Excalibur
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http://forum.autohoje.com/topic.asp?TOPIC_ID=54407
http://forum.autohoje.com/topic.asp?TOPIC_ID=69074
Fica o relato de 5 Setembro de 1972 em Munique, na aldeia Olimpica.
O Lembrar de um acto reprovável, sobre atletas e pessoas que tentavam elevar alto o estandarte do seu pais.
Alguns contornos de tal acto e consequentes nunca foram esclarecidos , muitas duvidas ficaram no ar, mas no essêncial 11 atletas foram mortos, só recentemente Steven Spielberg deu uma nova visibilidade a este caso.
Massacre de Munique
O Massacre de Munique teve lugar durante os Jogos Olímpicos de Verão de Munique em 1972, quando, a 5 de Setembro, 11 membros da equipa olímpica israelita foram tomados de reféns pelo grupo terrorista palestino denominado de Setembro Negro.
O governo alemão, liderado pelo seu primeiro-ministro Willy Brandt recusou receber uma equipe militar israelita de operações especiais, que foi uma proposta do governo israelita de Golda Meir.
Como se viria depois a constatar, as forças policiais alemãs estavam muito mal preparadas e a situação fugiu do seu controle.
Uma tentativa de libertação dos reféns levou à morte de todos os atletas, de mais cinco terroristas e um agente da polícia alemã.
Os três terroristas sobreviveram ao ataque e foram encarcerados.
O governo alemão ficou altamente embaraçado pelo fracasso e pela demonstração de incompetência da sua polícia. A operação foi mal planejada e foi executada por agentes sem qualquer preparação especial.
Foi planejado eliminar os terroristas num aeroporto próximo de Munique, o Fürstenfeldbrück.
No entanto, os poucos políciais colocados nas torres do aeroporto não tinham capacidade de fogo suficiente para executar a tarefa, não tinham comunicações de rádio entre si para coordenar os disparos e foram surpreendidos por um número de terroristas superior ao esperado.
Após um tiroteio que durou 45 minutos entre a polícia e os terroristas, um dos terroristas decidiu atirar uma granada contra o helicóptero em que se encontravam os reféns, matando os últimos reféns sobreviventes.
A divulgação dos pormenores perante um julgamento seguido atentamente pela comunidade noticiosa internacional causou um forte abalo na imagem da Alemanha no exterior.
Os três prisioneiros não chegaram a ser julgados.
A 29 de Outubro de 1972 é desviado um avião da Lufthansa por um outro grupo terrorista e é exigida a libertação daqueles três terroristas aprisionados.
Curiosamente, nos passageiros desse misterioso vôo da Lufthansa não se contava nenhuma mulher nem criança.
Os reféns eram todos homens adultos.
O governo alemão soltou os terroristas de Munique imediatamente, sem consultar o governo de Israel.
Em troca, os reféns alemães (todos homens) foram libertados.
Pouco depois do massacre, o governo alemão decidiu fundar uma unidade policial contra-terrorista, o GSG 9, para lidar melhor com situações semelhantes no futuro.
Os três terroristas sobreviventes passaram a ser perseguidos pela Mossad e crê-se que dois deles foram assassinados.
Um deles permanece vivo.
Os 11 desportistas israelitas eram David Berger, Ze'ev Friedman, Joseph Gottfreund, Eliezer Halfin, Joseph Romano, Andrei Schpitzer, Amitsur Shapira, Kahat Shor, Mark Slavin, Yaakov Springer e Moshe Weinberg.
Que a memória do homens não se apague
Relembrar sempre a origem de actos desta natureza contra inocentes, independentemente de vencedores ou vencidos.
Algumas imagens que correram o Mundo
Os atletas mortos
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Fica o relato de 5 Setembro de 1972 em Munique, na aldeia Olimpica.
O Lembrar de um acto reprovável, sobre atletas e pessoas que tentavam elevar alto o estandarte do seu pais.
Alguns contornos de tal acto e consequentes nunca foram esclarecidos , muitas duvidas ficaram no ar, mas no essêncial 11 atletas foram mortos, só recentemente Steven Spielberg deu uma nova visibilidade a este caso.
Massacre de Munique
O Massacre de Munique teve lugar durante os Jogos Olímpicos de Verão de Munique em 1972, quando, a 5 de Setembro, 11 membros da equipa olímpica israelita foram tomados de reféns pelo grupo terrorista palestino denominado de Setembro Negro.
O governo alemão, liderado pelo seu primeiro-ministro Willy Brandt recusou receber uma equipe militar israelita de operações especiais, que foi uma proposta do governo israelita de Golda Meir.
Como se viria depois a constatar, as forças policiais alemãs estavam muito mal preparadas e a situação fugiu do seu controle.
Uma tentativa de libertação dos reféns levou à morte de todos os atletas, de mais cinco terroristas e um agente da polícia alemã.
Os três terroristas sobreviveram ao ataque e foram encarcerados.
O governo alemão ficou altamente embaraçado pelo fracasso e pela demonstração de incompetência da sua polícia. A operação foi mal planejada e foi executada por agentes sem qualquer preparação especial.
Foi planejado eliminar os terroristas num aeroporto próximo de Munique, o Fürstenfeldbrück.
No entanto, os poucos políciais colocados nas torres do aeroporto não tinham capacidade de fogo suficiente para executar a tarefa, não tinham comunicações de rádio entre si para coordenar os disparos e foram surpreendidos por um número de terroristas superior ao esperado.
Após um tiroteio que durou 45 minutos entre a polícia e os terroristas, um dos terroristas decidiu atirar uma granada contra o helicóptero em que se encontravam os reféns, matando os últimos reféns sobreviventes.
A divulgação dos pormenores perante um julgamento seguido atentamente pela comunidade noticiosa internacional causou um forte abalo na imagem da Alemanha no exterior.
Os três prisioneiros não chegaram a ser julgados.
A 29 de Outubro de 1972 é desviado um avião da Lufthansa por um outro grupo terrorista e é exigida a libertação daqueles três terroristas aprisionados.
Curiosamente, nos passageiros desse misterioso vôo da Lufthansa não se contava nenhuma mulher nem criança.
Os reféns eram todos homens adultos.
O governo alemão soltou os terroristas de Munique imediatamente, sem consultar o governo de Israel.
Em troca, os reféns alemães (todos homens) foram libertados.
Pouco depois do massacre, o governo alemão decidiu fundar uma unidade policial contra-terrorista, o GSG 9, para lidar melhor com situações semelhantes no futuro.
Os três terroristas sobreviventes passaram a ser perseguidos pela Mossad e crê-se que dois deles foram assassinados.
Um deles permanece vivo.
Os 11 desportistas israelitas eram David Berger, Ze'ev Friedman, Joseph Gottfreund, Eliezer Halfin, Joseph Romano, Andrei Schpitzer, Amitsur Shapira, Kahat Shor, Mark Slavin, Yaakov Springer e Moshe Weinberg.
Que a memória do homens não se apague
Relembrar sempre a origem de actos desta natureza contra inocentes, independentemente de vencedores ou vencidos.
Algumas imagens que correram o Mundo
Os atletas mortos