Alfa Romeo Giulia 2015

???[:)]

A pensar assim é que a Alfa está actualmente financeiramente como está. Os produtos foram feitos para se vender (salvo raras excepções, como as versões limitadas), quanto mais se vender o Giulia melhor para a Alfa e para a FCA.
As pessoas confundem flops e carros que não venderam com exclusividade e carros que são feitos para vender muito com banalização (que é o garante de sobrevivência da marca).

Tomara a Alfa vender com fartura. Duvido que chegue aos numeros dos alemães, mas se vender mais que a Volvo já é bom.

Não incluir o 1.6 e o 1.4 é um grande tiro nos pés.
É mais um.
Pode é haver questões técnicas, isso é outro caso.
 
O 1.6 diesel acho que será essencial, assim como o 1750 tbi... Os serie 3 tem o 316, e não é por isso que o M3 é menos M3.
 
A carrinha está nos planos, mas acho que foi adiada[:D]
Toda esta história de fusões e mexidas nos lançamentos de produtos, acho que só revela que o guito não deve abundar para os lados da FCA.
Tudo bem que estão a lucrar, mas o investimento necessário para a Alfa nos próximos é brutal. Cerca de 5 mil milhões de euros foi o anunciado. As medidas para conseguir esse guito incluem a colocação de parte da Ferrari na bolsa.
Ou seja, há que estabelecer prioridades e colocar no mercado as carroçarias que melhor garantirão vendas globais.

O que isto significa, é que a meu ver, o papel da "carrinha" Giulia será na realidade ocupado pelo crossover que vão apresentar no próximo ano. E o crossover terá maiores probabilidades de sucesso comercial tanto nos EUA, como na Europa, e provavelmente China.

Quanto à carrinha do Giulia, ela deverá acontecer, mas, talvez, não de forma imediata. Só a Europa é que consome carrinhas em números expressivos. Mas para já, será o sedan apenas a ostentar o nome Giulia.
Talvez quando houver um facelift/restyling a meio da carreira comercial do modelo, haja mais folga para introduzir a carrinha.

Dado a dimensão do plano, convém definir muito bem as prioridades. Se o 4C foi a entrada para a nova Alfa, o Giulia e o novo Crossover, serão os pratos principais que terão efectivamente de encher a barriga, da Alfa, para garantir a sustentabilidade deste plano megalómano.
Bem me parecia. Não via nada da carrinha...

Mas Crash custa assim tanto criar uma carrinha?Não sei mesmo. No EUA também se vendem algumas não?

Já Bravo, um carro europeu barato que devia ter uma carrinha não houve. Devia ter um motor abaixo do 105cv como outros o têm mais uma vez, nada.

O Giulietta devia ter uma carrinha, mas nada mais uma vez...

Entre outros...
Não nos podemos esquecer, que existe muitas pessoas que não dão importância nenhuma à potência de um carro. Valorizam muito mais outros fatores, estética, imagem de marca, acabamentos, etc...

Para estas pessoas, o 1.6 está muito bem [;)]
Nem mais[;)].
 
cq5dam.web.1280.1280.jpeg


cq5dam.web.1280.1280.jpeg


cq5dam.web.1280.1280.jpeg


cq5dam.web.1280.1280.jpeg


cq5dam.web.1280.1280.jpeg


cq5dam.web.1280.1280.jpeg
 
Banaliza o carro, começa a vender muito e arrasta-se como 95% do parque automóvel.

Não meter as motorizações de entrada de gama como o 1.6 m-jet numa marca que precisa de vendas é um valente tiro no pé.

A Alfa precisa de vender carros para poder crescer. Senão em pouco tempo estará novamente a "passar as passas do Algarve"
 
Não incluir o 1.6 e o 1.4 é um grande tiro nos pés.

Acredito que em alguns mercados, a coisa possa acontecer.
Por exemplo, a China é um pouco como Portugal, em que existem escalões de impostos por cilindrada.
É por isso que vemos todos os novos V6 a não terem mais de 3 litros, e os novo V8 a ficarem-se pelos 4.
Também têm escalões para 1.5 e 2 litros.
Marcas que vendem bem na China, como a Ford, já efectuaram a necessária transição. Apareceu um 1.5 Ecoboost por alguma razão, né?

Ambos os rumores para os motores otto de 4 cilindros do Giulia, apontam para algo que será ou 1.75 ou 2.0. Motor que só é usado por eles, com bloco e cabeça em alumínio (como no 4C). Nem Fiat ou as marcas americanas terão acesso a esse motor.
Quando entrarem na China, ou mesmo para conseguir menos carga fiscal na Europa e reduzir emissões CO2, é provável que vejamos não o 1.4 da Fiat, mas uma derivação desse novo 4 cilindros, e provavelmente terá 1.5 litros de capacidade para encaixar no regime fiscal chinês.
Mesmo a BMW vai colocar o tricilíndrico de 1.5 litros no série 3.

Parte da estratégia para a nova Alfa é recorrer a motores otto que não são partilhados com a Fiat, mas serão de concepção própria, ou derivados das unidades concebidas pela Ferrari nos 6 cilindros. Os 6 cilindros não se importam de referir que a Ferrari teve uma mãozinha, ehehe[:D]
Os diesel, é que "prontos"... Eles dizem que serão diferentes dos outros diesel do grupo, mas serão derivações no geral. Também é só para europeu ver!
 
Creio que sem duvida, o design foi buscar a mensagem subliminal que é como um BMW, e não só. A Jaguar já fez isso com o XE.

Na minha opinião, o melhor caminho era transmitir que a BMW está a fazer de Alfa.
 
Ainda não há informações oficiais sobre que motorizações irão estar disponíveis.
O grande objectivo da Alfa é atacar o mercado Americano.
Em 2018 40% da produção Alfa deverá ser absorvida por este mercado. Por isso é que a carrinha também não é prioritária.
Para este mercado o diesel em si é quase irrelevante.

Esperam ainda que 25% seja absorvido pela China, mas o grande objectivo é entrar com força no Americano.
 
E depois tinhas um carro que seria apelidado como "desportivo demais" e que não era carro de "deixar os filhos na escola".
Estão para aqui a glorificar o 159 e o seu design mas foi um carro que teve vários problemas com origem nesse mesmo design! Como uma frente baixa demais para estacionar ou subir rampas de garagem como aconteceu ao deum colega meu que o carro raspava para entrar na garagem. Rico design para um carro de segmento D!
Que era lindo era, mas era pouco prático.

A Alfa tem que lançar um carro que abranja o maior espectro possível de mercado e que chegue ao "chefe de família". O Giulia tem um interior que não é hostil para quem não é o condutor e que respeita os pergaminhos da marca. Basta verem fotos dos Alfas dos anos 60/70. Se acham que têm parecenças com BMW's interroguem-se onde a BMW foi beber inspiração e percebem que o original veio da Alfa!
Quanto ao exterior quem diz que isto não é Alfa removendo o scudetto é porque é alguém que não percebe nada de carros ou não conhece a marca. Aquele triângulo é inconfundível. Os faróis apesar de meio estrábicos também são reminescentes de Alfa e a traseira está muito bem conseguida.

É mais robusto e menos elegante e desportivo que um Alfa tradicional? Talvez, é um sedan do segmento D, é suposto ser assim!!!!!!!

Este é o Alfa mais Alfa desde que esta era independente da Fiat.
1 - RWD,
2 - Motores potentes e competitivos com os rivais alemães,
3 - Distribuição de peso 50/50,
4 - Pesa menos de 1500kg.
5 - Design característico de Alfa,
6 - AQUELE VOLANTE!!!!!1!

Quem diz que este carro está descaracterizado e não é um Alfa deve ter idealizado um certo tipo de Alfa que levou ao definhamento da marca. O Alfa que era um Fiat camuflado.
O 156 e 159 competiam com Peugeots 406 ou Opeis Vectra. Se têm saudades dessa Alfa temos pena - não vai voltar.

Se querem ficar aqui a discutir pentelhices estão á vontade. Eu estou super feliz por ver um AR de 510cv e tracção traseira que mete um M3 no bolso.

Concordo na integra com tudo o que aqui foi dito, execpto com a concorrencia do 159!
O 159 tinha como alvo os alemães e não os outros, alias basta ver os comparativo do 159 que eram sempre contra o A4, Classe C, Serie 3 e Passat.
 
Bem me parecia. Não via nada da carrinha...

Mas Crash custa assim tanto criar uma carrinha?Não sei mesmo. No EUA também se vendem algumas não?

Já Bravo, um carro europeu barato que devia ter uma carrinha não houve. Devia ter um motor abaixo do 105cv como outros o têm mais uma vez, nada.

O Giulietta devia ter uma carrinha, mas nada mais uma vez...

Entre outros...

Nem mais[;)].

Eu acho que eles já têm água pela barba, se conseguirem lançarem tudo o que querem lançar.
Os custos para uma carrinha Giulia claro que não serão tão elevados como criar um modelo de raíz, mas mesmo assim, estamos a falar de novos componentes, prensas para a linha de produção e mais uma batelada de testes de verificação e homologação.

Os EUA substituiram as carrinhas pelos SUV e Crossovers, que na realidade, e cada vez mais, não passam de carrinhas em saltos altos.
Nem criaturas brutais como a Dodge Magnum, ou a Caddilac CTS wagon tiveram grande aceitação.
A VW vai lançar a Golf Cross por lá, que é uma carrinha que se tenta disfarçar de SUV, para ver se o mercado come, enquanto não chegam os verdadeiros crossover.
O interesse americano nas carrinhas europeias parece resumir-se aos media, que têm uma paixão irracional por elas. Mas o comum americano está mais interessado no crossover.

Com o foco no mercado americano que os planos da Alfa indicam, investir numa carrinha, quando os recursos ainda são algo limitados, acho que até seria contraproducente.
Até concordo que desviem todos os recursos para o crossover. Se quiserem vingar por lá, o sedan e o crossover serão as apostas certas.

Quanto ao Bravo, modelo com foco no mercado europeu, isso foi mesmo erro estratégico não ter uma carrinha.
Mas o carro nasceu com a crise, e eles deixaram de fazer dinheiro.
Projectos foram cancelados e adiados à espera de melhores dias. A meu ver, a carrinha deveria ter sido lançada ao mesmo tempo que o carro. Acredito que conseguissem bastante mais volume, atenuado as perdas, e garantindo uma carreira comercial mais sustentável.
A mesma história para o Giulietta.
 
O que está previsto é um novo 2.2 M-Jet com diversos níveis de potência, motor que foi apresentado recentemente no Cherokee.
A gasolina, os rumores variam. Uns dizem que veremos uma evolução grande do 1.75 usado no 4C, também com diversos níveis do potência, enquanto outros afirmam que o motor usado será um novo 2.0.
A diesel também fala-se que existirá uma nova versão do 3.0 V6 usado no Ghibli, com a versão de topo a chegar aos 340cv.

1.6 M-jet e 1.4 Turbo otto não estão a ser considerados para o novo Giulia.

O actual TBi disponível unicamente num carro dito de massas (o compacto familiar da Alfa), é fazer subaproveitamento da peça em termo de nível de potência disponibilizado e de escala comercial (o moderno e compacto THP da PSA a fazer furor e aquilo que o CEO da FCA ambiciona, faz volume de venda com elevado retorno por unidade).

É colocar o carro no DTM e/ou GT Nipónico e exportar, exportar o carro, que não haja precipitação na politica comercial, é exportar, exportar para o Pacifico.

Um carro deste calibre com mecânica submotorizada na Europa a diesel é erro estratégico perante a armada industrial franco-alemã, perda de recurso para a fábrica.
 
A carrinha familiar é outro desperdício de recurso financeiro e industrial, daí a hesitação no terreno em avançar rapidamente em linha de produção, é SUV, ponto.
 
Voltar
Superior