Eu também concordo. E também faço um "mea culpa", porque estou longe de ser exemplo. Mais do que me preocupar em cumprir com o Código, preocupo-me em respeitar os outros. Aliás, o Código não passa de um conjunto de regras (já desactualizadas, a meu ver) que visam promover a harmonia, organização e civismo entre condutores (e peões) nas nossas estradas. A maior parte do que consta do Código é facilmente deduzido pelo bom senso. Depois foi só juntar algumas regras para "standartizar" comportamentos (a regra da prioridade, os limites de velocidade, etc...).
Não obstante, e como vejo algumas falhas no Código, opto por "transgredir" algumas regras (infrigir limites de velocidade de 50 em rectas planas, com espaço e qualidade, e boa visibilidade; não parar num "stop" quando a visibilidade é excelente e não há um carro à vista, etc...).
Também não respeito a prioridade, na medida em que, por vezes, acabo por ceder a minha prioridade a alguém que não a tem mas que vem mais lançado, distraído, etc., desde que não prejudique o trânsito com a minha atitude.
Mas é complicado exercer o civismo numa sociedade que não o é, e remar contra a maré tem, muitas vezes, este efeito de nos deixar desmotivados e até revoltados.
A isso não ajuda, como foi referido, a postura das autoridades, do governo, das escolas de condução, das IPO's... e de muitos condutores.
Já nem vou ao ponto de falar dos "street racers". Esses, para mim, não são só os putos "xungas" em carros "tunados". Há aí muito "street racer" em BMW's, A6's, Mercedes, etc... se calhar até com idade para serem nossos avós. Deixemo-nos de rótulos: o que está mal não é um "tipo de pessoa". É um tipo de comportamento. E esse é que tem que ser erradicado. Enquanto quiserem fiscalizar e corrigir as coisas com base em preconceitos, isto não há meio de sair da cepa torta.
Temos que trazer aí o Bibi para "abrir o olho" a muita gente [

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