Isso foi falado no início, em ser o novo Abarth X1/9.
O que acontece é que o Spider, com partilhas com o Mazda MX-5 será então em vez de ALFA, um Abarth "124" Spider.
Como tem sido apanágio da era Marchionne, até que a coisa chegue à rua dá voltas e mais voltas. Nasceu para ser um Abarth, com a Dallara a providenciar a solução da célula em carbono acompanhada com sub-estruturas em aluminio.
Não só saíria um modelo de estrada/circuito Abarth, como a Dallara derivaria da mesma base uma máquina com a sua marca exclusiva para circuitos, provavelmente em moldes semelhantes ao que encontramos na inglesa Radical.
Surge a hipótese Alfa Romeo, transfere-se o desenvolvimento para dentro de casa, com a Dallara ficar para trás, e foi praticamente começar tudo do zero.
A parceria com a Mazda é uma história semelhante. Talvez inspirado pela parceria Toyota/Subaru com os GT86/BRZ, partilhar desenvolvimento de um pequeno desportivo entre a Mazda e Alfa Romeo parecia ouro sobre azul, dado a crise que os sports-cars atravessam no plano comercial, que dificilmente justifica o investimento. Percebeu-se rapidamente que o desenvolvimento seria sobretudo da Mazda, com a Alfa Romeo a adaptar as suas próprias mecânicas e estilo à plataforma da Mazda. Mesmo assim, era um cenário prometedor. Numa entrevista o Marchionne diz que todos os Alfa devem ser produzidos em Itália, quando o pequeno roadster nipo-italiano seria produzido exclusivamente no Japão. Prontos, nova reviravolta na novela.[

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Agora sairá do Japão um novo Barchetta/124 Spider (aposto mais no ressuscitar do 124, devido ao mercado americano), e soube-se hoje que será atrasado uns quantos meses, pois, como seria previsivel, vai ter de levar com uma nova carroçaria. O bom disto tudo é que teremos definitivamente um novo pequeno sports-car italiano, razoavelmente acessivel. Pode ter um esqueleto à Wolverine, mas o coração será definitivamente italiano[

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Apesar de todas as reviravoltas não me parece um mau culminar das novelas.
Acho que terem optado pelo 4C e não um eventual sucessor espiritual do Spider deu a mensagem mais apropriada ao mercado para marcar este ressuscitar da Alfa. É um manifesto bem mais convincente ao apresentar algo mais radical em conceito e soluções, desenvolvido internamente, que uma adaptação de uma base nipónica.
Por muito boa que seja a base nipónica, seria sempre o seu calcanhar de Aquiles. Poderíamos ter até um excelente Spider, mas haveria sempre aqueles que o diriam... Foi preciso uma Mazda para originar um bom Alfa Romeo. E se realmente querem que a Alfa suba a novos patamares, teria de ser algo como o 4C.
No entanto, segundo se diz, a Alfa deverá acrescentar um outro "speciality model" lá para 2018.
E acredito seriamente que seja um novo Spider, derivado da nova plataforma Giorgio que está a ser desenvolvida.
Ou em opção, como tem sido especulado, partilharia entranhas com o futuro Alfieri da Maserati, mas parece-me que essa opção não seja muito cost-effective, já que o Alfieri deverá derivar do hardware do Ghibli/QP, o que coloca o preço em valores proibitivos para um Alfa que se quer devidamente afastado do seu primo italiano.