com o carro e provavelmente é por isso que quando ligamos o carro, aquilo mete automaticamente o modo N.

Esta é a minha experiência sobre este modo e refléti-a no post que despultou esta discução.

Seja como for, é evidente que existe uma componente marketing neste gadget usando a designação DNA, é normal, faz parte do jogo.

Tbm não sei se o modo A no teu, que penso seja o GIU, terá entretanto levado com um upgrade uma vez que o meu MiTo é das primeiras fornadas ( 09 ).

Em fim, se em vez de vires logo com que ando a dizer baboseiras e afins e a puxar pelos galões sobre isto e aquilo, tivesses contraposto com o que aqui escreveste agora, o mais provavel é que esta historia teria ficado numa simples troca de opiniões e eu teria certamente respeitado a tua sem mais confusões, mas quando me veem com picardias e bocas então eu entro no "modo" despique, just for fun [;)]
 
Última edição:
Na minha opinião, o sistema DNA não é puro marketing. De todo.
A gestão electrónica do motor e outros componentes que o mesmo proporciona é útil e divertida de utilizar.
Contudo, dependendo da região do país onde se vive e da época do ano, poderá não se sentir a eventual utilidade do modo All Weather.
Ou seja, considerando que o modo Dynamic, relativamente ao modo Normal, apresenta diferenças notáveis, o modo All Weather só se notará em contexto de muita neve e gelo. Eventualmente.

Eu nunca experimentei o All Weather e mesmo com tempo chuvoso tive a preocupação de o ligar. Estou, por isso, convencido, também face ao que li no manual de instruções, que é um modo a utilizar em situações de derrapagem das rodas no gelo. Ou seja, muito excepcionais.

Eu sou um intrépido fã deste sistema, particularmente nos automóveis mais potentes, dado que permite uma condução tipo faca nos dentes e outra mais civilizada.
 
Diz que foi um avistamento em Michigan...


Se é mesmo nos EUA é estranho mas ao mesmo tempo bom sinal!!!!!

Ou seja, é estranho porque o Giulietta "já está" no mercado através do Dart, fazendo (o grupo) concorrência a si próprio, mas compreende-se....

É bom sinal, porque deverão estar a começar a distribuir carros por concessionários...

(Era bom era....)


Mas o que deve ser mesmo é carros para mulas de teste, que habitualmente têm-se visto lá pelos states.
 
Marchionne shows Chrysler-dealerships 2 new Alfa Romeo's

Yesterday Sergio Marchionne showed at a private meeting in Las Vegas with thousands of American dealerships not only the plans for the upcoming two years, but also three new models were presented (two of them were Alfa Romeo’s). The just recently arrived CEO (before he was in Monza), showed a special kind of enthusiasm over the whole weekend, now it revealed itself.

More than 2600 dealerships from the North-, Middle- and South America were introduced at the so called Dealer Announcement Show in Las Vegas. The new Fiat-Chrysler was showed for the period up till 2014, a period which represents a lot of innovations and elan. The sales numbers are good, so everybody was looking forward to this moment. Up to 66 innovations will be implemented, which also incorporates updates and some new light commercial vehicles. This is a lot more than the earlier presentation in 2010 in Orlando, when 29 innovations were mentioned. Marchionne states that Chrysler is more dynamic and more creative than ever, it will pursuit its goals as never before.

The introduction of Alfa Romeo in the US is a key element for achieving a larger market share. The two Alfa’s were shown to 178 exclusive Fiat dealerships. Sadly no information was shared which models were part of the introduction. We expect the 4C and the mid-segment SUV to be part of the operation. The Chrysler dealerships made their acquintance with the new 200, which will be the basic starting point for the next mid-segment Lancia saloon, the real successor of the Lybra. The only information which is available for the 200, is the fact that the car will be a new kind of Chrysler. The design of the car and its size will resemble the Dart/Viaggio.

Dealerships also mentioned a new compact model, which will be called ’100′ (C-segment). Jeep dealerships were also prepared for the upcoming period. They saw the new ‘Crossover’ vehicle and looked at the future designs of the Compass/Patriot and Liberty cars. In short Fiat gives Detroit a lot of input, we see a lot of results after some years of hard work. This gives us hope in contrast to the economic situation in Europe and strengthens the plans for expanding in Russia and China.
 

No idioma dos nuestros hermanos:


Sergio Marchionne confirma dos lanzamientos de Alfa Romeo en EEUU antes de final de 2014

Probablemente hayas leído por ahí la posibilidad de un retraso en el plan estratégico de Alfa Romeo para el lanzamiento de sus nuevos modelos. Mucho hemos hablado aquí de la estructura de la nueva gama, y de dónde podrían salir cada uno de los nuevos modelos.

El caso es que Sergio Marchionne y su equipo se reunieron con toda la red de concesionarios del Grupo Chrysler para Norteamérica, y desvelaron a los concesionarios su plan estratégico con los lanzamientos que llegarán hasta 2014. Entre ellos habló de los planes para Alfa Romeo.

Marchionne y su equipo enseñaron dos modelos que estarán disponibles en la red de Alfa Romeo, que va a ser la misma que ya se ha creado para Fiat y la distribución de los 500 y 500L. Uno de estos modelos que se van a lanzar antes de que acabe 2014 es el ya conocido Alfa Romeo 4C, que debería llegar a finales de 2013 como modelo "halo" con el que atraer la atención sobre la marca.

La duda es cuál será su compañero de escaparate cuando el 4C llegue al mercado estadounidense. Parece que todas las papeletas las tiene el Giulia, del que todavía seguimos con las mismas dudas sobre su tipo de tracción y su lugar de fabricación. Para refrescarte la memoria te diremos que, de acuerdo con nuestras fuentes, el modelo será un tracción trasera y muy probablemente se fabricará en Italia, siempre que los sindicatos se avengan a producir un coche que pueda ser competitivo y rentable en el plano económico a la hora de exportarlo a Italia.

Marchionne aclarará este tema a finales del mes de octubre, cuando revele los planes de inversión para los próximos años que Fiat va a afrontar en Europa.

El otro modelo que va camino de los concesionarios de Estados Unidos con logo Alfa es el nuevo SUV "compacto", desarrollado sobre la misma plataforma del Dart, y hermano gemelo del nuevo Cherokee. Pero parece que primero tendrá lugar el lanzamiento del Giulia, para después dar vida al Kamal, o como quiera llamarse.

Marchionne confirmó que ante una situación en la que todas las marcas están lanzando productos novedosos e interesantes, a su grupo no le queda otra que desplegar todo su potencia, y lanzar modelos de calidad para atacar el mercado. Esperamos con ganas ahora las declaraciones que pueda realizar el CEO de Fiat en octubre, para ver si nos revela más datos del Giulia.



Marchionne también cuenta las novedades de Jeep y Chrysler para los próximos dos años

Y si hace un rato te contábamos los planes de Alfa Romeo para los Estados Unidos, ahora vamos con dos marcas puramente de Detroit: Jeep y Chrysler. La primera recibirá en los próximos dos años la nueva generación del Cherokee (de presentación inminente, conocido como Liberty en EEUU). También se les presentó el crossover compacto del segmento B-C, hermano gemelo del Fiat 500L Trekking, pero vestido con cara de Jeep, que se fabricará en Mirafiori.

Y la cosa no acaba ahí. A estos dos modelos se suman las renovaciones de los Compass y Patriot. En el caso de este último, se mostró la nueva generación del modelo tope de gama de la casa, que cambiará el citado nombre de Patriot por el viejo y querido apelativo Wagoner.

En cuanto a Chrysler, también hay un buen número de novedades.

El 200C cambiará su estética y plataforma para acercarse al Dart, con el que compartirá plataforma, aunque se diferenciará en su ADN del modelo de Dodge. A Europa podría llegar, por fin, como nuevo Lancia Flavia, para ofrecer un sedán en la gama del Grupo Fiat con el que plantar cara al Mondeo y similares, situado por debajo del Thema y el Giulia.

Además, Chrysler recibirá un modelo por debajo del 200C, con el nombre de 100C, y cuya producción podría derivar en otro nuevo Lancia con el que sustituir al actual Delta, que morirá en los próximos meses, pues dejará de ser fabricado al mismo tiempo que el Fiat Bravo.

De este 100C no tenemos un solo detalle, ni de su plataforma, ni de su estética o concepto, así que tocará cargarse de paciencia.

En todo caso, los concesionarios del Grupo Chrysler estaban exultantes tras comprobar cómo las marcas a las que representan están lanzando nuevos productos en una ofensiva inaudita, después de bordear la muerte.
 
A insuspeita Reuters deu também o devido destaque à notícia, mas de outra perspectiva, fazendo perguntas aos responsáveis dos concessionários que estiveram presentes na conferência:

Sept 10 (Reuters) - Chrysler Group LLC dealers came away from a day-long company show led by CEO Sergio Marchionne in Las Vegas on Monday confident that they will be selling a lineup of more competitive cars and trucks over the next two years, several dealers said.

Marchionne and chiefs of brands including those of Chrysler's majority owner Fiat SpA, showed 66 different cars and truck model variations to be introduced by 2014, up from 29 shown two years ago at a similar dealer meeting in Orlando.

At Orlando in 2010, Marchionne introduced the first wave of new models since the bankruptcy that have helped lead Chrysler to 29 consecutive months of year-on-year monthly sales gains and a rise of the U.S. market share this year to 11.1 percent from 8.9 percent at the end of 2009.

The 66 cars and trucks shown on a two-tiered stage at the MGM Grand on Monday represented the fulfillment of promises made by the manufacturer in Orlando, Marchionne told representatives of 2,600 dealerships from around the world, several dealers and the company said. Some 2,353 of those dealerships are in the United States.

The 178 U.S. Fiat dealers were shown two Alfa Romeo models that will come to their showrooms and Chrysler dealers were shown an all-new Chrysler 200 mid-size sedan that is markedly different than the current version and looks a lot like the 2013 Dodge Dart, several dealers said.

Chrysler dealers will also have a subcompact, the Chrysler 100, dealers said.

Jeep dealers were shown a subcompact version of a crossover vehicle and future versions of the Patriot, Compass and Liberty that all take the more aerodynamic shape of the current Grand Cherokee, said Chuck Eddy, a dealer from Ohio.

The company would not comment on the vehicles shown on Monday.

"Compared to the show two years ago, this was like a lovefest," said Don Lee, president of Lee Auto Malls, which has two Chrysler dealerships in Maine.

"Two years ago I came away with the feeling that Marchionne had a good solid plan and that he needed to put a team in place to implement it. Now, he's done just that," said Lee, in a telephone interview with Reuters from Las Vegas.

In recessionary 2009, Chrysler faced liquidation before a government-sponsored bailout and bankruptcy and elimination of hundreds of U.S. dealerships.

Fiat and Marchionne took over management of the No.3 U.S. automaker in June 2009, after two years of ownership by a private equity firm left showrooms with products that were rated near the bottom of quality ratings.

"We cannot afford to stop now," Marchionne told dealers on Monday, according to a video provided by Chrysler. "We cannot afford to rest. We need to stay focused and engaged."

Longtime dealer Eddy, said executives from the company's brands, including Dodge, Jeep, Chrysler, Ram Truck, SRT, and Fiat, were much more humble than were Chrysler executives of the past after several-year runs of success.

"You can tell who their boss is," said Eddy, indicating that Marchionne sets the tone. "They are not resting on their laurels.

"I can remember the days when previous management, through the 1970s, the 1980s and 1990s, would rest on their laurels," said Eddy. "They would see growth and profit and they would rest and not reload the pipeline with new products." (Reporting By Bernie Woodall; Editing by Matt Driskill)
 
Alfa Romeo Giulia and 4C powered by newly developed V6

Marchionne mentioned something about new engines for the Alfa Romeo Guilia and 4C at the Las Vegas dealer show. Of course the cars will be powered by the newly developed 1,8 TBI engines, but listening closely to Sergio Marchionne also a new V6 engine is possible. The CEO mentioned an engine which has been developed in cooperation with Ferrari. Something we heard before when referring to Maserati and pointing straight to a new version of the V6 engine. The V6 will have 3200 cc and could be offered with and without a turbo. This version of the 4C is called 6C, makes sense.

Alfa Romeo will have a nice line-up, a statement which gives us more feedback that the Giulia will be a different kind of car compared to the Chrysler/Lancia in the same segment. The Chrysler 200 / Lancia Flavia will be powered by a V6 Pentastar, probably a different version than we know today. We would like to repeat our earlier statement (information we received directly from Turin) that the Giulia will be a proper D-segment car which will have RWD. This is partly confirmed by some rumours in the US. In contrast is the information about the V6 in combination with a 9-speeds automatic transmission (produced at Kokoma), this transmission would only be available for cars with FWD. Maybe this is not the case and this transmission is also available for RWD…..

Alfa Romeo will be of the utmost importance in the mid-segment. It will offer luxury cars in addition to the lightweight sportive cars. It will be the ultimate Italian brand operating just under Maserati and Ferrari. Internationally Fiat-Chrysler offers the brands as ‘state-of-the-art’. Lancia is linked to Chrysler, both are offered as premium brand for a larger group of people.
 
Um V6 de origem Ferrari.
Que mimo![br:)]

A tal se verificar, Alfa Romeo e Ferrari voltam-se a casar novamente.

Bem, parece que afinal o que eu dizia anteontem fazia sentido oh Mad. [;)]

Eu falava em oferecer motores V6 e quiça uma versão Hardcore com V8 (Gran Turismo Alleggerita Modificata [br:)])...

Mas se em vez de um V8 vier um Dino, bato palmas e babo-me! apr:)

...

Esses textos são muito bonitos, resta chegarem a realidade.
Por ai falam em ter a Lancia e Chrysler a operar a nível mundial alternadas com ofertas Premium, e usando também motore V6.

E a Alfa Romeo ser colocada pelo menos próxima onde merece, com berlina RWD, possibilidade de V6 NA e Turbo mas neste caso com mecânica "Dino".
Assumindo "Dino" sempre como um motor de poderio e refinamento destacados.
 

Maquinão![br:)]

É o mais bravo dos 75!
Sem ter o andamento do 3 litros Busso, é de longe o que mais atiça um gajo na hora de puxar.

É bruto e mau!

Há quem compare este ao 2.0TS, mas são mundos diferentes.
O 2.0TS é mais divertido - porque não é preciso tanto kit de unhas, portanto, mas mais dócil - e faz até consumos porreiros.

O 1.8 TURBO é agressivo, o turbo violento e muito dificil de "brincar"!
Não tem DA como os outros 75 pelo que a direcção é extremamente pesada.
Não havia espaço no motor para a bomba hidraulica...
 
Bem, parece que afinal o que eu dizia anteontem fazia sentido oh Mad. [;)]

Eu falava em oferecer motores V6 e quiça uma versão Hardcore com V8 (Gran Turismo Alleggerita Modificata [br:)])...

Mas se em vez de um V8 vier um Dino, bato palmas e babo-me! apr:)

...

Esses textos são muito bonitos, resta chegarem a realidade.
Por ai falam em ter a Lancia e Chrysler a operar a nível mundial alternadas com ofertas Premium, e usando também motore V6.

E a Alfa Romeo ser colocada pelo menos próxima onde merece, com berlina RWD, possibilidade de V6 NA e Turbo mas neste caso com mecânica "Dino".
Assumindo "Dino" sempre como um motor de poderio e refinamento destacados.

Que mimo e que Dino! [br:)] apr:)

O que é uma excelente notícia - a confirmar-se - é que o V6 pode vir da Ferrari e não da Chrysler!
O que é óptimo pois da Ferrari já se sabe que a alma italiana está lá.
Já do Phentastar...

Já imagino um motor de sonoridade e potência notável![br:)]
Vem Dino!
 
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