Alfa 4c

Ainda bem. Colocar fibra de carbono apenas para efeitos decorativos é um péssimo uso de tão exótico material, e o 4C já tem com fartura disso.
E quando colocado em áreas sensíveis, como são os párachoques, usar material tão caro só para ficar "bonitinho" acho profundamente ridiculo. É mesmo não ter noção.
Talvez haja gente que não se importe de largar a nota por um "spliter" em carbono num Ferrari, McLaren ou Lamborghini, mas mesmo esses supostamente são para ser usados na estrada.
As áreas mais dadas a toques ou até raspar no chão deveriam ser facilmente descartáveis e substítuidas.
 
Ainda bem. Colocar fibra de carbono apenas para efeitos decorativos é um péssimo uso de tão exótico material, e o 4C já tem com fartura disso.
E quando colocado em áreas sensíveis, como são os párachoques, usar material tão caro só para ficar "bonitinho" acho profundamente ridiculo. É mesmo não ter noção.
Talvez haja gente que não se importe de largar a nota por um "spliter" em carbono num Ferrari, McLaren ou Lamborghini, mas mesmo esses supostamente são para ser usados na estrada.
As áreas mais dadas a toques ou até raspar no chão deveriam ser facilmente descartáveis e substítuidas.

Concordo plenamente.

Mas por outro lado temos a politica de "Extras" da porsche que permite que a marca aumente o lucro em cada unidade vendida.

Mas que seja unicamente um extra, que cada um escolha....

Acredito que na america quase todos escolham colocar um apêndice em carbono..

E se forem para o showroom carregados de extras, serão vendidos assim... porque são as únicas unidades disponíveis....
 
photo.jpg

Autoline Network

Alfa Romeo Debuts a 4C Spider with Million-Dollar Attributes - Detroit Auto Show 2015


 
Desconhecia...

"Interestingly, CarAdvice mentions the 4C was initially developed to be a standalone Abarth model but in the end executives decided to sell it as an Alfa Romeo."

Source: caradvice.com.au
 
Desconhecia...

"Interestingly, CarAdvice mentions the 4C was initially developed to be a standalone Abarth model but in the end executives decided to sell it as an Alfa Romeo."

Source: caradvice.com.au

Isso foi falado no início, em ser o novo Abarth X1/9.

O que acontece é que o Spider, com partilhas com o Mazda MX-5 será então em vez de ALFA, um Abarth "124" Spider.
 
Ainda bem. Colocar fibra de carbono apenas para efeitos decorativos é um péssimo uso de tão exótico material, e o 4C já tem com fartura disso.
E quando colocado em áreas sensíveis, como são os párachoques, usar material tão caro só para ficar "bonitinho" acho profundamente ridiculo. É mesmo não ter noção.
Talvez haja gente que não se importe de largar a nota por um "spliter" em carbono num Ferrari, McLaren ou Lamborghini, mas mesmo esses supostamente são para ser usados na estrada.
As áreas mais dadas a toques ou até raspar no chão deveriam ser facilmente descartáveis e substítuidas.

Sim é verdade. Mas colocar uma texturazinha não custa nada e sempre dá outro aspecto.
E dar a opção da fibra como extra também não é mau jogado.
 
Isso foi falado no início, em ser o novo Abarth X1/9.

O que acontece é que o Spider, com partilhas com o Mazda MX-5 será então em vez de ALFA, um Abarth "124" Spider.

Como tem sido apanágio da era Marchionne, até que a coisa chegue à rua dá voltas e mais voltas. Nasceu para ser um Abarth, com a Dallara a providenciar a solução da célula em carbono acompanhada com sub-estruturas em aluminio.
Não só saíria um modelo de estrada/circuito Abarth, como a Dallara derivaria da mesma base uma máquina com a sua marca exclusiva para circuitos, provavelmente em moldes semelhantes ao que encontramos na inglesa Radical.
Surge a hipótese Alfa Romeo, transfere-se o desenvolvimento para dentro de casa, com a Dallara ficar para trás, e foi praticamente começar tudo do zero.

A parceria com a Mazda é uma história semelhante. Talvez inspirado pela parceria Toyota/Subaru com os GT86/BRZ, partilhar desenvolvimento de um pequeno desportivo entre a Mazda e Alfa Romeo parecia ouro sobre azul, dado a crise que os sports-cars atravessam no plano comercial, que dificilmente justifica o investimento. Percebeu-se rapidamente que o desenvolvimento seria sobretudo da Mazda, com a Alfa Romeo a adaptar as suas próprias mecânicas e estilo à plataforma da Mazda. Mesmo assim, era um cenário prometedor. Numa entrevista o Marchionne diz que todos os Alfa devem ser produzidos em Itália, quando o pequeno roadster nipo-italiano seria produzido exclusivamente no Japão. Prontos, nova reviravolta na novela.[:D]

Agora sairá do Japão um novo Barchetta/124 Spider (aposto mais no ressuscitar do 124, devido ao mercado americano), e soube-se hoje que será atrasado uns quantos meses, pois, como seria previsivel, vai ter de levar com uma nova carroçaria. O bom disto tudo é que teremos definitivamente um novo pequeno sports-car italiano, razoavelmente acessivel. Pode ter um esqueleto à Wolverine, mas o coração será definitivamente italiano[:D]

Apesar de todas as reviravoltas não me parece um mau culminar das novelas.
Acho que terem optado pelo 4C e não um eventual sucessor espiritual do Spider deu a mensagem mais apropriada ao mercado para marcar este ressuscitar da Alfa. É um manifesto bem mais convincente ao apresentar algo mais radical em conceito e soluções, desenvolvido internamente, que uma adaptação de uma base nipónica.

Por muito boa que seja a base nipónica, seria sempre o seu calcanhar de Aquiles. Poderíamos ter até um excelente Spider, mas haveria sempre aqueles que o diriam... Foi preciso uma Mazda para originar um bom Alfa Romeo. E se realmente querem que a Alfa suba a novos patamares, teria de ser algo como o 4C.

No entanto, segundo se diz, a Alfa deverá acrescentar um outro "speciality model" lá para 2018.
E acredito seriamente que seja um novo Spider, derivado da nova plataforma Giorgio que está a ser desenvolvida.
Ou em opção, como tem sido especulado, partilharia entranhas com o futuro Alfieri da Maserati, mas parece-me que essa opção não seja muito cost-effective, já que o Alfieri deverá derivar do hardware do Ghibli/QP, o que coloca o preço em valores proibitivos para um Alfa que se quer devidamente afastado do seu primo italiano.
 
Sim é verdade. Mas colocar uma texturazinha não custa nada e sempre dá outro aspecto.
E dar a opção da fibra como extra também não é mau jogado.

Concordo. Com o plástico tudo é possível, até melhorar a sua aparência com o têxturar do plástico nas mais diversas formas e feitios.
Quanto à opção da fibra, como temos visto, todos os construtores seguem esse caminho, pois são opções caras, que garantem grande retorno, e já ficou provado que o que existe mais é gente disposta a largar a nota, pelo que os construtores agradecem.
De qualquer forma, que se permita a opção.
Nos tempos da escolinha sempre me ensinaram que existem sempre uma série de materiais adequados à função, e parece-me pouco sensato dispender guito de desenvolvimento em carbono para efeitos decorativos, quando as propriedades desse material podem ser tão melhor aproveitadas.

Show-off haverá sempre. Mesmo que um construtor seja sensato e se guie por príncipios mais... hum... elevados, há sempre uma Mansory ao virar da esquina para satisfazer todos os desperdícios e maus gostos que o dinheiro pode comprar.
 
La toma de aire asimétrica del 4C

2015-alfa-romeo-4c-spider-20-1.jpg


Lo preguntasteis en los comentarios, y nosotros trabajamos a destajo para poder ofreceros una respuesta: ¿Por qué demonios tiene una entrada extra de aire el Alfa Romeo 4C Spider en el lateral izquierdo? ¿y por qué ahora el cupé también la tiene, cuando antes no la tenía?

Pues bien, lo primero es lo primero: A partir de ahora, todos los modelos comercializados en Estados Unidos del 4C llevarán esa segunda toma de aire en su lateral izquierdo. Sabíamos que tenía algo que ver con necesidades concretas de refrigeración, y apostamos primero por un intercambiador de calor de aceite, pero no iban por ahí los tiros.

Como en cualquier coche de motor central, las funciones de las tomas de aire de los laterales son distintas en izquierda y derecha. En el caso del 4C, la toma del lateral izquierdo del coche, la superior que ya conocíamos, va dirigida hacia el único intercooler (el refrigerador de aire de admisión colocado entre turbocompresor y colector de admisión) disponible en el coche.

Prestando una especial atención a la nota de prensa ofrecida por Alfa Romeo en Estados Unidos, el 4C Spider se define como un coche que equipa un motor 1.750 centímetros cúbicos, sobrealimentado por turbo, con inyección directa y con... "doble intercooler". ¿Doble?

Preguntando a nuestras siempre fiables fuentes, parecía que nadie se ponía de acuerdo, pero tras un poco más de excavación, parece que esa segunda toma va dirigida a un intercooler extra que se monta en los motores dirigidos al mercado estadounidense, y que no se monta en Europa.

Ya os contamos en un completo artículo (accesible a la izquierda de este texto) cómo el 4C estadounidense era claramente distinto (y peor en cuanto a peso, desgraciadamente, aunque claramente más seguro ante impactos) al europeo, al contar con refuerzos extra. También cambiaba el sistema de tratamiento de gases de escape, siendo este más pesado, para lograr pasar las normativas de emisiones estadounidenses, que complican la vida especialmente a los motores de inyección directa de gasolina (que son cancerígenos, recordemos, por lo que luchamos aquí para erradicar el problema).

El caso es que, debido a ese sobrepeso, debido a ese sistema de tratamiento de gases extra que dificulta la respiración del motor, y debido a las condiciones climáticas de Estados Unidos, para ofrecer la misma potencia que el modelo europeo de manera consistente, el motor del 4C necesitaba una dosis extra de refrigeración en su aire de admisión. En caso contrario, respiraría aire "más caliente" y no sería tan potente como el modelo europeo.

Por esa razón se monta un segundo intercooler, y por esa razón hay una segunda toma lateral en el lado izquierdo.

Te podrás preguntar muchas cosas, entonces. Por ejemplo ¿por qué no montar ese intercooler en otro sitio y evitar poner una segunda toma de aire? Pues porque la distancia que tiene que recorrer el aire ya comprimido antes de llegar al motor es un factor vital para el tiempo de respuesta del motor. Los intercoolers han de tener el mínimo recorrido posible entre el turbocompresor y el motor, para evitar que cuando pisemos el acelerador, el aire comprimido tarde demasiado en alcanzar el motor, lo que influye el tiempo de respuesta (en el lag, ya sabes).

¿Por qué no montar otra toma simétrica idéntica a esta en el lateral derecho? Pues porque, simplemente, no es necesaria. Además de no resultar estéticamente "perfecta", ofrecería más arrastre aerodinámico. Alfa ha decidido montar sólo lo estrictamente necesario y huir así de la manía persecutoria de montar tomas de aire innecesarias y bloqueadas en los coches. Lo aplaudimos.

¿Vendría bien para el modelo europeo montar esas tomas? La realidad es que algunas de las unidades europeas mostradas en el Salón de París ya llevaban esa toma, y se han visto rodando prototipos de desarrollo en Módena y Turín con dichas tomas. El tema es que montar un segundo intercooler está bien si se necesita refrigerar más el aire de admisión, pero si el aire ya está a la temperatura adecuada y el intercooler resulta redundante, contar con el segundo inercooler reduce la eficiencia del motor, amén de empeorar la aerodinámica e incrementar el peso del vehículo.

Alfa Romeo, a través de su director para Europa, ya nos comentó que, como sucede con el Fiat 500, el 4C sufrirá un proceso de mejora continuado. No habrá modelo GTA o QV, pero sí un proceso de pequeñas mejoras que llegarán de manera continuada al coche. Tal vez sea este intercooler una de estas mejoras que acabemos viendo en Europa. Está claro que, usando el coche en circuitos españoles a pleno sol, la potencia mejorará cuando la pista esté a más de treinta grados centígrados.

Misterio resuelto, ¿no? Lo curioso es que todavía no podamos decir que esto es "oficial", pues la información, aunque nos ha llegado "de buena mano", sigue sin tener "certificación oficial". Por cierto, ¿te has dado cuenta de que el 4C yanqui lleva el salpicadero recubierto de cuero?

 

Neste fórum quando se falar/criticar/opinar sobre o 4C tem-se que separar as águas.
Cada vez mais, o modelo europeu e americano distanciam-se. O modelo americano é bastante mais pesado, mas também seguro, vem melhor equipado, é menos "venenoso" no que sai do escape, tem óticas mais consensuais, e o setup dinâmico tem sido alvo de muito menos críticas negativas do que aquelas que assistimos no 4C europeu.

O 4C europeu tem sido apelidado de inacabado, e o 4C americano ganha uma série de prémios, e não são relativos ao seu desenho.
Não podemos pôr no mesmo saco as conclusões da imprensa europeia e americana sobre este carro e aparente contradição das mesmas.

Dado o desenvolvimento algo recambolesco que o 4C teve, esperemos que, primeiro haja um sucessor, e segundo, já conhecendo os requisitos especificos dos mercados onde vai ser comercializado, conseguir criar um modelo otimizado que não necessite de versões estruturalmente e mecanicamente tão distintas. Haverá sempre pequenas diferenças de setup e calibração, mas no caso actual, é como se praticamente houvesse dois 4C nos dois lados do AtlÂntico.
 
Neste fórum quando se falar/criticar/opinar sobre o 4C tem-se que separar as águas.
Cada vez mais, o modelo europeu e americano distanciam-se. O modelo americano é bastante mais pesado, mas também seguro, vem melhor equipado, é menos "venenoso" no que sai do escape, tem óticas mais consensuais, e o setup dinâmico tem sido alvo de muito menos críticas negativas do que aquelas que assistimos no 4C europeu.

O 4C europeu tem sido apelidado de inacabado, e o 4C americano ganha uma série de prémios, e não são relativos ao seu desenho.
Não podemos pôr no mesmo saco as conclusões da imprensa europeia e americana sobre este carro e aparente contradição das mesmas.

Dado o desenvolvimento algo recambolesco que o 4C teve, esperemos que, primeiro haja um sucessor, e segundo, já conhecendo os requisitos especificos dos mercados onde vai ser comercializado, conseguir criar um modelo otimizado que não necessite de versões estruturalmente e mecanicamente tão distintas. Haverá sempre pequenas diferenças de setup e calibração, mas no caso actual, é como se praticamente houvesse dois 4C nos dois lados do AtlÂntico.


penso que essas alteraçoes vão chegar apenas á versão europeia do spider.
 
Voltar
Superior